Comparing revisions for PoaSelectionReport

Additions:
-""Poa2005"": initially 3 people were responding to emails sent to this address (Laurent, Mónica, Bruno). Laurent left by mid-October in order to take care of ""poa2005-viaje"". Bruno left in November for personal reasons. Mónica was left alone to respond to all incoming emails in December and January.
-""Poa2005-viaje"": initially 1 person (Laurent). One more person arrived to help by the end of December (Germán). There was never more than 1 person really working on travel at any given time. In January, Laurent and Germán were both working, one was in charge of making the reports and the lists from the database, while the other was concretely working with the travel agency and with the interpreters.
These decisions were made thanks to an open discussion started on July 22 in the Forum and publicized widely: an e-mail was sent at that time to all people volunteering to the WSF05 and to all people who had volunteered to the WSF04, inviting them to discuss the selection methodology. This discussion was launched a month after the publication of the “Call for volunteers” (official start of the WSF05 project: See Intermediary Report http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=626#626 explaining the stages that lead to the Call). This discussion generated 135 posts in three different languages, which were read 11 815 times (this number does not correspond to single users).
~&Para modificar la página: 'Edit page' en el menú abajo. Y cuando acabaron: #%Store#%.
==São Paulo (report in EN)==
I work in BABELS São Paulo and I started working in the written translation group. Then I migrate to the simultaneous interpreting group and helped reading and answering e-mails of newcomers until before the Forum starts. During the Forum I was supposed to work only in interpreting.There were a lot of things to do so I worked two days in the written translation and two days in the International Council Meeting doing the interpretation in the English to Spanish booth. I helped in the Booth Planification group while I was in Gasometro at night. I participated in the Latin America meetings and coordinate the last meeting.
Selection Methodology from São Paulo.
BABELS started in São Paulo in August 2004. In the first meetings there were a lot of different people each coming over and the WSF and BABELS history and work had to be explained to the new people over and over again.
The Written Translation Group began with Monica Nehr and I doing the translations and mobilising those who wanted to join the team. We established a test for the newcomers and they had to take it in order we could evaluate their work. Monica did the job of coordinating these group and give / pass the translations for the rest of us. She managed to do it and the São Paulo written translation group contributed in the WSF website office during the WSF2005.
The Mobilization Group took the list of people who live in São Paulo registered in the BABELS site and started to call those to the meetings. There were 4 people each one calling to 50 other people. After that we replied the e-mails from people.
Two coordinators of these team (Henrique and Patrícia) are former students of a interpreting college in São Paulo, UNIBERO. They talked with their teachers and the school let us use their “laboratory”, a room with capacity for more or less 60 people seated, a booth with for 3 people and all the necessary equipment. We did a training process wih volunteers and profesionals since September 2004 until 2 weeks before the beginning of the Forum. We asked a lot of people of social movements to come and give speeches or sometimes we had prints of the material of the other WSFs founded in the WSF website.
We (Henrique, Graziela, Leda, Luis, Monica and Patricia) agreed with some points in order to select those who would go to POA. 1. Everybody had to get in the booth and talk. Even those who were profesionals had to do it. We had to listen to all. So there were some people who thought they would go and didn’t come into the booth in the last minute. We had to listen to everybody and before saying yes or no to the person we talked with each other to see if there would be another chance or not. We specify criterias like shadowing (interpreter follows the person who is speaking), “bring the text” (bring the idea of the speech, the sentence), general knowledge of the topic, (know the specific terms of the WSF debates), pauses, if the person breathed in the microphone or not and the atitude of the person towards others inside and outside the booth.
We think we did a selection proccess that brought people who can deal technically and psychologically (very important) inside the booth. In the first meeting they didn’t know nothing or little about interpreting and/or Social Movements / Social Forums.
We brought to Porto Alegre 47 people of Interpreting Group, 15 people of Written Translation Group and 3 people of Room Coordination Group. Total = 65 people from São Paulo. People should meet the alredy mentioned standards in order to get into the booth / write a good translation to perform a good job.
Of course it’s not only roses here. We had problems, of course we had them.
1.Those people who live in São Paulo and came from these city without training and selecting. Those people are selected by other coordinators in BABELS.
BABELS must have mechanisms to select those people who are not performing well. We somehow manage to do that in São Paulo by having specific criteria for the selecting process. It was clear for everybody that there were rules and those who didn’t follow the rules didn’t go. There were procedures and common agreements on the minimum requirements. So no one could talk later that there was something personal.
BABELS - São Paulo
BABELS - São Paulo
O processo de mobilização no Rio de Janeiro começou no final de outubro, em uma reunião no IBASE sobre a apresentação do projeto da Babels. Estavam presentes cerca de 10 intérpretes profissionais, sendo que Pascal era o então responsável pela coordenação local. Decidimos motivar outros colegas que atuam o mercado do Rio e marcamos um novo encontro para início de novembro. A fim de facilitar a comunicação entre os intérpretes, decidimos abrir um grupo no site Yahoo. Nosso objetivo era mobilizar cerca de 40 a 50 profissionais do Rio de Janeiro dentre colegas atuantes no mercado e ex-alunos das escolas de interpretação cariocas.
Em início de novembro, percebemos que poucos haviam se inscrito no site como voluntários, pois deixaram de receber os emails de confirmação de participação no FSM. Fizemos uma convocatória geral para que todos os interessados se inscrevessem no site e regularizassem sua ficha no banco de dados. Escolhemos Erica Resende para ir a Porto Alegre para a reunião do CI.
Somente em Porto Alegre tomamos ciência da plenitude da rede Babels, os projetos paralelos como Lexicon, a parceria com Nomad, os instrumentos de comunicação, o banco de dados, etc. Na reunião seguinte, decidimos aumentar a mobilização para atingir o número de 60 voluntários, passando a incluir estudantes de interpretação, além dos profissionais. Por outro lado, devido ao sucesso da comunicação via Yahoo, foi rejeitado o uso das ferramentas de comunicação da Babels por diversos motivos (falta de familiaridade com ferramentas de TI, consenso em relação à eficácia da comunicação na lista Yahoo, excesso de emails e comunicados de outras regiões, “tecnofobia”, entre outros). No entanto, tivemos o cuidado de sempre colocar uma cópia das atas de nossas reuniões e principais comunicados no site da Babels, na parte destinada ao Brasil. O responsável por essa tarefa foi Juan Doblas, que trabalhou em parceria com Luis Gustavo em SP. Dessa forma qualquer membro da rede poderia, caso interessado, informar-se acerca de nossas atividades.
Devido à decisão de concentrar a seleção em profissionais e alunos de interpretação, treinamento foi deixado em segundo plano. Tal decisão também foi alimentada pelo fato de que não pudemos contar com o apoio de uma instituição que nos oferecesse um local apropriado para treinamento de interpretação.
Paralelamente, nosso coordenador Pascal desligou-se do projeto por razões profissionais. Erica Resende assumiu suas funções, contando com a ajuda de Marcelo Neves. Diversos outros intérpretes ficaram responsáveis pelo processo de avaliação e treinamento de voluntários sem experiência.
Com o aumento de nossa cota de 60 para 90 pessoas, e devido à demanda de nativos de alemão, italiano e outros idiomas, decidimos selecionar voluntários não-profissionais a partir do banco de dados da Babels. Dos cerca de 180 voluntários (números de novembro) residentes na região do Rio de Janeiro, selecionamos cerca de 50 nomes de não profissionais que apresentavam um perfil adequado ao evento (nativos de PT, EN, FR, DE e IT com conhecimento passivo de pelo menos duas línguas estrangeiras). Todos foram convidados par uma sessão de avaliação realizada em dezembro. Dividimos o contingente conforme combinação lingüística. A avaliação foi feita por um intérprete profissional nativo de cada idioma (Pascal e Annie, FR; Rebecca e Erica, EN; Luciana Ache e Kena, ES). Por falta de intérpretes profissionais nativos de IT e DE, não foi possível fazer uma avaliação mais sólida dos voluntários sem experiência nativos desses idiomas.
Somente em janeiro conseguimos utilizar uma sala do IBASE, mas, devido às férias escolares, festas de fim de ano e compromissos profissionais dos intérpretes, o treinamento foi insuficiente. No total promovemos cerca de 8 sessões de avaliação/treinamento, com um intérprete profissional como instrutor e cerca de 4 a 5 iniciantes.
Devemos ressaltar que nas primeiras semanas de janeiro recebemos um número enorme de candidatos de última hora, fazendo com que o número de voluntários pulasse de 180 para cerca de 220. A adesão de novos voluntários somente foi aceita em casos excepcionais: nativos de FR, HE, AR ou profissionais que aderiram à mobilização.
Da cota estabelecida de 90 voluntários, mobilizamos 35 profissionais nativos de PT (23), ES (2), EN (5), FR (2), DE (2), e RU (1), sendo que dos 22 intérpretes nativos de PT, cerca de 15 encontravam-se qualificados para trabalhar em cabines de EN e FR. Esses nomes foram encaminhados por email a Laurent e German no início de janeiro. Os demais voluntários eram formados por iniciantes nativos de PT, IT, DE e HE, aprovados nas sessões de avaliação promovidas pelos intérpretes profissionais responsáveis por cada língua passiva testada.
Paralelamente, buscamos selecionar iniciantes que, além do domínio das línguas estrangeiras, apresentavam atributos diferenciais como graduação ou pós-graduação em Economia, Sociologia, Ciência Política, Relações Internacionais, etc. e tradutores qualificação e/ou experiência em interpretação simultânea. Por decisão consensual entre os dois coordenadores e os cinco intérpretes responsáveis pela avaliação, selecionamos cerca de 5 voluntários que, apesar de não apresentarem os atributos exigidos, deveriam ser encorajados a participar de uma experiência como o FSM. A idéia da criação de uma cota nesse sentido havia sido discutida e acordada em reuniões anteriores no Rio. Essas pessoas, por não estarem aptas a fazer interpretação, foram direcionadas para coordenação de sala e outras tarefas de coordenação. A lista contendo esses nomes foi transmitida a Laurent e Yan.
Como aspecto negativo do processo de seleção e treinamento, ressaltamos a falta de espaço adequado para a realização de treinamento (as duas escolas de interpretação opuseram-se ao empréstimos das salas de treinamento), o calendário de fim de ano - que coincide com o fim de ano letivo, férias de diversos voluntários que deixaram de responder emails em tempo hábil, festas de fim de ano, etc., e a ausência de material de treinamento em PT no cd preparado pela Ecos (os iniciantes nativos de IT, DE, HE, FR, EN e ES não tiveram acesso a conferências gravadas em PT para interpretar para seus respectivos idiomas. As soluções alternativas encontradas (gravações de vídeo e rádio) não foram satisfatórias.
Como aspecto positivo, destacamos o alto número de profissionais mobilizados no Rio de Janeiro. Esse número poderia ter atingido cerca de 50, mas muitos desistiram por compromissos profissionais assumidos na semana do FSM, e, sobretudo, por falta de definição acerca de hospedagem e emissão de passagem. Entendemos que a mobilização de cerca de 60 a 80 intérpretes profissionais no Rio de Janeiro seja possível nos próximos dois anos.
Finalmente, devemos comentar a questão de hospedagem e passagem. As passagens somente começaram a ser emitidas ente 18 e 21 de janeiro, coincidindo com o feriado de 20 de janeiro no Rio de Janeiro e a apenas 4 dias da data prevista de chegada em Porto Alegre. Nesse sentido, e devido ao ferido municipal em SP no dia 25, a coordenadora local foi obrigada a supervisionar a emissão de cerca de 90 passagens - com as respectivas e inevitáveis alterações de horários - em um período de 96 horas.
Paralelamente, devido ao feriado prolongado no Rio de Janeiro (de quinta a domingo), diversos voluntários encontravam-se fora da cidade e sem acesso a internet. Por essa razão, diversos e-tickets não foram recebidos a tempo para embarque, voluntários perderam vôo, etc. Além disso, como a emissão foi bastante tardia, não foi possível obter os melhores preços e datas de vôo mais apropriadas. Acabamos chegando um ou dois dias depois do ideal e partindo dois a três dias depois do necessário, o que gerou despesas extras de hospedagem.
Nossa sugestão nesse sentido é localizar e dar autonomia ao processo de emissão de bilhetes a fim de obter melhores preços como vôo de grupo e não bilhetes individuais. Além disso, torna-se menos problemático e preocupante para quem aguarda uma definição acerca da ida ou não ao FSM.
Avaliação e recomendações:
1. O grupo de 90 voluntários foi muito grande e diverso. Pretendemos fazer uma avaliação sobre a participação de forma a enxugar o grupo de voluntários cariocas, buscando elevar o número de intérpretes profissionais participantes. Já estamos trabalhando nesse sentido. Nosso objetivo é atingir 60 intérpretes em 2 anos. Tal decisão representa nossa opção por qualidade e versalitilidade lingüística em vez de quantidade de voluntários. Para tanto motivaremos nossos colegas cariocas a aderirem à Babels e faremos mobilização nas escolas de interpretação cariocas (o que não foi feito desta vez).
2. Voluntários sem experiência que se destacaram em Porto Alegre, mostrando potencial para a interpretação simultânea, serão considerados e incentivados a fazer treinamento mais intensivo para futuros eventos do FSM.
3. A totalidade dos intérpretes profissionais cariocas lamentou não ter feito mais turnos, pois entendiam que poderiam ter trabalhado 3 turnos por dia. A percepção é a de que o FSM é um evento atípico, que não pode ser submetido a uma comparação com eventos tradicionais do mercado de interpretação brasileiro. Por essas razões é grande a disposição em trabalhar um pouco mais do que os iniciantes. Tal argumento se justifica ainda mais quando percebemos que um dos critérios para a hospedagem foi reservar os quartos em hotel para os profissionais porque eles teriam uma carga de trabalho maior do que os demais, necessitando, portanto, de mais repouso.
4. Dar mais autonomia a coordenação local com relação à emissão de passagem, hospedagem, acolhida , etc. Somente aqueles que encontram-se no nível local têm conhecimento sobre suas próprias necessidades e sobre as melhores opções para transporte, por exemplo.
5. Acreditamos que a percepção geral do FSM como uma experiência positiva para os intérpretes profissionais possa motivar nossos colegas cariocas a aderir à rede, vencendo, dessa forma, a resistência e a ameaça de retaliação anunciada. Por essa razão, em vez de direcionar recursos e energias para o treinamento de iniciantes, pretendemos dar início a uma campanha de esclarecimento ao mercado profissional local, de forma e motivar e mobilizar um número maior de profissionais locais. A superação dos problemas decorrentes da emissão tardia de passagens e da indefinição quanto ao local de hospedagem já motivaria um contingente de quase 10 profissionais.
6. Finalmente, desejamos nos unir mais aos grupos locais brasileiros, mais especificamente região Sul, SP e Nordeste (já existe uma intensa aliança entre Rio, Centro-Oeste e Norte). Entendemos que deveria haver um maior intercâmbio de idéias e informações entre esses grupos para que possamos deixar de ser percebidos como Babels Rio, Babels SP, Babel Centro-Oeste, etc., para sermos Babels Brasil.
À Rio, la mobilisation a débuté fin octobre par une réunion au siège de l'IBASE, pour y présenter le projet Babels. Cette réunion a compté sur la présence de 10 interprètes professionnels, le responsable de la coordination locale étant à l'époque Pascal Rubio. Nous avons décidé de motiver d'autres collègues travaillant sur le marché de Rio et nous avons fixé une autre rencontre début novembre. Afin de faciliter la communication entre les interprètes, nous avons décidé d'ouvrir un groupe sur le site Yahoo. Notre but était de mobiliser de 40 à 50 professionnels de Rio, parmi les collègues en activité et les ex-élèves des écoles de formation d'interprètes de la ville.
Début novembre, nous nous sommes rendu compte que très peu d'entre eux s'étaient inscrits comme bénévoles sur le site, car ils ne recevaient plus les e-mails de confirmation de participation au FSM. Nous avons donc lancé une circulaire, invitant tous les intéressés à s'inscrire sur le site et à régulariser leur fiche dans la banque de données. C'est Erica Resende qui a été choisie pour participer à la réunion du CI à Porto Alegre.
Nous n'avons pris connaissance de l'ampleur du réseau Babels qu'à Porto Alegre, où nous ont été présentés les projets parallèles comme Lexicon, le partenariat avec Nomad, les instruments de communication, la banque de données, etc. Lors de la réunion suivante, nous avons décidé d'étendre la mobilisation pour atteindre le chiffre de 60 bénévoles et nous avons alors admis non seulement des professionnels mais aussi des étudiants en interprétation. Par ailleurs, en raison du succès de la communication par Yahoo, l'usage des outils de communication Babels a été rejeté pour diverses raisons (manque de familiarité avec les outils de TI, consensus quant à l'efficacité de la communication sur la liste Yahoo, excès de e-mails et de communiqués d'autres régions, "technophobie", entre autres). Nous avons toutefois pris soin de fournir une copie des comptes rendus de nos réunions et des principaux communiqués sur le site de Babels, dans la section consacrée au Brésil. C'est Juan Doblas qui s'est chargé de cette tâche, en collaboration avec Luis Gustavo, de São Paulo. Tout membre du réseau pouvait donc, s'il le voulait, se maintenir informé de nos activités.
La décision ayant été prise de ne sélectionner que des professionnels et des étudiants en interprétation, la formation n'était pas au nombre de nos soucis majeurs. Le fait de ne pas pouvoir compter sur l'appui d'une institution qui puisse mettre à notre disposition un lieu approprié pour la formation à l'interprétation a également pesé sur cette décision.
Dans le même temps, Pascal, notre coordinateur a dû se retirer du projet pour des raisons d'ordre professionnel. C'est Erica Resende qui a alors assumé ses fonctions, aidée en cela par Marcelo Neves. Divers autres interprètes se sont portés responsables de l'évaluation et de la formation de bénévoles sans expérience.
Notre quota étant passé de 60 à 90 personnes et face à la demande d'interprètes ayant l'allemand, l'italien et d'autres langues comme langue première, nous avons décidé de choisir des bénévoles non-professionnels à partir de la banque de données de Babels. Sur les 180 bénévoles (chiffres de novembre) résidant dans la région de Rio, nous avons retenu environ 50 noms de non professionnels qui correspondaient au profil recherché (PT, EN, FR, DE et IT et ayant au moins deux langues étrangères comme langues passives). Tous ont été invités á une séance d'évaluation réalisée en décembre. Nous avons réparti les effectifs en fonction des combinaisons linguistiques. L'évaluation a été faite par un interprète professionnel de chaque langue (Pascal et Annie, FR ; Rebecca et Erica, EN ; Luciana Ache et Kena, ES). Par manque d'interprètes professionnels IT et DE comme langue A, il ne nous a pas été possible de réaliser une évaluation plus approfondie des bénévoles sans expérience ayant ces langues comme langues maternelles.
Il nous a fallu attendre janvier pour pouvoir utiliser une salle de l'IBASE mais, en raison des vacances scolaires, des fêtes de fin d'année et des obligations professionnelles des interprètes, la formation a été insuffisante. Nous avons organisé en tout 8 séances d'évaluation et de formation, comptant chacune sur un interprète professionnel comme formateur et environ 4 à 5 débutants.
Il convient de souligner que, durant les premières semaines de janvier, nous avons reçu un très grand nombre de candidats de dernière heure, le nombre des bénévoles passant alors de 180 à près de 220. Les nouveaux bénévoles n'ont été admis qu'à titre exceptionnel : ceux ayant FR, HE ou AR comme langue maternelle ou les professionnels ayant répondu à la mobilisation.
Sur le quota imparti de 90 bénévoles, nous avons mobilisé 35 professionnels, dans les langues maternelles suivantes : PT (23), ES (2), EN (5), FR (2), DE (2), et RU (1), et sur les 22 interprètes ayant PT comme langue A, une quinzaine était qualifiée pour travailler en cabines d'EN et de FR. Ces noms ont été acheminés par e-mail à Laurent et à German début janvier. Les autres bénévoles étaient des débutants ayant comme langue maternelle : PT, IT, DE et HE et approuvés lors des séances d'évaluation organisées par les interprètes professionnels responsables de chaque langue passive testée.
Parallèlement, nous avons cherché à sélectionner des débutants qui, outre la maîtrise des langues étrangères, présentaient des attributs particulièrement intéressants comme un 2e ou 3e cycle en économie, sociologie, science politique, relations internationales, etc. et des traducteurs ayant une qualification et/ou une expérience en interprétation simultanée. Par décision consensuelle entre les deux coordinateurs et les cinq interprètes responsables de l'évaluation, nous avons retenu environ 5 bénévoles qui, bien que ne possédant pas les attributs requis, devaient être encouragés à participer à une expérience comme celle du FSM. L'idée de la création d'un quota à cette fin avait été débattue et acceptée lors de réunions précédentes à Rio. Ces personnes n'étant pas à même de faire de l'interprétation, ont été orientées vers la coordination de salles et d'autres missions de coordination. La liste complète de ces noms a été transmise à Laurent et à Yan.
Comme aspect négatif du processus de sélection et de formation, nous signalerons le manque d'espace approprié à la réalisation des séances de formation (les deux écoles d'interprétation ayant refusé de prêter leurs salles), le calendrier de fin d'année - qui coïncide avec la fin de l'année scolaire, les vacances de divers bénévoles qui n'ont pas répondu aux e-mails en temps utile, les fêtes de fin d'année, etc., et le manque de matériel de formation en PT sur le CD préparé par Ecos (les débutants ayant IT, DE, HE, FR, EN et ES comme langue maternelle n'ont pas disposé de conférences enregistrées en PT pour interpréter vers leurs langues respectives. Les solutions alternatives adoptées (enregistrements vidéo et radio) n'ont pas été satisfaisantes.
(à continuer)
El proceso de movilización en Río De Janeiro comenzó en el final de octubre, en la presentación del proyecto de Babels en el IBASE. Estaban presentes cerca de 10 intérpretes profesionales, siendo Pascal el coordinador local. Decidimos motivar a otros colegas que actúan el mercado de Rio y se acordó una nueva reunión para el principio de noviembre. Para facilitar la comunicación entre los intérpretes, decidimos abrir un grupo en el sitio Yahoo. Nuestro objetivo era para movilizar entre 40 y 50 profesionales de Río de Janeiro entre colegas actuantes en el mercado y ex-alumnos de las escuelas de interpretación de la ciudad.
En el inicio de noviembre, percibimos que había pocas personas alistadas en el ‘site’ de la babels como voluntarios en relación a las personas listadas en el grupo Yahoo, pues esas personas no recibieron la serie de emails de confirmación de participación en el FSM. Hicimos entonces una convocatoria general pidiendo a todos los interesados que entrasen en el sitio y regularizasen su ficha en la base de datos. Elegimos a Erica Resende para ir a Porto Alegre para la reunión del CI.
Fue solo en Porto Alegre que tomamos conciencia de la plenitud de la red de Babels, de los proyectos paralelos como Léxicon, de la asociación con NOMADS, de los instrumentos de comunicación, de la base de datos, del etc. En la reunión siguiente decidimos aumentar la movilización para alcanzar el número de 60 voluntarios, comenzando a incluir estudiantes de interpretación además de los profesionales. Por otra parte debido al éxito de la comunicación por Yahoo, fue rechazado el uso de las herramientas de comunicación del Babels por razones diversas (falta de la familiaridad con las herramientas de TI, exceso de emails y comunicados de otras regiones, consenso en relación a la eficacia del grupo Yahoo, ‘tecnofobia’…). Sin embargo, tuvimos siempre cuidado en poner una copia de las actas de nuestras reuniones y de los principales comunicados en el sitio de Babels, en el sector destinado al Brasil. El responsable para esta tarea fue Juan Doblas, que trabajó junto con Luis Gustavo en SP. De esta forma cualquier miembro de la red podría, en caso de que estuviese interesado, estar informado en lo referente a nuestras actividades.
Debido a la decisión concentrar la selección en los profesionales y en los alumnos de interpretación, el entrenamiento fue dejado en segundo plano. Tal decisión también fue reforzada por el hecho de no disponer de la ayuda de una institución que pudiese ofrecer un lugar apropiado para las prácticas de interpretación.
De forma paralela, nuestro coordinador Pascal se desvinculó del proyecto por razones profesionales. Erica Resende asumió sus funciones, contando con la ayuda de Marcelo Neves. Otros intérpretes fueron designados responsables del proceso de la evaluación y del entrenamiento de voluntarios sin experiencia.
Con el aumento de nuestro contingente de 60 para 90 personas, y debido a la demanda de nativos de alemán, de italiano y de otros idiomas, decidimos seleccionar a no-profesionales entre los voluntarios de la base de datos del Babels. De los de cerca de 180 voluntarios (números de noviembre) disponibles en la región de Río De Janeiro, seleccionamos cerca de 50 nombres de no profesionales que presentaron un perfil adecuado al evento (nativos de PT, EN, FR, DE y IT con conocimiento pasivo de por lo menos dos idiomas extranjeros). Todos fueron invitados a una sesión de evaluación que se llevó a cabo en diciembre. Dividimos el contingente según las diferentes combinaciones lingüísticas. La evaluación fue hecha por un intérprete profesional nativo de cada lengua (Pascal y Annie, francés; Rebecca y Erica, EN; Luciana Ache y Kena, ES). Debido a la falta de los intérpretes profesionales nativos de IT y DE, no fue posible hacer una evaluación más sólida de los voluntarios nativos de estas idiomas sin experiencia.
Solamente en enero conseguimos usar una sala del IBASE, pero debido a las vacaciones escolares, a las fiestas de fin de año y a los compromisos profesionales de los intérpretes, el entrenamiento fue insuficiente. En total promovemos cerca de 8 sesiones de evaluación/entrenamiento, con un intérprete profesional como instructor y 4 o 5 alumnos debutantes.
Debemos subrayar que en las primeras semanas de enero recibimos un número enorme de candidatos de última hora, haciendo que el número de voluntarios pasase de 180 para cerca de 220. La adhesión de nuevos voluntarios fue aceptada solamente en casos excepcionales: nativos de FR, HE, AR o profesionales que adhiriesen a la movilización.
Del contingente establecido de 90 voluntarios, movilizamos a 35 profesionales nativos de PT (23), de ES (2), EN (5), FR (2), DE (2), y RU (1), siendo que de los 22 intérpretes nativos PT, cerca de 15 estaban plenamente calificados para trabajar en cabinas EN y FR. Estos nombres fueron enviados por email a Laurent y a German en el principio de enero. El resto de los voluntarios eran debutantes nativos PT, IT, DE y HE, aprobados en sesiones de evaluación promovidas por los intérpretes profesionales responsables para cada lengua pasiva probada.
Paralelamente, procuramos seleccionar intérpretes debutantes que, además del dominio de los idiomas extranjeros, presentasen cualidades diferenciales como titulación o ‘master’ internacional en economía, sociología, ciencias políticas, relaciones internacionales, etc. y calificación en traducción con o sin experiencia en interpretación simultánea. Por decisión consensual entre los dos coordinadores responsables y los cinco intérpretes para la evaluación, seleccionamos a cerca de 5 voluntarios que, a pesar de no presentar las cualidades exigidas, deberían ser estimulados para participar de una experiencia como el FSM. La idea de la creación de una cota de participantes con esas características había sido discutida y acordada en reuniones anteriores en Rio. Esas personas, por no ser aptas para hacer interpretación, recibieron tareas relacionadas con la coordinación de salas y otras tareas de coordinación. La lista que enumeraba estos nombres fue transmitida para Laurent y para Yann.
Como aspecto negativo del proceso de selección y entrenamiento, resaltamos la falta de espacio adecuado para la realización de entrenamiento (as dos escuelas de interpretación negaron acceso a las salas de entrenamiento), el calendario de fin de año que coincide con el final del año escolar, las vacaciones de algunos voluntarios que dejaron de leer sus emails, las fiestas de fin de año, etc., y la ausencia de material de entrenamiento en PT en el DVD preparado por la Ecos (los debutantes nativos de IT, DE, HE, FR, EN y ES no tuvieron acceso a las conferencias grabadas en PT para interpretar para sus idiomas respectivos). Las soluciones alternativas encontradas (grabaciones de vídeo y de la radio) no fueron satisfactorias.
Como aspecto positivo, destacamos el alto número de profesionales movilizados en Río De Janeiro. Este número habría podido alcanzar cerca de 50, pero muchos desistieron debido a los compromisos profesionales adquiridos en la semana del FSM, y, sobre todo, debido a la falta de definición referente al alojamiento y a la emisión del boleto. Entendemos que la movilización de cerca de 60 a 80 intérpretes profesionales en Río De Janeiro podría ser posible en los próximos dos años.
Finalmente, debemos comentar la cuestión del alojamiento y del boleto aéreo. Los boletos habían comenzado a ser emitidos solamente entre el 18 y el 21 de enero, coincidiendo con los días festivos del 20 al 24 de enero en Río De Janeiro y solamente 4 días antes de la fecha prevista de llegada en Porto Alegre. En este sentido, y debido al día festivo en São Paulo del día 25, la coordinadora local tuvo que supervisar la emisión de cerca de 90 boletos - con las inevitables alteraciones de horario - en un período de 96 horas.
Paralelamente, debido al periodo festivo en Río De Janeiro (del jueves al domingo), varios voluntarios se encontraban fuera de la ciudad y sin acceso a Internet. Fue por esa razón que ciertos boletos electrónicos no fueron emitidos antes del embarque, algunos voluntarios perdieron el vuelo, etc. Por otra parte, como la emisión fue tardía, no fue posible conseguir los mejores precios y las fechas más apropiadas de vuelo. Acabamos llegando un o dos días después de lo ideal y saliendo dos o tres días después de lo necesario, lo que generó gastos adicionales de alojamiento.
Nuestra sugerencia en este sentido es localizar y dar la autonomía al proceso de la emisión de vuelos para conseguir precios mejores comprando boletos como vuelo de grupo y no como boletos individuales. Ello también contribuiría a dar más tranquilidad a quien espera una definición sobre la ida al FSM.
Evaluación y recomendaciones:
1. El grupo de 90 voluntarios fue muy grande y diverso. Pretendemos hacer una evaluación sobre la participación para poder reducir el grupo de los voluntarios de Rio, buscando elevar el número de intérpretes profesionales participantes. Ya estamos trabajando en esa dirección. Nuestro objetivo es alcanzar 60 intérpretes en 2 años. Tal decisión representa nuestra opción por la calidad y la versatilidad lingüística frente a la cantidad de voluntarios. Para ello motivaremos a nuestros colegas de Rio para adherir a Babels y haremos movilizaciones en las escuelas de interpretación de Rio (lo que no fue hecho esta vez).
2. Los voluntarios sin experiencia que se destacaron en Porto Alegre, demostrando potencial para la interpretación simultánea, serán considerados y estimulados a hacer un entrenamiento más intensivo para los acontecimientos futuros del FSM.
3. Todos los intérpretes profesionales de Rio se quejaron por no haber tenido más turnos, entendiendo que habrían podido trabajar 3 turnos por día. La opinión es que el FSM es un acontecimiento anormal, que no puede ser comparado con otros eventos tradicionales del mercado brasileño de la interpretación. Por estas razones aumenta la disposición para trabajar un poco más que los debutantes. Tal argumento se justifica aún así más cuando percibimos que uno de los criterios para el alojamiento es que se debía reservar los cuartos en hotel para los profesionales porque tendrían una carga de un trabajo más grande que la de los debutantes, necesitando, por lo tanto de más descanso.
4. Dar más autonomía la coordinación local en relación a la emisión del boleto, al alojamiento, acogida, etc. Solo aquellos que se encuentran en el nivel local tienen conocimiento adecuado de sus necesidades de las mejores opciones para el transporte, por ejemplo.
5. Creemos que la percepción general del FSM como experiencia positiva para los intérpretes profesionales puede motivar a nuestros colegas de Rio para adherir a la red, venciendo, de esta forma, la resistencia y la amenaza anunciada de represalias. Por lo tanto, en vez de dirigir recursos y energías para el entrenamiento de debutantes, pretendemos realizar una campaña de clarificación del mercado profesional local, para motivar y movilizar un número cada vez mayor de profesionales locales. La superación de los problemas ocasionados por la emisión atrasada de boletos aéreos y de la incertidumbre asociada al alojamiento ya motivaría a un contingente de casi 10 profesionales.
6. Finalmente, deseamos unirnos más a los grupos locales brasileños, más específicamente a la región del sur, a São Paulo y al noroeste (ya existe una alianza intensa entre Rio, el Centro-Oeste y el norte). Entendemos que debe existir un intercambio más grande de ideas y de información entre estos grupos de modo que podemos dejar de ser percibidos como Babels Rio, Babels SP, Babels Centro-Oeste, para pasar a ser Babels Brasil.
We only became aware of the size of the Babels network in Porto Alegre, with its parallel projects such as Lexicon, partnership with Nomad, communication instruments, database, etc. At the next meeting, we decided to step up mobilization to reach the number of 60 volunteers, and decided to include interpreting students in addition to professionals. Meanwhile, due to the success of our communication via the Yahoo site, the use of Babels communications tools was rejected for a number of reasons (lack of familiarity with IT tools, consensus regarding effectiveness of communication via the Yahoo list, excessive number of emails and communications from other regions, 'technophobia', etc.). Nonetheless, we made sure to always copy the minutes of our meetings and major communications to the Babels site, in the part dedicated to Brazil. The person responsible for this task was Juan Doblas, who worked together with Luis Gustavo in São Paulo. This ensured that any member of the network could, if interested, become informed regarding our activities.
Lastly, we must comment on the issue of housing and tickets. Tickets only began to be issued from January 18th to 21st, coinciding with the holiday in Rio de Janeiro and only 4 days before the planned arrival date in Porto Alegre. Therefore, and also due to a municipal holiday in São Paulo on January 25th, local coordinators were obliged to oversee the issue of some 90 tickets - with their respective and unavoidable alterations of flight schedules - all in a period of 96 hours.
6. Lastly, we wish to straiten ties with other local Brazilian groups, specifically regions South, São Paulo and the Northeast (an intense partnership already exists between regions Rio, Mid-West and North). We believe that a greater exchange of ideas and information should take place amongst these groups so that we can move away from being perceived as Babels Rio, Babels SP, Babel Mid-West, etc., to become Babels Brazil.
WSF Selection Process Report – Regions North/ Northeast – Brazil
In early December, I received the ECOS training DVDs. I made copies and distributed them to the registered volunteers in Belém and encouraged those in other regions to request or download them.
4) Evaluate our 'carrying capacity' – how many reliable interpreters we can provide – instead of receiving the number needed and filling that number with people who are unable to do the job (quality vs quantity).
Para el FSM 2005 ,Babels Colombia aceptó las decisiones tomadas en POA en la reunión de Agosto sobre la selección.Allí se definieron varias etapas como consta en INFO ....
El proceso de Movilización y el de selección estuvieron coordinados estrechamente.
Se confirmaron los intérpretes PROFESIONALES ,residentes en Colombia y que habían estado en Quito así como los de Experiencia.Se envió un mail automático a todos los inscritos, y a partir de su respuesta de aceptación(algunos profesionales no respondieron) se fue haciendo la lista de seleccionados.
Se hicieron reuniones de movilización,y se difundió el llamado a través de universidades,escuelas de Lenguas,radios comunitarias,con el fin de que los interesados se inscribieran y comenzaran la preparación.
Los profesionales voluntarios,con disponibilidad de tiempo ,integrantes de Babels que nos habían acompañado en Quito formaron un grupo responsable de la selección para POA y se dividieron por Lenguas:Inglés,Francés y Portugués,para asesorar y guiar a los futuros debutantes ,voluntarios para POA.Se escribieron documentos con ejercicios que cada cual podía realizar por si mismo,reflexiones sobre que es la interpretaciön y que se espera de un traductor y se acordó una fecha para la evaluacion de voluntarios.(Estos documentos fueron enviados a numerosos coordinadores locales o intérpretes aislados que deseaban entrenarse por su cuenta).
Cuarta Etapa.Evaluación definitiva:
Esta fecha fue el día 4 de diciembre,durante el FORO SOCIAL COLOMBIA, ya que las conferencias y el ambiente ofrecían una situación real,con un público vivo aunque no estuviera siguiendo la traducción ,y el voluntario sin experiencia podía evaluar realmente su habilidad para hacerlo,además de entrar en contacto con el vocabulario del proceso Foro.
Allí los profesionales encargados de la evaluación ,despues del feed back correspondiente,hicieron una lista de candidatos hábiles para POA,con sus puntos fuertes y débiles,y algunos de estos fueron llevados a participar en POA, además de los nuevos profesionales Babels que no estaban inscritos para el FSA.
En Colombia carecemos de Escuelas de Interpretación.la única Facultad de interpretación en Bogotá se cerró en el año 1975.Los nuevos profesionales han tenido que estudiar fuera y hay muchos que se han hecho en la práctica y viven de ello.
En su gran mayoría los integrantes de Babels Colombia para POA forman parte del grupo de intérpretes profesionales de Colombia y son personas mayores de gran recorrido y calidad reconocida internacionalmente.
Respetando los principios de Babels,se llevaron 3 First experience,avalados por los profesionales,así como a algunos ocasionales,pero seguros de la calidad y responsabilidad de su participación.Hubiera sido muy frustrante que los voluntarios se prepararan y esforzaran parta luego decirles que a POA sólo irían los profesionales.Si Babels promete,debemos cumplir siempre y cuando la calidad esté esegurada.
Este concepto de la calidad es muy importante,y para el futuro mas vale que seamos pocos pero buenos, que muchos y pésimos.Hay que continuar preparándose para los próximos Foros y poder garantizar al público y a las organizaciones del Foro una interpretación de calidad, no solo a través de los intérpretes que estuvimos presentes y firmes donde se nos requirió,sino con un equipo igualmente fiable y de calidad de sonido,para poder hacer un trabajo profasional como lo merecen los que estamos luchando por un mundo mejor.
La gran frustración después de tres foros,Mumbai,Quito y POA es que no hemos podido realizar un trabajo satisfactorio para todos por falta de equipo.Intérpretes sin equipo no podemos trabajar,no todos manejan las técnicas de la consecutiva y el chuchotage es contaproducente desde muchos aspectos.Allí es donde debemos centrar nuestra reflexión, que pasa con el equipo?Nomad es un proyecto fabuloso, pero debemos replantear las relaciones Babels Nomad.Muchos no desean participar mas si no tienen los instrumentos profesionales adecuados para realizar su labor a cabalidad.
Perdón por lo sumario de este resumen, pero he estado fuera de la ciudad y soy la última que falta.
Tomé la coordinación Babels Ecuador para el FSM 2005 luego de haber participado como intérprete en el Foro Social de las Américas. Por la falta de tiempo, mi nivel de colaboración se limitó a reunir y capacitar intérpretes y principiantes.
Para iniciar, recibí de la Coordinación Colombia una lista de aproximadamente 60 personas que se habían inscrito. Si bien yo me propuse como contacto en Ecuador, era necesario reunir a las personas que supuestamente estaban interesadas para saber si estarían de acuerdo, ya que había otra persona que también planteó su interés, Jorge León. A vuelta de correo, recibí un gran número de confirmaciones de asistencia a la primera reunión de Babels Ecuador, que se había convocado en las oficinas de Jorge. Curiosamente, a pesar de ciertas confirmaciones, nadie más que Jorge y yo asistimos a esa primera “reunión”. De todas maneras, insistí en mi interés en coordinar Babels acá y en eso se quedó ya que Jorge a la final dijo que no tenía tiempo.
El segundo paso fue informar acerca de la reunión fallida y convocar a una nueva. Poco después, alrededor de octubre, realizamos la primera reunión con cuatro personas interesadas en colaborar: una estudiante de Lenguas Aplicadas a Negocios, primera experiencia, con inglés y francés; un estudiante de ingeniería en sistemas que había colaborado en el Foro de las Américas, con francés; un antropólogo con experiencia en interpretación en inglés; y yo, la única intérprete profesional, con inglés y español como activos y francés, italiano y portugués como pasivos.
De ahí en adelante, continué convocando por un mes a todas las personas a las que había escrito en un inicio, a pesar de que a la final el grupo estable, junto con las personas arriba indicadas, quedó en seis personas, incluyéndome. Comenzamos los entrenamientos de una forma totalmente rudimentaria, ya que ninguno tenía acceso a equipos sin costo. Lo que yo hice con algunas personas fue llevarles a la cabina cuando yo trabajaba, por lo menos para que vieran lo que estaban por hacer. Mientras tanto, practicábamos con textos que yo tenía sobre casi todos los temas que se iba a tratar en el Foro. Trabajábamos con grabaciones caseras en dos vías, con la televisión y DVD.
Con el pasar de los meses se unieron tres personas más a las que fuimos poniendo al día, con inglés y francés. Unas dos semanas antes de la fecha del Foro, fui informada que se requería más gente, así es que acepté a una persona a la que no conocía y que nunca tuvo ningún tipo de entrenamiento, cosa que informé. También en los últimos días, averigüé que estaba inscrita una intérprete con mucha experiencia en portugués a la que yo no conocía e invité a las dos últimas reuniones. Ella tiene mucha experiencia, así es que también ayudó a dar los “últimos toques” en recomendaciones y técnicas a los novatos. Los únicos otros dos profesionales que aceptaron, a último momento tuvieron que negarse por motivos personales.
Las convocatorias fueron hechas en el medio de traductores profesionales y de estudiantes. Debido a la falta de tiempo, realmente no pude contactarme en forma más oficial con escuelas de lenguas, especialmente en el idioma quichua, que no llevó la delegación ecuatoriana (ahora estoy trabajando en ello).
Al igual que en otros lugares, en el Ecuador no existe una escuela de Interpretación, así es que no tuvimos un lugar “oficial” a dónde acudir.
En mi opinión acerca del proceso de selección, leí algún correo en donde alguna coordinadora (Argentina, me parece) solicitaba fondos para la preparación de los principiantes. Si bien yo no la apoyé con un email, ya había pensado que esos serían fondos muy bien invertidos desde todo punto de vista: conseguir mayor calidad, dar oportunidades profesionales a futuros potenciales intérpretes y acercar a más gente al Foro de una manera más profesional.
Maricruz González C.
@@===Perú (reporte en ES/PT/EN)===@@
**Detalle del proceso de selección de Perú para el voluntariado de Babels en el FSM 2005.**
Consistió en dos partes: a) Recolección de información y b) entrevista.
**Recolección de Datos**
1. Se envió una invitación a l@s voluntari@s seleccionad@s a partir de la base de datos de Babels y de otras fuentes (base de datos de Babels, recomendaciones confiables, respuestas al llamado enviado al Colegio Peruano de Traductores y a las dos universidades que ofrecen la carrera de Traducción e Interpretación, así como de correos electrónicos recibidos por medio de la dirección fsm-peru@babels.org).
2. Se respondieron los correos electrónicos y se solicitó una descripción breve y detallada sobre la experiencia en interpretación.
3. Se recibieron y revisaron los résumés y la información sobre la experiencia previa.
4. Se cotejaron los datos con la información incluida en la base de datos de Babels.
5. Se creó una base de datos para el grupo de Perú.
6. Se llamó a l@s voluntari@s seleccionad@s a una entrevista personal en la que se verificó la información proporcionada y se evaluaron las capacidades de comunicación, entre otros factores (disposición, actitud, etc.)
7. Según eso, l@s voluntari@s pasaron por el proceso de confirmación acordado: “shortlist”, “confirmed”, etc.
Fue una entrevista informal que duró aproximadamente de 30 a 45 minutos, de acuerdo con la combinación de idiomas.
2. Experiencia en interpretación (tipo de eventos, temas, referencias, etc.).
5. Principales razones para hacer voluntariado como intérprete de Babels en el FSM.
**Metodología de la entrevista**
La entrevista se realizó en los idiomas señalados por l@s voluntari@s; los cuales se intercalaban, sin aviso previo, durante la conversación.
Los idiomas utilizados fueron: español, francés, inglés, portugués, italiano y alemán.
No fue posible evaluar el conocimiento lingüístico del idioma Quechua. Por consiguiente, l@s intérpretes de quechua presentaron résumés documentados y fueron intérpretes que habían participado como voluntari@s en el FSA de Quito. Sólo se entrevistó a un@ de ell@s.
Para la selección, se consideraron los siguientes aspectos:
2. La falta de infraestructura para realizar talleres de capacitación en Lima (sólo dos veces se pudo usar el laboratorio de interpretación de una de las dos universidades peruanas con la carrera de Interpretación).
3. Mi responsabilidad como coordinadora para BabelsPerú por las personas que había entrevistado (en relación con este punto, es importante observar que los procesos verticales y los procesos que implican y requieren supervisión y control de calidad son dos cosas diferentes y que la falta de estos últimos podría poner los objetivos de Babels en riesgo, así como los contenidos y objetivos del FSM).
(Esta información también está relacionada con los parámetros de selección).
Durante el primer taller, los equipos no funcionaron y se distribuyó material informativo sobre Babels. Se abordaron temas como Derechos Humanos y otros relacionados y dos voluntarias ofrecieron hablar sobre su experiencia previa en el FSA de Quito. Se compartieron ideas y experiencias de interpretación.
En el segundo taller tuvimos acceso al laboratorio pero no se pudo usar la computadora ni el DVD para abrir los archivos por lo que se leí y grabé las transcripciones de foros anteriores mientras l@s voluntari@s escuchaban y posteriormente tod@s volvimos a escuchar e interpretar mis grabaciones mientras la profesora Esther nos supervisaba. Al final de ese taller, los equipos no funcionaron bien y no pudimos escuchar nuestras interpretaciones. También se comentó en grupo el tema de la ética de la interpretación y del trabajo voluntario.
La selección de intérpretes no profesionales y de primera experiencia que participaron en el grupo peruano FSM 2005, con excepción de l@s intérpretes de quechua, se basó en el dominio de un tercer o cuarto idioma, además del idioma inglés y de sus habilidades de comunicación. Aún así, también fue arriesgado en términos de calidad debido a la falta de infraestructura para la capacitación.
La comunicación con tod@s l@s voluntari@s de Perú fue permanente y fluida durante todo el proceso.
Babels-Perú
**Detalhe do processo de seleção no Peru para Babels no FSM2005.**
(Original: Inglês)
1- O chamado foi enviado aos voluntári@s selecionad@s da base de dados Babels e das outras fontes (recomendações confiáveis, respostas ao chamado enviado à Associação Peruana de Tradutores e às duas Universidades de Interpretação, bem como as mensagens recebidas em: fsm-peru@babels.org).
2- Se responderam as mensagens pedindo uma descrição detalhada da experiência em interpretação.
3- Os résumés foram recebidos e examinados, assim como informação sobre a experiência.
4- Os dados foram comprovados com a informação da base de dados da Babels.
6- Chamou-se aos voluntári@s selecionados a uma entrevista pessoal onde se comprovou a informação fornecida e as capacidades de comunicação, entre outros fatores (vontade, atitude, etc.).
7- Segundo a informação recebida e comprovada na entrevista, @s voluntári@s passaram pelo processo de confirmação combinado: ‘shortlist’, confirmed’, etc.
2- Experiência de interpretação (tipo de eventos, temas, referências, etc.).
4- Consciência sobre o FSM.
5- Principais razões/motivação para se oferecer como intérprete voluntári@ de Babels no FSM.
A entrevista foi realizada trocando espontaneamente de um idioma para outro, segundo os idiomas d@ voluntári@.
Idiomas usados: espanhol, francês, inglês, português, italiano, e alemão.
Não havia a possibilidade de avaliar o conhecimento lingüístico do quechua. Portanto, @s intérpretes de quechua apresentaram résumés documentados e foram intérpretes que também tinham participado como voluntári@s no FSA de Quito. Um deles foi entrevistado.
Para a seleção, foram levados em conta os seguintes aspectos:
1– Qualidade versus quantidade.
2– A falta de infra-estrutura para treinamento permanente ou freqüente ou para realizar oficinas em Lima (só duas vezes usaram-se os laboratórios de interpretação de uma das duas Universidades peruanas para Interpretação).
3- A minha responsabilidade como coordenadora para BabelsPeru pelas pessoas que tinha entrevistado (com relação a esse ponto, por favor é preciso observar que os processos verticais e aqueles que requerem controle de qualidade e vigilância não devem se confundir porque a falta destes últimos poderia pôr as metas da Babels em risco, assim como os conteúdos e finalidades do FSM).
(Essa informação também está associada aos parâmetros de seleção)
Durante a primeira, o equipamento não funcionou; se entregou material informativo sobre Babels e se abordo o tema dos direitos humanos e outros temas relacionados. Também, duas voluntárias falaram sobre suas experiências anteriores no FSA de Quito. Também se discutiram idéias e experiências de interpretação.
Na segunda oficina, mesmo tendo conseguido usar o laboratório foi impossível usar o computador ou DVD para abrir os arquivos. Contudo, as transcrições dos fóruns anteriores foram lidas e gravadas enquanto @s voluntári@s escutavam e depois todos nós escutamos novamente e interpretamos. Nossas interpretações foram supervisadas pela professora Esther. O equipamento não funcionou bem e não conseguimos ouvir as nossas interpretações. Também se discutiu sobre a interpretação e ética de trabalho voluntário.
Os intérpretes não profissionais de primeira-experiência que participaram no grupo peruano para o FSM2005, com a exceção dos intérpretes de quechua, foram eleitos com base no seu domínio de um terceiro ou quarto idioma, além do inglês, e suas capacidades de comunicação. Mesmo assim, isto não deixava de ser um risco devido à falta de infra-estrutura para o treinamento.
Houve comunicação permanente por correio eletrônico com tod@s @s voluntári@s peruan@s durante todo o processo de seleção.
3- Résumés were received and reviewed, as well as information on experience.
7- According to that, volunteers went through the agreed confirmation process: ‘shortlist’, ‘confirmed’, etc.
The interview was carried out switching from one language into another without giving notice of it beforehand, according to the volunteer’s languages.
There was not the possibility of assessing linguistic knowledge of Quechua. Therefore, Quechua interpreters submitted documented résumés and were interpreters who had also volunteered in the Quito FSA. One of them was interviewed.
1 – Quality versus quantity.
2 – The lack of infrastructure for permanent or frequent training or workshops in Lima (only twice interpretation laboratories of one of the two Peruvian Universities for Interpretation were used for workshops).
3 – My responsibility, as coordinator for BabelsPeru for the people I had interviewed (in relation to this point, please note that vertical processes and surveillance/quality control should not be confused because the lack of the latter could put Babels’ goals at risk, as well as the WSF contents and purposes).
During the first one, the equipment didn’t work; informative material on Babels was handed out. Human Rights and related topics were addressed and two volunteers offered to talk about their previous experiences in the Quito FSA. Ideas and interpretation experiences were also shared.
In the second workshop, although we had the laboratory it was impossible to use the computer or DVD to open the files. However, transcripts from previous forums were read and recorded while volunteers listened and then we all listened again and interpreted. Interpretations were supervised by Professor Esther. The equipment didn’t work well and we couldn’t listen to our interpretations. Interpretation and volunteer job ethics were also shared and discussed.
INFORME ACERCA DEL PROCESO DE SELECCIÓN EN URUGUAY
A continuación transcribo los informes escritos por los coordinadores de idioma, respecto al proceso de práctica, evaluación y selección de los voluntarios uruguayos. Los informes están separados por idioma ya que los procesos fueron diferentes, sin embargo antes de la trascripción cabe señalar algunas cuestiones que se aplican a todos ellos:
- Las reuniones generales de Babels UY tuvieron cada vez menos convocatoria a medida que se acercaba el FSM, por lo que los grupos de cada idioma se fueron reuniendo en distintas instancias para realizar sus prácticas. A excepción de inglés, grupo que tuvo más inscriptos, algunos de los cuales no participaron de instancias de práctica, el resto de los grupos se reunían periódicamente.
- Cada grupo fue buscando la manera de conseguir materiales e información acerca cómo enfrentarse a una situación de interpretación, ya que casi la totalidad de los voluntarios no tenían experiencia. No contábamos con la participación de ningún intérprete profesional.
- No pudimos realizar ninguna instancia previa al FSM en cabina, ya que no contábamos con equipos ni posibilidad de conseguirlos.
- Las posibilidades de conseguir audios en las distintas lenguas acerca de temáticas relacionadas al FSM fueron reducidas ya que muy pocos podían acceder a conexiones de internet con las velocidades y anchos de banda necesarios para poder hacerlo. Por lo que se tendió a bajar textos de la página web del FSM, muchos de los cuales eran leídos o grabados por uno de los voluntarios para que otro pudiera interpretarlos.
- En Uruguay no hay ninguna escuela o facultad en que pueda uno formarse como intérprete. Por esta razón, la posibilidad de estar en POA fue tan importante para nosotros como instancia de formación, algo más "formal" que nuestras prácticas, que a pesar de hacerse con mucho empeño y tratando de alcanzar la mayor calidad posible, carecían de guía profesional. Muchos pudimos beneficiarnos de los consejos, explicaciones, estrategias, etc. de intérpretes profesionales que se mostraron muy interesados en compartir sus conocimientos con nosotros. Por lo que ahora estamos en mejores condiciones para continuar practicando y formándonos para futuras instancias. Es importante destacar que casi la mayoría de las personas que estuvieron en POA han continuado participando de las actividades propuestas, y han mostrado más compromiso con Babels y con los distintos proyectos que se han planteado en Uruguay.
- Si bien éramos concientes de nuestras escasas posibilidades desde el principio, y a pesar de no lograr conformar un gran grupo de trabajo antes de POA, quienes se hicieron cargo de nuestra participación, pusieron mucho cuidado al respecto del manejo de las lenguas. La mayoría de los voluntarios eran profesores, traductores públicos o estudiantes avanzados de esta carrera, o estudiantes avanzados de las lenguas a partir de las cuales iban a interpretar, algunos incluso habían vivido en países en que se hablaba su L2 o habían recibido formación académica en esa lengua.
INGLÉS
“El proceso de selección en inglés consistió en realizar evaluaciones, es decir pruebas o simulacros de interpretación en base a audios del sitio web de Babels, que luego eran cotejados, por un lado con el texto en el idioma original para verificar errores de contenido en la interpretación y luego se verificaba solamente el dominio del español, si se hacía un uso correcto del idioma. Si el discurso tenia sentido por si solo.
De las personas anotadas en inglés que eran cerca de 80, solamente vinieron 10 a realizar la evaluación, de las cuales quedaron 8 seleccionadas. Las personas evaluadas en su mayoría tenían practica de las reuniones de Babels, habían realizado algunos ejercicios de interpretación previos, aunque no se trató de intérpretes profesionales en la mayoría de los casos.
Se les colocó el audio en inglés de unos 10 minutos para que interpretaran al español. En primer lugar yo me encargué de verificar que la interpretación fuera correcta, estuviera completa, etc. y luego le pedí a otra persona (que tiene español como lengua materna) que escuchara solamente la interpretación, es decir el discurso en español, para que sin saber que se trataba de una interpretación pudiera verificar la corrección del español.
Las interpretaciones se grabaron en la computadora, y fueron revisadas más tarde para poder realizar la tarea con tiempo y poder revisar posibles errores varias veces.
Las personas seleccionadas mostraron buen dominio de ambas lenguas y solvencia para enfrentarse a la situación de interpretar. En el caso de quienes no fueron seleccionados, la decisión se basó en una interpretación pobre e incompleta, que no reflejaba lo que se trasmitía en el discurso con total claridad. El proceso resultó bueno ya que a pesar de los pocos medios con los que contamos, pudimos resolver la clasificación exitosamente.” Mercedes Camps (Coord. En-Uruguay)
PORTUGUÉS
“Proceso de Selección Intérpretes de Portugués-Uruguay: Se trabajó a lo largo de varios meses con prácticas de interpretación sobre grabaciones hechas por nosotras, ya que nunca contamos con material adecuado. Considerando que fuimos 4 intérpretes de pt, en realidad no me sentí capaz de dejar a nadie fuera, a pesar de que en algunos momentos dudé de la capacidad de alguna de nosotras, siendo que me responsabilicé por coordinar
escribe, no puedo evaluar este azaroso proceso de selección, dónde no contamos en ningún momento con equipos adecuados y lo hicimos sobre entrevistas radiales cuyas velocidades distan bastante de una conferencia.
Coordinación PT-Uruguay”
FRANCÉS
“Según lo convenido el sábado 11 de diciembre , el equipo de francés se reunió desde las 15 h a las 18 h . Hubo 7 voluntarias presentes , a saber : Floriane, Sidonie, Olga, Mónica, Dalia, Paula y Lucía. En vistas de que el DVD que nos iba a proporcionar una referencia, no se pudo abrir, decidimos trabajar conjuntamente con casettes de audio y textos leídos. Después de estos tests orales, cada participante manifestó sentirse capaz de afrontar la experiencia.” Lucía Schenone
ALEMÁN
Solamente dos personas conformaron el grupo de alemán. Se realizaron prácticas en las siguientes condiciones: una de las voluntarias leía un texto cuya temática estuviera comprendida en alguna de las 11 áreas del FSM, al mismo tiempo la otra voluntaria realizaba su interpretación del texto leído. De esta manera no sólo se practicaba interpretación sino que además se entraba en contacto con los términos que pudieran aparecer en dichas áreas temáticas. Tras haber realizado este tipo de prácticas durante algunos meses, se realizaron una evaluación en base a la grabación de una conferencia de una temática relacionada a las del FSM, en que el orador era hablante nativo de alemán. Tras haber realizado esta prueba, ambas voluntarias entendieron que se encontraban en condiciones de participar como intérpretes en POA.
Se realizaron prácticas periódicamente durante varios meses, utilizando material relacionado a las temáticas del foro, tanto textos como grabaciones. Al llegar el momento de confirmar su participación en POA los miembros de este equipo entendieron que estaban en condiciones de participar como intérpretes. No hubo instancias de evaluación sino de reflexión en cuanto a la capacidad de cada uno.
Deletions:
-""Poa2005"": initially 3 people were responding to emails sent to this address (Laurent, Mónica, Bruno). Laurent left by mid-October in order to take care of ""poa2005-viaje"". Bruno left in November for personal reasons. Mónica was left alone to respond to all incoming emails in December and January.
-""Poa2005-viaje"": initially 1 person (Laurent). One more person arrived to help by the end of December (Germán). There was never more than 1 person really working on travel at any given time. In January, Laurent and Germán were both working, one was in charge of making the reports and the lists from the database, while the other was concretely working with the travel agency and with the interpreters.
These decisions were made thanks to an open discussion started on July 22 in the Forum and publicized widely: an e-mail was sent at that time to all people volunteering to the WSF05 and to all people who had volunteered to the WSF04, inviting them to discuss the selection methodology. This discussion was launched a month after the publication of the “Call for volunteers” (official start of the WSF05 project: See Intermediary Report http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=626#626 explaining the stages that lead to the Call). This discussion generated 135 posts in three different languages, which were read 11 815 times (this number does not correspond to single users).
~&Para modificar la página: 'Edit page' en el menú abajo. Y cuando acabaron: #%Store#%.
==São Paulo (report in EN)==
I work in BABELS São Paulo and I started working in the written translation group. Then I migrate to the simultaneous interpreting group and helped reading and answering e-mails of newcomers until before the Forum starts. During the Forum I was supposed to work only in interpreting.There were a lot of things to do so I worked two days in the written translation and two days in the International Council Meeting doing the interpretation in the English to Spanish booth. I helped in the Booth Planification group while I was in Gasometro at night. I participated in the Latin America meetings and coordinate the last meeting.
Selection Methodology from São Paulo.
BABELS started in São Paulo in August 2004. In the first meetings there were a lot of different people each coming over and the WSF and BABELS history and work had to be explained to the new people over and over again.
The Written Translation Group began with Monica Nehr and I doing the translations and mobilising those who wanted to join the team. We established a test for the newcomers and they had to take it in order we could evaluate their work. Monica did the job of coordinating these group and give / pass the translations for the rest of us. She managed to do it and the São Paulo written translation group contributed in the WSF website office during the WSF2005.
The Mobilization Group took the list of people who live in São Paulo registered in the BABELS site and started to call those to the meetings. There were 4 people each one calling to 50 other people. After that we replied the e-mails from people.
Two coordinators of these team (Henrique and Patrícia) are former students of a interpreting college in São Paulo, UNIBERO. They talked with their teachers and the school let us use their “laboratory”, a room with capacity for more or less 60 people seated, a booth with for 3 people and all the necessary equipment. We did a training process wih volunteers and profesionals since September 2004 until 2 weeks before the beginning of the Forum. We asked a lot of people of social movements to come and give speeches or sometimes we had prints of the material of the other WSFs founded in the WSF website.
We (Henrique, Graziela, Leda, Luis, Monica and Patricia) agreed with some points in order to select those who would go to POA. 1. Everybody had to get in the booth and talk. Even those who were profesionals had to do it. We had to listen to all. So there were some people who thought they would go and didn’t come into the booth in the last minute. We had to listen to everybody and before saying yes or no to the person we talked with each other to see if there would be another chance or not. We specify criterias like shadowing (interpreter follows the person who is speaking), “bring the text” (bring the idea of the speech, the sentence), general knowledge of the topic, (know the specific terms of the WSF debates), pauses, if the person breathed in the microphone or not and the atitude of the person towards others inside and outside the booth.
We think we did a selection proccess that brought people who can deal technically and psychologically (very important) inside the booth. In the first meeting they didn’t know nothing or little about interpreting and/or Social Movements / Social Forums.
We brought to Porto Alegre 47 people of Interpreting Group, 15 people of Written Translation Group and 3 people of Room Coordination Group. Total = 65 people from São Paulo. People should meet the alredy mentioned standards in order to get into the booth / write a good translation to perform a good job.
Of course it’s not only roses here. We had problems, of course we had them.
1.Those people who live in São Paulo and came from these city without training and selecting. Those people are selected by other coordinators in BABELS.
BABELS must have mechanisms to select those people who are not performing well. We somehow manage to do that in São Paulo by having specific criteria for the selecting process. It was clear for everybody that there were rules and those who didn’t follow the rules didn’t go. There were procedures and common agreements on the minimum requirements. So no one could talk later that there was something personal.
BABELS - São Paulo
BABELS - São Paulo
O processo de mobilização no Rio de Janeiro começou no final de outubro, em uma reunião no IBASE sobre a apresentação do projeto da Babels. Estavam presentes cerca de 10 intérpretes profissionais, sendo que Pascal era o então responsável pela coordenação local. Decidimos motivar outros colegas que atuam o mercado do Rio e marcamos um novo encontro para início de novembro. A fim de facilitar a comunicação entre os intérpretes, decidimos abrir um grupo no site Yahoo. Nosso objetivo era mobilizar cerca de 40 a 50 profissionais do Rio de Janeiro dentre colegas atuantes no mercado e ex-alunos das escolas de interpretação cariocas.
Em início de novembro, percebemos que poucos haviam se inscrito no site como voluntários, pois deixaram de receber os emails de confirmação de participação no FSM. Fizemos uma convocatória geral para que todos os interessados se inscrevessem no site e regularizassem sua ficha no banco de dados. Escolhemos Erica Resende para ir a Porto Alegre para a reunião do CI.
Somente em Porto Alegre tomamos ciência da plenitude da rede Babels, os projetos paralelos como Lexicon, a parceria com Nomad, os instrumentos de comunicação, o banco de dados, etc. Na reunião seguinte, decidimos aumentar a mobilização para atingir o número de 60 voluntários, passando a incluir estudantes de interpretação, além dos profissionais. Por outro lado, devido ao sucesso da comunicação via Yahoo, foi rejeitado o uso das ferramentas de comunicação da Babels por diversos motivos (falta de familiaridade com ferramentas de TI, consenso em relação à eficácia da comunicação na lista Yahoo, excesso de emails e comunicados de outras regiões, “tecnofobia”, entre outros). No entanto, tivemos o cuidado de sempre colocar uma cópia das atas de nossas reuniões e principais comunicados no site da Babels, na parte destinada ao Brasil. O responsável por essa tarefa foi Juan Doblas, que trabalhou em parceria com Luis Gustavo em SP. Dessa forma qualquer membro da rede poderia, caso interessado, informar-se acerca de nossas atividades.
Devido à decisão de concentrar a seleção em profissionais e alunos de interpretação, treinamento foi deixado em segundo plano. Tal decisão também foi alimentada pelo fato de que não pudemos contar com o apoio de uma instituição que nos oferecesse um local apropriado para treinamento de interpretação.
Paralelamente, nosso coordenador Pascal desligou-se do projeto por razões profissionais. Erica Resende assumiu suas funções, contando com a ajuda de Marcelo Neves. Diversos outros intérpretes ficaram responsáveis pelo processo de avaliação e treinamento de voluntários sem experiência.
Com o aumento de nossa cota de 60 para 90 pessoas, e devido à demanda de nativos de alemão, italiano e outros idiomas, decidimos selecionar voluntários não-profissionais a partir do banco de dados da Babels. Dos cerca de 180 voluntários (números de novembro) residentes na região do Rio de Janeiro, selecionamos cerca de 50 nomes de não profissionais que apresentavam um perfil adequado ao evento (nativos de PT, EN, FR, DE e IT com conhecimento passivo de pelo menos duas línguas estrangeiras). Todos foram convidados par uma sessão de avaliação realizada em dezembro. Dividimos o contingente conforme combinação lingüística. A avaliação foi feita por um intérprete profissional nativo de cada idioma (Pascal e Annie, FR; Rebecca e Erica, EN; Luciana Ache e Kena, ES). Por falta de intérpretes profissionais nativos de IT e DE, não foi possível fazer uma avaliação mais sólida dos voluntários sem experiência nativos desses idiomas.
Somente em janeiro conseguimos utilizar uma sala do IBASE, mas, devido às férias escolares, festas de fim de ano e compromissos profissionais dos intérpretes, o treinamento foi insuficiente. No total promovemos cerca de 8 sessões de avaliação/treinamento, com um intérprete profissional como instrutor e cerca de 4 a 5 iniciantes.
Devemos ressaltar que nas primeiras semanas de janeiro recebemos um número enorme de candidatos de última hora, fazendo com que o número de voluntários pulasse de 180 para cerca de 220. A adesão de novos voluntários somente foi aceita em casos excepcionais: nativos de FR, HE, AR ou profissionais que aderiram à mobilização.
Da cota estabelecida de 90 voluntários, mobilizamos 35 profissionais nativos de PT (23), ES (2), EN (5), FR (2), DE (2), e RU (1), sendo que dos 22 intérpretes nativos de PT, cerca de 15 encontravam-se qualificados para trabalhar em cabines de EN e FR. Esses nomes foram encaminhados por email a Laurent e German no início de janeiro. Os demais voluntários eram formados por iniciantes nativos de PT, IT, DE e HE, aprovados nas sessões de avaliação promovidas pelos intérpretes profissionais responsáveis por cada língua passiva testada.
Paralelamente, buscamos selecionar iniciantes que, além do domínio das línguas estrangeiras, apresentavam atributos diferenciais como graduação ou pós-graduação em Economia, Sociologia, Ciência Política, Relações Internacionais, etc. e tradutores qualificação e/ou experiência em interpretação simultânea. Por decisão consensual entre os dois coordenadores e os cinco intérpretes responsáveis pela avaliação, selecionamos cerca de 5 voluntários que, apesar de não apresentarem os atributos exigidos, deveriam ser encorajados a participar de uma experiência como o FSM. A idéia da criação de uma cota nesse sentido havia sido discutida e acordada em reuniões anteriores no Rio. Essas pessoas, por não estarem aptas a fazer interpretação, foram direcionadas para coordenação de sala e outras tarefas de coordenação. A lista contendo esses nomes foi transmitida a Laurent e Yan.
Como aspecto negativo do processo de seleção e treinamento, ressaltamos a falta de espaço adequado para a realização de treinamento (as duas escolas de interpretação opuseram-se ao empréstimos das salas de treinamento), o calendário de fim de ano - que coincide com o fim de ano letivo, férias de diversos voluntários que deixaram de responder emails em tempo hábil, festas de fim de ano, etc., e a ausência de material de treinamento em PT no cd preparado pela Ecos (os iniciantes nativos de IT, DE, HE, FR, EN e ES não tiveram acesso a conferências gravadas em PT para interpretar para seus respectivos idiomas. As soluções alternativas encontradas (gravações de vídeo e rádio) não foram satisfatórias.
Como aspecto positivo, destacamos o alto número de profissionais mobilizados no Rio de Janeiro. Esse número poderia ter atingido cerca de 50, mas muitos desistiram por compromissos profissionais assumidos na semana do FSM, e, sobretudo, por falta de definição acerca de hospedagem e emissão de passagem. Entendemos que a mobilização de cerca de 60 a 80 intérpretes profissionais no Rio de Janeiro seja possível nos próximos dois anos.
Finalmente, devemos comentar a questão de hospedagem e passagem. As passagens somente começaram a ser emitidas ente 18 e 21 de janeiro, coincidindo com o feriado de 20 de janeiro no Rio de Janeiro e a apenas 4 dias da data prevista de chegada em Porto Alegre. Nesse sentido, e devido ao ferido municipal em SP no dia 25, a coordenadora local foi obrigada a supervisionar a emissão de cerca de 90 passagens - com as respectivas e inevitáveis alterações de horários - em um período de 96 horas.
Paralelamente, devido ao feriado prolongado no Rio de Janeiro (de quinta a domingo), diversos voluntários encontravam-se fora da cidade e sem acesso a internet. Por essa razão, diversos e-tickets não foram recebidos a tempo para embarque, voluntários perderam vôo, etc. Além disso, como a emissão foi bastante tardia, não foi possível obter os melhores preços e datas de vôo mais apropriadas. Acabamos chegando um ou dois dias depois do ideal e partindo dois a três dias depois do necessário, o que gerou despesas extras de hospedagem.
Nossa sugestão nesse sentido é localizar e dar autonomia ao processo de emissão de bilhetes a fim de obter melhores preços como vôo de grupo e não bilhetes individuais. Além disso, torna-se menos problemático e preocupante para quem aguarda uma definição acerca da ida ou não ao FSM.
Avaliação e recomendações:
1. O grupo de 90 voluntários foi muito grande e diverso. Pretendemos fazer uma avaliação sobre a participação de forma a enxugar o grupo de voluntários cariocas, buscando elevar o número de intérpretes profissionais participantes. Já estamos trabalhando nesse sentido. Nosso objetivo é atingir 60 intérpretes em 2 anos. Tal decisão representa nossa opção por qualidade e versalitilidade lingüística em vez de quantidade de voluntários. Para tanto motivaremos nossos colegas cariocas a aderirem à Babels e faremos mobilização nas escolas de interpretação cariocas (o que não foi feito desta vez).
2. Voluntários sem experiência que se destacaram em Porto Alegre, mostrando potencial para a interpretação simultânea, serão considerados e incentivados a fazer treinamento mais intensivo para futuros eventos do FSM.
3. A totalidade dos intérpretes profissionais cariocas lamentou não ter feito mais turnos, pois entendiam que poderiam ter trabalhado 3 turnos por dia. A percepção é a de que o FSM é um evento atípico, que não pode ser submetido a uma comparação com eventos tradicionais do mercado de interpretação brasileiro. Por essas razões é grande a disposição em trabalhar um pouco mais do que os iniciantes. Tal argumento se justifica ainda mais quando percebemos que um dos critérios para a hospedagem foi reservar os quartos em hotel para os profissionais porque eles teriam uma carga de trabalho maior do que os demais, necessitando, portanto, de mais repouso.
4. Dar mais autonomia a coordenação local com relação à emissão de passagem, hospedagem, acolhida , etc. Somente aqueles que encontram-se no nível local têm conhecimento sobre suas próprias necessidades e sobre as melhores opções para transporte, por exemplo.
5. Acreditamos que a percepção geral do FSM como uma experiência positiva para os intérpretes profissionais possa motivar nossos colegas cariocas a aderir à rede, vencendo, dessa forma, a resistência e a ameaça de retaliação anunciada. Por essa razão, em vez de direcionar recursos e energias para o treinamento de iniciantes, pretendemos dar início a uma campanha de esclarecimento ao mercado profissional local, de forma e motivar e mobilizar um número maior de profissionais locais. A superação dos problemas decorrentes da emissão tardia de passagens e da indefinição quanto ao local de hospedagem já motivaria um contingente de quase 10 profissionais.
6. Finalmente, desejamos nos unir mais aos grupos locais brasileiros, mais especificamente região Sul, SP e Nordeste (já existe uma intensa aliança entre Rio, Centro-Oeste e Norte). Entendemos que deveria haver um maior intercâmbio de idéias e informações entre esses grupos para que possamos deixar de ser percebidos como Babels Rio, Babels SP, Babel Centro-Oeste, etc., para sermos Babels Brasil.
À Rio, la mobilisation a débuté fin octobre par une réunion au siège de l'IBASE, pour y présenter le projet Babels. Cette réunion a compté sur la présence de 10 interprètes professionnels, le responsable de la coordination locale étant à l'époque Pascal Rubio. Nous avons décidé de motiver d'autres collègues travaillant sur le marché de Rio et nous avons fixé une autre rencontre début novembre. Afin de faciliter la communication entre les interprètes, nous avons décidé d'ouvrir un groupe sur le site Yahoo. Notre but était de mobiliser de 40 à 50 professionnels de Rio, parmi les collègues en activité et les ex-élèves des écoles de formation d'interprètes de la ville.
Début novembre, nous nous sommes rendu compte que très peu d'entre eux s'étaient inscrits comme bénévoles sur le site, car ils ne recevaient plus les e-mails de confirmation de participation au FSM. Nous avons donc lancé une circulaire, invitant tous les intéressés à s'inscrire sur le site et à régulariser leur fiche dans la banque de données. C'est Erica Resende qui a été choisie pour participer à la réunion du CI à Porto Alegre.
Nous n'avons pris connaissance de l'ampleur du réseau Babels qu'à Porto Alegre, où nous ont été présentés les projets parallèles comme Lexicon, le partenariat avec Nomad, les instruments de communication, la banque de données, etc. Lors de la réunion suivante, nous avons décidé d'étendre la mobilisation pour atteindre le chiffre de 60 bénévoles et nous avons alors admis non seulement des professionnels mais aussi des étudiants en interprétation. Par ailleurs, en raison du succès de la communication par Yahoo, l'usage des outils de communication Babels a été rejeté pour diverses raisons (manque de familiarité avec les outils de TI, consensus quant à l'efficacité de la communication sur la liste Yahoo, excès de e-mails et de communiqués d'autres régions, "technophobie", entre autres). Nous avons toutefois pris soin de fournir une copie des comptes rendus de nos réunions et des principaux communiqués sur le site de Babels, dans la section consacrée au Brésil. C'est Juan Doblas qui s'est chargé de cette tâche, en collaboration avec Luis Gustavo, de São Paulo. Tout membre du réseau pouvait donc, s'il le voulait, se maintenir informé de nos activités.
La décision ayant été prise de ne sélectionner que des professionnels et des étudiants en interprétation, la formation n'était pas au nombre de nos soucis majeurs. Le fait de ne pas pouvoir compter sur l'appui d'une institution qui puisse mettre à notre disposition un lieu approprié pour la formation à l'interprétation a également pesé sur cette décision.
Dans le même temps, Pascal, notre coordinateur a dû se retirer du projet pour des raisons d'ordre professionnel. C'est Erica Resende qui a alors assumé ses fonctions, aidée en cela par Marcelo Neves. Divers autres interprètes se sont portés responsables de l'évaluation et de la formation de bénévoles sans expérience.
Notre quota étant passé de 60 à 90 personnes et face à la demande d'interprètes ayant l'allemand, l'italien et d'autres langues comme langue première, nous avons décidé de choisir des bénévoles non-professionnels à partir de la banque de données de Babels. Sur les 180 bénévoles (chiffres de novembre) résidant dans la région de Rio, nous avons retenu environ 50 noms de non professionnels qui correspondaient au profil recherché (PT, EN, FR, DE et IT et ayant au moins deux langues étrangères comme langues passives). Tous ont été invités á une séance d'évaluation réalisée en décembre. Nous avons réparti les effectifs en fonction des combinaisons linguistiques. L'évaluation a été faite par un interprète professionnel de chaque langue (Pascal et Annie, FR ; Rebecca et Erica, EN ; Luciana Ache et Kena, ES). Par manque d'interprètes professionnels IT et DE comme langue A, il ne nous a pas été possible de réaliser une évaluation plus approfondie des bénévoles sans expérience ayant ces langues comme langues maternelles.
Il nous a fallu attendre janvier pour pouvoir utiliser une salle de l'IBASE mais, en raison des vacances scolaires, des fêtes de fin d'année et des obligations professionnelles des interprètes, la formation a été insuffisante. Nous avons organisé en tout 8 séances d'évaluation et de formation, comptant chacune sur un interprète professionnel comme formateur et environ 4 à 5 débutants.
Il convient de souligner que, durant les premières semaines de janvier, nous avons reçu un très grand nombre de candidats de dernière heure, le nombre des bénévoles passant alors de 180 à près de 220. Les nouveaux bénévoles n'ont été admis qu'à titre exceptionnel : ceux ayant FR, HE ou AR comme langue maternelle ou les professionnels ayant répondu à la mobilisation.
Sur le quota imparti de 90 bénévoles, nous avons mobilisé 35 professionnels, dans les langues maternelles suivantes : PT (23), ES (2), EN (5), FR (2), DE (2), et RU (1), et sur les 22 interprètes ayant PT comme langue A, une quinzaine était qualifiée pour travailler en cabines d'EN et de FR. Ces noms ont été acheminés par e-mail à Laurent et à German début janvier. Les autres bénévoles étaient des débutants ayant comme langue maternelle : PT, IT, DE et HE et approuvés lors des séances d'évaluation organisées par les interprètes professionnels responsables de chaque langue passive testée.
Parallèlement, nous avons cherché à sélectionner des débutants qui, outre la maîtrise des langues étrangères, présentaient des attributs particulièrement intéressants comme un 2e ou 3e cycle en économie, sociologie, science politique, relations internationales, etc. et des traducteurs ayant une qualification et/ou une expérience en interprétation simultanée. Par décision consensuelle entre les deux coordinateurs et les cinq interprètes responsables de l'évaluation, nous avons retenu environ 5 bénévoles qui, bien que ne possédant pas les attributs requis, devaient être encouragés à participer à une expérience comme celle du FSM. L'idée de la création d'un quota à cette fin avait été débattue et acceptée lors de réunions précédentes à Rio. Ces personnes n'étant pas à même de faire de l'interprétation, ont été orientées vers la coordination de salles et d'autres missions de coordination. La liste complète de ces noms a été transmise à Laurent et à Yan.
Comme aspect négatif du processus de sélection et de formation, nous signalerons le manque d'espace approprié à la réalisation des séances de formation (les deux écoles d'interprétation ayant refusé de prêter leurs salles), le calendrier de fin d'année - qui coïncide avec la fin de l'année scolaire, les vacances de divers bénévoles qui n'ont pas répondu aux e-mails en temps utile, les fêtes de fin d'année, etc., et le manque de matériel de formation en PT sur le CD préparé par Ecos (les débutants ayant IT, DE, HE, FR, EN et ES comme langue maternelle n'ont pas disposé de conférences enregistrées en PT pour interpréter vers leurs langues respectives. Les solutions alternatives adoptées (enregistrements vidéo et radio) n'ont pas été satisfaisantes.
(à continuer)
El proceso de movilización en Río De Janeiro comenzó en el final de octubre, en la presentación del proyecto de Babels en el IBASE. Estaban presentes cerca de 10 intérpretes profesionales, siendo Pascal el coordinador local. Decidimos motivar a otros colegas que actúan el mercado de Rio y se acordó una nueva reunión para el principio de noviembre. Para facilitar la comunicación entre los intérpretes, decidimos abrir un grupo en el sitio Yahoo. Nuestro objetivo era para movilizar entre 40 y 50 profesionales de Río de Janeiro entre colegas actuantes en el mercado y ex-alumnos de las escuelas de interpretación de la ciudad.
En el inicio de noviembre, percibimos que había pocas personas alistadas en el ‘site’ de la babels como voluntarios en relación a las personas listadas en el grupo Yahoo, pues esas personas no recibieron la serie de emails de confirmación de participación en el FSM. Hicimos entonces una convocatoria general pidiendo a todos los interesados que entrasen en el sitio y regularizasen su ficha en la base de datos. Elegimos a Erica Resende para ir a Porto Alegre para la reunión del CI.
Fue solo en Porto Alegre que tomamos conciencia de la plenitud de la red de Babels, de los proyectos paralelos como Léxicon, de la asociación con NOMADS, de los instrumentos de comunicación, de la base de datos, del etc. En la reunión siguiente decidimos aumentar la movilización para alcanzar el número de 60 voluntarios, comenzando a incluir estudiantes de interpretación además de los profesionales. Por otra parte debido al éxito de la comunicación por Yahoo, fue rechazado el uso de las herramientas de comunicación del Babels por razones diversas (falta de la familiaridad con las herramientas de TI, exceso de emails y comunicados de otras regiones, consenso en relación a la eficacia del grupo Yahoo, ‘tecnofobia’…). Sin embargo, tuvimos siempre cuidado en poner una copia de las actas de nuestras reuniones y de los principales comunicados en el sitio de Babels, en el sector destinado al Brasil. El responsable para esta tarea fue Juan Doblas, que trabajó junto con Luis Gustavo en SP. De esta forma cualquier miembro de la red podría, en caso de que estuviese interesado, estar informado en lo referente a nuestras actividades.
Debido a la decisión concentrar la selección en los profesionales y en los alumnos de interpretación, el entrenamiento fue dejado en segundo plano. Tal decisión también fue reforzada por el hecho de no disponer de la ayuda de una institución que pudiese ofrecer un lugar apropiado para las prácticas de interpretación.
De forma paralela, nuestro coordinador Pascal se desvinculó del proyecto por razones profesionales. Erica Resende asumió sus funciones, contando con la ayuda de Marcelo Neves. Otros intérpretes fueron designados responsables del proceso de la evaluación y del entrenamiento de voluntarios sin experiencia.
Con el aumento de nuestro contingente de 60 para 90 personas, y debido a la demanda de nativos de alemán, de italiano y de otros idiomas, decidimos seleccionar a no-profesionales entre los voluntarios de la base de datos del Babels. De los de cerca de 180 voluntarios (números de noviembre) disponibles en la región de Río De Janeiro, seleccionamos cerca de 50 nombres de no profesionales que presentaron un perfil adecuado al evento (nativos de PT, EN, FR, DE y IT con conocimiento pasivo de por lo menos dos idiomas extranjeros). Todos fueron invitados a una sesión de evaluación que se llevó a cabo en diciembre. Dividimos el contingente según las diferentes combinaciones lingüísticas. La evaluación fue hecha por un intérprete profesional nativo de cada lengua (Pascal y Annie, francés; Rebecca y Erica, EN; Luciana Ache y Kena, ES). Debido a la falta de los intérpretes profesionales nativos de IT y DE, no fue posible hacer una evaluación más sólida de los voluntarios nativos de estas idiomas sin experiencia.
Solamente en enero conseguimos usar una sala del IBASE, pero debido a las vacaciones escolares, a las fiestas de fin de año y a los compromisos profesionales de los intérpretes, el entrenamiento fue insuficiente. En total promovemos cerca de 8 sesiones de evaluación/entrenamiento, con un intérprete profesional como instructor y 4 o 5 alumnos debutantes.
Debemos subrayar que en las primeras semanas de enero recibimos un número enorme de candidatos de última hora, haciendo que el número de voluntarios pasase de 180 para cerca de 220. La adhesión de nuevos voluntarios fue aceptada solamente en casos excepcionales: nativos de FR, HE, AR o profesionales que adhiriesen a la movilización.
Del contingente establecido de 90 voluntarios, movilizamos a 35 profesionales nativos de PT (23), de ES (2), EN (5), FR (2), DE (2), y RU (1), siendo que de los 22 intérpretes nativos PT, cerca de 15 estaban plenamente calificados para trabajar en cabinas EN y FR. Estos nombres fueron enviados por email a Laurent y a German en el principio de enero. El resto de los voluntarios eran debutantes nativos PT, IT, DE y HE, aprobados en sesiones de evaluación promovidas por los intérpretes profesionales responsables para cada lengua pasiva probada.
Paralelamente, procuramos seleccionar intérpretes debutantes que, además del dominio de los idiomas extranjeros, presentasen cualidades diferenciales como titulación o ‘master’ internacional en economía, sociología, ciencias políticas, relaciones internacionales, etc. y calificación en traducción con o sin experiencia en interpretación simultánea. Por decisión consensual entre los dos coordinadores responsables y los cinco intérpretes para la evaluación, seleccionamos a cerca de 5 voluntarios que, a pesar de no presentar las cualidades exigidas, deberían ser estimulados para participar de una experiencia como el FSM. La idea de la creación de una cota de participantes con esas características había sido discutida y acordada en reuniones anteriores en Rio. Esas personas, por no ser aptas para hacer interpretación, recibieron tareas relacionadas con la coordinación de salas y otras tareas de coordinación. La lista que enumeraba estos nombres fue transmitida para Laurent y para Yann.
Como aspecto negativo del proceso de selección y entrenamiento, resaltamos la falta de espacio adecuado para la realización de entrenamiento (as dos escuelas de interpretación negaron acceso a las salas de entrenamiento), el calendario de fin de año que coincide con el final del año escolar, las vacaciones de algunos voluntarios que dejaron de leer sus emails, las fiestas de fin de año, etc., y la ausencia de material de entrenamiento en PT en el DVD preparado por la Ecos (los debutantes nativos de IT, DE, HE, FR, EN y ES no tuvieron acceso a las conferencias grabadas en PT para interpretar para sus idiomas respectivos). Las soluciones alternativas encontradas (grabaciones de vídeo y de la radio) no fueron satisfactorias.
Como aspecto positivo, destacamos el alto número de profesionales movilizados en Río De Janeiro. Este número habría podido alcanzar cerca de 50, pero muchos desistieron debido a los compromisos profesionales adquiridos en la semana del FSM, y, sobre todo, debido a la falta de definición referente al alojamiento y a la emisión del boleto. Entendemos que la movilización de cerca de 60 a 80 intérpretes profesionales en Río De Janeiro podría ser posible en los próximos dos años.
Finalmente, debemos comentar la cuestión del alojamiento y del boleto aéreo. Los boletos habían comenzado a ser emitidos solamente entre el 18 y el 21 de enero, coincidiendo con los días festivos del 20 al 24 de enero en Río De Janeiro y solamente 4 días antes de la fecha prevista de llegada en Porto Alegre. En este sentido, y debido al día festivo en São Paulo del día 25, la coordinadora local tuvo que supervisar la emisión de cerca de 90 boletos - con las inevitables alteraciones de horario - en un período de 96 horas.
Paralelamente, debido al periodo festivo en Río De Janeiro (del jueves al domingo), varios voluntarios se encontraban fuera de la ciudad y sin acceso a Internet. Fue por esa razón que ciertos boletos electrónicos no fueron emitidos antes del embarque, algunos voluntarios perdieron el vuelo, etc. Por otra parte, como la emisión fue tardía, no fue posible conseguir los mejores precios y las fechas más apropiadas de vuelo. Acabamos llegando un o dos días después de lo ideal y saliendo dos o tres días después de lo necesario, lo que generó gastos adicionales de alojamiento.
Nuestra sugerencia en este sentido es localizar y dar la autonomía al proceso de la emisión de vuelos para conseguir precios mejores comprando boletos como vuelo de grupo y no como boletos individuales. Ello también contribuiría a dar más tranquilidad a quien espera una definición sobre la ida al FSM.
Evaluación y recomendaciones:
1. El grupo de 90 voluntarios fue muy grande y diverso. Pretendemos hacer una evaluación sobre la participación para poder reducir el grupo de los voluntarios de Rio, buscando elevar el número de intérpretes profesionales participantes. Ya estamos trabajando en esa dirección. Nuestro objetivo es alcanzar 60 intérpretes en 2 años. Tal decisión representa nuestra opción por la calidad y la versatilidad lingüística frente a la cantidad de voluntarios. Para ello motivaremos a nuestros colegas de Rio para adherir a Babels y haremos movilizaciones en las escuelas de interpretación de Rio (lo que no fue hecho esta vez).
2. Los voluntarios sin experiencia que se destacaron en Porto Alegre, demostrando potencial para la interpretación simultánea, serán considerados y estimulados a hacer un entrenamiento más intensivo para los acontecimientos futuros del FSM.
3. Todos los intérpretes profesionales de Rio se quejaron por no haber tenido más turnos, entendiendo que habrían podido trabajar 3 turnos por día. La opinión es que el FSM es un acontecimiento anormal, que no puede ser comparado con otros eventos tradicionales del mercado brasileño de la interpretación. Por estas razones aumenta la disposición para trabajar un poco más que los debutantes. Tal argumento se justifica aún así más cuando percibimos que uno de los criterios para el alojamiento es que se debía reservar los cuartos en hotel para los profesionales porque tendrían una carga de un trabajo más grande que la de los debutantes, necesitando, por lo tanto de más descanso.
4. Dar más autonomía la coordinación local en relación a la emisión del boleto, al alojamiento, acogida, etc. Solo aquellos que se encuentran en el nivel local tienen conocimiento adecuado de sus necesidades de las mejores opciones para el transporte, por ejemplo.
5. Creemos que la percepción general del FSM como experiencia positiva para los intérpretes profesionales puede motivar a nuestros colegas de Rio para adherir a la red, venciendo, de esta forma, la resistencia y la amenaza anunciada de represalias. Por lo tanto, en vez de dirigir recursos y energías para el entrenamiento de debutantes, pretendemos realizar una campaña de clarificación del mercado profesional local, para motivar y movilizar un número cada vez mayor de profesionales locales. La superación de los problemas ocasionados por la emisión atrasada de boletos aéreos y de la incertidumbre asociada al alojamiento ya motivaría a un contingente de casi 10 profesionales.
6. Finalmente, deseamos unirnos más a los grupos locales brasileños, más específicamente a la región del sur, a São Paulo y al noroeste (ya existe una alianza intensa entre Rio, el Centro-Oeste y el norte). Entendemos que debe existir un intercambio más grande de ideas y de información entre estos grupos de modo que podemos dejar de ser percibidos como Babels Rio, Babels SP, Babels Centro-Oeste, para pasar a ser Babels Brasil.
We only became aware of the size of the Babels network in Porto Alegre, with its parallel projects such as Lexicon, partnership with Nomad, communication instruments, database, etc. At the next meeting, we decided to step up mobilization to reach the number of 60 volunteers, and decided to include interpreting students in addition to professionals. Meanwhile, due to the success of our communication via the Yahoo site, the use of Babels communications tools was rejected for a number of reasons (lack of familiarity with IT tools, consensus regarding effectiveness of communication via the Yahoo list, excessive number of emails and communications from other regions, 'technophobia', etc.). Nonetheless, we made sure to always copy the minutes of our meetings and major communications to the Babels site, in the part dedicated to Brazil. The person responsible for this task was Juan Doblas, who worked together with Luis Gustavo in São Paulo. This ensured that any member of the network could, if interested, become informed regarding our activities.
Lastly, we must comment on the issue of housing and tickets. Tickets only began to be issued from January 18th to 21st, coinciding with the holiday in Rio de Janeiro and only 4 days before the planned arrival date in Porto Alegre. Therefore, and also due to a municipal holiday in São Paulo on January 25th, local coordinators were obliged to oversee the issue of some 90 tickets - with their respective and unavoidable alterations of flight schedules - all in a period of 96 hours.
6. Lastly, we wish to straiten ties with other local Brazilian groups, specifically regions South, São Paulo and the Northeast (an intense partnership already exists between regions Rio, Mid-West and North). We believe that a greater exchange of ideas and information should take place amongst these groups so that we can move away from being perceived as Babels Rio, Babels SP, Babel Mid-West, etc., to become Babels Brazil.
WSF Selection Process Report – Regions North/ Northeast – Brazil
In early December, I received the ECOS training DVDs. I made copies and distributed them to the registered volunteers in Belém and encouraged those in other regions to request or download them.
4) Evaluate our 'carrying capacity' – how many reliable interpreters we can provide – instead of receiving the number needed and filling that number with people who are unable to do the job (quality vs quantity).
Para el FSM 2005 ,Babels Colombia aceptó las decisiones tomadas en POA en la reunión de Agosto sobre la selección.Allí se definieron varias etapas como consta en INFO ....
El proceso de Movilización y el de selección estuvieron coordinados estrechamente.
Se confirmaron los intérpretes PROFESIONALES ,residentes en Colombia y que habían estado en Quito así como los de Experiencia.Se envió un mail automático a todos los inscritos, y a partir de su respuesta de aceptación(algunos profesionales no respondieron) se fue haciendo la lista de seleccionados.
Se hicieron reuniones de movilización,y se difundió el llamado a través de universidades,escuelas de Lenguas,radios comunitarias,con el fin de que los interesados se inscribieran y comenzaran la preparación.
Los profesionales voluntarios,con disponibilidad de tiempo ,integrantes de Babels que nos habían acompañado en Quito formaron un grupo responsable de la selección para POA y se dividieron por Lenguas:Inglés,Francés y Portugués,para asesorar y guiar a los futuros debutantes ,voluntarios para POA.Se escribieron documentos con ejercicios que cada cual podía realizar por si mismo,reflexiones sobre que es la interpretaciön y que se espera de un traductor y se acordó una fecha para la evaluacion de voluntarios.(Estos documentos fueron enviados a numerosos coordinadores locales o intérpretes aislados que deseaban entrenarse por su cuenta).
Cuarta Etapa.Evaluación definitiva:
Esta fecha fue el día 4 de diciembre,durante el FORO SOCIAL COLOMBIA, ya que las conferencias y el ambiente ofrecían una situación real,con un público vivo aunque no estuviera siguiendo la traducción ,y el voluntario sin experiencia podía evaluar realmente su habilidad para hacerlo,además de entrar en contacto con el vocabulario del proceso Foro.
Allí los profesionales encargados de la evaluación ,despues del feed back correspondiente,hicieron una lista de candidatos hábiles para POA,con sus puntos fuertes y débiles,y algunos de estos fueron llevados a participar en POA, además de los nuevos profesionales Babels que no estaban inscritos para el FSA.
En Colombia carecemos de Escuelas de Interpretación.la única Facultad de interpretación en Bogotá se cerró en el año 1975.Los nuevos profesionales han tenido que estudiar fuera y hay muchos que se han hecho en la práctica y viven de ello.
En su gran mayoría los integrantes de Babels Colombia para POA forman parte del grupo de intérpretes profesionales de Colombia y son personas mayores de gran recorrido y calidad reconocida internacionalmente.
Respetando los principios de Babels,se llevaron 3 First experience,avalados por los profesionales,así como a algunos ocasionales,pero seguros de la calidad y responsabilidad de su participación.Hubiera sido muy frustrante que los voluntarios se prepararan y esforzaran parta luego decirles que a POA sólo irían los profesionales.Si Babels promete,debemos cumplir siempre y cuando la calidad esté esegurada.
Este concepto de la calidad es muy importante,y para el futuro mas vale que seamos pocos pero buenos, que muchos y pésimos.Hay que continuar preparándose para los próximos Foros y poder garantizar al público y a las organizaciones del Foro una interpretación de calidad, no solo a través de los intérpretes que estuvimos presentes y firmes donde se nos requirió,sino con un equipo igualmente fiable y de calidad de sonido,para poder hacer un trabajo profasional como lo merecen los que estamos luchando por un mundo mejor.
La gran frustración después de tres foros,Mumbai,Quito y POA es que no hemos podido realizar un trabajo satisfactorio para todos por falta de equipo.Intérpretes sin equipo no podemos trabajar,no todos manejan las técnicas de la consecutiva y el chuchotage es contaproducente desde muchos aspectos.Allí es donde debemos centrar nuestra reflexión, que pasa con el equipo?Nomad es un proyecto fabuloso, pero debemos replantear las relaciones Babels Nomad.Muchos no desean participar mas si no tienen los instrumentos profesionales adecuados para realizar su labor a cabalidad.
Perdón por lo sumario de este resumen, pero he estado fuera de la ciudad y soy la última que falta.
Tomé la coordinación Babels Ecuador para el FSM 2005 luego de haber participado como intérprete en el Foro Social de las Américas. Por la falta de tiempo, mi nivel de colaboración se limitó a reunir y capacitar intérpretes y principiantes.
Para iniciar, recibí de la Coordinación Colombia una lista de aproximadamente 60 personas que se habían inscrito. Si bien yo me propuse como contacto en Ecuador, era necesario reunir a las personas que supuestamente estaban interesadas para saber si estarían de acuerdo, ya que había otra persona que también planteó su interés, Jorge León. A vuelta de correo, recibí un gran número de confirmaciones de asistencia a la primera reunión de Babels Ecuador, que se había convocado en las oficinas de Jorge. Curiosamente, a pesar de ciertas confirmaciones, nadie más que Jorge y yo asistimos a esa primera “reunión”. De todas maneras, insistí en mi interés en coordinar Babels acá y en eso se quedó ya que Jorge a la final dijo que no tenía tiempo.
El segundo paso fue informar acerca de la reunión fallida y convocar a una nueva. Poco después, alrededor de octubre, realizamos la primera reunión con cuatro personas interesadas en colaborar: una estudiante de Lenguas Aplicadas a Negocios, primera experiencia, con inglés y francés; un estudiante de ingeniería en sistemas que había colaborado en el Foro de las Américas, con francés; un antropólogo con experiencia en interpretación en inglés; y yo, la única intérprete profesional, con inglés y español como activos y francés, italiano y portugués como pasivos.
De ahí en adelante, continué convocando por un mes a todas las personas a las que había escrito en un inicio, a pesar de que a la final el grupo estable, junto con las personas arriba indicadas, quedó en seis personas, incluyéndome. Comenzamos los entrenamientos de una forma totalmente rudimentaria, ya que ninguno tenía acceso a equipos sin costo. Lo que yo hice con algunas personas fue llevarles a la cabina cuando yo trabajaba, por lo menos para que vieran lo que estaban por hacer. Mientras tanto, practicábamos con textos que yo tenía sobre casi todos los temas que se iba a tratar en el Foro. Trabajábamos con grabaciones caseras en dos vías, con la televisión y DVD.
Con el pasar de los meses se unieron tres personas más a las que fuimos poniendo al día, con inglés y francés. Unas dos semanas antes de la fecha del Foro, fui informada que se requería más gente, así es que acepté a una persona a la que no conocía y que nunca tuvo ningún tipo de entrenamiento, cosa que informé. También en los últimos días, averigüé que estaba inscrita una intérprete con mucha experiencia en portugués a la que yo no conocía e invité a las dos últimas reuniones. Ella tiene mucha experiencia, así es que también ayudó a dar los “últimos toques” en recomendaciones y técnicas a los novatos. Los únicos otros dos profesionales que aceptaron, a último momento tuvieron que negarse por motivos personales.
Las convocatorias fueron hechas en el medio de traductores profesionales y de estudiantes. Debido a la falta de tiempo, realmente no pude contactarme en forma más oficial con escuelas de lenguas, especialmente en el idioma quichua, que no llevó la delegación ecuatoriana (ahora estoy trabajando en ello).
Al igual que en otros lugares, en el Ecuador no existe una escuela de Interpretación, así es que no tuvimos un lugar “oficial” a dónde acudir.
En mi opinión acerca del proceso de selección, leí algún correo en donde alguna coordinadora (Argentina, me parece) solicitaba fondos para la preparación de los principiantes. Si bien yo no la apoyé con un email, ya había pensado que esos serían fondos muy bien invertidos desde todo punto de vista: conseguir mayor calidad, dar oportunidades profesionales a futuros potenciales intérpretes y acercar a más gente al Foro de una manera más profesional.
Maricruz González C.
@@===Perú (reporte en ES/PT/EN)===@@
**Detalle del proceso de selección de Perú para el voluntariado de Babels en el FSM 2005.**
Consistió en dos partes: a) Recolección de información y b) entrevista.
**Recolección de Datos**
1. Se envió una invitación a l@s voluntari@s seleccionad@s a partir de la base de datos de Babels y de otras fuentes (base de datos de Babels, recomendaciones confiables, respuestas al llamado enviado al Colegio Peruano de Traductores y a las dos universidades que ofrecen la carrera de Traducción e Interpretación, así como de correos electrónicos recibidos por medio de la dirección fsm-peru@babels.org).
2. Se respondieron los correos electrónicos y se solicitó una descripción breve y detallada sobre la experiencia en interpretación.
3. Se recibieron y revisaron los résumés y la información sobre la experiencia previa.
4. Se cotejaron los datos con la información incluida en la base de datos de Babels.
5. Se creó una base de datos para el grupo de Perú.
6. Se llamó a l@s voluntari@s seleccionad@s a una entrevista personal en la que se verificó la información proporcionada y se evaluaron las capacidades de comunicación, entre otros factores (disposición, actitud, etc.)
7. Según eso, l@s voluntari@s pasaron por el proceso de confirmación acordado: “shortlist”, “confirmed”, etc.
Fue una entrevista informal que duró aproximadamente de 30 a 45 minutos, de acuerdo con la combinación de idiomas.
2. Experiencia en interpretación (tipo de eventos, temas, referencias, etc.).
5. Principales razones para hacer voluntariado como intérprete de Babels en el FSM.
**Metodología de la entrevista**
La entrevista se realizó en los idiomas señalados por l@s voluntari@s; los cuales se intercalaban, sin aviso previo, durante la conversación.
Los idiomas utilizados fueron: español, francés, inglés, portugués, italiano y alemán.
No fue posible evaluar el conocimiento lingüístico del idioma Quechua. Por consiguiente, l@s intérpretes de quechua presentaron résumés documentados y fueron intérpretes que habían participado como voluntari@s en el FSA de Quito. Sólo se entrevistó a un@ de ell@s.
Para la selección, se consideraron los siguientes aspectos:
2. La falta de infraestructura para realizar talleres de capacitación en Lima (sólo dos veces se pudo usar el laboratorio de interpretación de una de las dos universidades peruanas con la carrera de Interpretación).
3. Mi responsabilidad como coordinadora para BabelsPerú por las personas que había entrevistado (en relación con este punto, es importante observar que los procesos verticales y los procesos que implican y requieren supervisión y control de calidad son dos cosas diferentes y que la falta de estos últimos podría poner los objetivos de Babels en riesgo, así como los contenidos y objetivos del FSM).
(Esta información también está relacionada con los parámetros de selección).
Durante el primer taller, los equipos no funcionaron y se distribuyó material informativo sobre Babels. Se abordaron temas como Derechos Humanos y otros relacionados y dos voluntarias ofrecieron hablar sobre su experiencia previa en el FSA de Quito. Se compartieron ideas y experiencias de interpretación.
En el segundo taller tuvimos acceso al laboratorio pero no se pudo usar la computadora ni el DVD para abrir los archivos por lo que se leí y grabé las transcripciones de foros anteriores mientras l@s voluntari@s escuchaban y posteriormente tod@s volvimos a escuchar e interpretar mis grabaciones mientras la profesora Esther nos supervisaba. Al final de ese taller, los equipos no funcionaron bien y no pudimos escuchar nuestras interpretaciones. También se comentó en grupo el tema de la ética de la interpretación y del trabajo voluntario.
La selección de intérpretes no profesionales y de primera experiencia que participaron en el grupo peruano FSM 2005, con excepción de l@s intérpretes de quechua, se basó en el dominio de un tercer o cuarto idioma, además del idioma inglés y de sus habilidades de comunicación. Aún así, también fue arriesgado en términos de calidad debido a la falta de infraestructura para la capacitación.
La comunicación con tod@s l@s voluntari@s de Perú fue permanente y fluida durante todo el proceso.
Babels-Perú
**Detalhe do processo de seleção no Peru para Babels no FSM2005.**
(Original: Inglês)
1- O chamado foi enviado aos voluntári@s selecionad@s da base de dados Babels e das outras fontes (recomendações confiáveis, respostas ao chamado enviado à Associação Peruana de Tradutores e às duas Universidades de Interpretação, bem como as mensagens recebidas em: fsm-peru@babels.org).
2- Se responderam as mensagens pedindo uma descrição detalhada da experiência em interpretação.
3- Os résumés foram recebidos e examinados, assim como informação sobre a experiência.
4- Os dados foram comprovados com a informação da base de dados da Babels.
6- Chamou-se aos voluntári@s selecionados a uma entrevista pessoal onde se comprovou a informação fornecida e as capacidades de comunicação, entre outros fatores (vontade, atitude, etc.).
7- Segundo a informação recebida e comprovada na entrevista, @s voluntári@s passaram pelo processo de confirmação combinado: ‘shortlist’, confirmed’, etc.
2- Experiência de interpretação (tipo de eventos, temas, referências, etc.).
4- Consciência sobre o FSM.
5- Principais razões/motivação para se oferecer como intérprete voluntári@ de Babels no FSM.
A entrevista foi realizada trocando espontaneamente de um idioma para outro, segundo os idiomas d@ voluntári@.
Idiomas usados: espanhol, francês, inglês, português, italiano, e alemão.
Não havia a possibilidade de avaliar o conhecimento lingüístico do quechua. Portanto, @s intérpretes de quechua apresentaram résumés documentados e foram intérpretes que também tinham participado como voluntári@s no FSA de Quito. Um deles foi entrevistado.
Para a seleção, foram levados em conta os seguintes aspectos:
1– Qualidade versus quantidade.
2– A falta de infra-estrutura para treinamento permanente ou freqüente ou para realizar oficinas em Lima (só duas vezes usaram-se os laboratórios de interpretação de uma das duas Universidades peruanas para Interpretação).
3- A minha responsabilidade como coordenadora para BabelsPeru pelas pessoas que tinha entrevistado (com relação a esse ponto, por favor é preciso observar que os processos verticais e aqueles que requerem controle de qualidade e vigilância não devem se confundir porque a falta destes últimos poderia pôr as metas da Babels em risco, assim como os conteúdos e finalidades do FSM).
(Essa informação também está associada aos parâmetros de seleção)
Durante a primeira, o equipamento não funcionou; se entregou material informativo sobre Babels e se abordo o tema dos direitos humanos e outros temas relacionados. Também, duas voluntárias falaram sobre suas experiências anteriores no FSA de Quito. Também se discutiram idéias e experiências de interpretação.
Na segunda oficina, mesmo tendo conseguido usar o laboratório foi impossível usar o computador ou DVD para abrir os arquivos. Contudo, as transcrições dos fóruns anteriores foram lidas e gravadas enquanto @s voluntári@s escutavam e depois todos nós escutamos novamente e interpretamos. Nossas interpretações foram supervisadas pela professora Esther. O equipamento não funcionou bem e não conseguimos ouvir as nossas interpretações. Também se discutiu sobre a interpretação e ética de trabalho voluntário.
Os intérpretes não profissionais de primeira-experiência que participaram no grupo peruano para o FSM2005, com a exceção dos intérpretes de quechua, foram eleitos com base no seu domínio de um terceiro ou quarto idioma, além do inglês, e suas capacidades de comunicação. Mesmo assim, isto não deixava de ser um risco devido à falta de infra-estrutura para o treinamento.
Houve comunicação permanente por correio eletrônico com tod@s @s voluntári@s peruan@s durante todo o processo de seleção.
3- Résumés were received and reviewed, as well as information on experience.
7- According to that, volunteers went through the agreed confirmation process: ‘shortlist’, ‘confirmed’, etc.
The interview was carried out switching from one language into another without giving notice of it beforehand, according to the volunteer’s languages.
There was not the possibility of assessing linguistic knowledge of Quechua. Therefore, Quechua interpreters submitted documented résumés and were interpreters who had also volunteered in the Quito FSA. One of them was interviewed.
1 – Quality versus quantity.
2 – The lack of infrastructure for permanent or frequent training or workshops in Lima (only twice interpretation laboratories of one of the two Peruvian Universities for Interpretation were used for workshops).
3 – My responsibility, as coordinator for BabelsPeru for the people I had interviewed (in relation to this point, please note that vertical processes and surveillance/quality control should not be confused because the lack of the latter could put Babels’ goals at risk, as well as the WSF contents and purposes).
During the first one, the equipment didn’t work; informative material on Babels was handed out. Human Rights and related topics were addressed and two volunteers offered to talk about their previous experiences in the Quito FSA. Ideas and interpretation experiences were also shared.
In the second workshop, although we had the laboratory it was impossible to use the computer or DVD to open the files. However, transcripts from previous forums were read and recorded while volunteers listened and then we all listened again and interpreted. Interpretations were supervised by Professor Esther. The equipment didn’t work well and we couldn’t listen to our interpretations. Interpretation and volunteer job ethics were also shared and discussed.
INFORME ACERCA DEL PROCESO DE SELECCIÓN EN URUGUAY
A continuación transcribo los informes escritos por los coordinadores de idioma, respecto al proceso de práctica, evaluación y selección de los voluntarios uruguayos. Los informes están separados por idioma ya que los procesos fueron diferentes, sin embargo antes de la trascripción cabe señalar algunas cuestiones que se aplican a todos ellos:
- Las reuniones generales de Babels UY tuvieron cada vez menos convocatoria a medida que se acercaba el FSM, por lo que los grupos de cada idioma se fueron reuniendo en distintas instancias para realizar sus prácticas. A excepción de inglés, grupo que tuvo más inscriptos, algunos de los cuales no participaron de instancias de práctica, el resto de los grupos se reunían periódicamente.
- Cada grupo fue buscando la manera de conseguir materiales e información acerca cómo enfrentarse a una situación de interpretación, ya que casi la totalidad de los voluntarios no tenían experiencia. No contábamos con la participación de ningún intérprete profesional.
- No pudimos realizar ninguna instancia previa al FSM en cabina, ya que no contábamos con equipos ni posibilidad de conseguirlos.
- Las posibilidades de conseguir audios en las distintas lenguas acerca de temáticas relacionadas al FSM fueron reducidas ya que muy pocos podían acceder a conexiones de internet con las velocidades y anchos de banda necesarios para poder hacerlo. Por lo que se tendió a bajar textos de la página web del FSM, muchos de los cuales eran leídos o grabados por uno de los voluntarios para que otro pudiera interpretarlos.
- En Uruguay no hay ninguna escuela o facultad en que pueda uno formarse como intérprete. Por esta razón, la posibilidad de estar en POA fue tan importante para nosotros como instancia de formación, algo más "formal" que nuestras prácticas, que a pesar de hacerse con mucho empeño y tratando de alcanzar la mayor calidad posible, carecían de guía profesional. Muchos pudimos beneficiarnos de los consejos, explicaciones, estrategias, etc. de intérpretes profesionales que se mostraron muy interesados en compartir sus conocimientos con nosotros. Por lo que ahora estamos en mejores condiciones para continuar practicando y formándonos para futuras instancias. Es importante destacar que casi la mayoría de las personas que estuvieron en POA han continuado participando de las actividades propuestas, y han mostrado más compromiso con Babels y con los distintos proyectos que se han planteado en Uruguay.
- Si bien éramos concientes de nuestras escasas posibilidades desde el principio, y a pesar de no lograr conformar un gran grupo de trabajo antes de POA, quienes se hicieron cargo de nuestra participación, pusieron mucho cuidado al respecto del manejo de las lenguas. La mayoría de los voluntarios eran profesores, traductores públicos o estudiantes avanzados de esta carrera, o estudiantes avanzados de las lenguas a partir de las cuales iban a interpretar, algunos incluso habían vivido en países en que se hablaba su L2 o habían recibido formación académica en esa lengua.
INGLÉS
“El proceso de selección en inglés consistió en realizar evaluaciones, es decir pruebas o simulacros de interpretación en base a audios del sitio web de Babels, que luego eran cotejados, por un lado con el texto en el idioma original para verificar errores de contenido en la interpretación y luego se verificaba solamente el dominio del español, si se hacía un uso correcto del idioma. Si el discurso tenia sentido por si solo.
De las personas anotadas en inglés que eran cerca de 80, solamente vinieron 10 a realizar la evaluación, de las cuales quedaron 8 seleccionadas. Las personas evaluadas en su mayoría tenían practica de las reuniones de Babels, habían realizado algunos ejercicios de interpretación previos, aunque no se trató de intérpretes profesionales en la mayoría de los casos.
Se les colocó el audio en inglés de unos 10 minutos para que interpretaran al español. En primer lugar yo me encargué de verificar que la interpretación fuera correcta, estuviera completa, etc. y luego le pedí a otra persona (que tiene español como lengua materna) que escuchara solamente la interpretación, es decir el discurso en español, para que sin saber que se trataba de una interpretación pudiera verificar la corrección del español.
Las interpretaciones se grabaron en la computadora, y fueron revisadas más tarde para poder realizar la tarea con tiempo y poder revisar posibles errores varias veces.
Las personas seleccionadas mostraron buen dominio de ambas lenguas y solvencia para enfrentarse a la situación de interpretar. En el caso de quienes no fueron seleccionados, la decisión se basó en una interpretación pobre e incompleta, que no reflejaba lo que se trasmitía en el discurso con total claridad. El proceso resultó bueno ya que a pesar de los pocos medios con los que contamos, pudimos resolver la clasificación exitosamente.” Mercedes Camps (Coord. En-Uruguay)
PORTUGUÉS
“Proceso de Selección Intérpretes de Portugués-Uruguay: Se trabajó a lo largo de varios meses con prácticas de interpretación sobre grabaciones hechas por nosotras, ya que nunca contamos con material adecuado. Considerando que fuimos 4 intérpretes de pt, en realidad no me sentí capaz de dejar a nadie fuera, a pesar de que en algunos momentos dudé de la capacidad de alguna de nosotras, siendo que me responsabilicé por coordinar
escribe, no puedo evaluar este azaroso proceso de selección, dónde no contamos en ningún momento con equipos adecuados y lo hicimos sobre entrevistas radiales cuyas velocidades distan bastante de una conferencia.
Coordinación PT-Uruguay”
FRANCÉS
“Según lo convenido el sábado 11 de diciembre , el equipo de francés se reunió desde las 15 h a las 18 h . Hubo 7 voluntarias presentes , a saber : Floriane, Sidonie, Olga, Mónica, Dalia, Paula y Lucía. En vistas de que el DVD que nos iba a proporcionar una referencia, no se pudo abrir, decidimos trabajar conjuntamente con casettes de audio y textos leídos. Después de estos tests orales, cada participante manifestó sentirse capaz de afrontar la experiencia.” Lucía Schenone
ALEMÁN
Solamente dos personas conformaron el grupo de alemán. Se realizaron prácticas en las siguientes condiciones: una de las voluntarias leía un texto cuya temática estuviera comprendida en alguna de las 11 áreas del FSM, al mismo tiempo la otra voluntaria realizaba su interpretación del texto leído. De esta manera no sólo se practicaba interpretación sino que además se entraba en contacto con los términos que pudieran aparecer en dichas áreas temáticas. Tras haber realizado este tipo de prácticas durante algunos meses, se realizaron una evaluación en base a la grabación de una conferencia de una temática relacionada a las del FSM, en que el orador era hablante nativo de alemán. Tras haber realizado esta prueba, ambas voluntarias entendieron que se encontraban en condiciones de participar como intérpretes en POA.
Se realizaron prácticas periódicamente durante varios meses, utilizando material relacionado a las temáticas del foro, tanto textos como grabaciones. Al llegar el momento de confirmar su participación en POA los miembros de este equipo entendieron que estaban en condiciones de participar como intérpretes. No hubo instancias de evaluación sino de reflexión en cuanto a la capacidad de cada uno.
Valid XHTML :: Valid CSS: :: Powered by WikkaWiki