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-""Poa2005"": initially 3 people were responding to emails sent to this address (Laurent, Mónica, Bruno). Laurent left by mid-October in order to take care of ""poa2005-viaje"". Bruno left in November for personal reasons. Mónica was left alone to respond to all incoming emails in December and January.
-""Poa2005-viaje"": initially 1 person (Laurent). One more person arrived to help by the end of December (Germán). There was never more than 1 person really working on travel at any given time. In January, Laurent and Germán were both working, one was in charge of making the reports and the lists from the database, while the other was concretely working with the travel agency and with the interpreters.
These decisions were made thanks to an open discussion started on July 22 in the Forum and publicized widely: an e-mail was sent at that time to all people volunteering to the WSF05 and to all people who had volunteered to the WSF04, inviting them to discuss the selection methodology. This discussion was launched a month after the publication of the “Call for volunteers” (official start of the WSF05 project: See Intermediary Report http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=626#626 explaining the stages that lead to the Call). This discussion generated 135 posts in three different languages, which were read 11 815 times (this number does not correspond to single users).
~&Para modificar la página: 'Edit page' en el menú abajo. Y cuando acabaron: #%Store#%.
==São Paulo (report in EN)==
I work in BABELS São Paulo and I started working in the written translation group. Then I migrate to the simultaneous interpreting group and helped reading and answering e-mails of newcomers until before the Forum starts. During the Forum I was supposed to work only in interpreting.There were a lot of things to do so I worked two days in the written translation and two days in the International Council Meeting doing the interpretation in the English to Spanish booth. I helped in the Booth Planification group while I was in Gasometro at night. I participated in the Latin America meetings and coordinate the last meeting.
Selection Methodology from São Paulo.
BABELS started in São Paulo in August 2004. In the first meetings there were a lot of different people each coming over and the WSF and BABELS history and work had to be explained to the new people over and over again.
The Written Translation Group began with Monica Nehr and I doing the translations and mobilising those who wanted to join the team. We established a test for the newcomers and they had to take it in order we could evaluate their work. Monica did the job of coordinating these group and give / pass the translations for the rest of us. She managed to do it and the São Paulo written translation group contributed in the WSF website office during the WSF2005.
The Mobilization Group took the list of people who live in São Paulo registered in the BABELS site and started to call those to the meetings. There were 4 people each one calling to 50 other people. After that we replied the e-mails from people.
Two coordinators of these team (Henrique and Patrícia) are former students of a interpreting college in São Paulo, UNIBERO. They talked with their teachers and the school let us use their “laboratory”, a room with capacity for more or less 60 people seated, a booth with for 3 people and all the necessary equipment. We did a training process wih volunteers and profesionals since September 2004 until 2 weeks before the beginning of the Forum. We asked a lot of people of social movements to come and give speeches or sometimes we had prints of the material of the other WSFs founded in the WSF website.
We (Henrique, Graziela, Leda, Luis, Monica and Patricia) agreed with some points in order to select those who would go to POA. 1. Everybody had to get in the booth and talk. Even those who were profesionals had to do it. We had to listen to all. So there were some people who thought they would go and didn’t come into the booth in the last minute. We had to listen to everybody and before saying yes or no to the person we talked with each other to see if there would be another chance or not. We specify criterias like shadowing (interpreter follows the person who is speaking), “bring the text” (bring the idea of the speech, the sentence), general knowledge of the topic, (know the specific terms of the WSF debates), pauses, if the person breathed in the microphone or not and the atitude of the person towards others inside and outside the booth.
We think we did a selection proccess that brought people who can deal technically and psychologically (very important) inside the booth. In the first meeting they didn’t know nothing or little about interpreting and/or Social Movements / Social Forums.
We brought to Porto Alegre 47 people of Interpreting Group, 15 people of Written Translation Group and 3 people of Room Coordination Group. Total = 65 people from São Paulo. People should meet the alredy mentioned standards in order to get into the booth / write a good translation to perform a good job.
Of course it’s not only roses here. We had problems, of course we had them.
1.Those people who live in São Paulo and came from these city without training and selecting. Those people are selected by other coordinators in BABELS.
BABELS must have mechanisms to select those people who are not performing well. We somehow manage to do that in São Paulo by having specific criteria for the selecting process. It was clear for everybody that there were rules and those who didn’t follow the rules didn’t go. There were procedures and common agreements on the minimum requirements. So no one could talk later that there was something personal.
BABELS - São Paulo
BABELS - São Paulo
O processo de mobilização no Rio de Janeiro começou no final de outubro, em uma reunião no IBASE sobre a apresentação do projeto da Babels. Estavam presentes cerca de 10 intérpretes profissionais, sendo que Pascal era o então responsável pela coordenação local. Decidimos motivar outros colegas que atuam o mercado do Rio e marcamos um novo encontro para início de novembro. A fim de facilitar a comunicação entre os intérpretes, decidimos abrir um grupo no site Yahoo. Nosso objetivo era mobilizar cerca de 40 a 50 profissionais do Rio de Janeiro dentre colegas atuantes no mercado e ex-alunos das escolas de interpretação cariocas.
Em início de novembro, percebemos que poucos haviam se inscrito no site como voluntários, pois deixaram de receber os emails de confirmação de participação no FSM. Fizemos uma convocatória geral para que todos os interessados se inscrevessem no site e regularizassem sua ficha no banco de dados. Escolhemos Erica Resende para ir a Porto Alegre para a reunião do CI.
Somente em Porto Alegre tomamos ciência da plenitude da rede Babels, os projetos paralelos como Lexicon, a parceria com Nomad, os instrumentos de comunicação, o banco de dados, etc. Na reunião seguinte, decidimos aumentar a mobilização para atingir o número de 60 voluntários, passando a incluir estudantes de interpretação, além dos profissionais. Por outro lado, devido ao sucesso da comunicação via Yahoo, foi rejeitado o uso das ferramentas de comunicação da Babels por diversos motivos (falta de familiaridade com ferramentas de TI, consenso em relação à eficácia da comunicação na lista Yahoo, excesso de emails e comunicados de outras regiões, “tecnofobia”, entre outros). No entanto, tivemos o cuidado de sempre colocar uma cópia das atas de nossas reuniões e principais comunicados no site da Babels, na parte destinada ao Brasil. O responsável por essa tarefa foi Juan Doblas, que trabalhou em parceria com Luis Gustavo em SP. Dessa forma qualquer membro da rede poderia, caso interessado, informar-se acerca de nossas atividades.
Devido à decisão de concentrar a seleção em profissionais e alunos de interpretação, treinamento foi deixado em segundo plano. Tal decisão também foi alimentada pelo fato de que não pudemos contar com o apoio de uma instituição que nos oferecesse um local apropriado para treinamento de interpretação.
Paralelamente, nosso coordenador Pascal desligou-se do projeto por razões profissionais. Erica Resende assumiu suas funções, contando com a ajuda de Marcelo Neves. Diversos outros intérpretes ficaram responsáveis pelo processo de avaliação e treinamento de voluntários sem experiência.
Com o aumento de nossa cota de 60 para 90 pessoas, e devido à demanda de nativos de alemão, italiano e outros idiomas, decidimos selecionar voluntários não-profissionais a partir do banco de dados da Babels. Dos cerca de 180 voluntários (números de novembro) residentes na região do Rio de Janeiro, selecionamos cerca de 50 nomes de não profissionais que apresentavam um perfil adequado ao evento (nativos de PT, EN, FR, DE e IT com conhecimento passivo de pelo menos duas línguas estrangeiras). Todos foram convidados par uma sessão de avaliação realizada em dezembro. Dividimos o contingente conforme combinação lingüística. A avaliação foi feita por um intérprete profissional nativo de cada idioma (Pascal e Annie, FR; Rebecca e Erica, EN; Luciana Ache e Kena, ES). Por falta de intérpretes profissionais nativos de IT e DE, não foi possível fazer uma avaliação mais sólida dos voluntários sem experiência nativos desses idiomas.
Somente em janeiro conseguimos utilizar uma sala do IBASE, mas, devido às férias escolares, festas de fim de ano e compromissos profissionais dos intérpretes, o treinamento foi insuficiente. No total promovemos cerca de 8 sessões de avaliação/treinamento, com um intérprete profissional como instrutor e cerca de 4 a 5 iniciantes.
Devemos ressaltar que nas primeiras semanas de janeiro recebemos um número enorme de candidatos de última hora, fazendo com que o número de voluntários pulasse de 180 para cerca de 220. A adesão de novos voluntários somente foi aceita em casos excepcionais: nativos de FR, HE, AR ou profissionais que aderiram à mobilização.
Da cota estabelecida de 90 voluntários, mobilizamos 35 profissionais nativos de PT (23), ES (2), EN (5), FR (2), DE (2), e RU (1), sendo que dos 22 intérpretes nativos de PT, cerca de 15 encontravam-se qualificados para trabalhar em cabines de EN e FR. Esses nomes foram encaminhados por email a Laurent e German no início de janeiro. Os demais voluntários eram formados por iniciantes nativos de PT, IT, DE e HE, aprovados nas sessões de avaliação promovidas pelos intérpretes profissionais responsáveis por cada língua passiva testada.
Paralelamente, buscamos selecionar iniciantes que, além do domínio das línguas estrangeiras, apresentavam atributos diferenciais como graduação ou pós-graduação em Economia, Sociologia, Ciência Política, Relações Internacionais, etc. e tradutores qualificação e/ou experiência em interpretação simultânea. Por decisão consensual entre os dois coordenadores e os cinco intérpretes responsáveis pela avaliação, selecionamos cerca de 5 voluntários que, apesar de não apresentarem os atributos exigidos, deveriam ser encorajados a participar de uma experiência como o FSM. A idéia da criação de uma cota nesse sentido havia sido discutida e acordada em reuniões anteriores no Rio. Essas pessoas, por não estarem aptas a fazer interpretação, foram direcionadas para coordenação de sala e outras tarefas de coordenação. A lista contendo esses nomes foi transmitida a Laurent e Yan.
Como aspecto negativo do processo de seleção e treinamento, ressaltamos a falta de espaço adequado para a realização de treinamento (as duas escolas de interpretação opuseram-se ao empréstimos das salas de treinamento), o calendário de fim de ano - que coincide com o fim de ano letivo, férias de diversos voluntários que deixaram de responder emails em tempo hábil, festas de fim de ano, etc., e a ausência de material de treinamento em PT no cd preparado pela Ecos (os iniciantes nativos de IT, DE, HE, FR, EN e ES não tiveram acesso a conferências gravadas em PT para interpretar para seus respectivos idiomas. As soluções alternativas encontradas (gravações de vídeo e rádio) não foram satisfatórias.
Como aspecto positivo, destacamos o alto número de profissionais mobilizados no Rio de Janeiro. Esse número poderia ter atingido cerca de 50, mas muitos desistiram por compromissos profissionais assumidos na semana do FSM, e, sobretudo, por falta de definição acerca de hospedagem e emissão de passagem. Entendemos que a mobilização de cerca de 60 a 80 intérpretes profissionais no Rio de Janeiro seja possível nos próximos dois anos.
Finalmente, devemos comentar a questão de hospedagem e passagem. As passagens somente começaram a ser emitidas ente 18 e 21 de janeiro, coincidindo com o feriado de 20 de janeiro no Rio de Janeiro e a apenas 4 dias da data prevista de chegada em Porto Alegre. Nesse sentido, e devido ao ferido municipal em SP no dia 25, a coordenadora local foi obrigada a supervisionar a emissão de cerca de 90 passagens - com as respectivas e inevitáveis alterações de horários - em um período de 96 horas.
Paralelamente, devido ao feriado prolongado no Rio de Janeiro (de quinta a domingo), diversos voluntários encontravam-se fora da cidade e sem acesso a internet. Por essa razão, diversos e-tickets não foram recebidos a tempo para embarque, voluntários perderam vôo, etc. Além disso, como a emissão foi bastante tardia, não foi possível obter os melhores preços e datas de vôo mais apropriadas. Acabamos chegando um ou dois dias depois do ideal e partindo dois a três dias depois do necessário, o que gerou despesas extras de hospedagem.
Nossa sugestão nesse sentido é localizar e dar autonomia ao processo de emissão de bilhetes a fim de obter melhores preços como vôo de grupo e não bilhetes individuais. Além disso, torna-se menos problemático e preocupante para quem aguarda uma definição acerca da ida ou não ao FSM.
Avaliação e recomendações:
1. O grupo de 90 voluntários foi muito grande e diverso. Pretendemos fazer uma avaliação sobre a participação de forma a enxugar o grupo de voluntários cariocas, buscando elevar o número de intérpretes profissionais participantes. Já estamos trabalhando nesse sentido. Nosso objetivo é atingir 60 intérpretes em 2 anos. Tal decisão representa nossa opção por qualidade e versalitilidade lingüística em vez de quantidade de voluntários. Para tanto motivaremos nossos colegas cariocas a aderirem à Babels e faremos mobilização nas escolas de interpretação cariocas (o que não foi feito desta vez).
2. Voluntários sem experiência que se destacaram em Porto Alegre, mostrando potencial para a interpretação simultânea, serão considerados e incentivados a fazer treinamento mais intensivo para futuros eventos do FSM.
3. A totalidade dos intérpretes profissionais cariocas lamentou não ter feito mais turnos, pois entendiam que poderiam ter trabalhado 3 turnos por dia. A percepção é a de que o FSM é um evento atípico, que não pode ser submetido a uma comparação com eventos tradicionais do mercado de interpretação brasileiro. Por essas razões é grande a disposição em trabalhar um pouco mais do que os iniciantes. Tal argumento se justifica ainda mais quando percebemos que um dos critérios para a hospedagem foi reservar os quartos em hotel para os profissionais porque eles teriam uma carga de trabalho maior do que os demais, necessitando, portanto, de mais repouso.
4. Dar mais autonomia a coordenação local com relação à emissão de passagem, hospedagem, acolhida , etc. Somente aqueles que encontram-se no nível local têm conhecimento sobre suas próprias necessidades e sobre as melhores opções para transporte, por exemplo.
5. Acreditamos que a percepção geral do FSM como uma experiência positiva para os intérpretes profissionais possa motivar nossos colegas cariocas a aderir à rede, vencendo, dessa forma, a resistência e a ameaça de retaliação anunciada. Por essa razão, em vez de direcionar recursos e energias para o treinamento de iniciantes, pretendemos dar início a uma campanha de esclarecimento ao mercado profissional local, de forma e motivar e mobilizar um número maior de profissionais locais. A superação dos problemas decorrentes da emissão tardia de passagens e da indefinição quanto ao local de hospedagem já motivaria um contingente de quase 10 profissionais.
6. Finalmente, desejamos nos unir mais aos grupos locais brasileiros, mais especificamente região Sul, SP e Nordeste (já existe uma intensa aliança entre Rio, Centro-Oeste e Norte). Entendemos que deveria haver um maior intercâmbio de idéias e informações entre esses grupos para que possamos deixar de ser percebidos como Babels Rio, Babels SP, Babel Centro-Oeste, etc., para sermos Babels Brasil.
À Rio, la mobilisation a débuté fin octobre par une réunion au siège de l'IBASE, pour y présenter le projet Babels. Cette réunion a compté sur la présence de 10 interprètes professionnels, le responsable de la coordination locale étant à l'époque Pascal Rubio. Nous avons décidé de motiver d'autres collègues travaillant sur le marché de Rio et nous avons fixé une autre rencontre début novembre. Afin de faciliter la communication entre les interprètes, nous avons décidé d'ouvrir un groupe sur le site Yahoo. Notre but était de mobiliser de 40 à 50 professionnels de Rio, parmi les collègues en activité et les ex-élèves des écoles de formation d'interprètes de la ville.
Début novembre, nous nous sommes rendu compte que très peu d'entre eux s'étaient inscrits comme bénévoles sur le site, car ils ne recevaient plus les e-mails de confirmation de participation au FSM. Nous avons donc lancé une circulaire, invitant tous les intéressés à s'inscrire sur le site et à régulariser leur fiche dans la banque de données. C'est Erica Resende qui a été choisie pour participer à la réunion du CI à Porto Alegre.
Nous n'avons pris connaissance de l'ampleur du réseau Babels qu'à Porto Alegre, où nous ont été présentés les projets parallèles comme Lexicon, le partenariat avec Nomad, les instruments de communication, la banque de données, etc. Lors de la réunion suivante, nous avons décidé d'étendre la mobilisation pour atteindre le chiffre de 60 bénévoles et nous avons alors admis non seulement des professionnels mais aussi des étudiants en interprétation. Par ailleurs, en raison du succès de la communication par Yahoo, l'usage des outils de communication Babels a été rejeté pour diverses raisons (manque de familiarité avec les outils de TI, consensus quant à l'efficacité de la communication sur la liste Yahoo, excès de e-mails et de communiqués d'autres régions, "technophobie", entre autres). Nous avons toutefois pris soin de fournir une copie des comptes rendus de nos réunions et des principaux communiqués sur le site de Babels, dans la section consacrée au Brésil. C'est Juan Doblas qui s'est chargé de cette tâche, en collaboration avec Luis Gustavo, de São Paulo. Tout membre du réseau pouvait donc, s'il le voulait, se maintenir informé de nos activités.
La décision ayant été prise de ne sélectionner que des professionnels et des étudiants en interprétation, la formation n'était pas au nombre de nos soucis majeurs. Le fait de ne pas pouvoir compter sur l'appui d'une institution qui puisse mettre à notre disposition un lieu approprié pour la formation à l'interprétation a également pesé sur cette décision.
Dans le même temps, Pascal, notre coordinateur a dû se retirer du projet pour des raisons d'ordre professionnel. C'est Erica Resende qui a alors assumé ses fonctions, aidée en cela par Marcelo Neves. Divers autres interprètes se sont portés responsables de l'évaluation et de la formation de bénévoles sans expérience.
Notre quota étant passé de 60 à 90 personnes et face à la demande d'interprètes ayant l'allemand, l'italien et d'autres langues comme langue première, nous avons décidé de choisir des bénévoles non-professionnels à partir de la banque de données de Babels. Sur les 180 bénévoles (chiffres de novembre) résidant dans la région de Rio, nous avons retenu environ 50 noms de non professionnels qui correspondaient au profil recherché (PT, EN, FR, DE et IT et ayant au moins deux langues étrangères comme langues passives). Tous ont été invités á une séance d'évaluation réalisée en décembre. Nous avons réparti les effectifs en fonction des combinaisons linguistiques. L'évaluation a été faite par un interprète professionnel de chaque langue (Pascal et Annie, FR ; Rebecca et Erica, EN ; Luciana Ache et Kena, ES). Par manque d'interprètes professionnels IT et DE comme langue A, il ne nous a pas été possible de réaliser une évaluation plus approfondie des bénévoles sans expérience ayant ces langues comme langues maternelles.
Il nous a fallu attendre janvier pour pouvoir utiliser une salle de l'IBASE mais, en raison des vacances scolaires, des fêtes de fin d'année et des obligations professionnelles des interprètes, la formation a été insuffisante. Nous avons organisé en tout 8 séances d'évaluation et de formation, comptant chacune sur un interprète professionnel comme formateur et environ 4 à 5 débutants.
Il convient de souligner que, durant les premières semaines de janvier, nous avons reçu un très grand nombre de candidats de dernière heure, le nombre des bénévoles passant alors de 180 à près de 220. Les nouveaux bénévoles n'ont été admis qu'à titre exceptionnel : ceux ayant FR, HE ou AR comme langue maternelle ou les professionnels ayant répondu à la mobilisation.
Sur le quota imparti de 90 bénévoles, nous avons mobilisé 35 professionnels, dans les langues maternelles suivantes : PT (23), ES (2), EN (5), FR (2), DE (2), et RU (1), et sur les 22 interprètes ayant PT comme langue A, une quinzaine était qualifiée pour travailler en cabines d'EN et de FR. Ces noms ont été acheminés par e-mail à Laurent et à German début janvier. Les autres bénévoles étaient des débutants ayant comme langue maternelle : PT, IT, DE et HE et approuvés lors des séances d'évaluation organisées par les interprètes professionnels responsables de chaque langue passive testée.
Parallèlement, nous avons cherché à sélectionner des débutants qui, outre la maîtrise des langues étrangères, présentaient des attributs particulièrement intéressants comme un 2e ou 3e cycle en économie, sociologie, science politique, relations internationales, etc. et des traducteurs ayant une qualification et/ou une expérience en interprétation simultanée. Par décision consensuelle entre les deux coordinateurs et les cinq interprètes responsables de l'évaluation, nous avons retenu environ 5 bénévoles qui, bien que ne possédant pas les attributs requis, devaient être encouragés à participer à une expérience comme celle du FSM. L'idée de la création d'un quota à cette fin avait été débattue et acceptée lors de réunions précédentes à Rio. Ces personnes n'étant pas à même de faire de l'interprétation, ont été orientées vers la coordination de salles et d'autres missions de coordination. La liste complète de ces noms a été transmise à Laurent et à Yan.
Comme aspect négatif du processus de sélection et de formation, nous signalerons le manque d'espace approprié à la réalisation des séances de formation (les deux écoles d'interprétation ayant refusé de prêter leurs salles), le calendrier de fin d'année - qui coïncide avec la fin de l'année scolaire, les vacances de divers bénévoles qui n'ont pas répondu aux e-mails en temps utile, les fêtes de fin d'année, etc., et le manque de matériel de formation en PT sur le CD préparé par Ecos (les débutants ayant IT, DE, HE, FR, EN et ES comme langue maternelle n'ont pas disposé de conférences enregistrées en PT pour interpréter vers leurs langues respectives. Les solutions alternatives adoptées (enregistrements vidéo et radio) n'ont pas été satisfaisantes.
(à continuer)
El proceso de movilización en Río De Janeiro comenzó en el final de octubre, en la presentación del proyecto de Babels en el IBASE. Estaban presentes cerca de 10 intérpretes profesionales, siendo Pascal el coordinador local. Decidimos motivar a otros colegas que actúan el mercado de Rio y se acordó una nueva reunión para el principio de noviembre. Para facilitar la comunicación entre los intérpretes, decidimos abrir un grupo en el sitio Yahoo. Nuestro objetivo era para movilizar entre 40 y 50 profesionales de Río de Janeiro entre colegas actuantes en el mercado y ex-alumnos de las escuelas de interpretación de la ciudad.
En el inicio de noviembre, percibimos que había pocas personas alistadas en el ‘site’ de la babels como voluntarios en relación a las personas listadas en el grupo Yahoo, pues esas personas no recibieron la serie de emails de confirmación de participación en el FSM. Hicimos entonces una convocatoria general pidiendo a todos los interesados que entrasen en el sitio y regularizasen su ficha en la base de datos. Elegimos a Erica Resende para ir a Porto Alegre para la reunión del CI.
Fue solo en Porto Alegre que tomamos conciencia de la plenitud de la red de Babels, de los proyectos paralelos como Léxicon, de la asociación con NOMADS, de los instrumentos de comunicación, de la base de datos, del etc. En la reunión siguiente decidimos aumentar la movilización para alcanzar el número de 60 voluntarios, comenzando a incluir estudiantes de interpretación además de los profesionales. Por otra parte debido al éxito de la comunicación por Yahoo, fue rechazado el uso de las herramientas de comunicación del Babels por razones diversas (falta de la familiaridad con las herramientas de TI, exceso de emails y comunicados de otras regiones, consenso en relación a la eficacia del grupo Yahoo, ‘tecnofobia’…). Sin embargo, tuvimos siempre cuidado en poner una copia de las actas de nuestras reuniones y de los principales comunicados en el sitio de Babels, en el sector destinado al Brasil. El responsable para esta tarea fue Juan Doblas, que trabajó junto con Luis Gustavo en SP. De esta forma cualquier miembro de la red podría, en caso de que estuviese interesado, estar informado en lo referente a nuestras actividades.
Debido a la decisión concentrar la selección en los profesionales y en los alumnos de interpretación, el entrenamiento fue dejado en segundo plano. Tal decisión también fue reforzada por el hecho de no disponer de la ayuda de una institución que pudiese ofrecer un lugar apropiado para las prácticas de interpretación.
De forma paralela, nuestro coordinador Pascal se desvinculó del proyecto por razones profesionales. Erica Resende asumió sus funciones, contando con la ayuda de Marcelo Neves. Otros intérpretes fueron designados responsables del proceso de la evaluación y del entrenamiento de voluntarios sin experiencia.
Con el aumento de nuestro contingente de 60 para 90 personas, y debido a la demanda de nativos de alemán, de italiano y de otros idiomas, decidimos seleccionar a no-profesionales entre los voluntarios de la base de datos del Babels. De los de cerca de 180 voluntarios (números de noviembre) disponibles en la región de Río De Janeiro, seleccionamos cerca de 50 nombres de no profesionales que presentaron un perfil adecuado al evento (nativos de PT, EN, FR, DE y IT con conocimiento pasivo de por lo menos dos idiomas extranjeros). Todos fueron invitados a una sesión de evaluación que se llevó a cabo en diciembre. Dividimos el contingente según las diferentes combinaciones lingüísticas. La evaluación fue hecha por un intérprete profesional nativo de cada lengua (Pascal y Annie, francés; Rebecca y Erica, EN; Luciana Ache y Kena, ES). Debido a la falta de los intérpretes profesionales nativos de IT y DE, no fue posible hacer una evaluación más sólida de los voluntarios nativos de estas idiomas sin experiencia.
Solamente en enero conseguimos usar una sala del IBASE, pero debido a las vacaciones escolares, a las fiestas de fin de año y a los compromisos profesionales de los intérpretes, el entrenamiento fue insuficiente. En total promovemos cerca de 8 sesiones de evaluación/entrenamiento, con un intérprete profesional como instructor y 4 o 5 alumnos debutantes.
Debemos subrayar que en las primeras semanas de enero recibimos un número enorme de candidatos de última hora, haciendo que el número de voluntarios pasase de 180 para cerca de 220. La adhesión de nuevos voluntarios fue aceptada solamente en casos excepcionales: nativos de FR, HE, AR o profesionales que adhiriesen a la movilización.
Del contingente establecido de 90 voluntarios, movilizamos a 35 profesionales nativos de PT (23), de ES (2), EN (5), FR (2), DE (2), y RU (1), siendo que de los 22 intérpretes nativos PT, cerca de 15 estaban plenamente calificados para trabajar en cabinas EN y FR. Estos nombres fueron enviados por email a Laurent y a German en el principio de enero. El resto de los voluntarios eran debutantes nativos PT, IT, DE y HE, aprobados en sesiones de evaluación promovidas por los intérpretes profesionales responsables para cada lengua pasiva probada.
Paralelamente, procuramos seleccionar intérpretes debutantes que, además del dominio de los idiomas extranjeros, presentasen cualidades diferenciales como titulación o ‘master’ internacional en economía, sociología, ciencias políticas, relaciones internacionales, etc. y calificación en traducción con o sin experiencia en interpretación simultánea. Por decisión consensual entre los dos coordinadores responsables y los cinco intérpretes para la evaluación, seleccionamos a cerca de 5 voluntarios que, a pesar de no presentar las cualidades exigidas, deberían ser estimulados para participar de una experiencia como el FSM. La idea de la creación de una cota de participantes con esas características había sido discutida y acordada en reuniones anteriores en Rio. Esas personas, por no ser aptas para hacer interpretación, recibieron tareas relacionadas con la coordinación de salas y otras tareas de coordinación. La lista que enumeraba estos nombres fue transmitida para Laurent y para Yann.
Como aspecto negativo del proceso de selección y entrenamiento, resaltamos la falta de espacio adecuado para la realización de entrenamiento (as dos escuelas de interpretación negaron acceso a las salas de entrenamiento), el calendario de fin de año que coincide con el final del año escolar, las vacaciones de algunos voluntarios que dejaron de leer sus emails, las fiestas de fin de año, etc., y la ausencia de material de entrenamiento en PT en el DVD preparado por la Ecos (los debutantes nativos de IT, DE, HE, FR, EN y ES no tuvieron acceso a las conferencias grabadas en PT para interpretar para sus idiomas respectivos). Las soluciones alternativas encontradas (grabaciones de vídeo y de la radio) no fueron satisfactorias.
Como aspecto positivo, destacamos el alto número de profesionales movilizados en Río De Janeiro. Este número habría podido alcanzar cerca de 50, pero muchos desistieron debido a los compromisos profesionales adquiridos en la semana del FSM, y, sobre todo, debido a la falta de definición referente al alojamiento y a la emisión del boleto. Entendemos que la movilización de cerca de 60 a 80 intérpretes profesionales en Río De Janeiro podría ser posible en los próximos dos años.
Finalmente, debemos comentar la cuestión del alojamiento y del boleto aéreo. Los boletos habían comenzado a ser emitidos solamente entre el 18 y el 21 de enero, coincidiendo con los días festivos del 20 al 24 de enero en Río De Janeiro y solamente 4 días antes de la fecha prevista de llegada en Porto Alegre. En este sentido, y debido al día festivo en São Paulo del día 25, la coordinadora local tuvo que supervisar la emisión de cerca de 90 boletos - con las inevitables alteraciones de horario - en un período de 96 horas.
Paralelamente, debido al periodo festivo en Río De Janeiro (del jueves al domingo), varios voluntarios se encontraban fuera de la ciudad y sin acceso a Internet. Fue por esa razón que ciertos boletos electrónicos no fueron emitidos antes del embarque, algunos voluntarios perdieron el vuelo, etc. Por otra parte, como la emisión fue tardía, no fue posible conseguir los mejores precios y las fechas más apropiadas de vuelo. Acabamos llegando un o dos días después de lo ideal y saliendo dos o tres días después de lo necesario, lo que generó gastos adicionales de alojamiento.
Nuestra sugerencia en este sentido es localizar y dar la autonomía al proceso de la emisión de vuelos para conseguir precios mejores comprando boletos como vuelo de grupo y no como boletos individuales. Ello también contribuiría a dar más tranquilidad a quien espera una definición sobre la ida al FSM.
Evaluación y recomendaciones:
1. El grupo de 90 voluntarios fue muy grande y diverso. Pretendemos hacer una evaluación sobre la participación para poder reducir el grupo de los voluntarios de Rio, buscando elevar el número de intérpretes profesionales participantes. Ya estamos trabajando en esa dirección. Nuestro objetivo es alcanzar 60 intérpretes en 2 años. Tal decisión representa nuestra opción por la calidad y la versatilidad lingüística frente a la cantidad de voluntarios. Para ello motivaremos a nuestros colegas de Rio para adherir a Babels y haremos movilizaciones en las escuelas de interpretación de Rio (lo que no fue hecho esta vez).
2. Los voluntarios sin experiencia que se destacaron en Porto Alegre, demostrando potencial para la interpretación simultánea, serán considerados y estimulados a hacer un entrenamiento más intensivo para los acontecimientos futuros del FSM.
3. Todos los intérpretes profesionales de Rio se quejaron por no haber tenido más turnos, entendiendo que habrían podido trabajar 3 turnos por día. La opinión es que el FSM es un acontecimiento anormal, que no puede ser comparado con otros eventos tradicionales del mercado brasileño de la interpretación. Por estas razones aumenta la disposición para trabajar un poco más que los debutantes. Tal argumento se justifica aún así más cuando percibimos que uno de los criterios para el alojamiento es que se debía reservar los cuartos en hotel para los profesionales porque tendrían una carga de un trabajo más grande que la de los debutantes, necesitando, por lo tanto de más descanso.
4. Dar más autonomía la coordinación local en relación a la emisión del boleto, al alojamiento, acogida, etc. Solo aquellos que se encuentran en el nivel local tienen conocimiento adecuado de sus necesidades de las mejores opciones para el transporte, por ejemplo.
5. Creemos que la percepción general del FSM como experiencia positiva para los intérpretes profesionales puede motivar a nuestros colegas de Rio para adherir a la red, venciendo, de esta forma, la resistencia y la amenaza anunciada de represalias. Por lo tanto, en vez de dirigir recursos y energías para el entrenamiento de debutantes, pretendemos realizar una campaña de clarificación del mercado profesional local, para motivar y movilizar un número cada vez mayor de profesionales locales. La superación de los problemas ocasionados por la emisión atrasada de boletos aéreos y de la incertidumbre asociada al alojamiento ya motivaría a un contingente de casi 10 profesionales.
6. Finalmente, deseamos unirnos más a los grupos locales brasileños, más específicamente a la región del sur, a São Paulo y al noroeste (ya existe una alianza intensa entre Rio, el Centro-Oeste y el norte). Entendemos que debe existir un intercambio más grande de ideas y de información entre estos grupos de modo que podemos dejar de ser percibidos como Babels Rio, Babels SP, Babels Centro-Oeste, para pasar a ser Babels Brasil.
We only became aware of the size of the Babels network in Porto Alegre, with its parallel projects such as Lexicon, partnership with Nomad, communication instruments, database, etc. At the next meeting, we decided to step up mobilization to reach the number of 60 volunteers, and decided to include interpreting students in addition to professionals. Meanwhile, due to the success of our communication via the Yahoo site, the use of Babels communications tools was rejected for a number of reasons (lack of familiarity with IT tools, consensus regarding effectiveness of communication via the Yahoo list, excessive number of emails and communications from other regions, 'technophobia', etc.). Nonetheless, we made sure to always copy the minutes of our meetings and major communications to the Babels site, in the part dedicated to Brazil. The person responsible for this task was Juan Doblas, who worked together with Luis Gustavo in São Paulo. This ensured that any member of the network could, if interested, become informed regarding our activities.
Lastly, we must comment on the issue of housing and tickets. Tickets only began to be issued from January 18th to 21st, coinciding with the holiday in Rio de Janeiro and only 4 days before the planned arrival date in Porto Alegre. Therefore, and also due to a municipal holiday in São Paulo on January 25th, local coordinators were obliged to oversee the issue of some 90 tickets - with their respective and unavoidable alterations of flight schedules - all in a period of 96 hours.
6. Lastly, we wish to straiten ties with other local Brazilian groups, specifically regions South, São Paulo and the Northeast (an intense partnership already exists between regions Rio, Mid-West and North). We believe that a greater exchange of ideas and information should take place amongst these groups so that we can move away from being perceived as Babels Rio, Babels SP, Babel Mid-West, etc., to become Babels Brazil.
WSF Selection Process Report – Regions North/ Northeast – Brazil
In early December, I received the ECOS training DVDs. I made copies and distributed them to the registered volunteers in Belém and encouraged those in other regions to request or download them.
4) Evaluate our 'carrying capacity' – how many reliable interpreters we can provide – instead of receiving the number needed and filling that number with people who are unable to do the job (quality vs quantity).
Para el FSM 2005 ,Babels Colombia aceptó las decisiones tomadas en POA en la reunión de Agosto sobre la selección.Allí se definieron varias etapas como consta en INFO ....
El proceso de Movilización y el de selección estuvieron coordinados estrechamente.
Se confirmaron los intérpretes PROFESIONALES ,residentes en Colombia y que habían estado en Quito así como los de Experiencia.Se envió un mail automático a todos los inscritos, y a partir de su respuesta de aceptación(algunos profesionales no respondieron) se fue haciendo la lista de seleccionados.
Se hicieron reuniones de movilización,y se difundió el llamado a través de universidades,escuelas de Lenguas,radios comunitarias,con el fin de que los interesados se inscribieran y comenzaran la preparación.
Los profesionales voluntarios,con disponibilidad de tiempo ,integrantes de Babels que nos habían acompañado en Quito formaron un grupo responsable de la selección para POA y se dividieron por Lenguas:Inglés,Francés y Portugués,para asesorar y guiar a los futuros debutantes ,voluntarios para POA.Se escribieron documentos con ejercicios que cada cual podía realizar por si mismo,reflexiones sobre que es la interpretaciön y que se espera de un traductor y se acordó una fecha para la evaluacion de voluntarios.(Estos documentos fueron enviados a numerosos coordinadores locales o intérpretes aislados que deseaban entrenarse por su cuenta).
Cuarta Etapa.Evaluación definitiva:
Esta fecha fue el día 4 de diciembre,durante el FORO SOCIAL COLOMBIA, ya que las conferencias y el ambiente ofrecían una situación real,con un público vivo aunque no estuviera siguiendo la traducción ,y el voluntario sin experiencia podía evaluar realmente su habilidad para hacerlo,además de entrar en contacto con el vocabulario del proceso Foro.
Allí los profesionales encargados de la evaluación ,despues del feed back correspondiente,hicieron una lista de candidatos hábiles para POA,con sus puntos fuertes y débiles,y algunos de estos fueron llevados a participar en POA, además de los nuevos profesionales Babels que no estaban inscritos para el FSA.
En Colombia carecemos de Escuelas de Interpretación.la única Facultad de interpretación en Bogotá se cerró en el año 1975.Los nuevos profesionales han tenido que estudiar fuera y hay muchos que se han hecho en la práctica y viven de ello.
En su gran mayoría los integrantes de Babels Colombia para POA forman parte del grupo de intérpretes profesionales de Colombia y son personas mayores de gran recorrido y calidad reconocida internacionalmente.
Respetando los principios de Babels,se llevaron 3 First experience,avalados por los profesionales,así como a algunos ocasionales,pero seguros de la calidad y responsabilidad de su participación.Hubiera sido muy frustrante que los voluntarios se prepararan y esforzaran parta luego decirles que a POA sólo irían los profesionales.Si Babels promete,debemos cumplir siempre y cuando la calidad esté esegurada.
Este concepto de la calidad es muy importante,y para el futuro mas vale que seamos pocos pero buenos, que muchos y pésimos.Hay que continuar preparándose para los próximos Foros y poder garantizar al público y a las organizaciones del Foro una interpretación de calidad, no solo a través de los intérpretes que estuvimos presentes y firmes donde se nos requirió,sino con un equipo igualmente fiable y de calidad de sonido,para poder hacer un trabajo profasional como lo merecen los que estamos luchando por un mundo mejor.
La gran frustración después de tres foros,Mumbai,Quito y POA es que no hemos podido realizar un trabajo satisfactorio para todos por falta de equipo.Intérpretes sin equipo no podemos trabajar,no todos manejan las técnicas de la consecutiva y el chuchotage es contaproducente desde muchos aspectos.Allí es donde debemos centrar nuestra reflexión, que pasa con el equipo?Nomad es un proyecto fabuloso, pero debemos replantear las relaciones Babels Nomad.Muchos no desean participar mas si no tienen los instrumentos profesionales adecuados para realizar su labor a cabalidad.
Perdón por lo sumario de este resumen, pero he estado fuera de la ciudad y soy la última que falta.
Tomé la coordinación Babels Ecuador para el FSM 2005 luego de haber participado como intérprete en el Foro Social de las Américas. Por la falta de tiempo, mi nivel de colaboración se limitó a reunir y capacitar intérpretes y principiantes.
Para iniciar, recibí de la Coordinación Colombia una lista de aproximadamente 60 personas que se habían inscrito. Si bien yo me propuse como contacto en Ecuador, era necesario reunir a las personas que supuestamente estaban interesadas para saber si estarían de acuerdo, ya que había otra persona que también planteó su interés, Jorge León. A vuelta de correo, recibí un gran número de confirmaciones de asistencia a la primera reunión de Babels Ecuador, que se había convocado en las oficinas de Jorge. Curiosamente, a pesar de ciertas confirmaciones, nadie más que Jorge y yo asistimos a esa primera “reunión”. De todas maneras, insistí en mi interés en coordinar Babels acá y en eso se quedó ya que Jorge a la final dijo que no tenía tiempo.
El segundo paso fue informar acerca de la reunión fallida y convocar a una nueva. Poco después, alrededor de octubre, realizamos la primera reunión con cuatro personas interesadas en colaborar: una estudiante de Lenguas Aplicadas a Negocios, primera experiencia, con inglés y francés; un estudiante de ingeniería en sistemas que había colaborado en el Foro de las Américas, con francés; un antropólogo con experiencia en interpretación en inglés; y yo, la única intérprete profesional, con inglés y español como activos y francés, italiano y portugués como pasivos.
De ahí en adelante, continué convocando por un mes a todas las personas a las que había escrito en un inicio, a pesar de que a la final el grupo estable, junto con las personas arriba indicadas, quedó en seis personas, incluyéndome. Comenzamos los entrenamientos de una forma totalmente rudimentaria, ya que ninguno tenía acceso a equipos sin costo. Lo que yo hice con algunas personas fue llevarles a la cabina cuando yo trabajaba, por lo menos para que vieran lo que estaban por hacer. Mientras tanto, practicábamos con textos que yo tenía sobre casi todos los temas que se iba a tratar en el Foro. Trabajábamos con grabaciones caseras en dos vías, con la televisión y DVD.
Con el pasar de los meses se unieron tres personas más a las que fuimos poniendo al día, con inglés y francés. Unas dos semanas antes de la fecha del Foro, fui informada que se requería más gente, así es que acepté a una persona a la que no conocía y que nunca tuvo ningún tipo de entrenamiento, cosa que informé. También en los últimos días, averigüé que estaba inscrita una intérprete con mucha experiencia en portugués a la que yo no conocía e invité a las dos últimas reuniones. Ella tiene mucha experiencia, así es que también ayudó a dar los “últimos toques” en recomendaciones y técnicas a los novatos. Los únicos otros dos profesionales que aceptaron, a último momento tuvieron que negarse por motivos personales.
Las convocatorias fueron hechas en el medio de traductores profesionales y de estudiantes. Debido a la falta de tiempo, realmente no pude contactarme en forma más oficial con escuelas de lenguas, especialmente en el idioma quichua, que no llevó la delegación ecuatoriana (ahora estoy trabajando en ello).
Al igual que en otros lugares, en el Ecuador no existe una escuela de Interpretación, así es que no tuvimos un lugar “oficial” a dónde acudir.
En mi opinión acerca del proceso de selección, leí algún correo en donde alguna coordinadora (Argentina, me parece) solicitaba fondos para la preparación de los principiantes. Si bien yo no la apoyé con un email, ya había pensado que esos serían fondos muy bien invertidos desde todo punto de vista: conseguir mayor calidad, dar oportunidades profesionales a futuros potenciales intérpretes y acercar a más gente al Foro de una manera más profesional.
Maricruz González C.
@@===Perú (reporte en ES/PT/EN)===@@
**Detalle del proceso de selección de Perú para el voluntariado de Babels en el FSM 2005.**
Consistió en dos partes: a) Recolección de información y b) entrevista.
**Recolección de Datos**
1. Se envió una invitación a l@s voluntari@s seleccionad@s a partir de la base de datos de Babels y de otras fuentes (base de datos de Babels, recomendaciones confiables, respuestas al llamado enviado al Colegio Peruano de Traductores y a las dos universidades que ofrecen la carrera de Traducción e Interpretación, así como de correos electrónicos recibidos por medio de la dirección fsm-peru@babels.org).
2. Se respondieron los correos electrónicos y se solicitó una descripción breve y detallada sobre la experiencia en interpretación.
3. Se recibieron y revisaron los résumés y la información sobre la experiencia previa.
4. Se cotejaron los datos con la información incluida en la base de datos de Babels.
5. Se creó una base de datos para el grupo de Perú.
6. Se llamó a l@s voluntari@s seleccionad@s a una entrevista personal en la que se verificó la información proporcionada y se evaluaron las capacidades de comunicación, entre otros factores (disposición, actitud, etc.)
7. Según eso, l@s voluntari@s pasaron por el proceso de confirmación acordado: “shortlist”, “confirmed”, etc.
Fue una entrevista informal que duró aproximadamente de 30 a 45 minutos, de acuerdo con la combinación de idiomas.
2. Experiencia en interpretación (tipo de eventos, temas, referencias, etc.).
5. Principales razones para hacer voluntariado como intérprete de Babels en el FSM.
**Metodología de la entrevista**
La entrevista se realizó en los idiomas señalados por l@s voluntari@s; los cuales se intercalaban, sin aviso previo, durante la conversación.
Los idiomas utilizados fueron: español, francés, inglés, portugués, italiano y alemán.
No fue posible evaluar el conocimiento lingüístico del idioma Quechua. Por consiguiente, l@s intérpretes de quechua presentaron résumés documentados y fueron intérpretes que habían participado como voluntari@s en el FSA de Quito. Sólo se entrevistó a un@ de ell@s.
Para la selección, se consideraron los siguientes aspectos:
2. La falta de infraestructura para realizar talleres de capacitación en Lima (sólo dos veces se pudo usar el laboratorio de interpretación de una de las dos universidades peruanas con la carrera de Interpretación).
3. Mi responsabilidad como coordinadora para BabelsPerú por las personas que había entrevistado (en relación con este punto, es importante observar que los procesos verticales y los procesos que implican y requieren supervisión y control de calidad son dos cosas diferentes y que la falta de estos últimos podría poner los objetivos de Babels en riesgo, así como los contenidos y objetivos del FSM).
(Esta información también está relacionada con los parámetros de selección).
Durante el primer taller, los equipos no funcionaron y se distribuyó material informativo sobre Babels. Se abordaron temas como Derechos Humanos y otros relacionados y dos voluntarias ofrecieron hablar sobre su experiencia previa en el FSA de Quito. Se compartieron ideas y experiencias de interpretación.
En el segundo taller tuvimos acceso al laboratorio pero no se pudo usar la computadora ni el DVD para abrir los archivos por lo que se leí y grabé las transcripciones de foros anteriores mientras l@s voluntari@s escuchaban y posteriormente tod@s volvimos a escuchar e interpretar mis grabaciones mientras la profesora Esther nos supervisaba. Al final de ese taller, los equipos no funcionaron bien y no pudimos escuchar nuestras interpretaciones. También se comentó en grupo el tema de la ética de la interpretación y del trabajo voluntario.
La selección de intérpretes no profesionales y de primera experiencia que participaron en el grupo peruano FSM 2005, con excepción de l@s intérpretes de quechua, se basó en el dominio de un tercer o cuarto idioma, además del idioma inglés y de sus habilidades de comunicación. Aún así, también fue arriesgado en términos de calidad debido a la falta de infraestructura para la capacitación.
La comunicación con tod@s l@s voluntari@s de Perú fue permanente y fluida durante todo el proceso.
Babels-Perú
**Detalhe do processo de seleção no Peru para Babels no FSM2005.**
(Original: Inglês)
1- O chamado foi enviado aos voluntári@s selecionad@s da base de dados Babels e das outras fontes (recomendações confiáveis, respostas ao chamado enviado à Associação Peruana de Tradutores e às duas Universidades de Interpretação, bem como as mensagens recebidas em: fsm-peru@babels.org).
2- Se responderam as mensagens pedindo uma descrição detalhada da experiência em interpretação.
3- Os résumés foram recebidos e examinados, assim como informação sobre a experiência.
4- Os dados foram comprovados com a informação da base de dados da Babels.
6- Chamou-se aos voluntári@s selecionados a uma entrevista pessoal onde se comprovou a informação fornecida e as capacidades de comunicação, entre outros fatores (vontade, atitude, etc.).
7- Segundo a informação recebida e comprovada na entrevista, @s voluntári@s passaram pelo processo de confirmação combinado: ‘shortlist’, confirmed’, etc.
2- Experiência de interpretação (tipo de eventos, temas, referências, etc.).
4- Consciência sobre o FSM.
5- Principais razões/motivação para se oferecer como intérprete voluntári@ de Babels no FSM.
A entrevista foi realizada trocando espontaneamente de um idioma para outro, segundo os idiomas d@ voluntári@.
Idiomas usados: espanhol, francês, inglês, português, italiano, e alemão.
Não havia a possibilidade de avaliar o conhecimento lingüístico do quechua. Portanto, @s intérpretes de quechua apresentaram résumés documentados e foram intérpretes que também tinham participado como voluntári@s no FSA de Quito. Um deles foi entrevistado.
Para a seleção, foram levados em conta os seguintes aspectos:
1– Qualidade versus quantidade.
2– A falta de infra-estrutura para treinamento permanente ou freqüente ou para realizar oficinas em Lima (só duas vezes usaram-se os laboratórios de interpretação de uma das duas Universidades peruanas para Interpretação).
3- A minha responsabilidade como coordenadora para BabelsPeru pelas pessoas que tinha entrevistado (com relação a esse ponto, por favor é preciso observar que os processos verticais e aqueles que requerem controle de qualidade e vigilância não devem se confundir porque a falta destes últimos poderia pôr as metas da Babels em risco, assim como os conteúdos e finalidades do FSM).
(Essa informação também está associada aos parâmetros de seleção)
Durante a primeira, o equipamento não funcionou; se entregou material informativo sobre Babels e se abordo o tema dos direitos humanos e outros temas relacionados. Também, duas voluntárias falaram sobre suas experiências anteriores no FSA de Quito. Também se discutiram idéias e experiências de interpretação.
Na segunda oficina, mesmo tendo conseguido usar o laboratório foi impossível usar o computador ou DVD para abrir os arquivos. Contudo, as transcrições dos fóruns anteriores foram lidas e gravadas enquanto @s voluntári@s escutavam e depois todos nós escutamos novamente e interpretamos. Nossas interpretações foram supervisadas pela professora Esther. O equipamento não funcionou bem e não conseguimos ouvir as nossas interpretações. Também se discutiu sobre a interpretação e ética de trabalho voluntário.
Os intérpretes não profissionais de primeira-experiência que participaram no grupo peruano para o FSM2005, com a exceção dos intérpretes de quechua, foram eleitos com base no seu domínio de um terceiro ou quarto idioma, além do inglês, e suas capacidades de comunicação. Mesmo assim, isto não deixava de ser um risco devido à falta de infra-estrutura para o treinamento.
Houve comunicação permanente por correio eletrônico com tod@s @s voluntári@s peruan@s durante todo o processo de seleção.
3- Résumés were received and reviewed, as well as information on experience.
7- According to that, volunteers went through the agreed confirmation process: ‘shortlist’, ‘confirmed’, etc.
The interview was carried out switching from one language into another without giving notice of it beforehand, according to the volunteer’s languages.
There was not the possibility of assessing linguistic knowledge of Quechua. Therefore, Quechua interpreters submitted documented résumés and were interpreters who had also volunteered in the Quito FSA. One of them was interviewed.
1 – Quality versus quantity.
2 – The lack of infrastructure for permanent or frequent training or workshops in Lima (only twice interpretation laboratories of one of the two Peruvian Universities for Interpretation were used for workshops).
3 – My responsibility, as coordinator for BabelsPeru for the people I had interviewed (in relation to this point, please note that vertical processes and surveillance/quality control should not be confused because the lack of the latter could put Babels’ goals at risk, as well as the WSF contents and purposes).
During the first one, the equipment didn’t work; informative material on Babels was handed out. Human Rights and related topics were addressed and two volunteers offered to talk about their previous experiences in the Quito FSA. Ideas and interpretation experiences were also shared.
In the second workshop, although we had the laboratory it was impossible to use the computer or DVD to open the files. However, transcripts from previous forums were read and recorded while volunteers listened and then we all listened again and interpreted. Interpretations were supervised by Professor Esther. The equipment didn’t work well and we couldn’t listen to our interpretations. Interpretation and volunteer job ethics were also shared and discussed.
INFORME ACERCA DEL PROCESO DE SELECCIÓN EN URUGUAY
A continuación transcribo los informes escritos por los coordinadores de idioma, respecto al proceso de práctica, evaluación y selección de los voluntarios uruguayos. Los informes están separados por idioma ya que los procesos fueron diferentes, sin embargo antes de la trascripción cabe señalar algunas cuestiones que se aplican a todos ellos:
- Las reuniones generales de Babels UY tuvieron cada vez menos convocatoria a medida que se acercaba el FSM, por lo que los grupos de cada idioma se fueron reuniendo en distintas instancias para realizar sus prácticas. A excepción de inglés, grupo que tuvo más inscriptos, algunos de los cuales no participaron de instancias de práctica, el resto de los grupos se reunían periódicamente.
- Cada grupo fue buscando la manera de conseguir materiales e información acerca cómo enfrentarse a una situación de interpretación, ya que casi la totalidad de los voluntarios no tenían experiencia. No contábamos con la participación de ningún intérprete profesional.
- No pudimos realizar ninguna instancia previa al FSM en cabina, ya que no contábamos con equipos ni posibilidad de conseguirlos.
- Las posibilidades de conseguir audios en las distintas lenguas acerca de temáticas relacionadas al FSM fueron reducidas ya que muy pocos podían acceder a conexiones de internet con las velocidades y anchos de banda necesarios para poder hacerlo. Por lo que se tendió a bajar textos de la página web del FSM, muchos de los cuales eran leídos o grabados por uno de los voluntarios para que otro pudiera interpretarlos.
- En Uruguay no hay ninguna escuela o facultad en que pueda uno formarse como intérprete. Por esta razón, la posibilidad de estar en POA fue tan importante para nosotros como instancia de formación, algo más "formal" que nuestras prácticas, que a pesar de hacerse con mucho empeño y tratando de alcanzar la mayor calidad posible, carecían de guía profesional. Muchos pudimos beneficiarnos de los consejos, explicaciones, estrategias, etc. de intérpretes profesionales que se mostraron muy interesados en compartir sus conocimientos con nosotros. Por lo que ahora estamos en mejores condiciones para continuar practicando y formándonos para futuras instancias. Es importante destacar que casi la mayoría de las personas que estuvieron en POA han continuado participando de las actividades propuestas, y han mostrado más compromiso con Babels y con los distintos proyectos que se han planteado en Uruguay.
- Si bien éramos concientes de nuestras escasas posibilidades desde el principio, y a pesar de no lograr conformar un gran grupo de trabajo antes de POA, quienes se hicieron cargo de nuestra participación, pusieron mucho cuidado al respecto del manejo de las lenguas. La mayoría de los voluntarios eran profesores, traductores públicos o estudiantes avanzados de esta carrera, o estudiantes avanzados de las lenguas a partir de las cuales iban a interpretar, algunos incluso habían vivido en países en que se hablaba su L2 o habían recibido formación académica en esa lengua.
INGLÉS
“El proceso de selección en inglés consistió en realizar evaluaciones, es decir pruebas o simulacros de interpretación en base a audios del sitio web de Babels, que luego eran cotejados, por un lado con el texto en el idioma original para verificar errores de contenido en la interpretación y luego se verificaba solamente el dominio del español, si se hacía un uso correcto del idioma. Si el discurso tenia sentido por si solo.
De las personas anotadas en inglés que eran cerca de 80, solamente vinieron 10 a realizar la evaluación, de las cuales quedaron 8 seleccionadas. Las personas evaluadas en su mayoría tenían practica de las reuniones de Babels, habían realizado algunos ejercicios de interpretación previos, aunque no se trató de intérpretes profesionales en la mayoría de los casos.
Se les colocó el audio en inglés de unos 10 minutos para que interpretaran al español. En primer lugar yo me encargué de verificar que la interpretación fuera correcta, estuviera completa, etc. y luego le pedí a otra persona (que tiene español como lengua materna) que escuchara solamente la interpretación, es decir el discurso en español, para que sin saber que se trataba de una interpretación pudiera verificar la corrección del español.
Las interpretaciones se grabaron en la computadora, y fueron revisadas más tarde para poder realizar la tarea con tiempo y poder revisar posibles errores varias veces.
Las personas seleccionadas mostraron buen dominio de ambas lenguas y solvencia para enfrentarse a la situación de interpretar. En el caso de quienes no fueron seleccionados, la decisión se basó en una interpretación pobre e incompleta, que no reflejaba lo que se trasmitía en el discurso con total claridad. El proceso resultó bueno ya que a pesar de los pocos medios con los que contamos, pudimos resolver la clasificación exitosamente.” Mercedes Camps (Coord. En-Uruguay)
PORTUGUÉS
“Proceso de Selección Intérpretes de Portugués-Uruguay: Se trabajó a lo largo de varios meses con prácticas de interpretación sobre grabaciones hechas por nosotras, ya que nunca contamos con material adecuado. Considerando que fuimos 4 intérpretes de pt, en realidad no me sentí capaz de dejar a nadie fuera, a pesar de que en algunos momentos dudé de la capacidad de alguna de nosotras, siendo que me responsabilicé por coordinar
escribe, no puedo evaluar este azaroso proceso de selección, dónde no contamos en ningún momento con equipos adecuados y lo hicimos sobre entrevistas radiales cuyas velocidades distan bastante de una conferencia.
Coordinación PT-Uruguay”
FRANCÉS
“Según lo convenido el sábado 11 de diciembre , el equipo de francés se reunió desde las 15 h a las 18 h . Hubo 7 voluntarias presentes , a saber : Floriane, Sidonie, Olga, Mónica, Dalia, Paula y Lucía. En vistas de que el DVD que nos iba a proporcionar una referencia, no se pudo abrir, decidimos trabajar conjuntamente con casettes de audio y textos leídos. Después de estos tests orales, cada participante manifestó sentirse capaz de afrontar la experiencia.” Lucía Schenone
ALEMÁN
Solamente dos personas conformaron el grupo de alemán. Se realizaron prácticas en las siguientes condiciones: una de las voluntarias leía un texto cuya temática estuviera comprendida en alguna de las 11 áreas del FSM, al mismo tiempo la otra voluntaria realizaba su interpretación del texto leído. De esta manera no sólo se practicaba interpretación sino que además se entraba en contacto con los términos que pudieran aparecer en dichas áreas temáticas. Tras haber realizado este tipo de prácticas durante algunos meses, se realizaron una evaluación en base a la grabación de una conferencia de una temática relacionada a las del FSM, en que el orador era hablante nativo de alemán. Tras haber realizado esta prueba, ambas voluntarias entendieron que se encontraban en condiciones de participar como intérpretes en POA.
Se realizaron prácticas periódicamente durante varios meses, utilizando material relacionado a las temáticas del foro, tanto textos como grabaciones. Al llegar el momento de confirmar su participación en POA los miembros de este equipo entendieron que estaban en condiciones de participar como intérpretes. No hubo instancias de evaluación sino de reflexión en cuanto a la capacidad de cada uno.
Deletions:
-""Poa2005"": initially 3 people were responding to emails sent to this address (Laurent, Mónica, Bruno). Laurent left by mid-October in order to take care of ""poa2005-viaje"". Bruno left in November for personal reasons. Mónica was left alone to respond to all incoming emails in December and January.
-""Poa2005-viaje"": initially 1 person (Laurent). One more person arrived to help by the end of December (Germán). There was never more than 1 person really working on travel at any given time. In January, Laurent and Germán were both working, one was in charge of making the reports and the lists from the database, while the other was concretely working with the travel agency and with the interpreters.
These decisions were made thanks to an open discussion started on July 22 in the Forum and publicized widely: an e-mail was sent at that time to all people volunteering to the WSF05 and to all people who had volunteered to the WSF04, inviting them to discuss the selection methodology. This discussion was launched a month after the publication of the “Call for volunteers” (official start of the WSF05 project: See Intermediary Report http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=626#626 explaining the stages that lead to the Call). This discussion generated 135 posts in three different languages, which were read 11 815 times (this number does not correspond to single users).
~&Para modificar la página: 'Edit page' en el menú abajo. Y cuando acabaron: #%Store#%.
==São Paulo (report in EN)==
I work in BABELS São Paulo and I started working in the written translation group. Then I migrate to the simultaneous interpreting group and helped reading and answering e-mails of newcomers until before the Forum starts. During the Forum I was supposed to work only in interpreting.There were a lot of things to do so I worked two days in the written translation and two days in the International Council Meeting doing the interpretation in the English to Spanish booth. I helped in the Booth Planification group while I was in Gasometro at night. I participated in the Latin America meetings and coordinate the last meeting.
Selection Methodology from São Paulo.
BABELS started in São Paulo in August 2004. In the first meetings there were a lot of different people each coming over and the WSF and BABELS history and work had to be explained to the new people over and over again.
The Written Translation Group began with Monica Nehr and I doing the translations and mobilising those who wanted to join the team. We established a test for the newcomers and they had to take it in order we could evaluate their work. Monica did the job of coordinating these group and give / pass the translations for the rest of us. She managed to do it and the São Paulo written translation group contributed in the WSF website office during the WSF2005.
The Mobilization Group took the list of people who live in São Paulo registered in the BABELS site and started to call those to the meetings. There were 4 people each one calling to 50 other people. After that we replied the e-mails from people.
Two coordinators of these team (Henrique and Patrícia) are former students of a interpreting college in São Paulo, UNIBERO. They talked with their teachers and the school let us use their “laboratory”, a room with capacity for more or less 60 people seated, a booth with for 3 people and all the necessary equipment. We did a training process wih volunteers and profesionals since September 2004 until 2 weeks before the beginning of the Forum. We asked a lot of people of social movements to come and give speeches or sometimes we had prints of the material of the other WSFs founded in the WSF website.
We (Henrique, Graziela, Leda, Luis, Monica and Patricia) agreed with some points in order to select those who would go to POA. 1. Everybody had to get in the booth and talk. Even those who were profesionals had to do it. We had to listen to all. So there were some people who thought they would go and didn’t come into the booth in the last minute. We had to listen to everybody and before saying yes or no to the person we talked with each other to see if there would be another chance or not. We specify criterias like shadowing (interpreter follows the person who is speaking), “bring the text” (bring the idea of the speech, the sentence), general knowledge of the topic, (know the specific terms of the WSF debates), pauses, if the person breathed in the microphone or not and the atitude of the person towards others inside and outside the booth.
We think we did a selection proccess that brought people who can deal technically and psychologically (very important) inside the booth. In the first meeting they didn’t know nothing or little about interpreting and/or Social Movements / Social Forums.
We brought to Porto Alegre 47 people of Interpreting Group, 15 people of Written Translation Group and 3 people of Room Coordination Group. Total = 65 people from São Paulo. People should meet the alredy mentioned standards in order to get into the booth / write a good translation to perform a good job.
Of course it’s not only roses here. We had problems, of course we had them.
1.Those people who live in São Paulo and came from these city without training and selecting. Those people are selected by other coordinators in BABELS.
BABELS must have mechanisms to select those people who are not performing well. We somehow manage to do that in São Paulo by having specific criteria for the selecting process. It was clear for everybody that there were rules and those who didn’t follow the rules didn’t go. There were procedures and common agreements on the minimum requirements. So no one could talk later that there was something personal.
BABELS - São Paulo
BABELS - São Paulo
O processo de mobilização no Rio de Janeiro começou no final de outubro, em uma reunião no IBASE sobre a apresentação do projeto da Babels. Estavam presentes cerca de 10 intérpretes profissionais, sendo que Pascal era o então responsável pela coordenação local. Decidimos motivar outros colegas que atuam o mercado do Rio e marcamos um novo encontro para início de novembro. A fim de facilitar a comunicação entre os intérpretes, decidimos abrir um grupo no site Yahoo. Nosso objetivo era mobilizar cerca de 40 a 50 profissionais do Rio de Janeiro dentre colegas atuantes no mercado e ex-alunos das escolas de interpretação cariocas.
Em início de novembro, percebemos que poucos haviam se inscrito no site como voluntários, pois deixaram de receber os emails de confirmação de participação no FSM. Fizemos uma convocatória geral para que todos os interessados se inscrevessem no site e regularizassem sua ficha no banco de dados. Escolhemos Erica Resende para ir a Porto Alegre para a reunião do CI.
Somente em Porto Alegre tomamos ciência da plenitude da rede Babels, os projetos paralelos como Lexicon, a parceria com Nomad, os instrumentos de comunicação, o banco de dados, etc. Na reunião seguinte, decidimos aumentar a mobilização para atingir o número de 60 voluntários, passando a incluir estudantes de interpretação, além dos profissionais. Por outro lado, devido ao sucesso da comunicação via Yahoo, foi rejeitado o uso das ferramentas de comunicação da Babels por diversos motivos (falta de familiaridade com ferramentas de TI, consenso em relação à eficácia da comunicação na lista Yahoo, excesso de emails e comunicados de outras regiões, “tecnofobia”, entre outros). No entanto, tivemos o cuidado de sempre colocar uma cópia das atas de nossas reuniões e principais comunicados no site da Babels, na parte destinada ao Brasil. O responsável por essa tarefa foi Juan Doblas, que trabalhou em parceria com Luis Gustavo em SP. Dessa forma qualquer membro da rede poderia, caso interessado, informar-se acerca de nossas atividades.
Devido à decisão de concentrar a seleção em profissionais e alunos de interpretação, treinamento foi deixado em segundo plano. Tal decisão também foi alimentada pelo fato de que não pudemos contar com o apoio de uma instituição que nos oferecesse um local apropriado para treinamento de interpretação.
Paralelamente, nosso coordenador Pascal desligou-se do projeto por razões profissionais. Erica Resende assumiu suas funções, contando com a ajuda de Marcelo Neves. Diversos outros intérpretes ficaram responsáveis pelo processo de avaliação e treinamento de voluntários sem experiência.
Com o aumento de nossa cota de 60 para 90 pessoas, e devido à demanda de nativos de alemão, italiano e outros idiomas, decidimos selecionar voluntários não-profissionais a partir do banco de dados da Babels. Dos cerca de 180 voluntários (números de novembro) residentes na região do Rio de Janeiro, selecionamos cerca de 50 nomes de não profissionais que apresentavam um perfil adequado ao evento (nativos de PT, EN, FR, DE e IT com conhecimento passivo de pelo menos duas línguas estrangeiras). Todos foram convidados par uma sessão de avaliação realizada em dezembro. Dividimos o contingente conforme combinação lingüística. A avaliação foi feita por um intérprete profissional nativo de cada idioma (Pascal e Annie, FR; Rebecca e Erica, EN; Luciana Ache e Kena, ES). Por falta de intérpretes profissionais nativos de IT e DE, não foi possível fazer uma avaliação mais sólida dos voluntários sem experiência nativos desses idiomas.
Somente em janeiro conseguimos utilizar uma sala do IBASE, mas, devido às férias escolares, festas de fim de ano e compromissos profissionais dos intérpretes, o treinamento foi insuficiente. No total promovemos cerca de 8 sessões de avaliação/treinamento, com um intérprete profissional como instrutor e cerca de 4 a 5 iniciantes.
Devemos ressaltar que nas primeiras semanas de janeiro recebemos um número enorme de candidatos de última hora, fazendo com que o número de voluntários pulasse de 180 para cerca de 220. A adesão de novos voluntários somente foi aceita em casos excepcionais: nativos de FR, HE, AR ou profissionais que aderiram à mobilização.
Da cota estabelecida de 90 voluntários, mobilizamos 35 profissionais nativos de PT (23), ES (2), EN (5), FR (2), DE (2), e RU (1), sendo que dos 22 intérpretes nativos de PT, cerca de 15 encontravam-se qualificados para trabalhar em cabines de EN e FR. Esses nomes foram encaminhados por email a Laurent e German no início de janeiro. Os demais voluntários eram formados por iniciantes nativos de PT, IT, DE e HE, aprovados nas sessões de avaliação promovidas pelos intérpretes profissionais responsáveis por cada língua passiva testada.
Paralelamente, buscamos selecionar iniciantes que, além do domínio das línguas estrangeiras, apresentavam atributos diferenciais como graduação ou pós-graduação em Economia, Sociologia, Ciência Política, Relações Internacionais, etc. e tradutores qualificação e/ou experiência em interpretação simultânea. Por decisão consensual entre os dois coordenadores e os cinco intérpretes responsáveis pela avaliação, selecionamos cerca de 5 voluntários que, apesar de não apresentarem os atributos exigidos, deveriam ser encorajados a participar de uma experiência como o FSM. A idéia da criação de uma cota nesse sentido havia sido discutida e acordada em reuniões anteriores no Rio. Essas pessoas, por não estarem aptas a fazer interpretação, foram direcionadas para coordenação de sala e outras tarefas de coordenação. A lista contendo esses nomes foi transmitida a Laurent e Yan.
Como aspecto negativo do processo de seleção e treinamento, ressaltamos a falta de espaço adequado para a realização de treinamento (as duas escolas de interpretação opuseram-se ao empréstimos das salas de treinamento), o calendário de fim de ano - que coincide com o fim de ano letivo, férias de diversos voluntários que deixaram de responder emails em tempo hábil, festas de fim de ano, etc., e a ausência de material de treinamento em PT no cd preparado pela Ecos (os iniciantes nativos de IT, DE, HE, FR, EN e ES não tiveram acesso a conferências gravadas em PT para interpretar para seus respectivos idiomas. As soluções alternativas encontradas (gravações de vídeo e rádio) não foram satisfatórias.
Como aspecto positivo, destacamos o alto número de profissionais mobilizados no Rio de Janeiro. Esse número poderia ter atingido cerca de 50, mas muitos desistiram por compromissos profissionais assumidos na semana do FSM, e, sobretudo, por falta de definição acerca de hospedagem e emissão de passagem. Entendemos que a mobilização de cerca de 60 a 80 intérpretes profissionais no Rio de Janeiro seja possível nos próximos dois anos.
Finalmente, devemos comentar a questão de hospedagem e passagem. As passagens somente começaram a ser emitidas ente 18 e 21 de janeiro, coincidindo com o feriado de 20 de janeiro no Rio de Janeiro e a apenas 4 dias da data prevista de chegada em Porto Alegre. Nesse sentido, e devido ao ferido municipal em SP no dia 25, a coordenadora local foi obrigada a supervisionar a emissão de cerca de 90 passagens - com as respectivas e inevitáveis alterações de horários - em um período de 96 horas.
Paralelamente, devido ao feriado prolongado no Rio de Janeiro (de quinta a domingo), diversos voluntários encontravam-se fora da cidade e sem acesso a internet. Por essa razão, diversos e-tickets não foram recebidos a tempo para embarque, voluntários perderam vôo, etc. Além disso, como a emissão foi bastante tardia, não foi possível obter os melhores preços e datas de vôo mais apropriadas. Acabamos chegando um ou dois dias depois do ideal e partindo dois a três dias depois do necessário, o que gerou despesas extras de hospedagem.
Nossa sugestão nesse sentido é localizar e dar autonomia ao processo de emissão de bilhetes a fim de obter melhores preços como vôo de grupo e não bilhetes individuais. Além disso, torna-se menos problemático e preocupante para quem aguarda uma definição acerca da ida ou não ao FSM.
Avaliação e recomendações:
1. O grupo de 90 voluntários foi muito grande e diverso. Pretendemos fazer uma avaliação sobre a participação de forma a enxugar o grupo de voluntários cariocas, buscando elevar o número de intérpretes profissionais participantes. Já estamos trabalhando nesse sentido. Nosso objetivo é atingir 60 intérpretes em 2 anos. Tal decisão representa nossa opção por qualidade e versalitilidade lingüística em vez de quantidade de voluntários. Para tanto motivaremos nossos colegas cariocas a aderirem à Babels e faremos mobilização nas escolas de interpretação cariocas (o que não foi feito desta vez).
2. Voluntários sem experiência que se destacaram em Porto Alegre, mostrando potencial para a interpretação simultânea, serão considerados e incentivados a fazer treinamento mais intensivo para futuros eventos do FSM.
3. A totalidade dos intérpretes profissionais cariocas lamentou não ter feito mais turnos, pois entendiam que poderiam ter trabalhado 3 turnos por dia. A percepção é a de que o FSM é um evento atípico, que não pode ser submetido a uma comparação com eventos tradicionais do mercado de interpretação brasileiro. Por essas razões é grande a disposição em trabalhar um pouco mais do que os iniciantes. Tal argumento se justifica ainda mais quando percebemos que um dos critérios para a hospedagem foi reservar os quartos em hotel para os profissionais porque eles teriam uma carga de trabalho maior do que os demais, necessitando, portanto, de mais repouso.
4. Dar mais autonomia a coordenação local com relação à emissão de passagem, hospedagem, acolhida , etc. Somente aqueles que encontram-se no nível local têm conhecimento sobre suas próprias necessidades e sobre as melhores opções para transporte, por exemplo.
5. Acreditamos que a percepção geral do FSM como uma experiência positiva para os intérpretes profissionais possa motivar nossos colegas cariocas a aderir à rede, vencendo, dessa forma, a resistência e a ameaça de retaliação anunciada. Por essa razão, em vez de direcionar recursos e energias para o treinamento de iniciantes, pretendemos dar início a uma campanha de esclarecimento ao mercado profissional local, de forma e motivar e mobilizar um número maior de profissionais locais. A superação dos problemas decorrentes da emissão tardia de passagens e da indefinição quanto ao local de hospedagem já motivaria um contingente de quase 10 profissionais.
6. Finalmente, desejamos nos unir mais aos grupos locais brasileiros, mais especificamente região Sul, SP e Nordeste (já existe uma intensa aliança entre Rio, Centro-Oeste e Norte). Entendemos que deveria haver um maior intercâmbio de idéias e informações entre esses grupos para que possamos deixar de ser percebidos como Babels Rio, Babels SP, Babel Centro-Oeste, etc., para sermos Babels Brasil.
À Rio, la mobilisation a débuté fin octobre par une réunion au siège de l'IBASE, pour y présenter le projet Babels. Cette réunion a compté sur la présence de 10 interprètes professionnels, le responsable de la coordination locale étant à l'époque Pascal Rubio. Nous avons décidé de motiver d'autres collègues travaillant sur le marché de Rio et nous avons fixé une autre rencontre début novembre. Afin de faciliter la communication entre les interprètes, nous avons décidé d'ouvrir un groupe sur le site Yahoo. Notre but était de mobiliser de 40 à 50 professionnels de Rio, parmi les collègues en activité et les ex-élèves des écoles de formation d'interprètes de la ville.
Début novembre, nous nous sommes rendu compte que très peu d'entre eux s'étaient inscrits comme bénévoles sur le site, car ils ne recevaient plus les e-mails de confirmation de participation au FSM. Nous avons donc lancé une circulaire, invitant tous les intéressés à s'inscrire sur le site et à régulariser leur fiche dans la banque de données. C'est Erica Resende qui a été choisie pour participer à la réunion du CI à Porto Alegre.
Nous n'avons pris connaissance de l'ampleur du réseau Babels qu'à Porto Alegre, où nous ont été présentés les projets parallèles comme Lexicon, le partenariat avec Nomad, les instruments de communication, la banque de données, etc. Lors de la réunion suivante, nous avons décidé d'étendre la mobilisation pour atteindre le chiffre de 60 bénévoles et nous avons alors admis non seulement des professionnels mais aussi des étudiants en interprétation. Par ailleurs, en raison du succès de la communication par Yahoo, l'usage des outils de communication Babels a été rejeté pour diverses raisons (manque de familiarité avec les outils de TI, consensus quant à l'efficacité de la communication sur la liste Yahoo, excès de e-mails et de communiqués d'autres régions, "technophobie", entre autres). Nous avons toutefois pris soin de fournir une copie des comptes rendus de nos réunions et des principaux communiqués sur le site de Babels, dans la section consacrée au Brésil. C'est Juan Doblas qui s'est chargé de cette tâche, en collaboration avec Luis Gustavo, de São Paulo. Tout membre du réseau pouvait donc, s'il le voulait, se maintenir informé de nos activités.
La décision ayant été prise de ne sélectionner que des professionnels et des étudiants en interprétation, la formation n'était pas au nombre de nos soucis majeurs. Le fait de ne pas pouvoir compter sur l'appui d'une institution qui puisse mettre à notre disposition un lieu approprié pour la formation à l'interprétation a également pesé sur cette décision.
Dans le même temps, Pascal, notre coordinateur a dû se retirer du projet pour des raisons d'ordre professionnel. C'est Erica Resende qui a alors assumé ses fonctions, aidée en cela par Marcelo Neves. Divers autres interprètes se sont portés responsables de l'évaluation et de la formation de bénévoles sans expérience.
Notre quota étant passé de 60 à 90 personnes et face à la demande d'interprètes ayant l'allemand, l'italien et d'autres langues comme langue première, nous avons décidé de choisir des bénévoles non-professionnels à partir de la banque de données de Babels. Sur les 180 bénévoles (chiffres de novembre) résidant dans la région de Rio, nous avons retenu environ 50 noms de non professionnels qui correspondaient au profil recherché (PT, EN, FR, DE et IT et ayant au moins deux langues étrangères comme langues passives). Tous ont été invités á une séance d'évaluation réalisée en décembre. Nous avons réparti les effectifs en fonction des combinaisons linguistiques. L'évaluation a été faite par un interprète professionnel de chaque langue (Pascal et Annie, FR ; Rebecca et Erica, EN ; Luciana Ache et Kena, ES). Par manque d'interprètes professionnels IT et DE comme langue A, il ne nous a pas été possible de réaliser une évaluation plus approfondie des bénévoles sans expérience ayant ces langues comme langues maternelles.
Il nous a fallu attendre janvier pour pouvoir utiliser une salle de l'IBASE mais, en raison des vacances scolaires, des fêtes de fin d'année et des obligations professionnelles des interprètes, la formation a été insuffisante. Nous avons organisé en tout 8 séances d'évaluation et de formation, comptant chacune sur un interprète professionnel comme formateur et environ 4 à 5 débutants.
Il convient de souligner que, durant les premières semaines de janvier, nous avons reçu un très grand nombre de candidats de dernière heure, le nombre des bénévoles passant alors de 180 à près de 220. Les nouveaux bénévoles n'ont été admis qu'à titre exceptionnel : ceux ayant FR, HE ou AR comme langue maternelle ou les professionnels ayant répondu à la mobilisation.
Sur le quota imparti de 90 bénévoles, nous avons mobilisé 35 professionnels, dans les langues maternelles suivantes : PT (23), ES (2), EN (5), FR (2), DE (2), et RU (1), et sur les 22 interprètes ayant PT comme langue A, une quinzaine était qualifiée pour travailler en cabines d'EN et de FR. Ces noms ont été acheminés par e-mail à Laurent et à German début janvier. Les autres bénévoles étaient des débutants ayant comme langue maternelle : PT, IT, DE et HE et approuvés lors des séances d'évaluation organisées par les interprètes professionnels responsables de chaque langue passive testée.
Parallèlement, nous avons cherché à sélectionner des débutants qui, outre la maîtrise des langues étrangères, présentaient des attributs particulièrement intéressants comme un 2e ou 3e cycle en économie, sociologie, science politique, relations internationales, etc. et des traducteurs ayant une qualification et/ou une expérience en interprétation simultanée. Par décision consensuelle entre les deux coordinateurs et les cinq interprètes responsables de l'évaluation, nous avons retenu environ 5 bénévoles qui, bien que ne possédant pas les attributs requis, devaient être encouragés à participer à une expérience comme celle du FSM. L'idée de la création d'un quota à cette fin avait été débattue et acceptée lors de réunions précédentes à Rio. Ces personnes n'étant pas à même de faire de l'interprétation, ont été orientées vers la coordination de salles et d'autres missions de coordination. La liste complète de ces noms a été transmise à Laurent et à Yan.
Comme aspect négatif du processus de sélection et de formation, nous signalerons le manque d'espace approprié à la réalisation des séances de formation (les deux écoles d'interprétation ayant refusé de prêter leurs salles), le calendrier de fin d'année - qui coïncide avec la fin de l'année scolaire, les vacances de divers bénévoles qui n'ont pas répondu aux e-mails en temps utile, les fêtes de fin d'année, etc., et le manque de matériel de formation en PT sur le CD préparé par Ecos (les débutants ayant IT, DE, HE, FR, EN et ES comme langue maternelle n'ont pas disposé de conférences enregistrées en PT pour interpréter vers leurs langues respectives. Les solutions alternatives adoptées (enregistrements vidéo et radio) n'ont pas été satisfaisantes.
(à continuer)
El proceso de movilización en Río De Janeiro comenzó en el final de octubre, en la presentación del proyecto de Babels en el IBASE. Estaban presentes cerca de 10 intérpretes profesionales, siendo Pascal el coordinador local. Decidimos motivar a otros colegas que actúan el mercado de Rio y se acordó una nueva reunión para el principio de noviembre. Para facilitar la comunicación entre los intérpretes, decidimos abrir un grupo en el sitio Yahoo. Nuestro objetivo era para movilizar entre 40 y 50 profesionales de Río de Janeiro entre colegas actuantes en el mercado y ex-alumnos de las escuelas de interpretación de la ciudad.
En el inicio de noviembre, percibimos que había pocas personas alistadas en el ‘site’ de la babels como voluntarios en relación a las personas listadas en el grupo Yahoo, pues esas personas no recibieron la serie de emails de confirmación de participación en el FSM. Hicimos entonces una convocatoria general pidiendo a todos los interesados que entrasen en el sitio y regularizasen su ficha en la base de datos. Elegimos a Erica Resende para ir a Porto Alegre para la reunión del CI.
Fue solo en Porto Alegre que tomamos conciencia de la plenitud de la red de Babels, de los proyectos paralelos como Léxicon, de la asociación con NOMADS, de los instrumentos de comunicación, de la base de datos, del etc. En la reunión siguiente decidimos aumentar la movilización para alcanzar el número de 60 voluntarios, comenzando a incluir estudiantes de interpretación además de los profesionales. Por otra parte debido al éxito de la comunicación por Yahoo, fue rechazado el uso de las herramientas de comunicación del Babels por razones diversas (falta de la familiaridad con las herramientas de TI, exceso de emails y comunicados de otras regiones, consenso en relación a la eficacia del grupo Yahoo, ‘tecnofobia’…). Sin embargo, tuvimos siempre cuidado en poner una copia de las actas de nuestras reuniones y de los principales comunicados en el sitio de Babels, en el sector destinado al Brasil. El responsable para esta tarea fue Juan Doblas, que trabajó junto con Luis Gustavo en SP. De esta forma cualquier miembro de la red podría, en caso de que estuviese interesado, estar informado en lo referente a nuestras actividades.
Debido a la decisión concentrar la selección en los profesionales y en los alumnos de interpretación, el entrenamiento fue dejado en segundo plano. Tal decisión también fue reforzada por el hecho de no disponer de la ayuda de una institución que pudiese ofrecer un lugar apropiado para las prácticas de interpretación.
De forma paralela, nuestro coordinador Pascal se desvinculó del proyecto por razones profesionales. Erica Resende asumió sus funciones, contando con la ayuda de Marcelo Neves. Otros intérpretes fueron designados responsables del proceso de la evaluación y del entrenamiento de voluntarios sin experiencia.
Con el aumento de nuestro contingente de 60 para 90 personas, y debido a la demanda de nativos de alemán, de italiano y de otros idiomas, decidimos seleccionar a no-profesionales entre los voluntarios de la base de datos del Babels. De los de cerca de 180 voluntarios (números de noviembre) disponibles en la región de Río De Janeiro, seleccionamos cerca de 50 nombres de no profesionales que presentaron un perfil adecuado al evento (nativos de PT, EN, FR, DE y IT con conocimiento pasivo de por lo menos dos idiomas extranjeros). Todos fueron invitados a una sesión de evaluación que se llevó a cabo en diciembre. Dividimos el contingente según las diferentes combinaciones lingüísticas. La evaluación fue hecha por un intérprete profesional nativo de cada lengua (Pascal y Annie, francés; Rebecca y Erica, EN; Luciana Ache y Kena, ES). Debido a la falta de los intérpretes profesionales nativos de IT y DE, no fue posible hacer una evaluación más sólida de los voluntarios nativos de estas idiomas sin experiencia.
Solamente en enero conseguimos usar una sala del IBASE, pero debido a las vacaciones escolares, a las fiestas de fin de año y a los compromisos profesionales de los intérpretes, el entrenamiento fue insuficiente. En total promovemos cerca de 8 sesiones de evaluación/entrenamiento, con un intérprete profesional como instructor y 4 o 5 alumnos debutantes.
Debemos subrayar que en las primeras semanas de enero recibimos un número enorme de candidatos de última hora, haciendo que el número de voluntarios pasase de 180 para cerca de 220. La adhesión de nuevos voluntarios fue aceptada solamente en casos excepcionales: nativos de FR, HE, AR o profesionales que adhiriesen a la movilización.
Del contingente establecido de 90 voluntarios, movilizamos a 35 profesionales nativos de PT (23), de ES (2), EN (5), FR (2), DE (2), y RU (1), siendo que de los 22 intérpretes nativos PT, cerca de 15 estaban plenamente calificados para trabajar en cabinas EN y FR. Estos nombres fueron enviados por email a Laurent y a German en el principio de enero. El resto de los voluntarios eran debutantes nativos PT, IT, DE y HE, aprobados en sesiones de evaluación promovidas por los intérpretes profesionales responsables para cada lengua pasiva probada.
Paralelamente, procuramos seleccionar intérpretes debutantes que, además del dominio de los idiomas extranjeros, presentasen cualidades diferenciales como titulación o ‘master’ internacional en economía, sociología, ciencias políticas, relaciones internacionales, etc. y calificación en traducción con o sin experiencia en interpretación simultánea. Por decisión consensual entre los dos coordinadores responsables y los cinco intérpretes para la evaluación, seleccionamos a cerca de 5 voluntarios que, a pesar de no presentar las cualidades exigidas, deberían ser estimulados para participar de una experiencia como el FSM. La idea de la creación de una cota de participantes con esas características había sido discutida y acordada en reuniones anteriores en Rio. Esas personas, por no ser aptas para hacer interpretación, recibieron tareas relacionadas con la coordinación de salas y otras tareas de coordinación. La lista que enumeraba estos nombres fue transmitida para Laurent y para Yann.
Como aspecto negativo del proceso de selección y entrenamiento, resaltamos la falta de espacio adecuado para la realización de entrenamiento (as dos escuelas de interpretación negaron acceso a las salas de entrenamiento), el calendario de fin de año que coincide con el final del año escolar, las vacaciones de algunos voluntarios que dejaron de leer sus emails, las fiestas de fin de año, etc., y la ausencia de material de entrenamiento en PT en el DVD preparado por la Ecos (los debutantes nativos de IT, DE, HE, FR, EN y ES no tuvieron acceso a las conferencias grabadas en PT para interpretar para sus idiomas respectivos). Las soluciones alternativas encontradas (grabaciones de vídeo y de la radio) no fueron satisfactorias.
Como aspecto positivo, destacamos el alto número de profesionales movilizados en Río De Janeiro. Este número habría podido alcanzar cerca de 50, pero muchos desistieron debido a los compromisos profesionales adquiridos en la semana del FSM, y, sobre todo, debido a la falta de definición referente al alojamiento y a la emisión del boleto. Entendemos que la movilización de cerca de 60 a 80 intérpretes profesionales en Río De Janeiro podría ser posible en los próximos dos años.
Finalmente, debemos comentar la cuestión del alojamiento y del boleto aéreo. Los boletos habían comenzado a ser emitidos solamente entre el 18 y el 21 de enero, coincidiendo con los días festivos del 20 al 24 de enero en Río De Janeiro y solamente 4 días antes de la fecha prevista de llegada en Porto Alegre. En este sentido, y debido al día festivo en São Paulo del día 25, la coordinadora local tuvo que supervisar la emisión de cerca de 90 boletos - con las inevitables alteraciones de horario - en un período de 96 horas.
Paralelamente, debido al periodo festivo en Río De Janeiro (del jueves al domingo), varios voluntarios se encontraban fuera de la ciudad y sin acceso a Internet. Fue por esa razón que ciertos boletos electrónicos no fueron emitidos antes del embarque, algunos voluntarios perdieron el vuelo, etc. Por otra parte, como la emisión fue tardía, no fue posible conseguir los mejores precios y las fechas más apropiadas de vuelo. Acabamos llegando un o dos días después de lo ideal y saliendo dos o tres días después de lo necesario, lo que generó gastos adicionales de alojamiento.
Nuestra sugerencia en este sentido es localizar y dar la autonomía al proceso de la emisión de vuelos para conseguir precios mejores comprando boletos como vuelo de grupo y no como boletos individuales. Ello también contribuiría a dar más tranquilidad a quien espera una definición sobre la ida al FSM.
Evaluación y recomendaciones:
1. El grupo de 90 voluntarios fue muy grande y diverso. Pretendemos hacer una evaluación sobre la participación para poder reducir el grupo de los voluntarios de Rio, buscando elevar el número de intérpretes profesionales participantes. Ya estamos trabajando en esa dirección. Nuestro objetivo es alcanzar 60 intérpretes en 2 años. Tal decisión representa nuestra opción por la calidad y la versatilidad lingüística frente a la cantidad de voluntarios. Para ello motivaremos a nuestros colegas de Rio para adherir a Babels y haremos movilizaciones en las escuelas de interpretación de Rio (lo que no fue hecho esta vez).
2. Los voluntarios sin experiencia que se destacaron en Porto Alegre, demostrando potencial para la interpretación simultánea, serán considerados y estimulados a hacer un entrenamiento más intensivo para los acontecimientos futuros del FSM.
3. Todos los intérpretes profesionales de Rio se quejaron por no haber tenido más turnos, entendiendo que habrían podido trabajar 3 turnos por día. La opinión es que el FSM es un acontecimiento anormal, que no puede ser comparado con otros eventos tradicionales del mercado brasileño de la interpretación. Por estas razones aumenta la disposición para trabajar un poco más que los debutantes. Tal argumento se justifica aún así más cuando percibimos que uno de los criterios para el alojamiento es que se debía reservar los cuartos en hotel para los profesionales porque tendrían una carga de un trabajo más grande que la de los debutantes, necesitando, por lo tanto de más descanso.
4. Dar más autonomía la coordinación local en relación a la emisión del boleto, al alojamiento, acogida, etc. Solo aquellos que se encuentran en el nivel local tienen conocimiento adecuado de sus necesidades de las mejores opciones para el transporte, por ejemplo.
5. Creemos que la percepción general del FSM como experiencia positiva para los intérpretes profesionales puede motivar a nuestros colegas de Rio para adherir a la red, venciendo, de esta forma, la resistencia y la amenaza anunciada de represalias. Por lo tanto, en vez de dirigir recursos y energías para el entrenamiento de debutantes, pretendemos realizar una campaña de clarificación del mercado profesional local, para motivar y movilizar un número cada vez mayor de profesionales locales. La superación de los problemas ocasionados por la emisión atrasada de boletos aéreos y de la incertidumbre asociada al alojamiento ya motivaría a un contingente de casi 10 profesionales.
6. Finalmente, deseamos unirnos más a los grupos locales brasileños, más específicamente a la región del sur, a São Paulo y al noroeste (ya existe una alianza intensa entre Rio, el Centro-Oeste y el norte). Entendemos que debe existir un intercambio más grande de ideas y de información entre estos grupos de modo que podemos dejar de ser percibidos como Babels Rio, Babels SP, Babels Centro-Oeste, para pasar a ser Babels Brasil.
We only became aware of the size of the Babels network in Porto Alegre, with its parallel projects such as Lexicon, partnership with Nomad, communication instruments, database, etc. At the next meeting, we decided to step up mobilization to reach the number of 60 volunteers, and decided to include interpreting students in addition to professionals. Meanwhile, due to the success of our communication via the Yahoo site, the use of Babels communications tools was rejected for a number of reasons (lack of familiarity with IT tools, consensus regarding effectiveness of communication via the Yahoo list, excessive number of emails and communications from other regions, 'technophobia', etc.). Nonetheless, we made sure to always copy the minutes of our meetings and major communications to the Babels site, in the part dedicated to Brazil. The person responsible for this task was Juan Doblas, who worked together with Luis Gustavo in São Paulo. This ensured that any member of the network could, if interested, become informed regarding our activities.
Lastly, we must comment on the issue of housing and tickets. Tickets only began to be issued from January 18th to 21st, coinciding with the holiday in Rio de Janeiro and only 4 days before the planned arrival date in Porto Alegre. Therefore, and also due to a municipal holiday in São Paulo on January 25th, local coordinators were obliged to oversee the issue of some 90 tickets - with their respective and unavoidable alterations of flight schedules - all in a period of 96 hours.
6. Lastly, we wish to straiten ties with other local Brazilian groups, specifically regions South, São Paulo and the Northeast (an intense partnership already exists between regions Rio, Mid-West and North). We believe that a greater exchange of ideas and information should take place amongst these groups so that we can move away from being perceived as Babels Rio, Babels SP, Babel Mid-West, etc., to become Babels Brazil.
WSF Selection Process Report – Regions North/ Northeast – Brazil
In early December, I received the ECOS training DVDs. I made copies and distributed them to the registered volunteers in Belém and encouraged those in other regions to request or download them.
4) Evaluate our 'carrying capacity' – how many reliable interpreters we can provide – instead of receiving the number needed and filling that number with people who are unable to do the job (quality vs quantity).
Para el FSM 2005 ,Babels Colombia aceptó las decisiones tomadas en POA en la reunión de Agosto sobre la selección.Allí se definieron varias etapas como consta en INFO ....
El proceso de Movilización y el de selección estuvieron coordinados estrechamente.
Se confirmaron los intérpretes PROFESIONALES ,residentes en Colombia y que habían estado en Quito así como los de Experiencia.Se envió un mail automático a todos los inscritos, y a partir de su respuesta de aceptación(algunos profesionales no respondieron) se fue haciendo la lista de seleccionados.
Se hicieron reuniones de movilización,y se difundió el llamado a través de universidades,escuelas de Lenguas,radios comunitarias,con el fin de que los interesados se inscribieran y comenzaran la preparación.
Los profesionales voluntarios,con disponibilidad de tiempo ,integrantes de Babels que nos habían acompañado en Quito formaron un grupo responsable de la selección para POA y se dividieron por Lenguas:Inglés,Francés y Portugués,para asesorar y guiar a los futuros debutantes ,voluntarios para POA.Se escribieron documentos con ejercicios que cada cual podía realizar por si mismo,reflexiones sobre que es la interpretaciön y que se espera de un traductor y se acordó una fecha para la evaluacion de voluntarios.(Estos documentos fueron enviados a numerosos coordinadores locales o intérpretes aislados que deseaban entrenarse por su cuenta).
Cuarta Etapa.Evaluación definitiva:
Esta fecha fue el día 4 de diciembre,durante el FORO SOCIAL COLOMBIA, ya que las conferencias y el ambiente ofrecían una situación real,con un público vivo aunque no estuviera siguiendo la traducción ,y el voluntario sin experiencia podía evaluar realmente su habilidad para hacerlo,además de entrar en contacto con el vocabulario del proceso Foro.
Allí los profesionales encargados de la evaluación ,despues del feed back correspondiente,hicieron una lista de candidatos hábiles para POA,con sus puntos fuertes y débiles,y algunos de estos fueron llevados a participar en POA, además de los nuevos profesionales Babels que no estaban inscritos para el FSA.
En Colombia carecemos de Escuelas de Interpretación.la única Facultad de interpretación en Bogotá se cerró en el año 1975.Los nuevos profesionales han tenido que estudiar fuera y hay muchos que se han hecho en la práctica y viven de ello.
En su gran mayoría los integrantes de Babels Colombia para POA forman parte del grupo de intérpretes profesionales de Colombia y son personas mayores de gran recorrido y calidad reconocida internacionalmente.
Respetando los principios de Babels,se llevaron 3 First experience,avalados por los profesionales,así como a algunos ocasionales,pero seguros de la calidad y responsabilidad de su participación.Hubiera sido muy frustrante que los voluntarios se prepararan y esforzaran parta luego decirles que a POA sólo irían los profesionales.Si Babels promete,debemos cumplir siempre y cuando la calidad esté esegurada.
Este concepto de la calidad es muy importante,y para el futuro mas vale que seamos pocos pero buenos, que muchos y pésimos.Hay que continuar preparándose para los próximos Foros y poder garantizar al público y a las organizaciones del Foro una interpretación de calidad, no solo a través de los intérpretes que estuvimos presentes y firmes donde se nos requirió,sino con un equipo igualmente fiable y de calidad de sonido,para poder hacer un trabajo profasional como lo merecen los que estamos luchando por un mundo mejor.
La gran frustración después de tres foros,Mumbai,Quito y POA es que no hemos podido realizar un trabajo satisfactorio para todos por falta de equipo.Intérpretes sin equipo no podemos trabajar,no todos manejan las técnicas de la consecutiva y el chuchotage es contaproducente desde muchos aspectos.Allí es donde debemos centrar nuestra reflexión, que pasa con el equipo?Nomad es un proyecto fabuloso, pero debemos replantear las relaciones Babels Nomad.Muchos no desean participar mas si no tienen los instrumentos profesionales adecuados para realizar su labor a cabalidad.
Perdón por lo sumario de este resumen, pero he estado fuera de la ciudad y soy la última que falta.
Tomé la coordinación Babels Ecuador para el FSM 2005 luego de haber participado como intérprete en el Foro Social de las Américas. Por la falta de tiempo, mi nivel de colaboración se limitó a reunir y capacitar intérpretes y principiantes.
Para iniciar, recibí de la Coordinación Colombia una lista de aproximadamente 60 personas que se habían inscrito. Si bien yo me propuse como contacto en Ecuador, era necesario reunir a las personas que supuestamente estaban interesadas para saber si estarían de acuerdo, ya que había otra persona que también planteó su interés, Jorge León. A vuelta de correo, recibí un gran número de confirmaciones de asistencia a la primera reunión de Babels Ecuador, que se había convocado en las oficinas de Jorge. Curiosamente, a pesar de ciertas confirmaciones, nadie más que Jorge y yo asistimos a esa primera “reunión”. De todas maneras, insistí en mi interés en coordinar Babels acá y en eso se quedó ya que Jorge a la final dijo que no tenía tiempo.
El segundo paso fue informar acerca de la reunión fallida y convocar a una nueva. Poco después, alrededor de octubre, realizamos la primera reunión con cuatro personas interesadas en colaborar: una estudiante de Lenguas Aplicadas a Negocios, primera experiencia, con inglés y francés; un estudiante de ingeniería en sistemas que había colaborado en el Foro de las Américas, con francés; un antropólogo con experiencia en interpretación en inglés; y yo, la única intérprete profesional, con inglés y español como activos y francés, italiano y portugués como pasivos.
De ahí en adelante, continué convocando por un mes a todas las personas a las que había escrito en un inicio, a pesar de que a la final el grupo estable, junto con las personas arriba indicadas, quedó en seis personas, incluyéndome. Comenzamos los entrenamientos de una forma totalmente rudimentaria, ya que ninguno tenía acceso a equipos sin costo. Lo que yo hice con algunas personas fue llevarles a la cabina cuando yo trabajaba, por lo menos para que vieran lo que estaban por hacer. Mientras tanto, practicábamos con textos que yo tenía sobre casi todos los temas que se iba a tratar en el Foro. Trabajábamos con grabaciones caseras en dos vías, con la televisión y DVD.
Con el pasar de los meses se unieron tres personas más a las que fuimos poniendo al día, con inglés y francés. Unas dos semanas antes de la fecha del Foro, fui informada que se requería más gente, así es que acepté a una persona a la que no conocía y que nunca tuvo ningún tipo de entrenamiento, cosa que informé. También en los últimos días, averigüé que estaba inscrita una intérprete con mucha experiencia en portugués a la que yo no conocía e invité a las dos últimas reuniones. Ella tiene mucha experiencia, así es que también ayudó a dar los “últimos toques” en recomendaciones y técnicas a los novatos. Los únicos otros dos profesionales que aceptaron, a último momento tuvieron que negarse por motivos personales.
Las convocatorias fueron hechas en el medio de traductores profesionales y de estudiantes. Debido a la falta de tiempo, realmente no pude contactarme en forma más oficial con escuelas de lenguas, especialmente en el idioma quichua, que no llevó la delegación ecuatoriana (ahora estoy trabajando en ello).
Al igual que en otros lugares, en el Ecuador no existe una escuela de Interpretación, así es que no tuvimos un lugar “oficial” a dónde acudir.
En mi opinión acerca del proceso de selección, leí algún correo en donde alguna coordinadora (Argentina, me parece) solicitaba fondos para la preparación de los principiantes. Si bien yo no la apoyé con un email, ya había pensado que esos serían fondos muy bien invertidos desde todo punto de vista: conseguir mayor calidad, dar oportunidades profesionales a futuros potenciales intérpretes y acercar a más gente al Foro de una manera más profesional.
Maricruz González C.
@@===Perú (reporte en ES/PT/EN)===@@
**Detalle del proceso de selección de Perú para el voluntariado de Babels en el FSM 2005.**
Consistió en dos partes: a) Recolección de información y b) entrevista.
**Recolección de Datos**
1. Se envió una invitación a l@s voluntari@s seleccionad@s a partir de la base de datos de Babels y de otras fuentes (base de datos de Babels, recomendaciones confiables, respuestas al llamado enviado al Colegio Peruano de Traductores y a las dos universidades que ofrecen la carrera de Traducción e Interpretación, así como de correos electrónicos recibidos por medio de la dirección fsm-peru@babels.org).
2. Se respondieron los correos electrónicos y se solicitó una descripción breve y detallada sobre la experiencia en interpretación.
3. Se recibieron y revisaron los résumés y la información sobre la experiencia previa.
4. Se cotejaron los datos con la información incluida en la base de datos de Babels.
5. Se creó una base de datos para el grupo de Perú.
6. Se llamó a l@s voluntari@s seleccionad@s a una entrevista personal en la que se verificó la información proporcionada y se evaluaron las capacidades de comunicación, entre otros factores (disposición, actitud, etc.)
7. Según eso, l@s voluntari@s pasaron por el proceso de confirmación acordado: “shortlist”, “confirmed”, etc.
Fue una entrevista informal que duró aproximadamente de 30 a 45 minutos, de acuerdo con la combinación de idiomas.
2. Experiencia en interpretación (tipo de eventos, temas, referencias, etc.).
5. Principales razones para hacer voluntariado como intérprete de Babels en el FSM.
**Metodología de la entrevista**
La entrevista se realizó en los idiomas señalados por l@s voluntari@s; los cuales se intercalaban, sin aviso previo, durante la conversación.
Los idiomas utilizados fueron: español, francés, inglés, portugués, italiano y alemán.
No fue posible evaluar el conocimiento lingüístico del idioma Quechua. Por consiguiente, l@s intérpretes de quechua presentaron résumés documentados y fueron intérpretes que habían participado como voluntari@s en el FSA de Quito. Sólo se entrevistó a un@ de ell@s.
Para la selección, se consideraron los siguientes aspectos:
2. La falta de infraestructura para realizar talleres de capacitación en Lima (sólo dos veces se pudo usar el laboratorio de interpretación de una de las dos universidades peruanas con la carrera de Interpretación).
3. Mi responsabilidad como coordinadora para BabelsPerú por las personas que había entrevistado (en relación con este punto, es importante observar que los procesos verticales y los procesos que implican y requieren supervisión y control de calidad son dos cosas diferentes y que la falta de estos últimos podría poner los objetivos de Babels en riesgo, así como los contenidos y objetivos del FSM).
(Esta información también está relacionada con los parámetros de selección).
Durante el primer taller, los equipos no funcionaron y se distribuyó material informativo sobre Babels. Se abordaron temas como Derechos Humanos y otros relacionados y dos voluntarias ofrecieron hablar sobre su experiencia previa en el FSA de Quito. Se compartieron ideas y experiencias de interpretación.
En el segundo taller tuvimos acceso al laboratorio pero no se pudo usar la computadora ni el DVD para abrir los archivos por lo que se leí y grabé las transcripciones de foros anteriores mientras l@s voluntari@s escuchaban y posteriormente tod@s volvimos a escuchar e interpretar mis grabaciones mientras la profesora Esther nos supervisaba. Al final de ese taller, los equipos no funcionaron bien y no pudimos escuchar nuestras interpretaciones. También se comentó en grupo el tema de la ética de la interpretación y del trabajo voluntario.
La selección de intérpretes no profesionales y de primera experiencia que participaron en el grupo peruano FSM 2005, con excepción de l@s intérpretes de quechua, se basó en el dominio de un tercer o cuarto idioma, además del idioma inglés y de sus habilidades de comunicación. Aún así, también fue arriesgado en términos de calidad debido a la falta de infraestructura para la capacitación.
La comunicación con tod@s l@s voluntari@s de Perú fue permanente y fluida durante todo el proceso.
Babels-Perú
**Detalhe do processo de seleção no Peru para Babels no FSM2005.**
(Original: Inglês)
1- O chamado foi enviado aos voluntári@s selecionad@s da base de dados Babels e das outras fontes (recomendações confiáveis, respostas ao chamado enviado à Associação Peruana de Tradutores e às duas Universidades de Interpretação, bem como as mensagens recebidas em: fsm-peru@babels.org).
2- Se responderam as mensagens pedindo uma descrição detalhada da experiência em interpretação.
3- Os résumés foram recebidos e examinados, assim como informação sobre a experiência.
4- Os dados foram comprovados com a informação da base de dados da Babels.
6- Chamou-se aos voluntári@s selecionados a uma entrevista pessoal onde se comprovou a informação fornecida e as capacidades de comunicação, entre outros fatores (vontade, atitude, etc.).
7- Segundo a informação recebida e comprovada na entrevista, @s voluntári@s passaram pelo processo de confirmação combinado: ‘shortlist’, confirmed’, etc.
2- Experiência de interpretação (tipo de eventos, temas, referências, etc.).
4- Consciência sobre o FSM.
5- Principais razões/motivação para se oferecer como intérprete voluntári@ de Babels no FSM.
A entrevista foi realizada trocando espontaneamente de um idioma para outro, segundo os idiomas d@ voluntári@.
Idiomas usados: espanhol, francês, inglês, português, italiano, e alemão.
Não havia a possibilidade de avaliar o conhecimento lingüístico do quechua. Portanto, @s intérpretes de quechua apresentaram résumés documentados e foram intérpretes que também tinham participado como voluntári@s no FSA de Quito. Um deles foi entrevistado.
Para a seleção, foram levados em conta os seguintes aspectos:
1– Qualidade versus quantidade.
2– A falta de infra-estrutura para treinamento permanente ou freqüente ou para realizar oficinas em Lima (só duas vezes usaram-se os laboratórios de interpretação de uma das duas Universidades peruanas para Interpretação).
3- A minha responsabilidade como coordenadora para BabelsPeru pelas pessoas que tinha entrevistado (com relação a esse ponto, por favor é preciso observar que os processos verticais e aqueles que requerem controle de qualidade e vigilância não devem se confundir porque a falta destes últimos poderia pôr as metas da Babels em risco, assim como os conteúdos e finalidades do FSM).
(Essa informação também está associada aos parâmetros de seleção)
Durante a primeira, o equipamento não funcionou; se entregou material informativo sobre Babels e se abordo o tema dos direitos humanos e outros temas relacionados. Também, duas voluntárias falaram sobre suas experiências anteriores no FSA de Quito. Também se discutiram idéias e experiências de interpretação.
Na segunda oficina, mesmo tendo conseguido usar o laboratório foi impossível usar o computador ou DVD para abrir os arquivos. Contudo, as transcrições dos fóruns anteriores foram lidas e gravadas enquanto @s voluntári@s escutavam e depois todos nós escutamos novamente e interpretamos. Nossas interpretações foram supervisadas pela professora Esther. O equipamento não funcionou bem e não conseguimos ouvir as nossas interpretações. Também se discutiu sobre a interpretação e ética de trabalho voluntário.
Os intérpretes não profissionais de primeira-experiência que participaram no grupo peruano para o FSM2005, com a exceção dos intérpretes de quechua, foram eleitos com base no seu domínio de um terceiro ou quarto idioma, além do inglês, e suas capacidades de comunicação. Mesmo assim, isto não deixava de ser um risco devido à falta de infra-estrutura para o treinamento.
Houve comunicação permanente por correio eletrônico com tod@s @s voluntári@s peruan@s durante todo o processo de seleção.
3- Résumés were received and reviewed, as well as information on experience.
7- According to that, volunteers went through the agreed confirmation process: ‘shortlist’, ‘confirmed’, etc.
The interview was carried out switching from one language into another without giving notice of it beforehand, according to the volunteer’s languages.
There was not the possibility of assessing linguistic knowledge of Quechua. Therefore, Quechua interpreters submitted documented résumés and were interpreters who had also volunteered in the Quito FSA. One of them was interviewed.
1 – Quality versus quantity.
2 – The lack of infrastructure for permanent or frequent training or workshops in Lima (only twice interpretation laboratories of one of the two Peruvian Universities for Interpretation were used for workshops).
3 – My responsibility, as coordinator for BabelsPeru for the people I had interviewed (in relation to this point, please note that vertical processes and surveillance/quality control should not be confused because the lack of the latter could put Babels’ goals at risk, as well as the WSF contents and purposes).
During the first one, the equipment didn’t work; informative material on Babels was handed out. Human Rights and related topics were addressed and two volunteers offered to talk about their previous experiences in the Quito FSA. Ideas and interpretation experiences were also shared.
In the second workshop, although we had the laboratory it was impossible to use the computer or DVD to open the files. However, transcripts from previous forums were read and recorded while volunteers listened and then we all listened again and interpreted. Interpretations were supervised by Professor Esther. The equipment didn’t work well and we couldn’t listen to our interpretations. Interpretation and volunteer job ethics were also shared and discussed.
INFORME ACERCA DEL PROCESO DE SELECCIÓN EN URUGUAY
A continuación transcribo los informes escritos por los coordinadores de idioma, respecto al proceso de práctica, evaluación y selección de los voluntarios uruguayos. Los informes están separados por idioma ya que los procesos fueron diferentes, sin embargo antes de la trascripción cabe señalar algunas cuestiones que se aplican a todos ellos:
- Las reuniones generales de Babels UY tuvieron cada vez menos convocatoria a medida que se acercaba el FSM, por lo que los grupos de cada idioma se fueron reuniendo en distintas instancias para realizar sus prácticas. A excepción de inglés, grupo que tuvo más inscriptos, algunos de los cuales no participaron de instancias de práctica, el resto de los grupos se reunían periódicamente.
- Cada grupo fue buscando la manera de conseguir materiales e información acerca cómo enfrentarse a una situación de interpretación, ya que casi la totalidad de los voluntarios no tenían experiencia. No contábamos con la participación de ningún intérprete profesional.
- No pudimos realizar ninguna instancia previa al FSM en cabina, ya que no contábamos con equipos ni posibilidad de conseguirlos.
- Las posibilidades de conseguir audios en las distintas lenguas acerca de temáticas relacionadas al FSM fueron reducidas ya que muy pocos podían acceder a conexiones de internet con las velocidades y anchos de banda necesarios para poder hacerlo. Por lo que se tendió a bajar textos de la página web del FSM, muchos de los cuales eran leídos o grabados por uno de los voluntarios para que otro pudiera interpretarlos.
- En Uruguay no hay ninguna escuela o facultad en que pueda uno formarse como intérprete. Por esta razón, la posibilidad de estar en POA fue tan importante para nosotros como instancia de formación, algo más "formal" que nuestras prácticas, que a pesar de hacerse con mucho empeño y tratando de alcanzar la mayor calidad posible, carecían de guía profesional. Muchos pudimos beneficiarnos de los consejos, explicaciones, estrategias, etc. de intérpretes profesionales que se mostraron muy interesados en compartir sus conocimientos con nosotros. Por lo que ahora estamos en mejores condiciones para continuar practicando y formándonos para futuras instancias. Es importante destacar que casi la mayoría de las personas que estuvieron en POA han continuado participando de las actividades propuestas, y han mostrado más compromiso con Babels y con los distintos proyectos que se han planteado en Uruguay.
- Si bien éramos concientes de nuestras escasas posibilidades desde el principio, y a pesar de no lograr conformar un gran grupo de trabajo antes de POA, quienes se hicieron cargo de nuestra participación, pusieron mucho cuidado al respecto del manejo de las lenguas. La mayoría de los voluntarios eran profesores, traductores públicos o estudiantes avanzados de esta carrera, o estudiantes avanzados de las lenguas a partir de las cuales iban a interpretar, algunos incluso habían vivido en países en que se hablaba su L2 o habían recibido formación académica en esa lengua.
INGLÉS
“El proceso de selección en inglés consistió en realizar evaluaciones, es decir pruebas o simulacros de interpretación en base a audios del sitio web de Babels, que luego eran cotejados, por un lado con el texto en el idioma original para verificar errores de contenido en la interpretación y luego se verificaba solamente el dominio del español, si se hacía un uso correcto del idioma. Si el discurso tenia sentido por si solo.
De las personas anotadas en inglés que eran cerca de 80, solamente vinieron 10 a realizar la evaluación, de las cuales quedaron 8 seleccionadas. Las personas evaluadas en su mayoría tenían practica de las reuniones de Babels, habían realizado algunos ejercicios de interpretación previos, aunque no se trató de intérpretes profesionales en la mayoría de los casos.
Se les colocó el audio en inglés de unos 10 minutos para que interpretaran al español. En primer lugar yo me encargué de verificar que la interpretación fuera correcta, estuviera completa, etc. y luego le pedí a otra persona (que tiene español como lengua materna) que escuchara solamente la interpretación, es decir el discurso en español, para que sin saber que se trataba de una interpretación pudiera verificar la corrección del español.
Las interpretaciones se grabaron en la computadora, y fueron revisadas más tarde para poder realizar la tarea con tiempo y poder revisar posibles errores varias veces.
Las personas seleccionadas mostraron buen dominio de ambas lenguas y solvencia para enfrentarse a la situación de interpretar. En el caso de quienes no fueron seleccionados, la decisión se basó en una interpretación pobre e incompleta, que no reflejaba lo que se trasmitía en el discurso con total claridad. El proceso resultó bueno ya que a pesar de los pocos medios con los que contamos, pudimos resolver la clasificación exitosamente.” Mercedes Camps (Coord. En-Uruguay)
PORTUGUÉS
“Proceso de Selección Intérpretes de Portugués-Uruguay: Se trabajó a lo largo de varios meses con prácticas de interpretación sobre grabaciones hechas por nosotras, ya que nunca contamos con material adecuado. Considerando que fuimos 4 intérpretes de pt, en realidad no me sentí capaz de dejar a nadie fuera, a pesar de que en algunos momentos dudé de la capacidad de alguna de nosotras, siendo que me responsabilicé por coordinar
escribe, no puedo evaluar este azaroso proceso de selección, dónde no contamos en ningún momento con equipos adecuados y lo hicimos sobre entrevistas radiales cuyas velocidades distan bastante de una conferencia.
Coordinación PT-Uruguay”
FRANCÉS
“Según lo convenido el sábado 11 de diciembre , el equipo de francés se reunió desde las 15 h a las 18 h . Hubo 7 voluntarias presentes , a saber : Floriane, Sidonie, Olga, Mónica, Dalia, Paula y Lucía. En vistas de que el DVD que nos iba a proporcionar una referencia, no se pudo abrir, decidimos trabajar conjuntamente con casettes de audio y textos leídos. Después de estos tests orales, cada participante manifestó sentirse capaz de afrontar la experiencia.” Lucía Schenone
ALEMÁN
Solamente dos personas conformaron el grupo de alemán. Se realizaron prácticas en las siguientes condiciones: una de las voluntarias leía un texto cuya temática estuviera comprendida en alguna de las 11 áreas del FSM, al mismo tiempo la otra voluntaria realizaba su interpretación del texto leído. De esta manera no sólo se practicaba interpretación sino que además se entraba en contacto con los términos que pudieran aparecer en dichas áreas temáticas. Tras haber realizado este tipo de prácticas durante algunos meses, se realizaron una evaluación en base a la grabación de una conferencia de una temática relacionada a las del FSM, en que el orador era hablante nativo de alemán. Tras haber realizado esta prueba, ambas voluntarias entendieron que se encontraban en condiciones de participar como intérpretes en POA.
Se realizaron prácticas periódicamente durante varios meses, utilizando material relacionado a las temáticas del foro, tanto textos como grabaciones. Al llegar el momento de confirmar su participación en POA los miembros de este equipo entendieron que estaban en condiciones de participar como intérpretes. No hubo instancias de evaluación sino de reflexión en cuanto a la capacidad de cada uno.


Revision [2131]

Edited on 2006-07-02 16:37:19 by YanB [charset]
Additions:
-""Poa2005"": initially 3 people were responding to emails sent to this address (Laurent, Mónica, Bruno). Laurent left by mid-October in order to take care of ""poa2005-viaje"". Bruno left in November for personal reasons. Mónica was left alone to respond to all incoming emails in December and January.
-""Poa2005-viaje"": initially 1 person (Laurent). One more person arrived to help by the end of December (Germán). There was never more than 1 person really working on travel at any given time. In January, Laurent and Germán were both working, one was in charge of making the reports and the lists from the database, while the other was concretely working with the travel agency and with the interpreters.
These decisions were made thanks to an open discussion started on July 22 in the Forum and publicized widely: an e-mail was sent at that time to all people volunteering to the WSF05 and to all people who had volunteered to the WSF04, inviting them to discuss the selection methodology. This discussion was launched a month after the publication of the “Call for volunteers” (official start of the WSF05 project: See Intermediary Report http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=626#626 explaining the stages that lead to the Call). This discussion generated 135 posts in three different languages, which were read 11 815 times (this number does not correspond to single users).
~&Para modificar la página: 'Edit page' en el menú abajo. Y cuando acabaron: #%Store#%.
==São Paulo (report in EN)==
I work in BABELS São Paulo and I started working in the written translation group. Then I migrate to the simultaneous interpreting group and helped reading and answering e-mails of newcomers until before the Forum starts. During the Forum I was supposed to work only in interpreting.There were a lot of things to do so I worked two days in the written translation and two days in the International Council Meeting doing the interpretation in the English to Spanish booth. I helped in the Booth Planification group while I was in Gasometro at night. I participated in the Latin America meetings and coordinate the last meeting.
Selection Methodology from São Paulo.
BABELS started in São Paulo in August 2004. In the first meetings there were a lot of different people each coming over and the WSF and BABELS history and work had to be explained to the new people over and over again.
The Written Translation Group began with Monica Nehr and I doing the translations and mobilising those who wanted to join the team. We established a test for the newcomers and they had to take it in order we could evaluate their work. Monica did the job of coordinating these group and give / pass the translations for the rest of us. She managed to do it and the São Paulo written translation group contributed in the WSF website office during the WSF2005.
The Mobilization Group took the list of people who live in São Paulo registered in the BABELS site and started to call those to the meetings. There were 4 people each one calling to 50 other people. After that we replied the e-mails from people.
Two coordinators of these team (Henrique and Patrícia) are former students of a interpreting college in São Paulo, UNIBERO. They talked with their teachers and the school let us use their “laboratory”, a room with capacity for more or less 60 people seated, a booth with for 3 people and all the necessary equipment. We did a training process wih volunteers and profesionals since September 2004 until 2 weeks before the beginning of the Forum. We asked a lot of people of social movements to come and give speeches or sometimes we had prints of the material of the other WSFs founded in the WSF website.
We (Henrique, Graziela, Leda, Luis, Monica and Patricia) agreed with some points in order to select those who would go to POA. 1. Everybody had to get in the booth and talk. Even those who were profesionals had to do it. We had to listen to all. So there were some people who thought they would go and didn’t come into the booth in the last minute. We had to listen to everybody and before saying yes or no to the person we talked with each other to see if there would be another chance or not. We specify criterias like shadowing (interpreter follows the person who is speaking), “bring the text” (bring the idea of the speech, the sentence), general knowledge of the topic, (know the specific terms of the WSF debates), pauses, if the person breathed in the microphone or not and the atitude of the person towards others inside and outside the booth.
We think we did a selection proccess that brought people who can deal technically and psychologically (very important) inside the booth. In the first meeting they didn’t know nothing or little about interpreting and/or Social Movements / Social Forums.
We brought to Porto Alegre 47 people of Interpreting Group, 15 people of Written Translation Group and 3 people of Room Coordination Group. Total = 65 people from São Paulo. People should meet the alredy mentioned standards in order to get into the booth / write a good translation to perform a good job.
Of course it’s not only roses here. We had problems, of course we had them.
1.Those people who live in São Paulo and came from these city without training and selecting. Those people are selected by other coordinators in BABELS.
BABELS must have mechanisms to select those people who are not performing well. We somehow manage to do that in São Paulo by having specific criteria for the selecting process. It was clear for everybody that there were rules and those who didn’t follow the rules didn’t go. There were procedures and common agreements on the minimum requirements. So no one could talk later that there was something personal.
BABELS - São Paulo
BABELS - São Paulo
O processo de mobilização no Rio de Janeiro começou no final de outubro, em uma reunião no IBASE sobre a apresentação do projeto da Babels. Estavam presentes cerca de 10 intérpretes profissionais, sendo que Pascal era o então responsável pela coordenação local. Decidimos motivar outros colegas que atuam o mercado do Rio e marcamos um novo encontro para início de novembro. A fim de facilitar a comunicação entre os intérpretes, decidimos abrir um grupo no site Yahoo. Nosso objetivo era mobilizar cerca de 40 a 50 profissionais do Rio de Janeiro dentre colegas atuantes no mercado e ex-alunos das escolas de interpretação cariocas.
Em início de novembro, percebemos que poucos haviam se inscrito no site como voluntários, pois deixaram de receber os emails de confirmação de participação no FSM. Fizemos uma convocatória geral para que todos os interessados se inscrevessem no site e regularizassem sua ficha no banco de dados. Escolhemos Erica Resende para ir a Porto Alegre para a reunião do CI.
Somente em Porto Alegre tomamos ciência da plenitude da rede Babels, os projetos paralelos como Lexicon, a parceria com Nomad, os instrumentos de comunicação, o banco de dados, etc. Na reunião seguinte, decidimos aumentar a mobilização para atingir o número de 60 voluntários, passando a incluir estudantes de interpretação, além dos profissionais. Por outro lado, devido ao sucesso da comunicação via Yahoo, foi rejeitado o uso das ferramentas de comunicação da Babels por diversos motivos (falta de familiaridade com ferramentas de TI, consenso em relação à eficácia da comunicação na lista Yahoo, excesso de emails e comunicados de outras regiões, “tecnofobia”, entre outros). No entanto, tivemos o cuidado de sempre colocar uma cópia das atas de nossas reuniões e principais comunicados no site da Babels, na parte destinada ao Brasil. O responsável por essa tarefa foi Juan Doblas, que trabalhou em parceria com Luis Gustavo em SP. Dessa forma qualquer membro da rede poderia, caso interessado, informar-se acerca de nossas atividades.
Devido à decisão de concentrar a seleção em profissionais e alunos de interpretação, treinamento foi deixado em segundo plano. Tal decisão também foi alimentada pelo fato de que não pudemos contar com o apoio de uma instituição que nos oferecesse um local apropriado para treinamento de interpretação.
Paralelamente, nosso coordenador Pascal desligou-se do projeto por razões profissionais. Erica Resende assumiu suas funções, contando com a ajuda de Marcelo Neves. Diversos outros intérpretes ficaram responsáveis pelo processo de avaliação e treinamento de voluntários sem experiência.
Com o aumento de nossa cota de 60 para 90 pessoas, e devido à demanda de nativos de alemão, italiano e outros idiomas, decidimos selecionar voluntários não-profissionais a partir do banco de dados da Babels. Dos cerca de 180 voluntários (números de novembro) residentes na região do Rio de Janeiro, selecionamos cerca de 50 nomes de não profissionais que apresentavam um perfil adequado ao evento (nativos de PT, EN, FR, DE e IT com conhecimento passivo de pelo menos duas línguas estrangeiras). Todos foram convidados par uma sessão de avaliação realizada em dezembro. Dividimos o contingente conforme combinação lingüística. A avaliação foi feita por um intérprete profissional nativo de cada idioma (Pascal e Annie, FR; Rebecca e Erica, EN; Luciana Ache e Kena, ES). Por falta de intérpretes profissionais nativos de IT e DE, não foi possível fazer uma avaliação mais sólida dos voluntários sem experiência nativos desses idiomas.
Somente em janeiro conseguimos utilizar uma sala do IBASE, mas, devido às férias escolares, festas de fim de ano e compromissos profissionais dos intérpretes, o treinamento foi insuficiente. No total promovemos cerca de 8 sessões de avaliação/treinamento, com um intérprete profissional como instrutor e cerca de 4 a 5 iniciantes.
Devemos ressaltar que nas primeiras semanas de janeiro recebemos um número enorme de candidatos de última hora, fazendo com que o número de voluntários pulasse de 180 para cerca de 220. A adesão de novos voluntários somente foi aceita em casos excepcionais: nativos de FR, HE, AR ou profissionais que aderiram à mobilização.
Da cota estabelecida de 90 voluntários, mobilizamos 35 profissionais nativos de PT (23), ES (2), EN (5), FR (2), DE (2), e RU (1), sendo que dos 22 intérpretes nativos de PT, cerca de 15 encontravam-se qualificados para trabalhar em cabines de EN e FR. Esses nomes foram encaminhados por email a Laurent e German no início de janeiro. Os demais voluntários eram formados por iniciantes nativos de PT, IT, DE e HE, aprovados nas sessões de avaliação promovidas pelos intérpretes profissionais responsáveis por cada língua passiva testada.
Paralelamente, buscamos selecionar iniciantes que, além do domínio das línguas estrangeiras, apresentavam atributos diferenciais como graduação ou pós-graduação em Economia, Sociologia, Ciência Política, Relações Internacionais, etc. e tradutores qualificação e/ou experiência em interpretação simultânea. Por decisão consensual entre os dois coordenadores e os cinco intérpretes responsáveis pela avaliação, selecionamos cerca de 5 voluntários que, apesar de não apresentarem os atributos exigidos, deveriam ser encorajados a participar de uma experiência como o FSM. A idéia da criação de uma cota nesse sentido havia sido discutida e acordada em reuniões anteriores no Rio. Essas pessoas, por não estarem aptas a fazer interpretação, foram direcionadas para coordenação de sala e outras tarefas de coordenação. A lista contendo esses nomes foi transmitida a Laurent e Yan.
Como aspecto negativo do processo de seleção e treinamento, ressaltamos a falta de espaço adequado para a realização de treinamento (as duas escolas de interpretação opuseram-se ao empréstimos das salas de treinamento), o calendário de fim de ano - que coincide com o fim de ano letivo, férias de diversos voluntários que deixaram de responder emails em tempo hábil, festas de fim de ano, etc., e a ausência de material de treinamento em PT no cd preparado pela Ecos (os iniciantes nativos de IT, DE, HE, FR, EN e ES não tiveram acesso a conferências gravadas em PT para interpretar para seus respectivos idiomas. As soluções alternativas encontradas (gravações de vídeo e rádio) não foram satisfatórias.
Como aspecto positivo, destacamos o alto número de profissionais mobilizados no Rio de Janeiro. Esse número poderia ter atingido cerca de 50, mas muitos desistiram por compromissos profissionais assumidos na semana do FSM, e, sobretudo, por falta de definição acerca de hospedagem e emissão de passagem. Entendemos que a mobilização de cerca de 60 a 80 intérpretes profissionais no Rio de Janeiro seja possível nos próximos dois anos.
Finalmente, devemos comentar a questão de hospedagem e passagem. As passagens somente começaram a ser emitidas ente 18 e 21 de janeiro, coincidindo com o feriado de 20 de janeiro no Rio de Janeiro e a apenas 4 dias da data prevista de chegada em Porto Alegre. Nesse sentido, e devido ao ferido municipal em SP no dia 25, a coordenadora local foi obrigada a supervisionar a emissão de cerca de 90 passagens - com as respectivas e inevitáveis alterações de horários - em um período de 96 horas.
Paralelamente, devido ao feriado prolongado no Rio de Janeiro (de quinta a domingo), diversos voluntários encontravam-se fora da cidade e sem acesso a internet. Por essa razão, diversos e-tickets não foram recebidos a tempo para embarque, voluntários perderam vôo, etc. Além disso, como a emissão foi bastante tardia, não foi possível obter os melhores preços e datas de vôo mais apropriadas. Acabamos chegando um ou dois dias depois do ideal e partindo dois a três dias depois do necessário, o que gerou despesas extras de hospedagem.
Nossa sugestão nesse sentido é localizar e dar autonomia ao processo de emissão de bilhetes a fim de obter melhores preços como vôo de grupo e não bilhetes individuais. Além disso, torna-se menos problemático e preocupante para quem aguarda uma definição acerca da ida ou não ao FSM.
Avaliação e recomendações:
1. O grupo de 90 voluntários foi muito grande e diverso. Pretendemos fazer uma avaliação sobre a participação de forma a enxugar o grupo de voluntários cariocas, buscando elevar o número de intérpretes profissionais participantes. Já estamos trabalhando nesse sentido. Nosso objetivo é atingir 60 intérpretes em 2 anos. Tal decisão representa nossa opção por qualidade e versalitilidade lingüística em vez de quantidade de voluntários. Para tanto motivaremos nossos colegas cariocas a aderirem à Babels e faremos mobilização nas escolas de interpretação cariocas (o que não foi feito desta vez).
2. Voluntários sem experiência que se destacaram em Porto Alegre, mostrando potencial para a interpretação simultânea, serão considerados e incentivados a fazer treinamento mais intensivo para futuros eventos do FSM.
3. A totalidade dos intérpretes profissionais cariocas lamentou não ter feito mais turnos, pois entendiam que poderiam ter trabalhado 3 turnos por dia. A percepção é a de que o FSM é um evento atípico, que não pode ser submetido a uma comparação com eventos tradicionais do mercado de interpretação brasileiro. Por essas razões é grande a disposição em trabalhar um pouco mais do que os iniciantes. Tal argumento se justifica ainda mais quando percebemos que um dos critérios para a hospedagem foi reservar os quartos em hotel para os profissionais porque eles teriam uma carga de trabalho maior do que os demais, necessitando, portanto, de mais repouso.
4. Dar mais autonomia a coordenação local com relação à emissão de passagem, hospedagem, acolhida , etc. Somente aqueles que encontram-se no nível local têm conhecimento sobre suas próprias necessidades e sobre as melhores opções para transporte, por exemplo.
5. Acreditamos que a percepção geral do FSM como uma experiência positiva para os intérpretes profissionais possa motivar nossos colegas cariocas a aderir à rede, vencendo, dessa forma, a resistência e a ameaça de retaliação anunciada. Por essa razão, em vez de direcionar recursos e energias para o treinamento de iniciantes, pretendemos dar início a uma campanha de esclarecimento ao mercado profissional local, de forma e motivar e mobilizar um número maior de profissionais locais. A superação dos problemas decorrentes da emissão tardia de passagens e da indefinição quanto ao local de hospedagem já motivaria um contingente de quase 10 profissionais.
6. Finalmente, desejamos nos unir mais aos grupos locais brasileiros, mais especificamente região Sul, SP e Nordeste (já existe uma intensa aliança entre Rio, Centro-Oeste e Norte). Entendemos que deveria haver um maior intercâmbio de idéias e informações entre esses grupos para que possamos deixar de ser percebidos como Babels Rio, Babels SP, Babel Centro-Oeste, etc., para sermos Babels Brasil.
À Rio, la mobilisation a débuté fin octobre par une réunion au siège de l'IBASE, pour y présenter le projet Babels. Cette réunion a compté sur la présence de 10 interprètes professionnels, le responsable de la coordination locale étant à l'époque Pascal Rubio. Nous avons décidé de motiver d'autres collègues travaillant sur le marché de Rio et nous avons fixé une autre rencontre début novembre. Afin de faciliter la communication entre les interprètes, nous avons décidé d'ouvrir un groupe sur le site Yahoo. Notre but était de mobiliser de 40 à 50 professionnels de Rio, parmi les collègues en activité et les ex-élèves des écoles de formation d'interprètes de la ville.
Début novembre, nous nous sommes rendu compte que très peu d'entre eux s'étaient inscrits comme bénévoles sur le site, car ils ne recevaient plus les e-mails de confirmation de participation au FSM. Nous avons donc lancé une circulaire, invitant tous les intéressés à s'inscrire sur le site et à régulariser leur fiche dans la banque de données. C'est Erica Resende qui a été choisie pour participer à la réunion du CI à Porto Alegre.
Nous n'avons pris connaissance de l'ampleur du réseau Babels qu'à Porto Alegre, où nous ont été présentés les projets parallèles comme Lexicon, le partenariat avec Nomad, les instruments de communication, la banque de données, etc. Lors de la réunion suivante, nous avons décidé d'étendre la mobilisation pour atteindre le chiffre de 60 bénévoles et nous avons alors admis non seulement des professionnels mais aussi des étudiants en interprétation. Par ailleurs, en raison du succès de la communication par Yahoo, l'usage des outils de communication Babels a été rejeté pour diverses raisons (manque de familiarité avec les outils de TI, consensus quant à l'efficacité de la communication sur la liste Yahoo, excès de e-mails et de communiqués d'autres régions, "technophobie", entre autres). Nous avons toutefois pris soin de fournir une copie des comptes rendus de nos réunions et des principaux communiqués sur le site de Babels, dans la section consacrée au Brésil. C'est Juan Doblas qui s'est chargé de cette tâche, en collaboration avec Luis Gustavo, de São Paulo. Tout membre du réseau pouvait donc, s'il le voulait, se maintenir informé de nos activités.
La décision ayant été prise de ne sélectionner que des professionnels et des étudiants en interprétation, la formation n'était pas au nombre de nos soucis majeurs. Le fait de ne pas pouvoir compter sur l'appui d'une institution qui puisse mettre à notre disposition un lieu approprié pour la formation à l'interprétation a également pesé sur cette décision.
Dans le même temps, Pascal, notre coordinateur a dû se retirer du projet pour des raisons d'ordre professionnel. C'est Erica Resende qui a alors assumé ses fonctions, aidée en cela par Marcelo Neves. Divers autres interprètes se sont portés responsables de l'évaluation et de la formation de bénévoles sans expérience.
Notre quota étant passé de 60 à 90 personnes et face à la demande d'interprètes ayant l'allemand, l'italien et d'autres langues comme langue première, nous avons décidé de choisir des bénévoles non-professionnels à partir de la banque de données de Babels. Sur les 180 bénévoles (chiffres de novembre) résidant dans la région de Rio, nous avons retenu environ 50 noms de non professionnels qui correspondaient au profil recherché (PT, EN, FR, DE et IT et ayant au moins deux langues étrangères comme langues passives). Tous ont été invités á une séance d'évaluation réalisée en décembre. Nous avons réparti les effectifs en fonction des combinaisons linguistiques. L'évaluation a été faite par un interprète professionnel de chaque langue (Pascal et Annie, FR ; Rebecca et Erica, EN ; Luciana Ache et Kena, ES). Par manque d'interprètes professionnels IT et DE comme langue A, il ne nous a pas été possible de réaliser une évaluation plus approfondie des bénévoles sans expérience ayant ces langues comme langues maternelles.
Il nous a fallu attendre janvier pour pouvoir utiliser une salle de l'IBASE mais, en raison des vacances scolaires, des fêtes de fin d'année et des obligations professionnelles des interprètes, la formation a été insuffisante. Nous avons organisé en tout 8 séances d'évaluation et de formation, comptant chacune sur un interprète professionnel comme formateur et environ 4 à 5 débutants.
Il convient de souligner que, durant les premières semaines de janvier, nous avons reçu un très grand nombre de candidats de dernière heure, le nombre des bénévoles passant alors de 180 à près de 220. Les nouveaux bénévoles n'ont été admis qu'à titre exceptionnel : ceux ayant FR, HE ou AR comme langue maternelle ou les professionnels ayant répondu à la mobilisation.
Sur le quota imparti de 90 bénévoles, nous avons mobilisé 35 professionnels, dans les langues maternelles suivantes : PT (23), ES (2), EN (5), FR (2), DE (2), et RU (1), et sur les 22 interprètes ayant PT comme langue A, une quinzaine était qualifiée pour travailler en cabines d'EN et de FR. Ces noms ont été acheminés par e-mail à Laurent et à German début janvier. Les autres bénévoles étaient des débutants ayant comme langue maternelle : PT, IT, DE et HE et approuvés lors des séances d'évaluation organisées par les interprètes professionnels responsables de chaque langue passive testée.
Parallèlement, nous avons cherché à sélectionner des débutants qui, outre la maîtrise des langues étrangères, présentaient des attributs particulièrement intéressants comme un 2e ou 3e cycle en économie, sociologie, science politique, relations internationales, etc. et des traducteurs ayant une qualification et/ou une expérience en interprétation simultanée. Par décision consensuelle entre les deux coordinateurs et les cinq interprètes responsables de l'évaluation, nous avons retenu environ 5 bénévoles qui, bien que ne possédant pas les attributs requis, devaient être encouragés à participer à une expérience comme celle du FSM. L'idée de la création d'un quota à cette fin avait été débattue et acceptée lors de réunions précédentes à Rio. Ces personnes n'étant pas à même de faire de l'interprétation, ont été orientées vers la coordination de salles et d'autres missions de coordination. La liste complète de ces noms a été transmise à Laurent et à Yan.
Comme aspect négatif du processus de sélection et de formation, nous signalerons le manque d'espace approprié à la réalisation des séances de formation (les deux écoles d'interprétation ayant refusé de prêter leurs salles), le calendrier de fin d'année - qui coïncide avec la fin de l'année scolaire, les vacances de divers bénévoles qui n'ont pas répondu aux e-mails en temps utile, les fêtes de fin d'année, etc., et le manque de matériel de formation en PT sur le CD préparé par Ecos (les débutants ayant IT, DE, HE, FR, EN et ES comme langue maternelle n'ont pas disposé de conférences enregistrées en PT pour interpréter vers leurs langues respectives. Les solutions alternatives adoptées (enregistrements vidéo et radio) n'ont pas été satisfaisantes.
(à continuer)
El proceso de movilización en Río De Janeiro comenzó en el final de octubre, en la presentación del proyecto de Babels en el IBASE. Estaban presentes cerca de 10 intérpretes profesionales, siendo Pascal el coordinador local. Decidimos motivar a otros colegas que actúan el mercado de Rio y se acordó una nueva reunión para el principio de noviembre. Para facilitar la comunicación entre los intérpretes, decidimos abrir un grupo en el sitio Yahoo. Nuestro objetivo era para movilizar entre 40 y 50 profesionales de Río de Janeiro entre colegas actuantes en el mercado y ex-alumnos de las escuelas de interpretación de la ciudad.
En el inicio de noviembre, percibimos que había pocas personas alistadas en el ‘site’ de la babels como voluntarios en relación a las personas listadas en el grupo Yahoo, pues esas personas no recibieron la serie de emails de confirmación de participación en el FSM. Hicimos entonces una convocatoria general pidiendo a todos los interesados que entrasen en el sitio y regularizasen su ficha en la base de datos. Elegimos a Erica Resende para ir a Porto Alegre para la reunión del CI.
Fue solo en Porto Alegre que tomamos conciencia de la plenitud de la red de Babels, de los proyectos paralelos como Léxicon, de la asociación con NOMADS, de los instrumentos de comunicación, de la base de datos, del etc. En la reunión siguiente decidimos aumentar la movilización para alcanzar el número de 60 voluntarios, comenzando a incluir estudiantes de interpretación además de los profesionales. Por otra parte debido al éxito de la comunicación por Yahoo, fue rechazado el uso de las herramientas de comunicación del Babels por razones diversas (falta de la familiaridad con las herramientas de TI, exceso de emails y comunicados de otras regiones, consenso en relación a la eficacia del grupo Yahoo, ‘tecnofobia’…). Sin embargo, tuvimos siempre cuidado en poner una copia de las actas de nuestras reuniones y de los principales comunicados en el sitio de Babels, en el sector destinado al Brasil. El responsable para esta tarea fue Juan Doblas, que trabajó junto con Luis Gustavo en SP. De esta forma cualquier miembro de la red podría, en caso de que estuviese interesado, estar informado en lo referente a nuestras actividades.
Debido a la decisión concentrar la selección en los profesionales y en los alumnos de interpretación, el entrenamiento fue dejado en segundo plano. Tal decisión también fue reforzada por el hecho de no disponer de la ayuda de una institución que pudiese ofrecer un lugar apropiado para las prácticas de interpretación.
De forma paralela, nuestro coordinador Pascal se desvinculó del proyecto por razones profesionales. Erica Resende asumió sus funciones, contando con la ayuda de Marcelo Neves. Otros intérpretes fueron designados responsables del proceso de la evaluación y del entrenamiento de voluntarios sin experiencia.
Con el aumento de nuestro contingente de 60 para 90 personas, y debido a la demanda de nativos de alemán, de italiano y de otros idiomas, decidimos seleccionar a no-profesionales entre los voluntarios de la base de datos del Babels. De los de cerca de 180 voluntarios (números de noviembre) disponibles en la región de Río De Janeiro, seleccionamos cerca de 50 nombres de no profesionales que presentaron un perfil adecuado al evento (nativos de PT, EN, FR, DE y IT con conocimiento pasivo de por lo menos dos idiomas extranjeros). Todos fueron invitados a una sesión de evaluación que se llevó a cabo en diciembre. Dividimos el contingente según las diferentes combinaciones lingüísticas. La evaluación fue hecha por un intérprete profesional nativo de cada lengua (Pascal y Annie, francés; Rebecca y Erica, EN; Luciana Ache y Kena, ES). Debido a la falta de los intérpretes profesionales nativos de IT y DE, no fue posible hacer una evaluación más sólida de los voluntarios nativos de estas idiomas sin experiencia.
Solamente en enero conseguimos usar una sala del IBASE, pero debido a las vacaciones escolares, a las fiestas de fin de año y a los compromisos profesionales de los intérpretes, el entrenamiento fue insuficiente. En total promovemos cerca de 8 sesiones de evaluación/entrenamiento, con un intérprete profesional como instructor y 4 o 5 alumnos debutantes.
Debemos subrayar que en las primeras semanas de enero recibimos un número enorme de candidatos de última hora, haciendo que el número de voluntarios pasase de 180 para cerca de 220. La adhesión de nuevos voluntarios fue aceptada solamente en casos excepcionales: nativos de FR, HE, AR o profesionales que adhiriesen a la movilización.
Del contingente establecido de 90 voluntarios, movilizamos a 35 profesionales nativos de PT (23), de ES (2), EN (5), FR (2), DE (2), y RU (1), siendo que de los 22 intérpretes nativos PT, cerca de 15 estaban plenamente calificados para trabajar en cabinas EN y FR. Estos nombres fueron enviados por email a Laurent y a German en el principio de enero. El resto de los voluntarios eran debutantes nativos PT, IT, DE y HE, aprobados en sesiones de evaluación promovidas por los intérpretes profesionales responsables para cada lengua pasiva probada.
Paralelamente, procuramos seleccionar intérpretes debutantes que, además del dominio de los idiomas extranjeros, presentasen cualidades diferenciales como titulación o ‘master’ internacional en economía, sociología, ciencias políticas, relaciones internacionales, etc. y calificación en traducción con o sin experiencia en interpretación simultánea. Por decisión consensual entre los dos coordinadores responsables y los cinco intérpretes para la evaluación, seleccionamos a cerca de 5 voluntarios que, a pesar de no presentar las cualidades exigidas, deberían ser estimulados para participar de una experiencia como el FSM. La idea de la creación de una cota de participantes con esas características había sido discutida y acordada en reuniones anteriores en Rio. Esas personas, por no ser aptas para hacer interpretación, recibieron tareas relacionadas con la coordinación de salas y otras tareas de coordinación. La lista que enumeraba estos nombres fue transmitida para Laurent y para Yann.
Como aspecto negativo del proceso de selección y entrenamiento, resaltamos la falta de espacio adecuado para la realización de entrenamiento (as dos escuelas de interpretación negaron acceso a las salas de entrenamiento), el calendario de fin de año que coincide con el final del año escolar, las vacaciones de algunos voluntarios que dejaron de leer sus emails, las fiestas de fin de año, etc., y la ausencia de material de entrenamiento en PT en el DVD preparado por la Ecos (los debutantes nativos de IT, DE, HE, FR, EN y ES no tuvieron acceso a las conferencias grabadas en PT para interpretar para sus idiomas respectivos). Las soluciones alternativas encontradas (grabaciones de vídeo y de la radio) no fueron satisfactorias.
Como aspecto positivo, destacamos el alto número de profesionales movilizados en Río De Janeiro. Este número habría podido alcanzar cerca de 50, pero muchos desistieron debido a los compromisos profesionales adquiridos en la semana del FSM, y, sobre todo, debido a la falta de definición referente al alojamiento y a la emisión del boleto. Entendemos que la movilización de cerca de 60 a 80 intérpretes profesionales en Río De Janeiro podría ser posible en los próximos dos años.
Finalmente, debemos comentar la cuestión del alojamiento y del boleto aéreo. Los boletos habían comenzado a ser emitidos solamente entre el 18 y el 21 de enero, coincidiendo con los días festivos del 20 al 24 de enero en Río De Janeiro y solamente 4 días antes de la fecha prevista de llegada en Porto Alegre. En este sentido, y debido al día festivo en São Paulo del día 25, la coordinadora local tuvo que supervisar la emisión de cerca de 90 boletos - con las inevitables alteraciones de horario - en un período de 96 horas.
Paralelamente, debido al periodo festivo en Río De Janeiro (del jueves al domingo), varios voluntarios se encontraban fuera de la ciudad y sin acceso a Internet. Fue por esa razón que ciertos boletos electrónicos no fueron emitidos antes del embarque, algunos voluntarios perdieron el vuelo, etc. Por otra parte, como la emisión fue tardía, no fue posible conseguir los mejores precios y las fechas más apropiadas de vuelo. Acabamos llegando un o dos días después de lo ideal y saliendo dos o tres días después de lo necesario, lo que generó gastos adicionales de alojamiento.
Nuestra sugerencia en este sentido es localizar y dar la autonomía al proceso de la emisión de vuelos para conseguir precios mejores comprando boletos como vuelo de grupo y no como boletos individuales. Ello también contribuiría a dar más tranquilidad a quien espera una definición sobre la ida al FSM.
Evaluación y recomendaciones:
1. El grupo de 90 voluntarios fue muy grande y diverso. Pretendemos hacer una evaluación sobre la participación para poder reducir el grupo de los voluntarios de Rio, buscando elevar el número de intérpretes profesionales participantes. Ya estamos trabajando en esa dirección. Nuestro objetivo es alcanzar 60 intérpretes en 2 años. Tal decisión representa nuestra opción por la calidad y la versatilidad lingüística frente a la cantidad de voluntarios. Para ello motivaremos a nuestros colegas de Rio para adherir a Babels y haremos movilizaciones en las escuelas de interpretación de Rio (lo que no fue hecho esta vez).
2. Los voluntarios sin experiencia que se destacaron en Porto Alegre, demostrando potencial para la interpretación simultánea, serán considerados y estimulados a hacer un entrenamiento más intensivo para los acontecimientos futuros del FSM.
3. Todos los intérpretes profesionales de Rio se quejaron por no haber tenido más turnos, entendiendo que habrían podido trabajar 3 turnos por día. La opinión es que el FSM es un acontecimiento anormal, que no puede ser comparado con otros eventos tradicionales del mercado brasileño de la interpretación. Por estas razones aumenta la disposición para trabajar un poco más que los debutantes. Tal argumento se justifica aún así más cuando percibimos que uno de los criterios para el alojamiento es que se debía reservar los cuartos en hotel para los profesionales porque tendrían una carga de un trabajo más grande que la de los debutantes, necesitando, por lo tanto de más descanso.
4. Dar más autonomía la coordinación local en relación a la emisión del boleto, al alojamiento, acogida, etc. Solo aquellos que se encuentran en el nivel local tienen conocimiento adecuado de sus necesidades de las mejores opciones para el transporte, por ejemplo.
5. Creemos que la percepción general del FSM como experiencia positiva para los intérpretes profesionales puede motivar a nuestros colegas de Rio para adherir a la red, venciendo, de esta forma, la resistencia y la amenaza anunciada de represalias. Por lo tanto, en vez de dirigir recursos y energías para el entrenamiento de debutantes, pretendemos realizar una campaña de clarificación del mercado profesional local, para motivar y movilizar un número cada vez mayor de profesionales locales. La superación de los problemas ocasionados por la emisión atrasada de boletos aéreos y de la incertidumbre asociada al alojamiento ya motivaría a un contingente de casi 10 profesionales.
6. Finalmente, deseamos unirnos más a los grupos locales brasileños, más específicamente a la región del sur, a São Paulo y al noroeste (ya existe una alianza intensa entre Rio, el Centro-Oeste y el norte). Entendemos que debe existir un intercambio más grande de ideas y de información entre estos grupos de modo que podemos dejar de ser percibidos como Babels Rio, Babels SP, Babels Centro-Oeste, para pasar a ser Babels Brasil.
We only became aware of the size of the Babels network in Porto Alegre, with its parallel projects such as Lexicon, partnership with Nomad, communication instruments, database, etc. At the next meeting, we decided to step up mobilization to reach the number of 60 volunteers, and decided to include interpreting students in addition to professionals. Meanwhile, due to the success of our communication via the Yahoo site, the use of Babels communications tools was rejected for a number of reasons (lack of familiarity with IT tools, consensus regarding effectiveness of communication via the Yahoo list, excessive number of emails and communications from other regions, 'technophobia', etc.). Nonetheless, we made sure to always copy the minutes of our meetings and major communications to the Babels site, in the part dedicated to Brazil. The person responsible for this task was Juan Doblas, who worked together with Luis Gustavo in São Paulo. This ensured that any member of the network could, if interested, become informed regarding our activities.
Lastly, we must comment on the issue of housing and tickets. Tickets only began to be issued from January 18th to 21st, coinciding with the holiday in Rio de Janeiro and only 4 days before the planned arrival date in Porto Alegre. Therefore, and also due to a municipal holiday in São Paulo on January 25th, local coordinators were obliged to oversee the issue of some 90 tickets - with their respective and unavoidable alterations of flight schedules - all in a period of 96 hours.
6. Lastly, we wish to straiten ties with other local Brazilian groups, specifically regions South, São Paulo and the Northeast (an intense partnership already exists between regions Rio, Mid-West and North). We believe that a greater exchange of ideas and information should take place amongst these groups so that we can move away from being perceived as Babels Rio, Babels SP, Babel Mid-West, etc., to become Babels Brazil.
WSF Selection Process Report – Regions North/ Northeast – Brazil
In early December, I received the ECOS training DVDs. I made copies and distributed them to the registered volunteers in Belém and encouraged those in other regions to request or download them.
4) Evaluate our 'carrying capacity' – how many reliable interpreters we can provide – instead of receiving the number needed and filling that number with people who are unable to do the job (quality vs quantity).
Para el FSM 2005 ,Babels Colombia aceptó las decisiones tomadas en POA en la reunión de Agosto sobre la selección.Allí se definieron varias etapas como consta en INFO ....
El proceso de Movilización y el de selección estuvieron coordinados estrechamente.
Se confirmaron los intérpretes PROFESIONALES ,residentes en Colombia y que habían estado en Quito así como los de Experiencia.Se envió un mail automático a todos los inscritos, y a partir de su respuesta de aceptación(algunos profesionales no respondieron) se fue haciendo la lista de seleccionados.
Se hicieron reuniones de movilización,y se difundió el llamado a través de universidades,escuelas de Lenguas,radios comunitarias,con el fin de que los interesados se inscribieran y comenzaran la preparación.
Los profesionales voluntarios,con disponibilidad de tiempo ,integrantes de Babels que nos habían acompañado en Quito formaron un grupo responsable de la selección para POA y se dividieron por Lenguas:Inglés,Francés y Portugués,para asesorar y guiar a los futuros debutantes ,voluntarios para POA.Se escribieron documentos con ejercicios que cada cual podía realizar por si mismo,reflexiones sobre que es la interpretaciön y que se espera de un traductor y se acordó una fecha para la evaluacion de voluntarios.(Estos documentos fueron enviados a numerosos coordinadores locales o intérpretes aislados que deseaban entrenarse por su cuenta).
Cuarta Etapa.Evaluación definitiva:
Esta fecha fue el día 4 de diciembre,durante el FORO SOCIAL COLOMBIA, ya que las conferencias y el ambiente ofrecían una situación real,con un público vivo aunque no estuviera siguiendo la traducción ,y el voluntario sin experiencia podía evaluar realmente su habilidad para hacerlo,además de entrar en contacto con el vocabulario del proceso Foro.
Allí los profesionales encargados de la evaluación ,despues del feed back correspondiente,hicieron una lista de candidatos hábiles para POA,con sus puntos fuertes y débiles,y algunos de estos fueron llevados a participar en POA, además de los nuevos profesionales Babels que no estaban inscritos para el FSA.
En Colombia carecemos de Escuelas de Interpretación.la única Facultad de interpretación en Bogotá se cerró en el año 1975.Los nuevos profesionales han tenido que estudiar fuera y hay muchos que se han hecho en la práctica y viven de ello.
En su gran mayoría los integrantes de Babels Colombia para POA forman parte del grupo de intérpretes profesionales de Colombia y son personas mayores de gran recorrido y calidad reconocida internacionalmente.
Respetando los principios de Babels,se llevaron 3 First experience,avalados por los profesionales,así como a algunos ocasionales,pero seguros de la calidad y responsabilidad de su participación.Hubiera sido muy frustrante que los voluntarios se prepararan y esforzaran parta luego decirles que a POA sólo irían los profesionales.Si Babels promete,debemos cumplir siempre y cuando la calidad esté esegurada.
Este concepto de la calidad es muy importante,y para el futuro mas vale que seamos pocos pero buenos, que muchos y pésimos.Hay que continuar preparándose para los próximos Foros y poder garantizar al público y a las organizaciones del Foro una interpretación de calidad, no solo a través de los intérpretes que estuvimos presentes y firmes donde se nos requirió,sino con un equipo igualmente fiable y de calidad de sonido,para poder hacer un trabajo profasional como lo merecen los que estamos luchando por un mundo mejor.
La gran frustración después de tres foros,Mumbai,Quito y POA es que no hemos podido realizar un trabajo satisfactorio para todos por falta de equipo.Intérpretes sin equipo no podemos trabajar,no todos manejan las técnicas de la consecutiva y el chuchotage es contaproducente desde muchos aspectos.Allí es donde debemos centrar nuestra reflexión, que pasa con el equipo?Nomad es un proyecto fabuloso, pero debemos replantear las relaciones Babels Nomad.Muchos no desean participar mas si no tienen los instrumentos profesionales adecuados para realizar su labor a cabalidad.
Perdón por lo sumario de este resumen, pero he estado fuera de la ciudad y soy la última que falta.
Tomé la coordinación Babels Ecuador para el FSM 2005 luego de haber participado como intérprete en el Foro Social de las Américas. Por la falta de tiempo, mi nivel de colaboración se limitó a reunir y capacitar intérpretes y principiantes.
Para iniciar, recibí de la Coordinación Colombia una lista de aproximadamente 60 personas que se habían inscrito. Si bien yo me propuse como contacto en Ecuador, era necesario reunir a las personas que supuestamente estaban interesadas para saber si estarían de acuerdo, ya que había otra persona que también planteó su interés, Jorge León. A vuelta de correo, recibí un gran número de confirmaciones de asistencia a la primera reunión de Babels Ecuador, que se había convocado en las oficinas de Jorge. Curiosamente, a pesar de ciertas confirmaciones, nadie más que Jorge y yo asistimos a esa primera “reunión”. De todas maneras, insistí en mi interés en coordinar Babels acá y en eso se quedó ya que Jorge a la final dijo que no tenía tiempo.
El segundo paso fue informar acerca de la reunión fallida y convocar a una nueva. Poco después, alrededor de octubre, realizamos la primera reunión con cuatro personas interesadas en colaborar: una estudiante de Lenguas Aplicadas a Negocios, primera experiencia, con inglés y francés; un estudiante de ingeniería en sistemas que había colaborado en el Foro de las Américas, con francés; un antropólogo con experiencia en interpretación en inglés; y yo, la única intérprete profesional, con inglés y español como activos y francés, italiano y portugués como pasivos.
De ahí en adelante, continué convocando por un mes a todas las personas a las que había escrito en un inicio, a pesar de que a la final el grupo estable, junto con las personas arriba indicadas, quedó en seis personas, incluyéndome. Comenzamos los entrenamientos de una forma totalmente rudimentaria, ya que ninguno tenía acceso a equipos sin costo. Lo que yo hice con algunas personas fue llevarles a la cabina cuando yo trabajaba, por lo menos para que vieran lo que estaban por hacer. Mientras tanto, practicábamos con textos que yo tenía sobre casi todos los temas que se iba a tratar en el Foro. Trabajábamos con grabaciones caseras en dos vías, con la televisión y DVD.
Con el pasar de los meses se unieron tres personas más a las que fuimos poniendo al día, con inglés y francés. Unas dos semanas antes de la fecha del Foro, fui informada que se requería más gente, así es que acepté a una persona a la que no conocía y que nunca tuvo ningún tipo de entrenamiento, cosa que informé. También en los últimos días, averigüé que estaba inscrita una intérprete con mucha experiencia en portugués a la que yo no conocía e invité a las dos últimas reuniones. Ella tiene mucha experiencia, así es que también ayudó a dar los “últimos toques” en recomendaciones y técnicas a los novatos. Los únicos otros dos profesionales que aceptaron, a último momento tuvieron que negarse por motivos personales.
Las convocatorias fueron hechas en el medio de traductores profesionales y de estudiantes. Debido a la falta de tiempo, realmente no pude contactarme en forma más oficial con escuelas de lenguas, especialmente en el idioma quichua, que no llevó la delegación ecuatoriana (ahora estoy trabajando en ello).
Al igual que en otros lugares, en el Ecuador no existe una escuela de Interpretación, así es que no tuvimos un lugar “oficial” a dónde acudir.
En mi opinión acerca del proceso de selección, leí algún correo en donde alguna coordinadora (Argentina, me parece) solicitaba fondos para la preparación de los principiantes. Si bien yo no la apoyé con un email, ya había pensado que esos serían fondos muy bien invertidos desde todo punto de vista: conseguir mayor calidad, dar oportunidades profesionales a futuros potenciales intérpretes y acercar a más gente al Foro de una manera más profesional.
Maricruz González C.
@@===Perú (reporte en ES/PT/EN)===@@
**Detalle del proceso de selección de Perú para el voluntariado de Babels en el FSM 2005.**
Consistió en dos partes: a) Recolección de información y b) entrevista.
**Recolección de Datos**
1. Se envió una invitación a l@s voluntari@s seleccionad@s a partir de la base de datos de Babels y de otras fuentes (base de datos de Babels, recomendaciones confiables, respuestas al llamado enviado al Colegio Peruano de Traductores y a las dos universidades que ofrecen la carrera de Traducción e Interpretación, así como de correos electrónicos recibidos por medio de la dirección fsm-peru@babels.org).
2. Se respondieron los correos electrónicos y se solicitó una descripción breve y detallada sobre la experiencia en interpretación.
3. Se recibieron y revisaron los résumés y la información sobre la experiencia previa.
4. Se cotejaron los datos con la información incluida en la base de datos de Babels.
5. Se creó una base de datos para el grupo de Perú.
6. Se llamó a l@s voluntari@s seleccionad@s a una entrevista personal en la que se verificó la información proporcionada y se evaluaron las capacidades de comunicación, entre otros factores (disposición, actitud, etc.)
7. Según eso, l@s voluntari@s pasaron por el proceso de confirmación acordado: “shortlist”, “confirmed”, etc.
Fue una entrevista informal que duró aproximadamente de 30 a 45 minutos, de acuerdo con la combinación de idiomas.
2. Experiencia en interpretación (tipo de eventos, temas, referencias, etc.).
5. Principales razones para hacer voluntariado como intérprete de Babels en el FSM.
**Metodología de la entrevista**
La entrevista se realizó en los idiomas señalados por l@s voluntari@s; los cuales se intercalaban, sin aviso previo, durante la conversación.
Los idiomas utilizados fueron: español, francés, inglés, portugués, italiano y alemán.
No fue posible evaluar el conocimiento lingüístico del idioma Quechua. Por consiguiente, l@s intérpretes de quechua presentaron résumés documentados y fueron intérpretes que habían participado como voluntari@s en el FSA de Quito. Sólo se entrevistó a un@ de ell@s.
Para la selección, se consideraron los siguientes aspectos:
2. La falta de infraestructura para realizar talleres de capacitación en Lima (sólo dos veces se pudo usar el laboratorio de interpretación de una de las dos universidades peruanas con la carrera de Interpretación).
3. Mi responsabilidad como coordinadora para BabelsPerú por las personas que había entrevistado (en relación con este punto, es importante observar que los procesos verticales y los procesos que implican y requieren supervisión y control de calidad son dos cosas diferentes y que la falta de estos últimos podría poner los objetivos de Babels en riesgo, así como los contenidos y objetivos del FSM).
(Esta información también está relacionada con los parámetros de selección).
Durante el primer taller, los equipos no funcionaron y se distribuyó material informativo sobre Babels. Se abordaron temas como Derechos Humanos y otros relacionados y dos voluntarias ofrecieron hablar sobre su experiencia previa en el FSA de Quito. Se compartieron ideas y experiencias de interpretación.
En el segundo taller tuvimos acceso al laboratorio pero no se pudo usar la computadora ni el DVD para abrir los archivos por lo que se leí y grabé las transcripciones de foros anteriores mientras l@s voluntari@s escuchaban y posteriormente tod@s volvimos a escuchar e interpretar mis grabaciones mientras la profesora Esther nos supervisaba. Al final de ese taller, los equipos no funcionaron bien y no pudimos escuchar nuestras interpretaciones. También se comentó en grupo el tema de la ética de la interpretación y del trabajo voluntario.
La selección de intérpretes no profesionales y de primera experiencia que participaron en el grupo peruano FSM 2005, con excepción de l@s intérpretes de quechua, se basó en el dominio de un tercer o cuarto idioma, además del idioma inglés y de sus habilidades de comunicación. Aún así, también fue arriesgado en términos de calidad debido a la falta de infraestructura para la capacitación.
La comunicación con tod@s l@s voluntari@s de Perú fue permanente y fluida durante todo el proceso.
Babels-Perú
**Detalhe do processo de seleção no Peru para Babels no FSM2005.**
(Original: Inglês)
1- O chamado foi enviado aos voluntári@s selecionad@s da base de dados Babels e das outras fontes (recomendações confiáveis, respostas ao chamado enviado à Associação Peruana de Tradutores e às duas Universidades de Interpretação, bem como as mensagens recebidas em: fsm-peru@babels.org).
2- Se responderam as mensagens pedindo uma descrição detalhada da experiência em interpretação.
3- Os résumés foram recebidos e examinados, assim como informação sobre a experiência.
4- Os dados foram comprovados com a informação da base de dados da Babels.
6- Chamou-se aos voluntári@s selecionados a uma entrevista pessoal onde se comprovou a informação fornecida e as capacidades de comunicação, entre outros fatores (vontade, atitude, etc.).
7- Segundo a informação recebida e comprovada na entrevista, @s voluntári@s passaram pelo processo de confirmação combinado: ‘shortlist’, confirmed’, etc.
2- Experiência de interpretação (tipo de eventos, temas, referências, etc.).
4- Consciência sobre o FSM.
5- Principais razões/motivação para se oferecer como intérprete voluntári@ de Babels no FSM.
A entrevista foi realizada trocando espontaneamente de um idioma para outro, segundo os idiomas d@ voluntári@.
Idiomas usados: espanhol, francês, inglês, português, italiano, e alemão.
Não havia a possibilidade de avaliar o conhecimento lingüístico do quechua. Portanto, @s intérpretes de quechua apresentaram résumés documentados e foram intérpretes que também tinham participado como voluntári@s no FSA de Quito. Um deles foi entrevistado.
Para a seleção, foram levados em conta os seguintes aspectos:
1– Qualidade versus quantidade.
2– A falta de infra-estrutura para treinamento permanente ou freqüente ou para realizar oficinas em Lima (só duas vezes usaram-se os laboratórios de interpretação de uma das duas Universidades peruanas para Interpretação).
3- A minha responsabilidade como coordenadora para BabelsPeru pelas pessoas que tinha entrevistado (com relação a esse ponto, por favor é preciso observar que os processos verticais e aqueles que requerem controle de qualidade e vigilância não devem se confundir porque a falta destes últimos poderia pôr as metas da Babels em risco, assim como os conteúdos e finalidades do FSM).
(Essa informação também está associada aos parâmetros de seleção)
Durante a primeira, o equipamento não funcionou; se entregou material informativo sobre Babels e se abordo o tema dos direitos humanos e outros temas relacionados. Também, duas voluntárias falaram sobre suas experiências anteriores no FSA de Quito. Também se discutiram idéias e experiências de interpretação.
Na segunda oficina, mesmo tendo conseguido usar o laboratório foi impossível usar o computador ou DVD para abrir os arquivos. Contudo, as transcrições dos fóruns anteriores foram lidas e gravadas enquanto @s voluntári@s escutavam e depois todos nós escutamos novamente e interpretamos. Nossas interpretações foram supervisadas pela professora Esther. O equipamento não funcionou bem e não conseguimos ouvir as nossas interpretações. Também se discutiu sobre a interpretação e ética de trabalho voluntário.
Os intérpretes não profissionais de primeira-experiência que participaram no grupo peruano para o FSM2005, com a exceção dos intérpretes de quechua, foram eleitos com base no seu domínio de um terceiro ou quarto idioma, além do inglês, e suas capacidades de comunicação. Mesmo assim, isto não deixava de ser um risco devido à falta de infra-estrutura para o treinamento.
Houve comunicação permanente por correio eletrônico com tod@s @s voluntári@s peruan@s durante todo o processo de seleção.
3- Résumés were received and reviewed, as well as information on experience.
7- According to that, volunteers went through the agreed confirmation process: ‘shortlist’, ‘confirmed’, etc.
The interview was carried out switching from one language into another without giving notice of it beforehand, according to the volunteer’s languages.
There was not the possibility of assessing linguistic knowledge of Quechua. Therefore, Quechua interpreters submitted documented résumés and were interpreters who had also volunteered in the Quito FSA. One of them was interviewed.
1 – Quality versus quantity.
2 – The lack of infrastructure for permanent or frequent training or workshops in Lima (only twice interpretation laboratories of one of the two Peruvian Universities for Interpretation were used for workshops).
3 – My responsibility, as coordinator for BabelsPeru for the people I had interviewed (in relation to this point, please note that vertical processes and surveillance/quality control should not be confused because the lack of the latter could put Babels’ goals at risk, as well as the WSF contents and purposes).
During the first one, the equipment didn’t work; informative material on Babels was handed out. Human Rights and related topics were addressed and two volunteers offered to talk about their previous experiences in the Quito FSA. Ideas and interpretation experiences were also shared.
In the second workshop, although we had the laboratory it was impossible to use the computer or DVD to open the files. However, transcripts from previous forums were read and recorded while volunteers listened and then we all listened again and interpreted. Interpretations were supervised by Professor Esther. The equipment didn’t work well and we couldn’t listen to our interpretations. Interpretation and volunteer job ethics were also shared and discussed.
INFORME ACERCA DEL PROCESO DE SELECCIÓN EN URUGUAY
A continuación transcribo los informes escritos por los coordinadores de idioma, respecto al proceso de práctica, evaluación y selección de los voluntarios uruguayos. Los informes están separados por idioma ya que los procesos fueron diferentes, sin embargo antes de la trascripción cabe señalar algunas cuestiones que se aplican a todos ellos:
- Las reuniones generales de Babels UY tuvieron cada vez menos convocatoria a medida que se acercaba el FSM, por lo que los grupos de cada idioma se fueron reuniendo en distintas instancias para realizar sus prácticas. A excepción de inglés, grupo que tuvo más inscriptos, algunos de los cuales no participaron de instancias de práctica, el resto de los grupos se reunían periódicamente.
- Cada grupo fue buscando la manera de conseguir materiales e información acerca cómo enfrentarse a una situación de interpretación, ya que casi la totalidad de los voluntarios no tenían experiencia. No contábamos con la participación de ningún intérprete profesional.
- No pudimos realizar ninguna instancia previa al FSM en cabina, ya que no contábamos con equipos ni posibilidad de conseguirlos.
- Las posibilidades de conseguir audios en las distintas lenguas acerca de temáticas relacionadas al FSM fueron reducidas ya que muy pocos podían acceder a conexiones de internet con las velocidades y anchos de banda necesarios para poder hacerlo. Por lo que se tendió a bajar textos de la página web del FSM, muchos de los cuales eran leídos o grabados por uno de los voluntarios para que otro pudiera interpretarlos.
- En Uruguay no hay ninguna escuela o facultad en que pueda uno formarse como intérprete. Por esta razón, la posibilidad de estar en POA fue tan importante para nosotros como instancia de formación, algo más "formal" que nuestras prácticas, que a pesar de hacerse con mucho empeño y tratando de alcanzar la mayor calidad posible, carecían de guía profesional. Muchos pudimos beneficiarnos de los consejos, explicaciones, estrategias, etc. de intérpretes profesionales que se mostraron muy interesados en compartir sus conocimientos con nosotros. Por lo que ahora estamos en mejores condiciones para continuar practicando y formándonos para futuras instancias. Es importante destacar que casi la mayoría de las personas que estuvieron en POA han continuado participando de las actividades propuestas, y han mostrado más compromiso con Babels y con los distintos proyectos que se han planteado en Uruguay.
- Si bien éramos concientes de nuestras escasas posibilidades desde el principio, y a pesar de no lograr conformar un gran grupo de trabajo antes de POA, quienes se hicieron cargo de nuestra participación, pusieron mucho cuidado al respecto del manejo de las lenguas. La mayoría de los voluntarios eran profesores, traductores públicos o estudiantes avanzados de esta carrera, o estudiantes avanzados de las lenguas a partir de las cuales iban a interpretar, algunos incluso habían vivido en países en que se hablaba su L2 o habían recibido formación académica en esa lengua.
INGLÉS
“El proceso de selección en inglés consistió en realizar evaluaciones, es decir pruebas o simulacros de interpretación en base a audios del sitio web de Babels, que luego eran cotejados, por un lado con el texto en el idioma original para verificar errores de contenido en la interpretación y luego se verificaba solamente el dominio del español, si se hacía un uso correcto del idioma. Si el discurso tenia sentido por si solo.
De las personas anotadas en inglés que eran cerca de 80, solamente vinieron 10 a realizar la evaluación, de las cuales quedaron 8 seleccionadas. Las personas evaluadas en su mayoría tenían practica de las reuniones de Babels, habían realizado algunos ejercicios de interpretación previos, aunque no se trató de intérpretes profesionales en la mayoría de los casos.
Se les colocó el audio en inglés de unos 10 minutos para que interpretaran al español. En primer lugar yo me encargué de verificar que la interpretación fuera correcta, estuviera completa, etc. y luego le pedí a otra persona (que tiene español como lengua materna) que escuchara solamente la interpretación, es decir el discurso en español, para que sin saber que se trataba de una interpretación pudiera verificar la corrección del español.
Las interpretaciones se grabaron en la computadora, y fueron revisadas más tarde para poder realizar la tarea con tiempo y poder revisar posibles errores varias veces.
Las personas seleccionadas mostraron buen dominio de ambas lenguas y solvencia para enfrentarse a la situación de interpretar. En el caso de quienes no fueron seleccionados, la decisión se basó en una interpretación pobre e incompleta, que no reflejaba lo que se trasmitía en el discurso con total claridad. El proceso resultó bueno ya que a pesar de los pocos medios con los que contamos, pudimos resolver la clasificación exitosamente.” Mercedes Camps (Coord. En-Uruguay)
PORTUGUÉS
“Proceso de Selección Intérpretes de Portugués-Uruguay: Se trabajó a lo largo de varios meses con prácticas de interpretación sobre grabaciones hechas por nosotras, ya que nunca contamos con material adecuado. Considerando que fuimos 4 intérpretes de pt, en realidad no me sentí capaz de dejar a nadie fuera, a pesar de que en algunos momentos dudé de la capacidad de alguna de nosotras, siendo que me responsabilicé por coordinar
escribe, no puedo evaluar este azaroso proceso de selección, dónde no contamos en ningún momento con equipos adecuados y lo hicimos sobre entrevistas radiales cuyas velocidades distan bastante de una conferencia.
Coordinación PT-Uruguay”
FRANCÉS
“Según lo convenido el sábado 11 de diciembre , el equipo de francés se reunió desde las 15 h a las 18 h . Hubo 7 voluntarias presentes , a saber : Floriane, Sidonie, Olga, Mónica, Dalia, Paula y Lucía. En vistas de que el DVD que nos iba a proporcionar una referencia, no se pudo abrir, decidimos trabajar conjuntamente con casettes de audio y textos leídos. Después de estos tests orales, cada participante manifestó sentirse capaz de afrontar la experiencia.” Lucía Schenone
ALEMÁN
Solamente dos personas conformaron el grupo de alemán. Se realizaron prácticas en las siguientes condiciones: una de las voluntarias leía un texto cuya temática estuviera comprendida en alguna de las 11 áreas del FSM, al mismo tiempo la otra voluntaria realizaba su interpretación del texto leído. De esta manera no sólo se practicaba interpretación sino que además se entraba en contacto con los términos que pudieran aparecer en dichas áreas temáticas. Tras haber realizado este tipo de prácticas durante algunos meses, se realizaron una evaluación en base a la grabación de una conferencia de una temática relacionada a las del FSM, en que el orador era hablante nativo de alemán. Tras haber realizado esta prueba, ambas voluntarias entendieron que se encontraban en condiciones de participar como intérpretes en POA.
Se realizaron prácticas periódicamente durante varios meses, utilizando material relacionado a las temáticas del foro, tanto textos como grabaciones. Al llegar el momento de confirmar su participación en POA los miembros de este equipo entendieron que estaban en condiciones de participar como intérpretes. No hubo instancias de evaluación sino de reflexión en cuanto a la capacidad de cada uno.
Deletions:
-""Poa2005"": initially 3 people were responding to emails sent to this address (Laurent, Mónica, Bruno). Laurent left by mid-October in order to take care of ""poa2005-viaje"". Bruno left in November for personal reasons. Mónica was left alone to respond to all incoming emails in December and January.
-""Poa2005-viaje"": initially 1 person (Laurent). One more person arrived to help by the end of December (Germán). There was never more than 1 person really working on travel at any given time. In January, Laurent and Germán were both working, one was in charge of making the reports and the lists from the database, while the other was concretely working with the travel agency and with the interpreters.
These decisions were made thanks to an open discussion started on July 22 in the Forum and publicized widely: an e-mail was sent at that time to all people volunteering to the WSF05 and to all people who had volunteered to the WSF04, inviting them to discuss the selection methodology. This discussion was launched a month after the publication of the “Call for volunteers” (official start of the WSF05 project: See Intermediary Report http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=626#626 explaining the stages that lead to the Call). This discussion generated 135 posts in three different languages, which were read 11 815 times (this number does not correspond to single users).
~&Para modificar la página: 'Edit page' en el menú abajo. Y cuando acabaron: #%Store#%.
==São Paulo (report in EN)==
I work in BABELS São Paulo and I started working in the written translation group. Then I migrate to the simultaneous interpreting group and helped reading and answering e-mails of newcomers until before the Forum starts. During the Forum I was supposed to work only in interpreting.There were a lot of things to do so I worked two days in the written translation and two days in the International Council Meeting doing the interpretation in the English to Spanish booth. I helped in the Booth Planification group while I was in Gasometro at night. I participated in the Latin America meetings and coordinate the last meeting.
Selection Methodology from São Paulo.
BABELS started in São Paulo in August 2004. In the first meetings there were a lot of different people each coming over and the WSF and BABELS history and work had to be explained to the new people over and over again.
The Written Translation Group began with Monica Nehr and I doing the translations and mobilising those who wanted to join the team. We established a test for the newcomers and they had to take it in order we could evaluate their work. Monica did the job of coordinating these group and give / pass the translations for the rest of us. She managed to do it and the São Paulo written translation group contributed in the WSF website office during the WSF2005.
The Mobilization Group took the list of people who live in São Paulo registered in the BABELS site and started to call those to the meetings. There were 4 people each one calling to 50 other people. After that we replied the e-mails from people.
Two coordinators of these team (Henrique and Patrícia) are former students of a interpreting college in São Paulo, UNIBERO. They talked with their teachers and the school let us use their “laboratory”, a room with capacity for more or less 60 people seated, a booth with for 3 people and all the necessary equipment. We did a training process wih volunteers and profesionals since September 2004 until 2 weeks before the beginning of the Forum. We asked a lot of people of social movements to come and give speeches or sometimes we had prints of the material of the other WSFs founded in the WSF website.
We (Henrique, Graziela, Leda, Luis, Monica and Patricia) agreed with some points in order to select those who would go to POA. 1. Everybody had to get in the booth and talk. Even those who were profesionals had to do it. We had to listen to all. So there were some people who thought they would go and didn’t come into the booth in the last minute. We had to listen to everybody and before saying yes or no to the person we talked with each other to see if there would be another chance or not. We specify criterias like shadowing (interpreter follows the person who is speaking), “bring the text” (bring the idea of the speech, the sentence), general knowledge of the topic, (know the specific terms of the WSF debates), pauses, if the person breathed in the microphone or not and the atitude of the person towards others inside and outside the booth.
We think we did a selection proccess that brought people who can deal technically and psychologically (very important) inside the booth. In the first meeting they didn’t know nothing or little about interpreting and/or Social Movements / Social Forums.
We brought to Porto Alegre 47 people of Interpreting Group, 15 people of Written Translation Group and 3 people of Room Coordination Group. Total = 65 people from São Paulo. People should meet the alredy mentioned standards in order to get into the booth / write a good translation to perform a good job.
Of course it’s not only roses here. We had problems, of course we had them.
1.Those people who live in São Paulo and came from these city without training and selecting. Those people are selected by other coordinators in BABELS.
BABELS must have mechanisms to select those people who are not performing well. We somehow manage to do that in São Paulo by having specific criteria for the selecting process. It was clear for everybody that there were rules and those who didn’t follow the rules didn’t go. There were procedures and common agreements on the minimum requirements. So no one could talk later that there was something personal.
BABELS - São Paulo
BABELS - São Paulo
O processo de mobilização no Rio de Janeiro começou no final de outubro, em uma reunião no IBASE sobre a apresentação do projeto da Babels. Estavam presentes cerca de 10 intérpretes profissionais, sendo que Pascal era o então responsável pela coordenação local. Decidimos motivar outros colegas que atuam o mercado do Rio e marcamos um novo encontro para início de novembro. A fim de facilitar a comunicação entre os intérpretes, decidimos abrir um grupo no site Yahoo. Nosso objetivo era mobilizar cerca de 40 a 50 profissionais do Rio de Janeiro dentre colegas atuantes no mercado e ex-alunos das escolas de interpretação cariocas.
Em início de novembro, percebemos que poucos haviam se inscrito no site como voluntários, pois deixaram de receber os emails de confirmação de participação no FSM. Fizemos uma convocatória geral para que todos os interessados se inscrevessem no site e regularizassem sua ficha no banco de dados. Escolhemos Erica Resende para ir a Porto Alegre para a reunião do CI.
Somente em Porto Alegre tomamos ciência da plenitude da rede Babels, os projetos paralelos como Lexicon, a parceria com Nomad, os instrumentos de comunicação, o banco de dados, etc. Na reunião seguinte, decidimos aumentar a mobilização para atingir o número de 60 voluntários, passando a incluir estudantes de interpretação, além dos profissionais. Por outro lado, devido ao sucesso da comunicação via Yahoo, foi rejeitado o uso das ferramentas de comunicação da Babels por diversos motivos (falta de familiaridade com ferramentas de TI, consenso em relação à eficácia da comunicação na lista Yahoo, excesso de emails e comunicados de outras regiões, “tecnofobia”, entre outros). No entanto, tivemos o cuidado de sempre colocar uma cópia das atas de nossas reuniões e principais comunicados no site da Babels, na parte destinada ao Brasil. O responsável por essa tarefa foi Juan Doblas, que trabalhou em parceria com Luis Gustavo em SP. Dessa forma qualquer membro da rede poderia, caso interessado, informar-se acerca de nossas atividades.
Devido à decisão de concentrar a seleção em profissionais e alunos de interpretação, treinamento foi deixado em segundo plano. Tal decisão também foi alimentada pelo fato de que não pudemos contar com o apoio de uma instituição que nos oferecesse um local apropriado para treinamento de interpretação.
Paralelamente, nosso coordenador Pascal desligou-se do projeto por razões profissionais. Erica Resende assumiu suas funções, contando com a ajuda de Marcelo Neves. Diversos outros intérpretes ficaram responsáveis pelo processo de avaliação e treinamento de voluntários sem experiência.
Com o aumento de nossa cota de 60 para 90 pessoas, e devido à demanda de nativos de alemão, italiano e outros idiomas, decidimos selecionar voluntários não-profissionais a partir do banco de dados da Babels. Dos cerca de 180 voluntários (números de novembro) residentes na região do Rio de Janeiro, selecionamos cerca de 50 nomes de não profissionais que apresentavam um perfil adequado ao evento (nativos de PT, EN, FR, DE e IT com conhecimento passivo de pelo menos duas línguas estrangeiras). Todos foram convidados par uma sessão de avaliação realizada em dezembro. Dividimos o contingente conforme combinação lingüística. A avaliação foi feita por um intérprete profissional nativo de cada idioma (Pascal e Annie, FR; Rebecca e Erica, EN; Luciana Ache e Kena, ES). Por falta de intérpretes profissionais nativos de IT e DE, não foi possível fazer uma avaliação mais sólida dos voluntários sem experiência nativos desses idiomas.
Somente em janeiro conseguimos utilizar uma sala do IBASE, mas, devido às férias escolares, festas de fim de ano e compromissos profissionais dos intérpretes, o treinamento foi insuficiente. No total promovemos cerca de 8 sessões de avaliação/treinamento, com um intérprete profissional como instrutor e cerca de 4 a 5 iniciantes.
Devemos ressaltar que nas primeiras semanas de janeiro recebemos um número enorme de candidatos de última hora, fazendo com que o número de voluntários pulasse de 180 para cerca de 220. A adesão de novos voluntários somente foi aceita em casos excepcionais: nativos de FR, HE, AR ou profissionais que aderiram à mobilização.
Da cota estabelecida de 90 voluntários, mobilizamos 35 profissionais nativos de PT (23), ES (2), EN (5), FR (2), DE (2), e RU (1), sendo que dos 22 intérpretes nativos de PT, cerca de 15 encontravam-se qualificados para trabalhar em cabines de EN e FR. Esses nomes foram encaminhados por email a Laurent e German no início de janeiro. Os demais voluntários eram formados por iniciantes nativos de PT, IT, DE e HE, aprovados nas sessões de avaliação promovidas pelos intérpretes profissionais responsáveis por cada língua passiva testada.
Paralelamente, buscamos selecionar iniciantes que, além do domínio das línguas estrangeiras, apresentavam atributos diferenciais como graduação ou pós-graduação em Economia, Sociologia, Ciência Política, Relações Internacionais, etc. e tradutores qualificação e/ou experiência em interpretação simultânea. Por decisão consensual entre os dois coordenadores e os cinco intérpretes responsáveis pela avaliação, selecionamos cerca de 5 voluntários que, apesar de não apresentarem os atributos exigidos, deveriam ser encorajados a participar de uma experiência como o FSM. A idéia da criação de uma cota nesse sentido havia sido discutida e acordada em reuniões anteriores no Rio. Essas pessoas, por não estarem aptas a fazer interpretação, foram direcionadas para coordenação de sala e outras tarefas de coordenação. A lista contendo esses nomes foi transmitida a Laurent e Yan.
Como aspecto negativo do processo de seleção e treinamento, ressaltamos a falta de espaço adequado para a realização de treinamento (as duas escolas de interpretação opuseram-se ao empréstimos das salas de treinamento), o calendário de fim de ano - que coincide com o fim de ano letivo, férias de diversos voluntários que deixaram de responder emails em tempo hábil, festas de fim de ano, etc., e a ausência de material de treinamento em PT no cd preparado pela Ecos (os iniciantes nativos de IT, DE, HE, FR, EN e ES não tiveram acesso a conferências gravadas em PT para interpretar para seus respectivos idiomas. As soluções alternativas encontradas (gravações de vídeo e rádio) não foram satisfatórias.
Como aspecto positivo, destacamos o alto número de profissionais mobilizados no Rio de Janeiro. Esse número poderia ter atingido cerca de 50, mas muitos desistiram por compromissos profissionais assumidos na semana do FSM, e, sobretudo, por falta de definição acerca de hospedagem e emissão de passagem. Entendemos que a mobilização de cerca de 60 a 80 intérpretes profissionais no Rio de Janeiro seja possível nos próximos dois anos.
Finalmente, devemos comentar a questão de hospedagem e passagem. As passagens somente começaram a ser emitidas ente 18 e 21 de janeiro, coincidindo com o feriado de 20 de janeiro no Rio de Janeiro e a apenas 4 dias da data prevista de chegada em Porto Alegre. Nesse sentido, e devido ao ferido municipal em SP no dia 25, a coordenadora local foi obrigada a supervisionar a emissão de cerca de 90 passagens - com as respectivas e inevitáveis alterações de horários - em um período de 96 horas.
Paralelamente, devido ao feriado prolongado no Rio de Janeiro (de quinta a domingo), diversos voluntários encontravam-se fora da cidade e sem acesso a internet. Por essa razão, diversos e-tickets não foram recebidos a tempo para embarque, voluntários perderam vôo, etc. Além disso, como a emissão foi bastante tardia, não foi possível obter os melhores preços e datas de vôo mais apropriadas. Acabamos chegando um ou dois dias depois do ideal e partindo dois a três dias depois do necessário, o que gerou despesas extras de hospedagem.
Nossa sugestão nesse sentido é localizar e dar autonomia ao processo de emissão de bilhetes a fim de obter melhores preços como vôo de grupo e não bilhetes individuais. Além disso, torna-se menos problemático e preocupante para quem aguarda uma definição acerca da ida ou não ao FSM.
Avaliação e recomendações:
1. O grupo de 90 voluntários foi muito grande e diverso. Pretendemos fazer uma avaliação sobre a participação de forma a enxugar o grupo de voluntários cariocas, buscando elevar o número de intérpretes profissionais participantes. Já estamos trabalhando nesse sentido. Nosso objetivo é atingir 60 intérpretes em 2 anos. Tal decisão representa nossa opção por qualidade e versalitilidade lingüística em vez de quantidade de voluntários. Para tanto motivaremos nossos colegas cariocas a aderirem à Babels e faremos mobilização nas escolas de interpretação cariocas (o que não foi feito desta vez).
2. Voluntários sem experiência que se destacaram em Porto Alegre, mostrando potencial para a interpretação simultânea, serão considerados e incentivados a fazer treinamento mais intensivo para futuros eventos do FSM.
3. A totalidade dos intérpretes profissionais cariocas lamentou não ter feito mais turnos, pois entendiam que poderiam ter trabalhado 3 turnos por dia. A percepção é a de que o FSM é um evento atípico, que não pode ser submetido a uma comparação com eventos tradicionais do mercado de interpretação brasileiro. Por essas razões é grande a disposição em trabalhar um pouco mais do que os iniciantes. Tal argumento se justifica ainda mais quando percebemos que um dos critérios para a hospedagem foi reservar os quartos em hotel para os profissionais porque eles teriam uma carga de trabalho maior do que os demais, necessitando, portanto, de mais repouso.
4. Dar mais autonomia a coordenação local com relação à emissão de passagem, hospedagem, acolhida , etc. Somente aqueles que encontram-se no nível local têm conhecimento sobre suas próprias necessidades e sobre as melhores opções para transporte, por exemplo.
5. Acreditamos que a percepção geral do FSM como uma experiência positiva para os intérpretes profissionais possa motivar nossos colegas cariocas a aderir à rede, vencendo, dessa forma, a resistência e a ameaça de retaliação anunciada. Por essa razão, em vez de direcionar recursos e energias para o treinamento de iniciantes, pretendemos dar início a uma campanha de esclarecimento ao mercado profissional local, de forma e motivar e mobilizar um número maior de profissionais locais. A superação dos problemas decorrentes da emissão tardia de passagens e da indefinição quanto ao local de hospedagem já motivaria um contingente de quase 10 profissionais.
6. Finalmente, desejamos nos unir mais aos grupos locais brasileiros, mais especificamente região Sul, SP e Nordeste (já existe uma intensa aliança entre Rio, Centro-Oeste e Norte). Entendemos que deveria haver um maior intercâmbio de idéias e informações entre esses grupos para que possamos deixar de ser percebidos como Babels Rio, Babels SP, Babel Centro-Oeste, etc., para sermos Babels Brasil.
À Rio, la mobilisation a débuté fin octobre par une réunion au siège de l'IBASE, pour y présenter le projet Babels. Cette réunion a compté sur la présence de 10 interprètes professionnels, le responsable de la coordination locale étant à l'époque Pascal Rubio. Nous avons décidé de motiver d'autres collègues travaillant sur le marché de Rio et nous avons fixé une autre rencontre début novembre. Afin de faciliter la communication entre les interprètes, nous avons décidé d'ouvrir un groupe sur le site Yahoo. Notre but était de mobiliser de 40 à 50 professionnels de Rio, parmi les collègues en activité et les ex-élèves des écoles de formation d'interprètes de la ville.
Début novembre, nous nous sommes rendu compte que très peu d'entre eux s'étaient inscrits comme bénévoles sur le site, car ils ne recevaient plus les e-mails de confirmation de participation au FSM. Nous avons donc lancé une circulaire, invitant tous les intéressés à s'inscrire sur le site et à régulariser leur fiche dans la banque de données. C'est Erica Resende qui a été choisie pour participer à la réunion du CI à Porto Alegre.
Nous n'avons pris connaissance de l'ampleur du réseau Babels qu'à Porto Alegre, où nous ont été présentés les projets parallèles comme Lexicon, le partenariat avec Nomad, les instruments de communication, la banque de données, etc. Lors de la réunion suivante, nous avons décidé d'étendre la mobilisation pour atteindre le chiffre de 60 bénévoles et nous avons alors admis non seulement des professionnels mais aussi des étudiants en interprétation. Par ailleurs, en raison du succès de la communication par Yahoo, l'usage des outils de communication Babels a été rejeté pour diverses raisons (manque de familiarité avec les outils de TI, consensus quant à l'efficacité de la communication sur la liste Yahoo, excès de e-mails et de communiqués d'autres régions, "technophobie", entre autres). Nous avons toutefois pris soin de fournir une copie des comptes rendus de nos réunions et des principaux communiqués sur le site de Babels, dans la section consacrée au Brésil. C'est Juan Doblas qui s'est chargé de cette tâche, en collaboration avec Luis Gustavo, de São Paulo. Tout membre du réseau pouvait donc, s'il le voulait, se maintenir informé de nos activités.
La décision ayant été prise de ne sélectionner que des professionnels et des étudiants en interprétation, la formation n'était pas au nombre de nos soucis majeurs. Le fait de ne pas pouvoir compter sur l'appui d'une institution qui puisse mettre à notre disposition un lieu approprié pour la formation à l'interprétation a également pesé sur cette décision.
Dans le même temps, Pascal, notre coordinateur a dû se retirer du projet pour des raisons d'ordre professionnel. C'est Erica Resende qui a alors assumé ses fonctions, aidée en cela par Marcelo Neves. Divers autres interprètes se sont portés responsables de l'évaluation et de la formation de bénévoles sans expérience.
Notre quota étant passé de 60 à 90 personnes et face à la demande d'interprètes ayant l'allemand, l'italien et d'autres langues comme langue première, nous avons décidé de choisir des bénévoles non-professionnels à partir de la banque de données de Babels. Sur les 180 bénévoles (chiffres de novembre) résidant dans la région de Rio, nous avons retenu environ 50 noms de non professionnels qui correspondaient au profil recherché (PT, EN, FR, DE et IT et ayant au moins deux langues étrangères comme langues passives). Tous ont été invités á une séance d'évaluation réalisée en décembre. Nous avons réparti les effectifs en fonction des combinaisons linguistiques. L'évaluation a été faite par un interprète professionnel de chaque langue (Pascal et Annie, FR ; Rebecca et Erica, EN ; Luciana Ache et Kena, ES). Par manque d'interprètes professionnels IT et DE comme langue A, il ne nous a pas été possible de réaliser une évaluation plus approfondie des bénévoles sans expérience ayant ces langues comme langues maternelles.
Il nous a fallu attendre janvier pour pouvoir utiliser une salle de l'IBASE mais, en raison des vacances scolaires, des fêtes de fin d'année et des obligations professionnelles des interprètes, la formation a été insuffisante. Nous avons organisé en tout 8 séances d'évaluation et de formation, comptant chacune sur un interprète professionnel comme formateur et environ 4 à 5 débutants.
Il convient de souligner que, durant les premières semaines de janvier, nous avons reçu un très grand nombre de candidats de dernière heure, le nombre des bénévoles passant alors de 180 à près de 220. Les nouveaux bénévoles n'ont été admis qu'à titre exceptionnel : ceux ayant FR, HE ou AR comme langue maternelle ou les professionnels ayant répondu à la mobilisation.
Sur le quota imparti de 90 bénévoles, nous avons mobilisé 35 professionnels, dans les langues maternelles suivantes : PT (23), ES (2), EN (5), FR (2), DE (2), et RU (1), et sur les 22 interprètes ayant PT comme langue A, une quinzaine était qualifiée pour travailler en cabines d'EN et de FR. Ces noms ont été acheminés par e-mail à Laurent et à German début janvier. Les autres bénévoles étaient des débutants ayant comme langue maternelle : PT, IT, DE et HE et approuvés lors des séances d'évaluation organisées par les interprètes professionnels responsables de chaque langue passive testée.
Parallèlement, nous avons cherché à sélectionner des débutants qui, outre la maîtrise des langues étrangères, présentaient des attributs particulièrement intéressants comme un 2e ou 3e cycle en économie, sociologie, science politique, relations internationales, etc. et des traducteurs ayant une qualification et/ou une expérience en interprétation simultanée. Par décision consensuelle entre les deux coordinateurs et les cinq interprètes responsables de l'évaluation, nous avons retenu environ 5 bénévoles qui, bien que ne possédant pas les attributs requis, devaient être encouragés à participer à une expérience comme celle du FSM. L'idée de la création d'un quota à cette fin avait été débattue et acceptée lors de réunions précédentes à Rio. Ces personnes n'étant pas à même de faire de l'interprétation, ont été orientées vers la coordination de salles et d'autres missions de coordination. La liste complète de ces noms a été transmise à Laurent et à Yan.
Comme aspect négatif du processus de sélection et de formation, nous signalerons le manque d'espace approprié à la réalisation des séances de formation (les deux écoles d'interprétation ayant refusé de prêter leurs salles), le calendrier de fin d'année - qui coïncide avec la fin de l'année scolaire, les vacances de divers bénévoles qui n'ont pas répondu aux e-mails en temps utile, les fêtes de fin d'année, etc., et le manque de matériel de formation en PT sur le CD préparé par Ecos (les débutants ayant IT, DE, HE, FR, EN et ES comme langue maternelle n'ont pas disposé de conférences enregistrées en PT pour interpréter vers leurs langues respectives. Les solutions alternatives adoptées (enregistrements vidéo et radio) n'ont pas été satisfaisantes.
(à continuer)
El proceso de movilización en Río De Janeiro comenzó en el final de octubre, en la presentación del proyecto de Babels en el IBASE. Estaban presentes cerca de 10 intérpretes profesionales, siendo Pascal el coordinador local. Decidimos motivar a otros colegas que actúan el mercado de Rio y se acordó una nueva reunión para el principio de noviembre. Para facilitar la comunicación entre los intérpretes, decidimos abrir un grupo en el sitio Yahoo. Nuestro objetivo era para movilizar entre 40 y 50 profesionales de Río de Janeiro entre colegas actuantes en el mercado y ex-alumnos de las escuelas de interpretación de la ciudad.
En el inicio de noviembre, percibimos que había pocas personas alistadas en el ‘site’ de la babels como voluntarios en relación a las personas listadas en el grupo Yahoo, pues esas personas no recibieron la serie de emails de confirmación de participación en el FSM. Hicimos entonces una convocatoria general pidiendo a todos los interesados que entrasen en el sitio y regularizasen su ficha en la base de datos. Elegimos a Erica Resende para ir a Porto Alegre para la reunión del CI.
Fue solo en Porto Alegre que tomamos conciencia de la plenitud de la red de Babels, de los proyectos paralelos como Léxicon, de la asociación con NOMADS, de los instrumentos de comunicación, de la base de datos, del etc. En la reunión siguiente decidimos aumentar la movilización para alcanzar el número de 60 voluntarios, comenzando a incluir estudiantes de interpretación además de los profesionales. Por otra parte debido al éxito de la comunicación por Yahoo, fue rechazado el uso de las herramientas de comunicación del Babels por razones diversas (falta de la familiaridad con las herramientas de TI, exceso de emails y comunicados de otras regiones, consenso en relación a la eficacia del grupo Yahoo, ‘tecnofobia’…). Sin embargo, tuvimos siempre cuidado en poner una copia de las actas de nuestras reuniones y de los principales comunicados en el sitio de Babels, en el sector destinado al Brasil. El responsable para esta tarea fue Juan Doblas, que trabajó junto con Luis Gustavo en SP. De esta forma cualquier miembro de la red podría, en caso de que estuviese interesado, estar informado en lo referente a nuestras actividades.
Debido a la decisión concentrar la selección en los profesionales y en los alumnos de interpretación, el entrenamiento fue dejado en segundo plano. Tal decisión también fue reforzada por el hecho de no disponer de la ayuda de una institución que pudiese ofrecer un lugar apropiado para las prácticas de interpretación.
De forma paralela, nuestro coordinador Pascal se desvinculó del proyecto por razones profesionales. Erica Resende asumió sus funciones, contando con la ayuda de Marcelo Neves. Otros intérpretes fueron designados responsables del proceso de la evaluación y del entrenamiento de voluntarios sin experiencia.
Con el aumento de nuestro contingente de 60 para 90 personas, y debido a la demanda de nativos de alemán, de italiano y de otros idiomas, decidimos seleccionar a no-profesionales entre los voluntarios de la base de datos del Babels. De los de cerca de 180 voluntarios (números de noviembre) disponibles en la región de Río De Janeiro, seleccionamos cerca de 50 nombres de no profesionales que presentaron un perfil adecuado al evento (nativos de PT, EN, FR, DE y IT con conocimiento pasivo de por lo menos dos idiomas extranjeros). Todos fueron invitados a una sesión de evaluación que se llevó a cabo en diciembre. Dividimos el contingente según las diferentes combinaciones lingüísticas. La evaluación fue hecha por un intérprete profesional nativo de cada lengua (Pascal y Annie, francés; Rebecca y Erica, EN; Luciana Ache y Kena, ES). Debido a la falta de los intérpretes profesionales nativos de IT y DE, no fue posible hacer una evaluación más sólida de los voluntarios nativos de estas idiomas sin experiencia.
Solamente en enero conseguimos usar una sala del IBASE, pero debido a las vacaciones escolares, a las fiestas de fin de año y a los compromisos profesionales de los intérpretes, el entrenamiento fue insuficiente. En total promovemos cerca de 8 sesiones de evaluación/entrenamiento, con un intérprete profesional como instructor y 4 o 5 alumnos debutantes.
Debemos subrayar que en las primeras semanas de enero recibimos un número enorme de candidatos de última hora, haciendo que el número de voluntarios pasase de 180 para cerca de 220. La adhesión de nuevos voluntarios fue aceptada solamente en casos excepcionales: nativos de FR, HE, AR o profesionales que adhiriesen a la movilización.
Del contingente establecido de 90 voluntarios, movilizamos a 35 profesionales nativos de PT (23), de ES (2), EN (5), FR (2), DE (2), y RU (1), siendo que de los 22 intérpretes nativos PT, cerca de 15 estaban plenamente calificados para trabajar en cabinas EN y FR. Estos nombres fueron enviados por email a Laurent y a German en el principio de enero. El resto de los voluntarios eran debutantes nativos PT, IT, DE y HE, aprobados en sesiones de evaluación promovidas por los intérpretes profesionales responsables para cada lengua pasiva probada.
Paralelamente, procuramos seleccionar intérpretes debutantes que, además del dominio de los idiomas extranjeros, presentasen cualidades diferenciales como titulación o ‘master’ internacional en economía, sociología, ciencias políticas, relaciones internacionales, etc. y calificación en traducción con o sin experiencia en interpretación simultánea. Por decisión consensual entre los dos coordinadores responsables y los cinco intérpretes para la evaluación, seleccionamos a cerca de 5 voluntarios que, a pesar de no presentar las cualidades exigidas, deberían ser estimulados para participar de una experiencia como el FSM. La idea de la creación de una cota de participantes con esas características había sido discutida y acordada en reuniones anteriores en Rio. Esas personas, por no ser aptas para hacer interpretación, recibieron tareas relacionadas con la coordinación de salas y otras tareas de coordinación. La lista que enumeraba estos nombres fue transmitida para Laurent y para Yann.
Como aspecto negativo del proceso de selección y entrenamiento, resaltamos la falta de espacio adecuado para la realización de entrenamiento (as dos escuelas de interpretación negaron acceso a las salas de entrenamiento), el calendario de fin de año que coincide con el final del año escolar, las vacaciones de algunos voluntarios que dejaron de leer sus emails, las fiestas de fin de año, etc., y la ausencia de material de entrenamiento en PT en el DVD preparado por la Ecos (los debutantes nativos de IT, DE, HE, FR, EN y ES no tuvieron acceso a las conferencias grabadas en PT para interpretar para sus idiomas respectivos). Las soluciones alternativas encontradas (grabaciones de vídeo y de la radio) no fueron satisfactorias.
Como aspecto positivo, destacamos el alto número de profesionales movilizados en Río De Janeiro. Este número habría podido alcanzar cerca de 50, pero muchos desistieron debido a los compromisos profesionales adquiridos en la semana del FSM, y, sobre todo, debido a la falta de definición referente al alojamiento y a la emisión del boleto. Entendemos que la movilización de cerca de 60 a 80 intérpretes profesionales en Río De Janeiro podría ser posible en los próximos dos años.
Finalmente, debemos comentar la cuestión del alojamiento y del boleto aéreo. Los boletos habían comenzado a ser emitidos solamente entre el 18 y el 21 de enero, coincidiendo con los días festivos del 20 al 24 de enero en Río De Janeiro y solamente 4 días antes de la fecha prevista de llegada en Porto Alegre. En este sentido, y debido al día festivo en São Paulo del día 25, la coordinadora local tuvo que supervisar la emisión de cerca de 90 boletos - con las inevitables alteraciones de horario - en un período de 96 horas.
Paralelamente, debido al periodo festivo en Río De Janeiro (del jueves al domingo), varios voluntarios se encontraban fuera de la ciudad y sin acceso a Internet. Fue por esa razón que ciertos boletos electrónicos no fueron emitidos antes del embarque, algunos voluntarios perdieron el vuelo, etc. Por otra parte, como la emisión fue tardía, no fue posible conseguir los mejores precios y las fechas más apropiadas de vuelo. Acabamos llegando un o dos días después de lo ideal y saliendo dos o tres días después de lo necesario, lo que generó gastos adicionales de alojamiento.
Nuestra sugerencia en este sentido es localizar y dar la autonomía al proceso de la emisión de vuelos para conseguir precios mejores comprando boletos como vuelo de grupo y no como boletos individuales. Ello también contribuiría a dar más tranquilidad a quien espera una definición sobre la ida al FSM.
Evaluación y recomendaciones:
1. El grupo de 90 voluntarios fue muy grande y diverso. Pretendemos hacer una evaluación sobre la participación para poder reducir el grupo de los voluntarios de Rio, buscando elevar el número de intérpretes profesionales participantes. Ya estamos trabajando en esa dirección. Nuestro objetivo es alcanzar 60 intérpretes en 2 años. Tal decisión representa nuestra opción por la calidad y la versatilidad lingüística frente a la cantidad de voluntarios. Para ello motivaremos a nuestros colegas de Rio para adherir a Babels y haremos movilizaciones en las escuelas de interpretación de Rio (lo que no fue hecho esta vez).
2. Los voluntarios sin experiencia que se destacaron en Porto Alegre, demostrando potencial para la interpretación simultánea, serán considerados y estimulados a hacer un entrenamiento más intensivo para los acontecimientos futuros del FSM.
3. Todos los intérpretes profesionales de Rio se quejaron por no haber tenido más turnos, entendiendo que habrían podido trabajar 3 turnos por día. La opinión es que el FSM es un acontecimiento anormal, que no puede ser comparado con otros eventos tradicionales del mercado brasileño de la interpretación. Por estas razones aumenta la disposición para trabajar un poco más que los debutantes. Tal argumento se justifica aún así más cuando percibimos que uno de los criterios para el alojamiento es que se debía reservar los cuartos en hotel para los profesionales porque tendrían una carga de un trabajo más grande que la de los debutantes, necesitando, por lo tanto de más descanso.
4. Dar más autonomía la coordinación local en relación a la emisión del boleto, al alojamiento, acogida, etc. Solo aquellos que se encuentran en el nivel local tienen conocimiento adecuado de sus necesidades de las mejores opciones para el transporte, por ejemplo.
5. Creemos que la percepción general del FSM como experiencia positiva para los intérpretes profesionales puede motivar a nuestros colegas de Rio para adherir a la red, venciendo, de esta forma, la resistencia y la amenaza anunciada de represalias. Por lo tanto, en vez de dirigir recursos y energías para el entrenamiento de debutantes, pretendemos realizar una campaña de clarificación del mercado profesional local, para motivar y movilizar un número cada vez mayor de profesionales locales. La superación de los problemas ocasionados por la emisión atrasada de boletos aéreos y de la incertidumbre asociada al alojamiento ya motivaría a un contingente de casi 10 profesionales.
6. Finalmente, deseamos unirnos más a los grupos locales brasileños, más específicamente a la región del sur, a São Paulo y al noroeste (ya existe una alianza intensa entre Rio, el Centro-Oeste y el norte). Entendemos que debe existir un intercambio más grande de ideas y de información entre estos grupos de modo que podemos dejar de ser percibidos como Babels Rio, Babels SP, Babels Centro-Oeste, para pasar a ser Babels Brasil.
We only became aware of the size of the Babels network in Porto Alegre, with its parallel projects such as Lexicon, partnership with Nomad, communication instruments, database, etc. At the next meeting, we decided to step up mobilization to reach the number of 60 volunteers, and decided to include interpreting students in addition to professionals. Meanwhile, due to the success of our communication via the Yahoo site, the use of Babels communications tools was rejected for a number of reasons (lack of familiarity with IT tools, consensus regarding effectiveness of communication via the Yahoo list, excessive number of emails and communications from other regions, 'technophobia', etc.). Nonetheless, we made sure to always copy the minutes of our meetings and major communications to the Babels site, in the part dedicated to Brazil. The person responsible for this task was Juan Doblas, who worked together with Luis Gustavo in São Paulo. This ensured that any member of the network could, if interested, become informed regarding our activities.
Lastly, we must comment on the issue of housing and tickets. Tickets only began to be issued from January 18th to 21st, coinciding with the holiday in Rio de Janeiro and only 4 days before the planned arrival date in Porto Alegre. Therefore, and also due to a municipal holiday in São Paulo on January 25th, local coordinators were obliged to oversee the issue of some 90 tickets - with their respective and unavoidable alterations of flight schedules - all in a period of 96 hours.
6. Lastly, we wish to straiten ties with other local Brazilian groups, specifically regions South, São Paulo and the Northeast (an intense partnership already exists between regions Rio, Mid-West and North). We believe that a greater exchange of ideas and information should take place amongst these groups so that we can move away from being perceived as Babels Rio, Babels SP, Babel Mid-West, etc., to become Babels Brazil.
WSF Selection Process Report – Regions North/ Northeast – Brazil
In early December, I received the ECOS training DVDs. I made copies and distributed them to the registered volunteers in Belém and encouraged those in other regions to request or download them.
4) Evaluate our 'carrying capacity' – how many reliable interpreters we can provide – instead of receiving the number needed and filling that number with people who are unable to do the job (quality vs quantity).
Para el FSM 2005 ,Babels Colombia aceptó las decisiones tomadas en POA en la reunión de Agosto sobre la selección.Allí se definieron varias etapas como consta en INFO ....
El proceso de Movilización y el de selección estuvieron coordinados estrechamente.
Se confirmaron los intérpretes PROFESIONALES ,residentes en Colombia y que habían estado en Quito así como los de Experiencia.Se envió un mail automático a todos los inscritos, y a partir de su respuesta de aceptación(algunos profesionales no respondieron) se fue haciendo la lista de seleccionados.
Se hicieron reuniones de movilización,y se difundió el llamado a través de universidades,escuelas de Lenguas,radios comunitarias,con el fin de que los interesados se inscribieran y comenzaran la preparación.
Los profesionales voluntarios,con disponibilidad de tiempo ,integrantes de Babels que nos habían acompañado en Quito formaron un grupo responsable de la selección para POA y se dividieron por Lenguas:Inglés,Francés y Portugués,para asesorar y guiar a los futuros debutantes ,voluntarios para POA.Se escribieron documentos con ejercicios que cada cual podía realizar por si mismo,reflexiones sobre que es la interpretaciön y que se espera de un traductor y se acordó una fecha para la evaluacion de voluntarios.(Estos documentos fueron enviados a numerosos coordinadores locales o intérpretes aislados que deseaban entrenarse por su cuenta).
Cuarta Etapa.Evaluación definitiva:
Esta fecha fue el día 4 de diciembre,durante el FORO SOCIAL COLOMBIA, ya que las conferencias y el ambiente ofrecían una situación real,con un público vivo aunque no estuviera siguiendo la traducción ,y el voluntario sin experiencia podía evaluar realmente su habilidad para hacerlo,además de entrar en contacto con el vocabulario del proceso Foro.
Allí los profesionales encargados de la evaluación ,despues del feed back correspondiente,hicieron una lista de candidatos hábiles para POA,con sus puntos fuertes y débiles,y algunos de estos fueron llevados a participar en POA, además de los nuevos profesionales Babels que no estaban inscritos para el FSA.
En Colombia carecemos de Escuelas de Interpretación.la única Facultad de interpretación en Bogotá se cerró en el año 1975.Los nuevos profesionales han tenido que estudiar fuera y hay muchos que se han hecho en la práctica y viven de ello.
En su gran mayoría los integrantes de Babels Colombia para POA forman parte del grupo de intérpretes profesionales de Colombia y son personas mayores de gran recorrido y calidad reconocida internacionalmente.
Respetando los principios de Babels,se llevaron 3 First experience,avalados por los profesionales,así como a algunos ocasionales,pero seguros de la calidad y responsabilidad de su participación.Hubiera sido muy frustrante que los voluntarios se prepararan y esforzaran parta luego decirles que a POA sólo irían los profesionales.Si Babels promete,debemos cumplir siempre y cuando la calidad esté esegurada.
Este concepto de la calidad es muy importante,y para el futuro mas vale que seamos pocos pero buenos, que muchos y pésimos.Hay que continuar preparándose para los próximos Foros y poder garantizar al público y a las organizaciones del Foro una interpretación de calidad, no solo a través de los intérpretes que estuvimos presentes y firmes donde se nos requirió,sino con un equipo igualmente fiable y de calidad de sonido,para poder hacer un trabajo profasional como lo merecen los que estamos luchando por un mundo mejor.
La gran frustración después de tres foros,Mumbai,Quito y POA es que no hemos podido realizar un trabajo satisfactorio para todos por falta de equipo.Intérpretes sin equipo no podemos trabajar,no todos manejan las técnicas de la consecutiva y el chuchotage es contaproducente desde muchos aspectos.Allí es donde debemos centrar nuestra reflexión, que pasa con el equipo?Nomad es un proyecto fabuloso, pero debemos replantear las relaciones Babels Nomad.Muchos no desean participar mas si no tienen los instrumentos profesionales adecuados para realizar su labor a cabalidad.
Perdón por lo sumario de este resumen, pero he estado fuera de la ciudad y soy la última que falta.
Tomé la coordinación Babels Ecuador para el FSM 2005 luego de haber participado como intérprete en el Foro Social de las Américas. Por la falta de tiempo, mi nivel de colaboración se limitó a reunir y capacitar intérpretes y principiantes.
Para iniciar, recibí de la Coordinación Colombia una lista de aproximadamente 60 personas que se habían inscrito. Si bien yo me propuse como contacto en Ecuador, era necesario reunir a las personas que supuestamente estaban interesadas para saber si estarían de acuerdo, ya que había otra persona que también planteó su interés, Jorge León. A vuelta de correo, recibí un gran número de confirmaciones de asistencia a la primera reunión de Babels Ecuador, que se había convocado en las oficinas de Jorge. Curiosamente, a pesar de ciertas confirmaciones, nadie más que Jorge y yo asistimos a esa primera “reunión”. De todas maneras, insistí en mi interés en coordinar Babels acá y en eso se quedó ya que Jorge a la final dijo que no tenía tiempo.
El segundo paso fue informar acerca de la reunión fallida y convocar a una nueva. Poco después, alrededor de octubre, realizamos la primera reunión con cuatro personas interesadas en colaborar: una estudiante de Lenguas Aplicadas a Negocios, primera experiencia, con inglés y francés; un estudiante de ingeniería en sistemas que había colaborado en el Foro de las Américas, con francés; un antropólogo con experiencia en interpretación en inglés; y yo, la única intérprete profesional, con inglés y español como activos y francés, italiano y portugués como pasivos.
De ahí en adelante, continué convocando por un mes a todas las personas a las que había escrito en un inicio, a pesar de que a la final el grupo estable, junto con las personas arriba indicadas, quedó en seis personas, incluyéndome. Comenzamos los entrenamientos de una forma totalmente rudimentaria, ya que ninguno tenía acceso a equipos sin costo. Lo que yo hice con algunas personas fue llevarles a la cabina cuando yo trabajaba, por lo menos para que vieran lo que estaban por hacer. Mientras tanto, practicábamos con textos que yo tenía sobre casi todos los temas que se iba a tratar en el Foro. Trabajábamos con grabaciones caseras en dos vías, con la televisión y DVD.
Con el pasar de los meses se unieron tres personas más a las que fuimos poniendo al día, con inglés y francés. Unas dos semanas antes de la fecha del Foro, fui informada que se requería más gente, así es que acepté a una persona a la que no conocía y que nunca tuvo ningún tipo de entrenamiento, cosa que informé. También en los últimos días, averigüé que estaba inscrita una intérprete con mucha experiencia en portugués a la que yo no conocía e invité a las dos últimas reuniones. Ella tiene mucha experiencia, así es que también ayudó a dar los “últimos toques” en recomendaciones y técnicas a los novatos. Los únicos otros dos profesionales que aceptaron, a último momento tuvieron que negarse por motivos personales.
Las convocatorias fueron hechas en el medio de traductores profesionales y de estudiantes. Debido a la falta de tiempo, realmente no pude contactarme en forma más oficial con escuelas de lenguas, especialmente en el idioma quichua, que no llevó la delegación ecuatoriana (ahora estoy trabajando en ello).
Al igual que en otros lugares, en el Ecuador no existe una escuela de Interpretación, así es que no tuvimos un lugar “oficial” a dónde acudir.
En mi opinión acerca del proceso de selección, leí algún correo en donde alguna coordinadora (Argentina, me parece) solicitaba fondos para la preparación de los principiantes. Si bien yo no la apoyé con un email, ya había pensado que esos serían fondos muy bien invertidos desde todo punto de vista: conseguir mayor calidad, dar oportunidades profesionales a futuros potenciales intérpretes y acercar a más gente al Foro de una manera más profesional.
Maricruz González C.
@@===Perú (reporte en ES/PT/EN)===@@
**Detalle del proceso de selección de Perú para el voluntariado de Babels en el FSM 2005.**
Consistió en dos partes: a) Recolección de información y b) entrevista.
**Recolección de Datos**
1. Se envió una invitación a l@s voluntari@s seleccionad@s a partir de la base de datos de Babels y de otras fuentes (base de datos de Babels, recomendaciones confiables, respuestas al llamado enviado al Colegio Peruano de Traductores y a las dos universidades que ofrecen la carrera de Traducción e Interpretación, así como de correos electrónicos recibidos por medio de la dirección fsm-peru@babels.org).
2. Se respondieron los correos electrónicos y se solicitó una descripción breve y detallada sobre la experiencia en interpretación.
3. Se recibieron y revisaron los résumés y la información sobre la experiencia previa.
4. Se cotejaron los datos con la información incluida en la base de datos de Babels.
5. Se creó una base de datos para el grupo de Perú.
6. Se llamó a l@s voluntari@s seleccionad@s a una entrevista personal en la que se verificó la información proporcionada y se evaluaron las capacidades de comunicación, entre otros factores (disposición, actitud, etc.)
7. Según eso, l@s voluntari@s pasaron por el proceso de confirmación acordado: “shortlist”, “confirmed”, etc.
Fue una entrevista informal que duró aproximadamente de 30 a 45 minutos, de acuerdo con la combinación de idiomas.
2. Experiencia en interpretación (tipo de eventos, temas, referencias, etc.).
5. Principales razones para hacer voluntariado como intérprete de Babels en el FSM.
**Metodología de la entrevista**
La entrevista se realizó en los idiomas señalados por l@s voluntari@s; los cuales se intercalaban, sin aviso previo, durante la conversación.
Los idiomas utilizados fueron: español, francés, inglés, portugués, italiano y alemán.
No fue posible evaluar el conocimiento lingüístico del idioma Quechua. Por consiguiente, l@s intérpretes de quechua presentaron résumés documentados y fueron intérpretes que habían participado como voluntari@s en el FSA de Quito. Sólo se entrevistó a un@ de ell@s.
Para la selección, se consideraron los siguientes aspectos:
2. La falta de infraestructura para realizar talleres de capacitación en Lima (sólo dos veces se pudo usar el laboratorio de interpretación de una de las dos universidades peruanas con la carrera de Interpretación).
3. Mi responsabilidad como coordinadora para BabelsPerú por las personas que había entrevistado (en relación con este punto, es importante observar que los procesos verticales y los procesos que implican y requieren supervisión y control de calidad son dos cosas diferentes y que la falta de estos últimos podría poner los objetivos de Babels en riesgo, así como los contenidos y objetivos del FSM).
(Esta información también está relacionada con los parámetros de selección).
Durante el primer taller, los equipos no funcionaron y se distribuyó material informativo sobre Babels. Se abordaron temas como Derechos Humanos y otros relacionados y dos voluntarias ofrecieron hablar sobre su experiencia previa en el FSA de Quito. Se compartieron ideas y experiencias de interpretación.
En el segundo taller tuvimos acceso al laboratorio pero no se pudo usar la computadora ni el DVD para abrir los archivos por lo que se leí y grabé las transcripciones de foros anteriores mientras l@s voluntari@s escuchaban y posteriormente tod@s volvimos a escuchar e interpretar mis grabaciones mientras la profesora Esther nos supervisaba. Al final de ese taller, los equipos no funcionaron bien y no pudimos escuchar nuestras interpretaciones. También se comentó en grupo el tema de la ética de la interpretación y del trabajo voluntario.
La selección de intérpretes no profesionales y de primera experiencia que participaron en el grupo peruano FSM 2005, con excepción de l@s intérpretes de quechua, se basó en el dominio de un tercer o cuarto idioma, además del idioma inglés y de sus habilidades de comunicación. Aún así, también fue arriesgado en términos de calidad debido a la falta de infraestructura para la capacitación.
La comunicación con tod@s l@s voluntari@s de Perú fue permanente y fluida durante todo el proceso.
Babels-Perú
**Detalhe do processo de seleção no Peru para Babels no FSM2005.**
(Original: Inglês)
1- O chamado foi enviado aos voluntári@s selecionad@s da base de dados Babels e das outras fontes (recomendações confiáveis, respostas ao chamado enviado à Associação Peruana de Tradutores e às duas Universidades de Interpretação, bem como as mensagens recebidas em: fsm-peru@babels.org).
2- Se responderam as mensagens pedindo uma descrição detalhada da experiência em interpretação.
3- Os résumés foram recebidos e examinados, assim como informação sobre a experiência.
4- Os dados foram comprovados com a informação da base de dados da Babels.
6- Chamou-se aos voluntári@s selecionados a uma entrevista pessoal onde se comprovou a informação fornecida e as capacidades de comunicação, entre outros fatores (vontade, atitude, etc.).
7- Segundo a informação recebida e comprovada na entrevista, @s voluntári@s passaram pelo processo de confirmação combinado: ‘shortlist’, confirmed’, etc.
2- Experiência de interpretação (tipo de eventos, temas, referências, etc.).
4- Consciência sobre o FSM.
5- Principais razões/motivação para se oferecer como intérprete voluntári@ de Babels no FSM.
A entrevista foi realizada trocando espontaneamente de um idioma para outro, segundo os idiomas d@ voluntári@.
Idiomas usados: espanhol, francês, inglês, português, italiano, e alemão.
Não havia a possibilidade de avaliar o conhecimento lingüístico do quechua. Portanto, @s intérpretes de quechua apresentaram résumés documentados e foram intérpretes que também tinham participado como voluntári@s no FSA de Quito. Um deles foi entrevistado.
Para a seleção, foram levados em conta os seguintes aspectos:
1– Qualidade versus quantidade.
2– A falta de infra-estrutura para treinamento permanente ou freqüente ou para realizar oficinas em Lima (só duas vezes usaram-se os laboratórios de interpretação de uma das duas Universidades peruanas para Interpretação).
3- A minha responsabilidade como coordenadora para BabelsPeru pelas pessoas que tinha entrevistado (com relação a esse ponto, por favor é preciso observar que os processos verticais e aqueles que requerem controle de qualidade e vigilância não devem se confundir porque a falta destes últimos poderia pôr as metas da Babels em risco, assim como os conteúdos e finalidades do FSM).
(Essa informação também está associada aos parâmetros de seleção)
Durante a primeira, o equipamento não funcionou; se entregou material informativo sobre Babels e se abordo o tema dos direitos humanos e outros temas relacionados. Também, duas voluntárias falaram sobre suas experiências anteriores no FSA de Quito. Também se discutiram idéias e experiências de interpretação.
Na segunda oficina, mesmo tendo conseguido usar o laboratório foi impossível usar o computador ou DVD para abrir os arquivos. Contudo, as transcrições dos fóruns anteriores foram lidas e gravadas enquanto @s voluntári@s escutavam e depois todos nós escutamos novamente e interpretamos. Nossas interpretações foram supervisadas pela professora Esther. O equipamento não funcionou bem e não conseguimos ouvir as nossas interpretações. Também se discutiu sobre a interpretação e ética de trabalho voluntário.
Os intérpretes não profissionais de primeira-experiência que participaram no grupo peruano para o FSM2005, com a exceção dos intérpretes de quechua, foram eleitos com base no seu domínio de um terceiro ou quarto idioma, além do inglês, e suas capacidades de comunicação. Mesmo assim, isto não deixava de ser um risco devido à falta de infra-estrutura para o treinamento.
Houve comunicação permanente por correio eletrônico com tod@s @s voluntári@s peruan@s durante todo o processo de seleção.
3- Résumés were received and reviewed, as well as information on experience.
7- According to that, volunteers went through the agreed confirmation process: ‘shortlist’, ‘confirmed’, etc.
The interview was carried out switching from one language into another without giving notice of it beforehand, according to the volunteer’s languages.
There was not the possibility of assessing linguistic knowledge of Quechua. Therefore, Quechua interpreters submitted documented résumés and were interpreters who had also volunteered in the Quito FSA. One of them was interviewed.
1 – Quality versus quantity.
2 – The lack of infrastructure for permanent or frequent training or workshops in Lima (only twice interpretation laboratories of one of the two Peruvian Universities for Interpretation were used for workshops).
3 – My responsibility, as coordinator for BabelsPeru for the people I had interviewed (in relation to this point, please note that vertical processes and surveillance/quality control should not be confused because the lack of the latter could put Babels’ goals at risk, as well as the WSF contents and purposes).
During the first one, the equipment didn’t work; informative material on Babels was handed out. Human Rights and related topics were addressed and two volunteers offered to talk about their previous experiences in the Quito FSA. Ideas and interpretation experiences were also shared.
In the second workshop, although we had the laboratory it was impossible to use the computer or DVD to open the files. However, transcripts from previous forums were read and recorded while volunteers listened and then we all listened again and interpreted. Interpretations were supervised by Professor Esther. The equipment didn’t work well and we couldn’t listen to our interpretations. Interpretation and volunteer job ethics were also shared and discussed.
INFORME ACERCA DEL PROCESO DE SELECCIÓN EN URUGUAY
A continuación transcribo los informes escritos por los coordinadores de idioma, respecto al proceso de práctica, evaluación y selección de los voluntarios uruguayos. Los informes están separados por idioma ya que los procesos fueron diferentes, sin embargo antes de la trascripción cabe señalar algunas cuestiones que se aplican a todos ellos:
- Las reuniones generales de Babels UY tuvieron cada vez menos convocatoria a medida que se acercaba el FSM, por lo que los grupos de cada idioma se fueron reuniendo en distintas instancias para realizar sus prácticas. A excepción de inglés, grupo que tuvo más inscriptos, algunos de los cuales no participaron de instancias de práctica, el resto de los grupos se reunían periódicamente.
- Cada grupo fue buscando la manera de conseguir materiales e información acerca cómo enfrentarse a una situación de interpretación, ya que casi la totalidad de los voluntarios no tenían experiencia. No contábamos con la participación de ningún intérprete profesional.
- No pudimos realizar ninguna instancia previa al FSM en cabina, ya que no contábamos con equipos ni posibilidad de conseguirlos.
- Las posibilidades de conseguir audios en las distintas lenguas acerca de temáticas relacionadas al FSM fueron reducidas ya que muy pocos podían acceder a conexiones de internet con las velocidades y anchos de banda necesarios para poder hacerlo. Por lo que se tendió a bajar textos de la página web del FSM, muchos de los cuales eran leídos o grabados por uno de los voluntarios para que otro pudiera interpretarlos.
- En Uruguay no hay ninguna escuela o facultad en que pueda uno formarse como intérprete. Por esta razón, la posibilidad de estar en POA fue tan importante para nosotros como instancia de formación, algo más "formal" que nuestras prácticas, que a pesar de hacerse con mucho empeño y tratando de alcanzar la mayor calidad posible, carecían de guía profesional. Muchos pudimos beneficiarnos de los consejos, explicaciones, estrategias, etc. de intérpretes profesionales que se mostraron muy interesados en compartir sus conocimientos con nosotros. Por lo que ahora estamos en mejores condiciones para continuar practicando y formándonos para futuras instancias. Es importante destacar que casi la mayoría de las personas que estuvieron en POA han continuado participando de las actividades propuestas, y han mostrado más compromiso con Babels y con los distintos proyectos que se han planteado en Uruguay.
- Si bien éramos concientes de nuestras escasas posibilidades desde el principio, y a pesar de no lograr conformar un gran grupo de trabajo antes de POA, quienes se hicieron cargo de nuestra participación, pusieron mucho cuidado al respecto del manejo de las lenguas. La mayoría de los voluntarios eran profesores, traductores públicos o estudiantes avanzados de esta carrera, o estudiantes avanzados de las lenguas a partir de las cuales iban a interpretar, algunos incluso habían vivido en países en que se hablaba su L2 o habían recibido formación académica en esa lengua.
INGLÉS
“El proceso de selección en inglés consistió en realizar evaluaciones, es decir pruebas o simulacros de interpretación en base a audios del sitio web de Babels, que luego eran cotejados, por un lado con el texto en el idioma original para verificar errores de contenido en la interpretación y luego se verificaba solamente el dominio del español, si se hacía un uso correcto del idioma. Si el discurso tenia sentido por si solo.
De las personas anotadas en inglés que eran cerca de 80, solamente vinieron 10 a realizar la evaluación, de las cuales quedaron 8 seleccionadas. Las personas evaluadas en su mayoría tenían practica de las reuniones de Babels, habían realizado algunos ejercicios de interpretación previos, aunque no se trató de intérpretes profesionales en la mayoría de los casos.
Se les colocó el audio en inglés de unos 10 minutos para que interpretaran al español. En primer lugar yo me encargué de verificar que la interpretación fuera correcta, estuviera completa, etc. y luego le pedí a otra persona (que tiene español como lengua materna) que escuchara solamente la interpretación, es decir el discurso en español, para que sin saber que se trataba de una interpretación pudiera verificar la corrección del español.
Las interpretaciones se grabaron en la computadora, y fueron revisadas más tarde para poder realizar la tarea con tiempo y poder revisar posibles errores varias veces.
Las personas seleccionadas mostraron buen dominio de ambas lenguas y solvencia para enfrentarse a la situación de interpretar. En el caso de quienes no fueron seleccionados, la decisión se basó en una interpretación pobre e incompleta, que no reflejaba lo que se trasmitía en el discurso con total claridad. El proceso resultó bueno ya que a pesar de los pocos medios con los que contamos, pudimos resolver la clasificación exitosamente.” Mercedes Camps (Coord. En-Uruguay)
PORTUGUÉS
“Proceso de Selección Intérpretes de Portugués-Uruguay: Se trabajó a lo largo de varios meses con prácticas de interpretación sobre grabaciones hechas por nosotras, ya que nunca contamos con material adecuado. Considerando que fuimos 4 intérpretes de pt, en realidad no me sentí capaz de dejar a nadie fuera, a pesar de que en algunos momentos dudé de la capacidad de alguna de nosotras, siendo que me responsabilicé por coordinar
escribe, no puedo evaluar este azaroso proceso de selección, dónde no contamos en ningún momento con equipos adecuados y lo hicimos sobre entrevistas radiales cuyas velocidades distan bastante de una conferencia.
Coordinación PT-Uruguay”
FRANCÉS
“Según lo convenido el sábado 11 de diciembre , el equipo de francés se reunió desde las 15 h a las 18 h . Hubo 7 voluntarias presentes , a saber : Floriane, Sidonie, Olga, Mónica, Dalia, Paula y Lucía. En vistas de que el DVD que nos iba a proporcionar una referencia, no se pudo abrir, decidimos trabajar conjuntamente con casettes de audio y textos leídos. Después de estos tests orales, cada participante manifestó sentirse capaz de afrontar la experiencia.” Lucía Schenone
ALEMÁN
Solamente dos personas conformaron el grupo de alemán. Se realizaron prácticas en las siguientes condiciones: una de las voluntarias leía un texto cuya temática estuviera comprendida en alguna de las 11 áreas del FSM, al mismo tiempo la otra voluntaria realizaba su interpretación del texto leído. De esta manera no sólo se practicaba interpretación sino que además se entraba en contacto con los términos que pudieran aparecer en dichas áreas temáticas. Tras haber realizado este tipo de prácticas durante algunos meses, se realizaron una evaluación en base a la grabación de una conferencia de una temática relacionada a las del FSM, en que el orador era hablante nativo de alemán. Tras haber realizado esta prueba, ambas voluntarias entendieron que se encontraban en condiciones de participar como intérpretes en POA.
Se realizaron prácticas periódicamente durante varios meses, utilizando material relacionado a las temáticas del foro, tanto textos como grabaciones. Al llegar el momento de confirmar su participación en POA los miembros de este equipo entendieron que estaban en condiciones de participar como intérpretes. No hubo instancias de evaluación sino de reflexión en cuanto a la capacidad de cada uno.


Revision [576]

Edited on 2005-03-10 20:42:03 by YanB [added rio report translations]
Additions:
**For more detailed reports on the regional selection process in Latin America, see below. The report on the selection process cannot be fully understood without reading these detailed reports.**
==FR==
==ES==
ES
El proceso de movilización en Río De Janeiro comenzó en el final de octubre, en la presentación del proyecto de Babels en el IBASE. Estaban presentes cerca de 10 intérpretes profesionales, siendo Pascal el coordinador local. Decidimos motivar a otros colegas que actúan el mercado de Rio y se acordó una nueva reunión para el principio de noviembre. Para facilitar la comunicación entre los intérpretes, decidimos abrir un grupo en el sitio Yahoo. Nuestro objetivo era para movilizar entre 40 y 50 profesionales de Río de Janeiro entre colegas actuantes en el mercado y ex-alumnos de las escuelas de interpretación de la ciudad.
En el inicio de noviembre, percibimos que había pocas personas alistadas en el ‘site’ de la babels como voluntarios en relación a las personas listadas en el grupo Yahoo, pues esas personas no recibieron la serie de emails de confirmación de participación en el FSM. Hicimos entonces una convocatoria general pidiendo a todos los interesados que entrasen en el sitio y regularizasen su ficha en la base de datos. Elegimos a Erica Resende para ir a Porto Alegre para la reunión del CI.
Fue solo en Porto Alegre que tomamos conciencia de la plenitud de la red de Babels, de los proyectos paralelos como Léxicon, de la asociación con NOMADS, de los instrumentos de comunicación, de la base de datos, del etc. En la reunión siguiente decidimos aumentar la movilización para alcanzar el número de 60 voluntarios, comenzando a incluir estudiantes de interpretación además de los profesionales. Por otra parte debido al éxito de la comunicación por Yahoo, fue rechazado el uso de las herramientas de comunicación del Babels por razones diversas (falta de la familiaridad con las herramientas de TI, exceso de emails y comunicados de otras regiones, consenso en relación a la eficacia del grupo Yahoo, ‘tecnofobia’…). Sin embargo, tuvimos siempre cuidado en poner una copia de las actas de nuestras reuniones y de los principales comunicados en el sitio de Babels, en el sector destinado al Brasil. El responsable para esta tarea fue Juan Doblas, que trabajó junto con Luis Gustavo en SP. De esta forma cualquier miembro de la red podría, en caso de que estuviese interesado, estar informado en lo referente a nuestras actividades.
Debido a la decisión concentrar la selección en los profesionales y en los alumnos de interpretación, el entrenamiento fue dejado en segundo plano. Tal decisión también fue reforzada por el hecho de no disponer de la ayuda de una institución que pudiese ofrecer un lugar apropiado para las prácticas de interpretación.
De forma paralela, nuestro coordinador Pascal se desvinculó del proyecto por razones profesionales. Erica Resende asumió sus funciones, contando con la ayuda de Marcelo Neves. Otros intérpretes fueron designados responsables del proceso de la evaluación y del entrenamiento de voluntarios sin experiencia.
Con el aumento de nuestro contingente de 60 para 90 personas, y debido a la demanda de nativos de alemán, de italiano y de otros idiomas, decidimos seleccionar a no-profesionales entre los voluntarios de la base de datos del Babels. De los de cerca de 180 voluntarios (números de noviembre) disponibles en la región de Río De Janeiro, seleccionamos cerca de 50 nombres de no profesionales que presentaron un perfil adecuado al evento (nativos de PT, EN, FR, DE y IT con conocimiento pasivo de por lo menos dos idiomas extranjeros). Todos fueron invitados a una sesión de evaluación que se llevó a cabo en diciembre. Dividimos el contingente según las diferentes combinaciones lingüísticas. La evaluación fue hecha por un intérprete profesional nativo de cada lengua (Pascal y Annie, francés; Rebecca y Erica, EN; Luciana Ache y Kena, ES). Debido a la falta de los intérpretes profesionales nativos de IT y DE, no fue posible hacer una evaluación más sólida de los voluntarios nativos de estas idiomas sin experiencia.
Solamente en enero conseguimos usar una sala del IBASE, pero debido a las vacaciones escolares, a las fiestas de fin de año y a los compromisos profesionales de los intérpretes, el entrenamiento fue insuficiente. En total promovemos cerca de 8 sesiones de evaluación/entrenamiento, con un intérprete profesional como instructor y 4 o 5 alumnos debutantes.
Debemos subrayar que en las primeras semanas de enero recibimos un número enorme de candidatos de última hora, haciendo que el número de voluntarios pasase de 180 para cerca de 220. La adhesión de nuevos voluntarios fue aceptada solamente en casos excepcionales: nativos de FR, HE, AR o profesionales que adhiriesen a la movilización.
Del contingente establecido de 90 voluntarios, movilizamos a 35 profesionales nativos de PT (23), de ES (2), EN (5), FR (2), DE (2), y RU (1), siendo que de los 22 intérpretes nativos PT, cerca de 15 estaban plenamente calificados para trabajar en cabinas EN y FR. Estos nombres fueron enviados por email a Laurent y a German en el principio de enero. El resto de los voluntarios eran debutantes nativos PT, IT, DE y HE, aprobados en sesiones de evaluación promovidas por los intérpretes profesionales responsables para cada lengua pasiva probada.
Paralelamente, procuramos seleccionar intérpretes debutantes que, además del dominio de los idiomas extranjeros, presentasen cualidades diferenciales como titulación o ‘master’ internacional en economía, sociología, ciencias políticas, relaciones internacionales, etc. y calificación en traducción con o sin experiencia en interpretación simultánea. Por decisión consensual entre los dos coordinadores responsables y los cinco intérpretes para la evaluación, seleccionamos a cerca de 5 voluntarios que, a pesar de no presentar las cualidades exigidas, deberían ser estimulados para participar de una experiencia como el FSM. La idea de la creación de una cota de participantes con esas características había sido discutida y acordada en reuniones anteriores en Rio. Esas personas, por no ser aptas para hacer interpretación, recibieron tareas relacionadas con la coordinación de salas y otras tareas de coordinación. La lista que enumeraba estos nombres fue transmitida para Laurent y para Yann.
Como aspecto negativo del proceso de selección y entrenamiento, resaltamos la falta de espacio adecuado para la realización de entrenamiento (as dos escuelas de interpretación negaron acceso a las salas de entrenamiento), el calendario de fin de año que coincide con el final del año escolar, las vacaciones de algunos voluntarios que dejaron de leer sus emails, las fiestas de fin de año, etc., y la ausencia de material de entrenamiento en PT en el DVD preparado por la Ecos (los debutantes nativos de IT, DE, HE, FR, EN y ES no tuvieron acceso a las conferencias grabadas en PT para interpretar para sus idiomas respectivos). Las soluciones alternativas encontradas (grabaciones de vídeo y de la radio) no fueron satisfactorias.
Como aspecto positivo, destacamos el alto número de profesionales movilizados en Río De Janeiro. Este número habría podido alcanzar cerca de 50, pero muchos desistieron debido a los compromisos profesionales adquiridos en la semana del FSM, y, sobre todo, debido a la falta de definición referente al alojamiento y a la emisión del boleto. Entendemos que la movilización de cerca de 60 a 80 intérpretes profesionales en Río De Janeiro podría ser posible en los próximos dos años.
Finalmente, debemos comentar la cuestión del alojamiento y del boleto aéreo. Los boletos habían comenzado a ser emitidos solamente entre el 18 y el 21 de enero, coincidiendo con los días festivos del 20 al 24 de enero en Río De Janeiro y solamente 4 días antes de la fecha prevista de llegada en Porto Alegre. En este sentido, y debido al día festivo en São Paulo del día 25, la coordinadora local tuvo que supervisar la emisión de cerca de 90 boletos - con las inevitables alteraciones de horario - en un período de 96 horas.
Paralelamente, debido al periodo festivo en Río De Janeiro (del jueves al domingo), varios voluntarios se encontraban fuera de la ciudad y sin acceso a Internet. Fue por esa razón que ciertos boletos electrónicos no fueron emitidos antes del embarque, algunos voluntarios perdieron el vuelo, etc. Por otra parte, como la emisión fue tardía, no fue posible conseguir los mejores precios y las fechas más apropiadas de vuelo. Acabamos llegando un o dos días después de lo ideal y saliendo dos o tres días después de lo necesario, lo que generó gastos adicionales de alojamiento.
Nuestra sugerencia en este sentido es localizar y dar la autonomía al proceso de la emisión de vuelos para conseguir precios mejores comprando boletos como vuelo de grupo y no como boletos individuales. Ello también contribuiría a dar más tranquilidad a quien espera una definición sobre la ida al FSM.
Evaluación y recomendaciones:
1. El grupo de 90 voluntarios fue muy grande y diverso. Pretendemos hacer una evaluación sobre la participación para poder reducir el grupo de los voluntarios de Rio, buscando elevar el número de intérpretes profesionales participantes. Ya estamos trabajando en esa dirección. Nuestro objetivo es alcanzar 60 intérpretes en 2 años. Tal decisión representa nuestra opción por la calidad y la versatilidad lingüística frente a la cantidad de voluntarios. Para ello motivaremos a nuestros colegas de Rio para adherir a Babels y haremos movilizaciones en las escuelas de interpretación de Rio (lo que no fue hecho esta vez).
2. Los voluntarios sin experiencia que se destacaron en Porto Alegre, demostrando potencial para la interpretación simultánea, serán considerados y estimulados a hacer un entrenamiento más intensivo para los acontecimientos futuros del FSM.
3. Todos los intérpretes profesionales de Rio se quejaron por no haber tenido más turnos, entendiendo que habrían podido trabajar 3 turnos por día. La opinión es que el FSM es un acontecimiento anormal, que no puede ser comparado con otros eventos tradicionales del mercado brasileño de la interpretación. Por estas razones aumenta la disposición para trabajar un poco más que los debutantes. Tal argumento se justifica aún así más cuando percibimos que uno de los criterios para el alojamiento es que se debía reservar los cuartos en hotel para los profesionales porque tendrían una carga de un trabajo más grande que la de los debutantes, necesitando, por lo tanto de más descanso.
4. Dar más autonomía la coordinación local en relación a la emisión del boleto, al alojamiento, acogida, etc. Solo aquellos que se encuentran en el nivel local tienen conocimiento adecuado de sus necesidades de las mejores opciones para el transporte, por ejemplo.
5. Creemos que la percepción general del FSM como experiencia positiva para los intérpretes profesionales puede motivar a nuestros colegas de Rio para adherir a la red, venciendo, de esta forma, la resistencia y la amenaza anunciada de represalias. Por lo tanto, en vez de dirigir recursos y energías para el entrenamiento de debutantes, pretendemos realizar una campaña de clarificación del mercado profesional local, para motivar y movilizar un número cada vez mayor de profesionales locales. La superación de los problemas ocasionados por la emisión atrasada de boletos aéreos y de la incertidumbre asociada al alojamiento ya motivaría a un contingente de casi 10 profesionales.
6. Finalmente, deseamos unirnos más a los grupos locales brasileños, más específicamente a la región del sur, a São Paulo y al noroeste (ya existe una alianza intensa entre Rio, el Centro-Oeste y el norte). Entendemos que debe existir un intercambio más grande de ideas y de información entre estos grupos de modo que podemos dejar de ser percibidos como Babels Rio, Babels SP, Babels Centro-Oeste, para pasar a ser Babels Brasil.
==EN==
The mobilization process in Rio de Janeiro began in late October in a meeting at IBASE where the Babels project was presented. Some 10 professional interpreters were present, at that time with Pascal responsible for local coordination. We decided to motivate other colleagues working in Rio and we scheduled another meeting for the beginning of November. In order to facilitate communication amongst interpreters, we decided to open a discussion group on the Yahoo site. Our objective was to mobilize some 40 to 50 professionals from Rio de Janeiro amongst colleagues active in the market and former students of local interpreting schools.
In early November, we realized that few people had registered at the site as volunteers, as they had not received email confirmations of their participation in the WSF. We made a general call to all those interested to register at the site and to update their records in the database. We chose Erica Resende to go to Porto Alegre for the IC meeting.
We only became aware of the size of the Babels network in Porto Alegre, with its parallel projects such as Lexicon, partnership with Nomad, communication instruments, database, etc. At the next meeting, we decided to step up mobilization to reach the number of 60 volunteers, and decided to include interpreting students in addition to professionals. Meanwhile, due to the success of our communication via the Yahoo site, the use of Babels communications tools was rejected for a number of reasons (lack of familiarity with IT tools, consensus regarding effectiveness of communication via the Yahoo list, excessive number of emails and communications from other regions, 'technophobia', etc.). Nonetheless, we made sure to always copy the minutes of our meetings and major communications to the Babels site, in the part dedicated to Brazil. The person responsible for this task was Juan Doblas, who worked together with Luis Gustavo in São Paulo. This ensured that any member of the network could, if interested, become informed regarding our activities.
Due to a decision to concentrate selection on professionals and interpreting students, training of interpreters was given second place. A further factor in deciding thus was the fact that we had no support institution that could offer us an adequate location for interpreter training.
During this period our coordinator, Pascal, had to leave the project for professional reasons. Erica Resende took over his tasks, with the help of Marcelo Neves. Several other interpreters took responsibility for the assessment and training process of the inexperienced volunteers.
When our quota rose from 60 to 90 persons, and given the demand for native speakers of German, Italian and other languages, we decided to select non-professional volunteers from the Babels database. We selected some 50 names of non-professionals from the nearly 180 volunteers (numbers from November) that lived in the Rio de Janeiro area, whose profiles matched the needs of the event (native speakers of PT, EN, FR, DE and IT with passive knowledge of at least two foreign languages). All were invited to an assessment session held in December. We divided those present according to language combinations. Assessment was conducted by professional interpreters who were native speakers in each language (Pascal and Annie, FR; Rebecca and Erica, EN; Luciana Ache and Kena, ES) We were unable to perform a more reliable assessment of inexperienced native speakers in IT and DE due to a lack of professional interpreters who were native speakers of those languages.
Only in January were we able to utilize a room at IBASE, but, due to the school holidays, end of year festivities and professional commitments of interpreters, training was insufficient. In all, we were able to hold 8 assessment/training sessions, with a professional interpreter as instructor and some 4 or 5 beginners in each.
We should mention that we received a huge number of last minute candidates during the first weeks of January, making the number of volunteers jump from 180 to 220. The inclusion of these new volunteers was only accepted in exceptional cases: native speakers of FR, HE, AR or professional interpreters.
Out of our quota of 90 volunteers, we managed to mobilize 35 professionals who were native speakers of PT (23), ES (2), EN (5), FR (2), DE (2), and RU (1), with 15 of the 22 interpreters who were native speakers of PT able to also work in EN and FR booths. We sent the list of names by email to Laurent and German in early January. The remaining volunteers were beginners who were native speakers of PT, IT, DE and HE, approved in the assessment sessions conducted by professional interpreters responsible for each passive language tested.
Simultaneously, we sought to select beginners who, in addition to mastering foreign languages, had other differentiating traits such as undergraduate or graduate degrees in Economics, Sociology, Political Science, International Relations, etc in addition to qualification as translators and/or conference interpreting experience. In a consensus decision among the two coordinators and five interpreters responsible for assessment, we selected some 5 volunteers who, despite the fact that they lacked the required traits, should be encouraged to participate in an experience such as the WSF. The idea of setting up a quota of this type had been discussed and agreed upon in previous meetings in Rio. These individuals, not suited to act as interpreters, were assigned as room coordinators and to other coordinating activities. The list containing these names was transmitted to Laurent and Yan.
We must mention the lack of a suitable location to conduct training as a negative aspect of the selection and training process (two interpreting schools refused to lend us their training rooms), as well as the end-of-year calendar of activities - which coincided with the end of the school year, end of year festivities, vacation for several volunteers who failed to answer emails in a timely manner, etc, in addition to the lack of training material in PT on the CD prepared by Ecos (beginning native speakers of IT, DE, HE, FR, EN and ES had no access to conferences recorded in PT to interpret into their respective languages. The alternative solutions found (video and radio recordings) were not satisfactory.
As a positive aspect, we would note the large number of professional interpreters mobilized in Rio de Janeiro. We could have reached as high a number as 50, if several had not pulled out due to professional commitments assumed the week the WSF was held, principally because of the lack of definition regarding housing and issuing of tickets. We feel that in the next two years it will be possible to mobilize some 60 to 80 professional interpreters from Rio de Janeiro.
Lastly, we must comment on the issue of housing and tickets. Tickets only began to be issued from January 18th to 21st, coinciding with the holiday in Rio de Janeiro and only 4 days before the planned arrival date in Porto Alegre. Therefore, and also due to a municipal holiday in São Paulo on January 25th, local coordinators were obliged to oversee the issue of some 90 tickets - with their respective and unavoidable alterations of flight schedules - all in a period of 96 hours.
Concurrently, due to the long holiday in Rio de Janeiro (Thursday to Sunday), several volunteers were out of town and had no internet access. This resulted in many tickets not being received in time for departure, volunteers missing flights, etc. Furthermore, with such late purchase of tickets, better prices and more amenable flight schedules were not possible. We ended up arriving one or two days later than what would have been ideal and leaving two or three days later than necessary, which generated additional lodging expenses.
Our suggestion on this point is to make issuing of tickets more localized and with greater autonomy in order better prices such as group flights instead of individual tickets. Moreover, this would create fewer problems and less concern for those awaiting a definition as to whether or not they would be participating in the WSF.
Assessment and recommendations:
1. The group of 90 volunteers was very large and quite diverse. Our intention is to conduct an assessment on their participation in order to streamline the group of Rio volunteers, seeking to increase the number of participating professional interpreters. We have already begun doing this. Our objective is to reach the number of 60 interpreters in 2 years. This decision represents our option to seek quality and linguistic diversity instead of quantity of volunteers. We shall therefore encourage our Rio colleagues to become part of Babels and mobilize in local interpreting schools (which was not done this time).
2. Inexperienced volunteers who did well in Porto Alegre and who demonstrate potential in conference interpreting will be considered and encouraged to undertake more intensive training for future WSF events.
3. All of the local professional interpreters lamented not having worked more shifts, as their understanding was that they could have worked 3 shifts a day. The perception is that the WSF is an atypical event and cannot be subject to comparison to traditional events in the Brazilian interpreting market. This is the reason behind the desire to work a little more than the beginners. This argument is further justified when we see that one of the criteria for lodging was to reserve hotel rooms for professionals as these would carry a larger load of the work than others, therefore needing more rest.
4. Providing greater autonomy to local coordinators regarding issuing of tickets, lodging, welcome, etc. Only people at the local level know about the needs of that level and the best options for transportation, for example.
5. We believe that the general perception of the WSF as a positive experience for professional interpreters can motivate our local colleagues to also join the network, thus overcoming the resistance and threat of retaliation that was announced. Therefore, instead of directing resources and energy into training beginners, we intend to begin a campaign of clarification with the local professional market, in order to motivate and mobilize a larger number of local professionals. If we were to overcome problems arising from late issue of tickets and lack of definition regarding lodging, we could gain some 10 more professionals.
6. Lastly, we wish to straiten ties with other local Brazilian groups, specifically regions South, São Paulo and the Northeast (an intense partnership already exists between regions Rio, Mid-West and North). We believe that a greater exchange of ideas and information should take place amongst these groups so that we can move away from being perceived as Babels Rio, Babels SP, Babel Mid-West, etc., to become Babels Brazil.
WSF Selection Process Report – Regions North/ Northeast – Brazil
Robert Finnegan
This is a brief report on the selection/ training process in the North and Northeast regions of Brazil.
This report follows my individual activities quite closely as I was/am the only Babels coordinator in these two regions, which geographically correspond to 45.27% (3.869.637,9 km2) and 18.26% (1.561.177,8 km2) of Brazil, respectively
As I had participated in the ESF2003 as an interpreter and expressed desire to work more closely with Babels, I was invited to become a coordinator and to participate in the WSF preparation meeting in Porto Alegre in May 2004 and the Babels meeting in Brussels in July 2004.
In May 2004, I sent a series of emails to known professionals, discussion lists, university interpreting courses, calling for volunteers for the WSF2005 and began corresponding with respondents, debating in public forums with interested professionals and the sceptical, eventually directing them to register at the Babels website.
In July 2004, I participated in the ASF in Quito as interpreter and coordinator.
After the ASF, I wrote and submitted a critical report to Babels, which was lost and I spent several months with communication problems with the rest of the network.
The sheer size of the North/Northeast regions of Brazil prohibited me from doing more than corresponding by email and referring questions to the Babels website.
Upon reestablishing communication with Babels, I received the details of the volunteers registered in Brazil in early December. As the list was for the entire country, I separated the names by region and sent lists to the other regional coordinators in Brazil.
Within the North/Northeast regions, I concentrated on known professionals and asked these to recommend/ vouch for others on the list from their or nearby cities and states.
In early December, I received the ECOS training DVDs. I made copies and distributed them to the registered volunteers in Belém and encouraged those in other regions to request or download them.
During this period (December- early January) I sent several messages to the volunteers in my regions, asking for confirmation of their availability but I myself was unable to confirm to those interested whether or not they would participate.
In mid-January I was informed that there were not enough interpreters selected and that I should accept all candidates available.
Many of those who had previously confirmed, backed out during the last week, mainly due to the lack of definition on our part.
In the end, some professionals and/or experienced interpreters did not have their tickets purchased and so, although available, did not participate.
As I was active as an interpreter during WSF, I had little time to oversee interpreters from my regions, referring them to the coordinators at the Gasometro building.
The WSF itself is a positive and hope-inspiring process and so all those I did talk to were very positive about the experience. Some volunteers expressed the desire to have done more, while others, unfortunately, did as little as possible. In my opinion, steps should be taken to avoid selecting the latter for future events.
Recommendations:
1) Form a separate regional coordination for Northeastern Brazil (possibly even two)
2) Decentralized decision-making would improve oversight, logistics, credibility.
3) Assessment of volunteers is important to use our scarce resources as efficiently as possible.
4) Evaluate our 'carrying capacity' – how many reliable interpreters we can provide – instead of receiving the number needed and filling that number with people who are unable to do the job (quality vs quantity).
Deletions:
For more detailed reports on the regional selection process in Latin America, see below. The report on the selection process cannot be fully understood without reading these detailed reports.
FR


Revision [567]

Edited on 2005-03-09 14:12:40 by EricaResende [added rio report translations]
Additions:
FR
À Rio, la mobilisation a débuté fin octobre par une réunion au siège de l'IBASE, pour y présenter le projet Babels. Cette réunion a compté sur la présence de 10 interprètes professionnels, le responsable de la coordination locale étant à l'époque Pascal Rubio. Nous avons décidé de motiver d'autres collègues travaillant sur le marché de Rio et nous avons fixé une autre rencontre début novembre. Afin de faciliter la communication entre les interprètes, nous avons décidé d'ouvrir un groupe sur le site Yahoo. Notre but était de mobiliser de 40 à 50 professionnels de Rio, parmi les collègues en activité et les ex-élèves des écoles de formation d'interprètes de la ville.
Début novembre, nous nous sommes rendu compte que très peu d'entre eux s'étaient inscrits comme bénévoles sur le site, car ils ne recevaient plus les e-mails de confirmation de participation au FSM. Nous avons donc lancé une circulaire, invitant tous les intéressés à s'inscrire sur le site et à régulariser leur fiche dans la banque de données. C'est Erica Resende qui a été choisie pour participer à la réunion du CI à Porto Alegre.
Nous n'avons pris connaissance de l'ampleur du réseau Babels qu'à Porto Alegre, où nous ont été présentés les projets parallèles comme Lexicon, le partenariat avec Nomad, les instruments de communication, la banque de données, etc. Lors de la réunion suivante, nous avons décidé d'étendre la mobilisation pour atteindre le chiffre de 60 bénévoles et nous avons alors admis non seulement des professionnels mais aussi des étudiants en interprétation. Par ailleurs, en raison du succès de la communication par Yahoo, l'usage des outils de communication Babels a été rejeté pour diverses raisons (manque de familiarité avec les outils de TI, consensus quant à l'efficacité de la communication sur la liste Yahoo, excès de e-mails et de communiqués d'autres régions, "technophobie", entre autres). Nous avons toutefois pris soin de fournir une copie des comptes rendus de nos réunions et des principaux communiqués sur le site de Babels, dans la section consacrée au Brésil. C'est Juan Doblas qui s'est chargé de cette tâche, en collaboration avec Luis Gustavo, de São Paulo. Tout membre du réseau pouvait donc, s'il le voulait, se maintenir informé de nos activités.
La décision ayant été prise de ne sélectionner que des professionnels et des étudiants en interprétation, la formation n'était pas au nombre de nos soucis majeurs. Le fait de ne pas pouvoir compter sur l'appui d'une institution qui puisse mettre à notre disposition un lieu approprié pour la formation à l'interprétation a également pesé sur cette décision.
Dans le même temps, Pascal, notre coordinateur a dû se retirer du projet pour des raisons d'ordre professionnel. C'est Erica Resende qui a alors assumé ses fonctions, aidée en cela par Marcelo Neves. Divers autres interprètes se sont portés responsables de l'évaluation et de la formation de bénévoles sans expérience.
Notre quota étant passé de 60 à 90 personnes et face à la demande d'interprètes ayant l'allemand, l'italien et d'autres langues comme langue première, nous avons décidé de choisir des bénévoles non-professionnels à partir de la banque de données de Babels. Sur les 180 bénévoles (chiffres de novembre) résidant dans la région de Rio, nous avons retenu environ 50 noms de non professionnels qui correspondaient au profil recherché (PT, EN, FR, DE et IT et ayant au moins deux langues étrangères comme langues passives). Tous ont été invités á une séance d'évaluation réalisée en décembre. Nous avons réparti les effectifs en fonction des combinaisons linguistiques. L'évaluation a été faite par un interprète professionnel de chaque langue (Pascal et Annie, FR ; Rebecca et Erica, EN ; Luciana Ache et Kena, ES). Par manque d'interprètes professionnels IT et DE comme langue A, il ne nous a pas été possible de réaliser une évaluation plus approfondie des bénévoles sans expérience ayant ces langues comme langues maternelles.
Il nous a fallu attendre janvier pour pouvoir utiliser une salle de l'IBASE mais, en raison des vacances scolaires, des fêtes de fin d'année et des obligations professionnelles des interprètes, la formation a été insuffisante. Nous avons organisé en tout 8 séances d'évaluation et de formation, comptant chacune sur un interprète professionnel comme formateur et environ 4 à 5 débutants.
Il convient de souligner que, durant les premières semaines de janvier, nous avons reçu un très grand nombre de candidats de dernière heure, le nombre des bénévoles passant alors de 180 à près de 220. Les nouveaux bénévoles n'ont été admis qu'à titre exceptionnel : ceux ayant FR, HE ou AR comme langue maternelle ou les professionnels ayant répondu à la mobilisation.
Sur le quota imparti de 90 bénévoles, nous avons mobilisé 35 professionnels, dans les langues maternelles suivantes : PT (23), ES (2), EN (5), FR (2), DE (2), et RU (1), et sur les 22 interprètes ayant PT comme langue A, une quinzaine était qualifiée pour travailler en cabines d'EN et de FR. Ces noms ont été acheminés par e-mail à Laurent et à German début janvier. Les autres bénévoles étaient des débutants ayant comme langue maternelle : PT, IT, DE et HE et approuvés lors des séances d'évaluation organisées par les interprètes professionnels responsables de chaque langue passive testée.
Parallèlement, nous avons cherché à sélectionner des débutants qui, outre la maîtrise des langues étrangères, présentaient des attributs particulièrement intéressants comme un 2e ou 3e cycle en économie, sociologie, science politique, relations internationales, etc. et des traducteurs ayant une qualification et/ou une expérience en interprétation simultanée. Par décision consensuelle entre les deux coordinateurs et les cinq interprètes responsables de l'évaluation, nous avons retenu environ 5 bénévoles qui, bien que ne possédant pas les attributs requis, devaient être encouragés à participer à une expérience comme celle du FSM. L'idée de la création d'un quota à cette fin avait été débattue et acceptée lors de réunions précédentes à Rio. Ces personnes n'étant pas à même de faire de l'interprétation, ont été orientées vers la coordination de salles et d'autres missions de coordination. La liste complète de ces noms a été transmise à Laurent et à Yan.
Comme aspect négatif du processus de sélection et de formation, nous signalerons le manque d'espace approprié à la réalisation des séances de formation (les deux écoles d'interprétation ayant refusé de prêter leurs salles), le calendrier de fin d'année - qui coïncide avec la fin de l'année scolaire, les vacances de divers bénévoles qui n'ont pas répondu aux e-mails en temps utile, les fêtes de fin d'année, etc., et le manque de matériel de formation en PT sur le CD préparé par Ecos (les débutants ayant IT, DE, HE, FR, EN et ES comme langue maternelle n'ont pas disposé de conférences enregistrées en PT pour interpréter vers leurs langues respectives. Les solutions alternatives adoptées (enregistrements vidéo et radio) n'ont pas été satisfaisantes.
(à continuer)


Revision [541]

Edited on 2005-03-08 03:36:03 by MariCruz [added rio report translations]
Additions:
Babels Ecuador
Perdón por lo sumario de este resumen, pero he estado fuera de la ciudad y soy la última que falta.
Tomé la coordinación Babels Ecuador para el FSM 2005 luego de haber participado como intérprete en el Foro Social de las Américas. Por la falta de tiempo, mi nivel de colaboración se limitó a reunir y capacitar intérpretes y principiantes.
Para iniciar, recibí de la Coordinación Colombia una lista de aproximadamente 60 personas que se habían inscrito. Si bien yo me propuse como contacto en Ecuador, era necesario reunir a las personas que supuestamente estaban interesadas para saber si estarían de acuerdo, ya que había otra persona que también planteó su interés, Jorge León. A vuelta de correo, recibí un gran número de confirmaciones de asistencia a la primera reunión de Babels Ecuador, que se había convocado en las oficinas de Jorge. Curiosamente, a pesar de ciertas confirmaciones, nadie más que Jorge y yo asistimos a esa primera “reunión”. De todas maneras, insistí en mi interés en coordinar Babels acá y en eso se quedó ya que Jorge a la final dijo que no tenía tiempo.
El segundo paso fue informar acerca de la reunión fallida y convocar a una nueva. Poco después, alrededor de octubre, realizamos la primera reunión con cuatro personas interesadas en colaborar: una estudiante de Lenguas Aplicadas a Negocios, primera experiencia, con inglés y francés; un estudiante de ingeniería en sistemas que había colaborado en el Foro de las Américas, con francés; un antropólogo con experiencia en interpretación en inglés; y yo, la única intérprete profesional, con inglés y español como activos y francés, italiano y portugués como pasivos.
De ahí en adelante, continué convocando por un mes a todas las personas a las que había escrito en un inicio, a pesar de que a la final el grupo estable, junto con las personas arriba indicadas, quedó en seis personas, incluyéndome. Comenzamos los entrenamientos de una forma totalmente rudimentaria, ya que ninguno tenía acceso a equipos sin costo. Lo que yo hice con algunas personas fue llevarles a la cabina cuando yo trabajaba, por lo menos para que vieran lo que estaban por hacer. Mientras tanto, practicábamos con textos que yo tenía sobre casi todos los temas que se iba a tratar en el Foro. Trabajábamos con grabaciones caseras en dos vías, con la televisión y DVD.
Con el pasar de los meses se unieron tres personas más a las que fuimos poniendo al día, con inglés y francés. Unas dos semanas antes de la fecha del Foro, fui informada que se requería más gente, así es que acepté a una persona a la que no conocía y que nunca tuvo ningún tipo de entrenamiento, cosa que informé. También en los últimos días, averigüé que estaba inscrita una intérprete con mucha experiencia en portugués a la que yo no conocía e invité a las dos últimas reuniones. Ella tiene mucha experiencia, así es que también ayudó a dar los “últimos toques” en recomendaciones y técnicas a los novatos. Los únicos otros dos profesionales que aceptaron, a último momento tuvieron que negarse por motivos personales.
Las convocatorias fueron hechas en el medio de traductores profesionales y de estudiantes. Debido a la falta de tiempo, realmente no pude contactarme en forma más oficial con escuelas de lenguas, especialmente en el idioma quichua, que no llevó la delegación ecuatoriana (ahora estoy trabajando en ello).
Al igual que en otros lugares, en el Ecuador no existe una escuela de Interpretación, así es que no tuvimos un lugar “oficial” a dónde acudir.
En mi opinión acerca del proceso de selección, leí algún correo en donde alguna coordinadora (Argentina, me parece) solicitaba fondos para la preparación de los principiantes. Si bien yo no la apoyé con un email, ya había pensado que esos serían fondos muy bien invertidos desde todo punto de vista: conseguir mayor calidad, dar oportunidades profesionales a futuros potenciales intérpretes y acercar a más gente al Foro de una manera más profesional.
Maricruz González C.
Babels Ecuador


Revision [540]

Edited on 2005-03-08 01:19:18 by YanB [+1 sentence]
Additions:
For more detailed reports on the regional selection process in Latin America, see below. The report on the selection process cannot be fully understood without reading these detailed reports.
Deletions:
For more detailed reports on the regional selection process in Latin America, see below.


Revision [533]

Edited on 2005-03-07 08:58:41 by LaurentJesover [+1 sentence]
Additions:
1- Remote email and database based process
2- Local coordinations: reports on the selection process
=====Remote email and database based process=====
These decisions were made thanks to an open discussion started on July 22 in the Forum and publicized widely: an e-mail was sent at that time to all people volunteering to the WSF05 and to all people who had volunteered to the WSF04, inviting them to discuss the selection methodology. This discussion was launched a month after the publication of the “Call for volunteers” (official start of the WSF05 project: See Intermediary Report http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=626#626 explaining the stages that lead to the Call). This discussion generated 135 posts in three different languages, which were read 11 815 times (this number does not correspond to single users).
Deletions:
**Remote email and database based process**
These decisions were made thanks to an open discussion started on July 22 in the Forum and publicized widely: an e-mail was sent at that time to all people volunteering to the WSF05 and to all people who had volunteered to the WSF04, inviting them to discuss the selection methodology. This discussion was launched a month after the publication of the “Call for volunteers” (official start of the WSF05 project: See Intermediary Report http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=626#626 explaining the stages that lead to the Call).
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Revision [524]

Edited on 2005-03-06 05:05:49 by FernandaG [+1 sentence]
Additions:
INFORME ACERCA DEL PROCESO DE SELECCIÓN EN URUGUAY
A continuación transcribo los informes escritos por los coordinadores de idioma, respecto al proceso de práctica, evaluación y selección de los voluntarios uruguayos. Los informes están separados por idioma ya que los procesos fueron diferentes, sin embargo antes de la trascripción cabe señalar algunas cuestiones que se aplican a todos ellos:
- Las reuniones generales de Babels UY tuvieron cada vez menos convocatoria a medida que se acercaba el FSM, por lo que los grupos de cada idioma se fueron reuniendo en distintas instancias para realizar sus prácticas. A excepción de inglés, grupo que tuvo más inscriptos, algunos de los cuales no participaron de instancias de práctica, el resto de los grupos se reunían periódicamente.
- Cada grupo fue buscando la manera de conseguir materiales e información acerca cómo enfrentarse a una situación de interpretación, ya que casi la totalidad de los voluntarios no tenían experiencia. No contábamos con la participación de ningún intérprete profesional.
- No pudimos realizar ninguna instancia previa al FSM en cabina, ya que no contábamos con equipos ni posibilidad de conseguirlos.
- Las posibilidades de conseguir audios en las distintas lenguas acerca de temáticas relacionadas al FSM fueron reducidas ya que muy pocos podían acceder a conexiones de internet con las velocidades y anchos de banda necesarios para poder hacerlo. Por lo que se tendió a bajar textos de la página web del FSM, muchos de los cuales eran leídos o grabados por uno de los voluntarios para que otro pudiera interpretarlos.
- En Uruguay no hay ninguna escuela o facultad en que pueda uno formarse como intérprete. Por esta razón, la posibilidad de estar en POA fue tan importante para nosotros como instancia de formación, algo más "formal" que nuestras prácticas, que a pesar de hacerse con mucho empeño y tratando de alcanzar la mayor calidad posible, carecían de guía profesional. Muchos pudimos beneficiarnos de los consejos, explicaciones, estrategias, etc. de intérpretes profesionales que se mostraron muy interesados en compartir sus conocimientos con nosotros. Por lo que ahora estamos en mejores condiciones para continuar practicando y formándonos para futuras instancias. Es importante destacar que casi la mayoría de las personas que estuvieron en POA han continuado participando de las actividades propuestas, y han mostrado más compromiso con Babels y con los distintos proyectos que se han planteado en Uruguay.
- Si bien éramos concientes de nuestras escasas posibilidades desde el principio, y a pesar de no lograr conformar un gran grupo de trabajo antes de POA, quienes se hicieron cargo de nuestra participación, pusieron mucho cuidado al respecto del manejo de las lenguas. La mayoría de los voluntarios eran profesores, traductores públicos o estudiantes avanzados de esta carrera, o estudiantes avanzados de las lenguas a partir de las cuales iban a interpretar, algunos incluso habían vivido en países en que se hablaba su L2 o habían recibido formación académica en esa lengua.
INGLÉS
“El proceso de selección en inglés consistió en realizar evaluaciones, es decir pruebas o simulacros de interpretación en base a audios del sitio web de Babels, que luego eran cotejados, por un lado con el texto en el idioma original para verificar errores de contenido en la interpretación y luego se verificaba solamente el dominio del español, si se hacía un uso correcto del idioma. Si el discurso tenia sentido por si solo.
De las personas anotadas en inglés que eran cerca de 80, solamente vinieron 10 a realizar la evaluación, de las cuales quedaron 8 seleccionadas. Las personas evaluadas en su mayoría tenían practica de las reuniones de Babels, habían realizado algunos ejercicios de interpretación previos, aunque no se trató de intérpretes profesionales en la mayoría de los casos.
Se les colocó el audio en inglés de unos 10 minutos para que interpretaran al español. En primer lugar yo me encargué de verificar que la interpretación fuera correcta, estuviera completa, etc. y luego le pedí a otra persona (que tiene español como lengua materna) que escuchara solamente la interpretación, es decir el discurso en español, para que sin saber que se trataba de una interpretación pudiera verificar la corrección del español.
Las interpretaciones se grabaron en la computadora, y fueron revisadas más tarde para poder realizar la tarea con tiempo y poder revisar posibles errores varias veces.
Las personas seleccionadas mostraron buen dominio de ambas lenguas y solvencia para enfrentarse a la situación de interpretar. En el caso de quienes no fueron seleccionados, la decisión se basó en una interpretación pobre e incompleta, que no reflejaba lo que se trasmitía en el discurso con total claridad. El proceso resultó bueno ya que a pesar de los pocos medios con los que contamos, pudimos resolver la clasificación exitosamente.” Mercedes Camps (Coord. En-Uruguay)
PORTUGUÉS
“Proceso de Selección Intérpretes de Portugués-Uruguay: Se trabajó a lo largo de varios meses con prácticas de interpretación sobre grabaciones hechas por nosotras, ya que nunca contamos con material adecuado. Considerando que fuimos 4 intérpretes de pt, en realidad no me sentí capaz de dejar a nadie fuera, a pesar de que en algunos momentos dudé de la capacidad de alguna de nosotras, siendo que me responsabilicé por coordinar
el grupo de 23 interpretes de PT registrad*s en nuestra lista dos meses
antes del FSM/2005, logrando la mejor convocatoria de 3 personas + quien
escribe, no puedo evaluar este azaroso proceso de selección, dónde no contamos en ningún momento con equipos adecuados y lo hicimos sobre entrevistas radiales cuyas velocidades distan bastante de una conferencia.
Atentamente
Ivonne Dos Santos
Coordinación PT-Uruguay”
FRANCÉS
“Según lo convenido el sábado 11 de diciembre , el equipo de francés se reunió desde las 15 h a las 18 h . Hubo 7 voluntarias presentes , a saber : Floriane, Sidonie, Olga, Mónica, Dalia, Paula y Lucía. En vistas de que el DVD que nos iba a proporcionar una referencia, no se pudo abrir, decidimos trabajar conjuntamente con casettes de audio y textos leídos. Después de estos tests orales, cada participante manifestó sentirse capaz de afrontar la experiencia.” Lucía Schenone
ALEMÁN
Solamente dos personas conformaron el grupo de alemán. Se realizaron prácticas en las siguientes condiciones: una de las voluntarias leía un texto cuya temática estuviera comprendida en alguna de las 11 áreas del FSM, al mismo tiempo la otra voluntaria realizaba su interpretación del texto leído. De esta manera no sólo se practicaba interpretación sino que además se entraba en contacto con los términos que pudieran aparecer en dichas áreas temáticas. Tras haber realizado este tipo de prácticas durante algunos meses, se realizaron una evaluación en base a la grabación de una conferencia de una temática relacionada a las del FSM, en que el orador era hablante nativo de alemán. Tras haber realizado esta prueba, ambas voluntarias entendieron que se encontraban en condiciones de participar como intérpretes en POA.
ITALIANO
Se realizaron prácticas periódicamente durante varios meses, utilizando material relacionado a las temáticas del foro, tanto textos como grabaciones. Al llegar el momento de confirmar su participación en POA los miembros de este equipo entendieron que estaban en condiciones de participar como intérpretes. No hubo instancias de evaluación sino de reflexión en cuanto a la capacidad de cada uno.
Fernanda Gerpe
Babels Uruguay


Revision [504]

Edited on 2005-03-05 02:17:42 by EricaResende [+1 sentence]
Additions:
Gabriel Laurent only did the final cut after Rio was asked to raised from 60 to 90 volunteers due to the need for FR and EN native speakers. His mother is the professional interpreter in charge of assessment and training of FR speakers. Being in the best position of assessing ther own son's interpretation skills, she took the responsibility for his training and I trust her judgement in that respect. Who knows? Maybe he did do a good job afterall, since he is a French-Brazilian, son of an French interpreter and translator and used to help his mother woth her workload. Anyway, I think it is very negligent of your part to use Laurent Gabriel as a rule rather than a possible exception of selection in Rio, since neither I nor you have the full data on his performance.
== Rio de Janeiro (in PT, EN and FR to follow later) ==
O processo de mobilização no Rio de Janeiro começou no final de outubro, em uma reunião no IBASE sobre a apresentação do projeto da Babels. Estavam presentes cerca de 10 intérpretes profissionais, sendo que Pascal era o então responsável pela coordenação local. Decidimos motivar outros colegas que atuam o mercado do Rio e marcamos um novo encontro para início de novembro. A fim de facilitar a comunicação entre os intérpretes, decidimos abrir um grupo no site Yahoo. Nosso objetivo era mobilizar cerca de 40 a 50 profissionais do Rio de Janeiro dentre colegas atuantes no mercado e ex-alunos das escolas de interpretação cariocas.
Em início de novembro, percebemos que poucos haviam se inscrito no site como voluntários, pois deixaram de receber os emails de confirmação de participação no FSM. Fizemos uma convocatória geral para que todos os interessados se inscrevessem no site e regularizassem sua ficha no banco de dados. Escolhemos Erica Resende para ir a Porto Alegre para a reunião do CI.
Somente em Porto Alegre tomamos ciência da plenitude da rede Babels, os projetos paralelos como Lexicon, a parceria com Nomad, os instrumentos de comunicação, o banco de dados, etc. Na reunião seguinte, decidimos aumentar a mobilização para atingir o número de 60 voluntários, passando a incluir estudantes de interpretação, além dos profissionais. Por outro lado, devido ao sucesso da comunicação via Yahoo, foi rejeitado o uso das ferramentas de comunicação da Babels por diversos motivos (falta de familiaridade com ferramentas de TI, consenso em relação à eficácia da comunicação na lista Yahoo, excesso de emails e comunicados de outras regiões, “tecnofobia”, entre outros). No entanto, tivemos o cuidado de sempre colocar uma cópia das atas de nossas reuniões e principais comunicados no site da Babels, na parte destinada ao Brasil. O responsável por essa tarefa foi Juan Doblas, que trabalhou em parceria com Luis Gustavo em SP. Dessa forma qualquer membro da rede poderia, caso interessado, informar-se acerca de nossas atividades.
Devido à decisão de concentrar a seleção em profissionais e alunos de interpretação, treinamento foi deixado em segundo plano. Tal decisão também foi alimentada pelo fato de que não pudemos contar com o apoio de uma instituição que nos oferecesse um local apropriado para treinamento de interpretação.
Paralelamente, nosso coordenador Pascal desligou-se do projeto por razões profissionais. Erica Resende assumiu suas funções, contando com a ajuda de Marcelo Neves. Diversos outros intérpretes ficaram responsáveis pelo processo de avaliação e treinamento de voluntários sem experiência.
Com o aumento de nossa cota de 60 para 90 pessoas, e devido à demanda de nativos de alemão, italiano e outros idiomas, decidimos selecionar voluntários não-profissionais a partir do banco de dados da Babels. Dos cerca de 180 voluntários (números de novembro) residentes na região do Rio de Janeiro, selecionamos cerca de 50 nomes de não profissionais que apresentavam um perfil adequado ao evento (nativos de PT, EN, FR, DE e IT com conhecimento passivo de pelo menos duas línguas estrangeiras). Todos foram convidados par uma sessão de avaliação realizada em dezembro. Dividimos o contingente conforme combinação lingüística. A avaliação foi feita por um intérprete profissional nativo de cada idioma (Pascal e Annie, FR; Rebecca e Erica, EN; Luciana Ache e Kena, ES). Por falta de intérpretes profissionais nativos de IT e DE, não foi possível fazer uma avaliação mais sólida dos voluntários sem experiência nativos desses idiomas.
Somente em janeiro conseguimos utilizar uma sala do IBASE, mas, devido às férias escolares, festas de fim de ano e compromissos profissionais dos intérpretes, o treinamento foi insuficiente. No total promovemos cerca de 8 sessões de avaliação/treinamento, com um intérprete profissional como instrutor e cerca de 4 a 5 iniciantes.
Devemos ressaltar que nas primeiras semanas de janeiro recebemos um número enorme de candidatos de última hora, fazendo com que o número de voluntários pulasse de 180 para cerca de 220. A adesão de novos voluntários somente foi aceita em casos excepcionais: nativos de FR, HE, AR ou profissionais que aderiram à mobilização.
Da cota estabelecida de 90 voluntários, mobilizamos 35 profissionais nativos de PT (23), ES (2), EN (5), FR (2), DE (2), e RU (1), sendo que dos 22 intérpretes nativos de PT, cerca de 15 encontravam-se qualificados para trabalhar em cabines de EN e FR. Esses nomes foram encaminhados por email a Laurent e German no início de janeiro. Os demais voluntários eram formados por iniciantes nativos de PT, IT, DE e HE, aprovados nas sessões de avaliação promovidas pelos intérpretes profissionais responsáveis por cada língua passiva testada.
Paralelamente, buscamos selecionar iniciantes que, além do domínio das línguas estrangeiras, apresentavam atributos diferenciais como graduação ou pós-graduação em Economia, Sociologia, Ciência Política, Relações Internacionais, etc. e tradutores qualificação e/ou experiência em interpretação simultânea. Por decisão consensual entre os dois coordenadores e os cinco intérpretes responsáveis pela avaliação, selecionamos cerca de 5 voluntários que, apesar de não apresentarem os atributos exigidos, deveriam ser encorajados a participar de uma experiência como o FSM. A idéia da criação de uma cota nesse sentido havia sido discutida e acordada em reuniões anteriores no Rio. Essas pessoas, por não estarem aptas a fazer interpretação, foram direcionadas para coordenação de sala e outras tarefas de coordenação. A lista contendo esses nomes foi transmitida a Laurent e Yan.
Como aspecto negativo do processo de seleção e treinamento, ressaltamos a falta de espaço adequado para a realização de treinamento (as duas escolas de interpretação opuseram-se ao empréstimos das salas de treinamento), o calendário de fim de ano - que coincide com o fim de ano letivo, férias de diversos voluntários que deixaram de responder emails em tempo hábil, festas de fim de ano, etc., e a ausência de material de treinamento em PT no cd preparado pela Ecos (os iniciantes nativos de IT, DE, HE, FR, EN e ES não tiveram acesso a conferências gravadas em PT para interpretar para seus respectivos idiomas. As soluções alternativas encontradas (gravações de vídeo e rádio) não foram satisfatórias.
Como aspecto positivo, destacamos o alto número de profissionais mobilizados no Rio de Janeiro. Esse número poderia ter atingido cerca de 50, mas muitos desistiram por compromissos profissionais assumidos na semana do FSM, e, sobretudo, por falta de definição acerca de hospedagem e emissão de passagem. Entendemos que a mobilização de cerca de 60 a 80 intérpretes profissionais no Rio de Janeiro seja possível nos próximos dois anos.
Finalmente, devemos comentar a questão de hospedagem e passagem. As passagens somente começaram a ser emitidas ente 18 e 21 de janeiro, coincidindo com o feriado de 20 de janeiro no Rio de Janeiro e a apenas 4 dias da data prevista de chegada em Porto Alegre. Nesse sentido, e devido ao ferido municipal em SP no dia 25, a coordenadora local foi obrigada a supervisionar a emissão de cerca de 90 passagens - com as respectivas e inevitáveis alterações de horários - em um período de 96 horas.
Paralelamente, devido ao feriado prolongado no Rio de Janeiro (de quinta a domingo), diversos voluntários encontravam-se fora da cidade e sem acesso a internet. Por essa razão, diversos e-tickets não foram recebidos a tempo para embarque, voluntários perderam vôo, etc. Além disso, como a emissão foi bastante tardia, não foi possível obter os melhores preços e datas de vôo mais apropriadas. Acabamos chegando um ou dois dias depois do ideal e partindo dois a três dias depois do necessário, o que gerou despesas extras de hospedagem.
Nossa sugestão nesse sentido é localizar e dar autonomia ao processo de emissão de bilhetes a fim de obter melhores preços como vôo de grupo e não bilhetes individuais. Além disso, torna-se menos problemático e preocupante para quem aguarda uma definição acerca da ida ou não ao FSM.
Avaliação e recomendações:
1. O grupo de 90 voluntários foi muito grande e diverso. Pretendemos fazer uma avaliação sobre a participação de forma a enxugar o grupo de voluntários cariocas, buscando elevar o número de intérpretes profissionais participantes. Já estamos trabalhando nesse sentido. Nosso objetivo é atingir 60 intérpretes em 2 anos. Tal decisão representa nossa opção por qualidade e versalitilidade lingüística em vez de quantidade de voluntários. Para tanto motivaremos nossos colegas cariocas a aderirem à Babels e faremos mobilização nas escolas de interpretação cariocas (o que não foi feito desta vez).
2. Voluntários sem experiência que se destacaram em Porto Alegre, mostrando potencial para a interpretação simultânea, serão considerados e incentivados a fazer treinamento mais intensivo para futuros eventos do FSM.
3. A totalidade dos intérpretes profissionais cariocas lamentou não ter feito mais turnos, pois entendiam que poderiam ter trabalhado 3 turnos por dia. A percepção é a de que o FSM é um evento atípico, que não pode ser submetido a uma comparação com eventos tradicionais do mercado de interpretação brasileiro. Por essas razões é grande a disposição em trabalhar um pouco mais do que os iniciantes. Tal argumento se justifica ainda mais quando percebemos que um dos critérios para a hospedagem foi reservar os quartos em hotel para os profissionais porque eles teriam uma carga de trabalho maior do que os demais, necessitando, portanto, de mais repouso.
4. Dar mais autonomia a coordenação local com relação à emissão de passagem, hospedagem, acolhida , etc. Somente aqueles que encontram-se no nível local têm conhecimento sobre suas próprias necessidades e sobre as melhores opções para transporte, por exemplo.
5. Acreditamos que a percepção geral do FSM como uma experiência positiva para os intérpretes profissionais possa motivar nossos colegas cariocas a aderir à rede, vencendo, dessa forma, a resistência e a ameaça de retaliação anunciada. Por essa razão, em vez de direcionar recursos e energias para o treinamento de iniciantes, pretendemos dar início a uma campanha de esclarecimento ao mercado profissional local, de forma e motivar e mobilizar um número maior de profissionais locais. A superação dos problemas decorrentes da emissão tardia de passagens e da indefinição quanto ao local de hospedagem já motivaria um contingente de quase 10 profissionais.
6. Finalmente, desejamos nos unir mais aos grupos locais brasileiros, mais especificamente região Sul, SP e Nordeste (já existe uma intensa aliança entre Rio, Centro-Oeste e Norte). Entendemos que deveria haver um maior intercâmbio de idéias e informações entre esses grupos para que possamos deixar de ser percebidos como Babels Rio, Babels SP, Babel Centro-Oeste, etc., para sermos Babels Brasil.
Erica Resende e Rebecca Atkinson
Deletions:
Gabriel Laurent only did the final cut after Rio was asked to raised from 60 to 90 volunteers due to the need for FR and EN native speakers. As it happens, his mother is a French interpreter from Rio and she took the responsability for trainning him, since she was originally in charge of French trainning for beginners. If the did not know me personnally (I am not, afterall, the only person involved with Babels coordination in Rio!), he sure knew his own mother! And he did know the place where he was supposed to stay during the WSF. I was at Gasometro until almost 10 pm on Monday making sure everybody who was arriving from Rio the next couple of days had a place to stay. The fact is, he did not like the place he was supposed to go to. Therefore he made up excuses and tried to "milk" Babels for what he thought he was worthy.
Bottonline, he did not possess the adequate profile to fit into the organization. During the the WSF days, we met several times, and he was always asking for things: from extra meal vouchers to T-shirts. He showed lack of iniciative and interest, and ended up making trouble for us instead of becomming an asset to Babels. I mean, if you know that you will be going to be away from your hometown for a couple of days, the least you could do is to make sure that you will have some money with you, regardless of what Babels has commited to deliver to you. The worst part - and the weirdst - was that I talked to his mother regarding his "finnancial" situation and she told me not worry, that her son coud take of himself.
When Babels met again in Rio after the WSF, we discussed cases like his. We agreed upon that some people like him - plus 7 other people from Rio - should be considered as "not Babels material" for future editions of the WSF. Therefore I believe that is essential to write in an extra field on the database files regarding recommendation or not for future editions. If I recall correctly, there is a field like that concerning the ESF. We should put one for POA 2005.
But I would like to stress that he was more of an extreme exception than a rule for Rio.
==Selection in Rio==
Due to the solid interpretation market in Rio de Janeiro, we were able to mobilize a large number of professional interpreters. From our expected quota of 60 volunteers - which was later raised to 90 - 35 were professional interpreters from Rio de Janeiro, 31 were beginners.
At the same time, Marcelo Neves and I scanned the Babels database for all residents from Rio de Janeiro and surround areas (Niteroi, SAo Goncalo, Caxias, S.J. Meriti, Campos, Petropolis, Teresopolis, etc.). WE sent emails to all 210 registered volunteers in order to confirm data and willingness to participate. After a first filter based on professional status and language combination, we invited all selected people for our 3 preparatory meetings (1 in October, 2 in November). In December we called all non-professional for a test/evaluation session. Through the hollidays I held evaluation sessions at my home to assess beginners potential.
Actual training sessions could only be offered in January due to lack of facilities and not enough material available.
From the 60 quota for Rio, 34 were professionals: PT (22), FR (2), EN (5), ES (2), DE (3), RU (1). Around 15 of the 22 PT professionals were qualified to work in EN booths as well. Their names were forwarded by email to German, Laurent and Yan in the beginning of January. Erica personally verified that German had those names when she arrived in POA on Jan 23rd.
Regarding non-experienced volunteers, we followed a combination of criteria established in the November meeting in POA and some decided locally. We selected people with more than one foreign language (eg.: PT speakers with EN and ES or EN and FR as foreign languages and FR bilinguals), people with specific knowledge on the political debates of the WSF (Political Science, Law, International Relations, History, Economics, Anthropology grad students or masters holders). Due to this city's unique diversity, we were lucky to mobilize many beginners in "non-colonial languages": 6 IT native speakers, 2 DE speakers, 1 HE.
Finally, Rio decided to encourage the participation of 5 volunteers that did not fit the criteria above. Due to their social, ethnic and academic profiles it was important us to give them the opportunity to participate in the WSF. The decision was reached by consensus and presented in preparatory meetings in December.
Regarding training, we encountered some problems. First, unlike Sao Paulo, we could not count on the support of a school or university to offer us their facilities. Only in January were we able to secure a room at IBASE and to offer some training to the beginners.
Second, due to the holidays (Christmas, New Years, Summer vacation, etc.), it was a problem to agree on dates.
Third, the files prepared by Ecos were directed for EN, FR and ES. Since we had many non-PT native speakers, there was no material available from which we could train them.
Finally, around 10 volunteers who had received automatic confirmation as early as October refused to submit themselves to an assessment/training session, arguing that they had nothing to prove, even if they had recognized that their experienced with simultaneous interpretation was very limit. Two of these, I might add, we extremely disrespectfull and offensive in their emails.
Regarding ticketing, Rio experienced a lot of problems. According to a directive from ABONG, national plane tickets were issued only the week before the WSF. The problem is that this period coincided with a municipal holiday in Rio and in SP. Therefore, Erica Resende (coordinator for Rio) was forced to supervise the issuing of 90 plane tickets - and unavoidable changes in departure/arrival dates and times - in less than 72 hours.
As a result, many people only received their plane tickets 24 or 12 hours before departure, 4 people missed their flights, some tickets had to be re-issued, 2 professionals simply decided not to go to POA anymore, and over 40 people were unable to arrive in POA before Jan 25th at the end of the day, therefore missing the activities of that day. Another 10 people only arrived in POA the 26th. The same problem happened at departure from POA, since seats could only be secured as of Feb 1st and 2nd. Therefore, unnecessary money was spent in extra hotel nights.
Our suggestion in this regard is to localize the ticket issuing. If we had been able to secure plane tickets a month in advance, it would have been much less problematic for us, and much cheaper because a group price could have been negotiated.
Finally, we would like to point out that ticket issuing and incoming information regarding housing coincided with two municipal holidays (Jan 20th in Rio and Jan 24th in SP, if I am not mistaken). Therefore, many volunteers went away for the holiday and did not have Internet access to receive and confirm their e-tickets.
On a final note, we receive many emails from other parts of Brazil. They just did not know to whom they should write to in order to participate. The majority came from Nordeste (Bahia, Ceará, Pernambuco), Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina and Brasilia.
Recommendations:
1. Downsize the group of volunteer interpreters taking into account: professional qualification, multiple language combination (at least two foreign languages for PT speakers, with a possible exception for professional interpreters), and solid background in globalization, political and/or social issues (thus facilitating terminology). Priority to quality instead of quantity. Recommend who should be considered for future SF editions and who should not.
2. Increase the workload for interpreters. Since a regular working day for interpreters in Brazil is usually made up of 8 hours per day, professional interpreters agreed to work at least 3 shifts a day. This makes sense when you take into consideration that one of the criteria for housing in hotels was the perception that professionals would have more shifts and thus need good resting. Unfortunately, the general perception was the opposite: not enough work. In a way it is surpring that professional were rather sorry that they did not work enough.
3. Give more autonomy to local coordination regarding tickets issuing, housing, welcome, etc.
4. Instead of training beginners (no facilities, not enough interpreters volunteered to couch beginners, etc.), we would prefer to mobilize more professionals and invite interpretation students from the two existing interpretation schools in Rio.
Erica Resende and Rebecca Atkinson


Revision [502]

Edited on 2005-03-05 01:05:17 by MonicaSalom [+1 sentence]
Additions:
El proceso de Movilización y el de selección estuvieron coordinados estrechamente.
Primera etapa:
Segunda etapa:
Tercera Etapa:
Cuarta Etapa.Evaluación definitiva:
En su gran mayoría los integrantes de Babels Colombia para POA forman parte del grupo de intérpretes profesionales de Colombia y son personas mayores de gran recorrido y calidad reconocida internacionalmente.
Deletions:
En su gran mayoría los integrantes de babels Colombia para POA forman parte del grupo de intérpretes profesionales de Colombia y son personas mayores de gran recorrido y calidad reconocida internacionalmente.


Revision [498]

Edited on 2005-03-04 20:51:27 by YanB [rephrased selection process report]
Additions:
The poa2005@babels.org group was created early September. It initiated the selection process as planned and published on the Babels website. See http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=850#850 (September 13). The people involved in this group created automatic emails sent to the people registered in the database according to critieria which had been chosen collectively.
The long-distance, e-mail-based selection process was launched in September. The regional selection processes did not start until mid-October or even November. The dates were set in order to minimize the risks of having an insufficient number of volunteer interpreters at the end of the first process.
All people marked as "Professional" or "Experienced" (they had defined themselves as such through the online registration form) in Brazil, Argentina and Uruguay, for instance, received an email asking them if they were still volunteers for the WSF. If they replied positively to this email, then the selection process continued. Following the criteria adopted collectively for the selection process, other volunteers around the world received the same, automatic, emails, asking them to confirm their availability. A large number of volunteers never replied to the emails inviting them to confirm their availability. Consequently, these volunteers could not be confirmed, and were not selected.
For a description of the remote selection process: http://www.babels.org/article.php3?id_article=139
This long-distance process occasionally led to misunderstandings when regional groups started to work, because their work was mainly based on meetings, trainings and so on, and the results of these meetings was not automatically reflected on the Babels database.
The regional selection process was of **much better quality**, of course, and corresponded more closely to reality, and this process progressively replaced the long-distance/email-based selection process by mid-November.
Regional groups in Latin America did not exist at the beginning of the selection process. They appeared in many places because the mobilization process picked up very well, and also because the "geopolitical choices" made at the beginning of the project fostered the creation of regional groups. The "geopolitical" criterion was mentioned as early as July, when the selection process was launched. It consisted in redefining the geographical localization of the volunteers. It did not correspond to a budget item ("the closer to POA, the cheaper?"): going to POA from Colombia costs as much coming from Paris, for instance. Nor did it correspond to the reality of the network: most of the Babels volunteers, around 75% at that time, were located in Europe. But it did correspond to a political choice, and to the very nature of the Babels WSF05 Project, which was not defined solely around languages and the number of booths. The project was meant to foster the creation a Latin-American group of volunteer interpreters and translators. This concept was to be accepted by the WSF itself as part of the Babels project and integrated in the budget as such.
By mid-October the Travel Group started its work since the easiest part of the selection process was over: the selection of people with previous experience with Babels and Social Forums was quickly done. The Travel Group worked like the Selection Group, remotely, thanks to automatic emails to which interpreters were to respond and confirm information already registered in the database and/or give new information. This distant process worked fairly well. Many failed to answer in time the emails, despite repeated warnings that their confirmation was required, and a few simply did not understand the emails they received (the wording of these emails is essential and should be considered carefully, and it is true that some of these emails were not always crystal-clear). By the beginning of November, 50% of the volunteers were ready to have their plane tickets booked.
We had chosen to organize prepaid tickets issued by a Travel agency selected by the WSF itself. This Travel agency was to receive names and dates by Babels and was financially linked to the WSF. This choice is a wise one: Babels is not a financial institution and it is not a travel agent. The advantages to this approach is that for the "travel" workgroup, the "Travel" process was over once volunteers had received their ticket: Babels volunteers did not have to take care of the reimbursement of travel expenses for weeks after the WSF was over. The budget was meant to be only a political agreement with the WSF before and during the project itself, and not to extend for weeks after the project, reimbursing hundreds of volunteers, dealing with travel agencies, etc. as was done for the ESF03, in which travel reimbursements (done by only a handful of courageous Babels volunteers) lasted almost 9 months after the ESF itself!
Deletions:
The poa2005@babels.org group was created early September. It initiated the selection process as planned and published on the Babels website. See http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=850#850 (September 13). The people involved in this group created automatic emails sent to the people registered in the database according to what had been chosen collectively.
This work collided at a later date with the work of the regional mobilization and selection groups. This long-distance and virtual (by e-mail) selection process was launched in September. The regional selection processes did not start until mid-October or even November. The dates were set in order to minimize the risks of having an insufficient number of volunteer interpreters at the end of the process and people started to receive emails according to the planned selection charter: for instance all people marked as “Professional” or “Experienced” (they had defined themselves as such through the online registration form) in Brazil, Argentina and Uruguay received an email asking them if they were volunteering for the WSF. If they replied positively to this email, then the selection process continued. This remote selection process was mainly based on the information the volunteers had put on their registration file. For a description of this process: http://www.babels.org/article.php3?id_article=139
This lead to misunderstandings when regional groups started to work because their work was mainly based on meetings, trainings and so on. Of course the regional selection processes were of **much better quality** and corresponded more closely to reality. This process progressively replaced the long-distance/email-based selection process by mid-November.
Regional groups in Latin America did not exist at the beginning of the selection process. They appeared in many places because the mobilization process picked up very well, and also because the “geopolitical choices” made at the beginning of the project supported the creation of regional processes. This new concept was mentioned as early as July, when the selection process was launched. It consisted in redefining the geographical localization of the volunteers. It did not correspond to a budget item ("the closer to POA, the cheaper?"), at least for one good reason: going to POA from Colombia costs as much coming from Paris, for instance. Nor did it correspond to the reality of the network: most of the Babels volunteers, around 75% at that time, were located in Europe. But it did correspond to a political choice, and to the very nature of the Babels WSF05 Project, which was not defined solely around languages and the number of booths. The project was meant to foster the creation a Latin-American group of volunteer interpreters and translators. This concept was to be accepted by the WSF itself as part of the Babels project and integrated in the budget as such.
By mid-October the Travel Group started its work since the easiest part of the selection process was over: the selection of people with previous experience with Babels and Social Forums was quickly done. The Travel Group worked like the Selection Group, remotely, thanks to automatic emails to which interpreters were to respond and confirm information already registered in the database and/or give new information. This distant process worked fairly well. Some failed to answer in time the emails, some did not understand the email well (the wording of these emails is essential and should be considered carefully, and it is true that some of these emails were not always well written) but these misunderstandings amount to a maximum of 5% of the people. ''La, je suis pas trop d'accord! je virerais...'' By the beginning of November, 50% of the volunteers were ready to have their plane tickets booked.
We had chosen to organize prepaid tickets issued by a Travel agency selected by the WSF itself. This Travel agency was to receive names and dates by Babels and was financially linked with the WSF. This choice is a wise one, because Babels is not a financial institution and it is not a travel agent. The advantages to this approach is that the “Travel” process was over once volunteers had received their ticket: Babels volunteers did not have to take care of the reimbursement of travel expenses. The budget was meant to be only a political agreement with the WSF before and during the project itself, and not to extend for weeks after the project, reimbursing hundreds of volunteers, dealing with travel agencies, etc. as was done for the ESF03, in which travel reimbursements (done by only a handful of courageous Babels volunteers) lasted almost 9 months after the ESF itself!


Revision [496]

Edited on 2005-03-04 17:52:28 by LaurentJesover [rephrased selection process report]
Additions:
**Remote email and database based process**
These two workgroups are interlinked. Nevertheless they corresponded to two types of workgroups: A general selection group and of course a travel group.
Deletions:
These two workgroups are interlinked. Nevertheless they corresponded to three types of workgroups: A general selection group, regional selection groups (as many as possible) and of course a travel group.


Revision [495]

Edited on 2005-03-04 17:38:37 by LaurentJesover [rephrased selection process report]
Deletions:
''Please correct the names if I got them wrong! --YanB.''


Revision [494]

Edited on 2005-03-04 17:36:49 by LaurentJesover [rephrased selection process report]
Additions:
Report made by German (Germany and Spain), Laurent (France) and Monica (Colombia)


Revision [486]

Edited on 2005-03-04 00:41:42 by YanB [rephrased first report]
Additions:
For each of the two processes, selection and travel, the Babels database is a centerpiece.
Each process had 3 fields to check and 3 fields to fill in each of the personal files of the volunteers. Without the central Babels database we cannot exchange information between regional and long-distance processes, as the two are working in parallel. Without the database the other workgroups -- Budget, accommodation, booth planning -- cannot work properly either. Due to the lack of sufficient training of the volunteer organizers in the different workgroups, and due to the fact that we did not take this issue seriously enough, many problems of coordination occurred between all the groups. This lead to mistakes or different people repeating the same work over and over, nobody really knowing whether the others had done their work properly.
Proper training on the database should be strongly emphasized in future projects. People should be aware that committing his/herself to a Babels project involves a rigorous process with an electronic database that is at times unwieldy or difficult to understand.
~-The selection process should start 5 months before the event and last 3 months.
~-The travel process should start 4 months before the event and last 2 months. Therefore 2 months before the event a minimum of 70-80% of the volunteers should be selected and have their tickets in hand. The remaining 20-30% corresponds to the volunteers coming from the city or the region in which the Forum will take place, meaning that it is possible to organize, later in the process, group-travel like buses.
Deletions:
For each of the two processes, selection and travel, the Babels database is a central piece.
Each process had 3 fields to check and 3 fields to fill in each of the personal files of the volunteers. Without the central Babels database we cannot exchange information between regional and remote processes, as the two are working in parallel. Without the database the other workgroups -- Budget, accommodation, work and booth planning -- cannot work properly either. Due to the lack of sufficient training of the volunteer organizers in the different workgroups, and due to the fact that we did not take this issue as a central matter, many problems of coordination occurred between all the groups. This lead to mistakes or long hours repeating the same work over and over by different people, nobody really knowing whether the others had done their work properly. This should be strongly emphasized in future projects and people should be aware that committing his/herself to a Babels project involves a rigorous process with an electronic database that is at times unwieldy.
The selection process should start 5 months before the event and last 3 months.
The travel process should start 4 months before the event and last 2 months. Therefore 2 months before the event a minimum of 70-80% of the volunteers should be selected and have their tickets in hand. The remaining 20-30% corresponds to the volunteers coming from the city or the region in which the Forum will take place, meaning that it is possible to organize, later in the process, group-travel like buses.


Revision [485]

Edited on 2005-03-04 00:26:17 by YanB [rephrased]
Additions:
This work collided at a later date with the work of the regional mobilization and selection groups. This long-distance and virtual (by e-mail) selection process was launched in September. The regional selection processes did not start until mid-October or even November. The dates were set in order to minimize the risks of having an insufficient number of volunteer interpreters at the end of the process and people started to receive emails according to the planned selection charter: for instance all people marked as “Professional” or “Experienced” (they had defined themselves as such through the online registration form) in Brazil, Argentina and Uruguay received an email asking them if they were volunteering for the WSF. If they replied positively to this email, then the selection process continued. This remote selection process was mainly based on the information the volunteers had put on their registration file. For a description of this process: http://www.babels.org/article.php3?id_article=139
This lead to misunderstandings when regional groups started to work because their work was mainly based on meetings, trainings and so on. Of course the regional selection processes were of **much better quality** and corresponded more closely to reality. This process progressively replaced the long-distance/email-based selection process by mid-November.
Regional groups in Latin America did not exist at the beginning of the selection process. They appeared in many places because the mobilization process picked up very well, and also because the “geopolitical choices” made at the beginning of the project supported the creation of regional processes. This new concept was mentioned as early as July, when the selection process was launched. It consisted in redefining the geographical localization of the volunteers. It did not correspond to a budget item ("the closer to POA, the cheaper?"), at least for one good reason: going to POA from Colombia costs as much coming from Paris, for instance. Nor did it correspond to the reality of the network: most of the Babels volunteers, around 75% at that time, were located in Europe. But it did correspond to a political choice, and to the very nature of the Babels WSF05 Project, which was not defined solely around languages and the number of booths. The project was meant to foster the creation a Latin-American group of volunteer interpreters and translators. This concept was to be accepted by the WSF itself as part of the Babels project and integrated in the budget as such.
For more detailed reports on the regional selection process in Latin America, see below.
We had chosen to organize prepaid tickets issued by a Travel agency selected by the WSF itself. This Travel agency was to receive names and dates by Babels and was financially linked with the WSF. This choice is a wise one, because Babels is not a financial institution and it is not a travel agent. The advantages to this approach is that the “Travel” process was over once volunteers had received their ticket: Babels volunteers did not have to take care of the reimbursement of travel expenses. The budget was meant to be only a political agreement with the WSF before and during the project itself, and not to extend for weeks after the project, reimbursing hundreds of volunteers, dealing with travel agencies, etc. as was done for the ESF03, in which travel reimbursements (done by only a handful of courageous Babels volunteers) lasted almost 9 months after the ESF itself!
The WSF05 project suffered essentially from two factors: the lack of experience of the WSF organizers to have a proper cashflow before the event, and the financial structure of the WSF.
Because the WSF did not internalize translation and volunteers as one of the political components of the WSF itself, they were not fully aware, although we had repeatedly written and spoken about this issue, that cashflow would be a problem if it was not planned. 6 to 4 months **before** the event you need to have cash available to start paying plane tickets (the main expense by far) for volunteer interpreters. This led to many discussions when the WSF's budget problems were mentioned, particularly in November, and intense negociations, even though the Babels budget had been collectively accepted in June and confirmed in August by the WSF (the same group of organizers).
On the pre-budget, see http://www.babels.org/article.php3?id_article=45
On top of this, some of the members of the WSF organizing committee in charge of the WSF's finances did not play their roles as caretaker of the WSF budget, but behaved as though they were bank-managers: in other words, despite the fact that collective decisions had been made and a budget framework accepted by all, everything had to be re-discussed months later with the person with the checkbook, as though the decisions were his to be made. Each plane ticket had to be single-handedly validated by this person. This is mostly due to the way the WSF organizing committee functioned or, to be exact, malfunctioned.
Deletions:
This work collided at a later date with the work of the regional mobilization and selection groups. This long-distance and virtual process (by e-mail) was launched in September but the regional processes did not start before mid-October or even November. The dates were set in order to minimize the risks of having an insufficient number of volunteer interpreters at the end of the process and people started to receive emails according to the planned selection charter.
For instance all people marked as “Professional” or “Experienced” (self-declared through the website registration form) in Brazil, Argentina and Uruguay received an email asking them if they were volunteering. If they replied to this email, then the selection process continued. This remote selection process was mainly based on the information the volunteers had put on their registration file. This lead to misunderstandings when regional groups started to work because their work was mainly based on meetings, trainings and so on, meeting volunteers in person, etc. Of course the regional selection processes were of much better quality and corresponded more closely to reality. This process progressively replaced the long-distance/email-based selection process by mid-November.
Regional groups did not exist at the beginning of the selection process. They appeared in many places thanks to the dynamic of the mobilization and thanks to the “geopolitical choices” made at the beginning of the project. This new concept was mentioned as early as July, when the selection process was launched. It consisted in redefining the geographical the localization of the volunteers. It did not correspond to a budget item ("the closer to POA, the cheaper?") for one good reason: someone coming from Colombia costs as much as someone coming from Paris, for instance. Nor did it correspond to the reality of the network: most of the volunteers, around 3 out of 4 at that time, were located in Europe. But it did correspond to a political choice, and to the very nature of the Babels WSF05 Project, which was not defined solely around languages and the number of booths. It was to be accepted by the WSF itself as part of the project and integrated in the budget as such.
For detailed reports on the regional selection process in Latin America, see below.
We had chosen to organize prepaid tickets issued by a Travel agency selected by the WSF itself. This Travel agency was to receive names and dates by Babels and was financially linked with the WSF. This choice is a wise one, because Babels is not a financial institution and it is not a travel agent. The positive effect is that the “Travel” process was over once volunteers received their ticket, and that the budget is solely a political work to be done with the WSF before and during the project, not afterwards, with hundreds of individual reimbursements (as was done for the ESF03, in which travel reimbursements lasted 6 to 9 months after the ESF itself).
In reality the WSF05 project suffered negative effects essentially due to two factors: the lack of experience of the WSF organizers to have a proper cashflow before the event, and the financial structure of the WSF. Because the WSF did not internalize translation and volunteers as one of the political components of the WSF itself, they were not fully aware, although we had repeatedly written and spoken about this issue, that available cashflow would be necessary. 6 to 4 months **before** the event you need to have cash available to start paying plane tickets (the main expense by far) for volunteer interpreters. This led to many discussions, in November in particular, and intense negociations around the budget problems, although this budget had been collectively accepted in June and confirmed in August by the same people. See http://www.babels.org/article.php3?id_article=45
On top of this, one of the actors of the WSF organizing committee in charge of finances did not take its role as a part of a collective but rather as a financier: in other words, despite the fact that collective decisions had been made and a budget framework accepted by all, in private, everything had to be re-discussed piece by piece with the person responsible for the budget, as though the decisions were his to make. This is linked mostly to the way the WSF organizing committee was working or, more accurately, not working.


Revision [483]

Edited on 2005-03-03 23:57:40 by YanB [reworded 1st part of report]
Additions:
{{backlinks}}{{lastedit show="3"}}''NOTE: before editing, please 'login/register' (see menu above)! thanks. To Edit, click on 'Edit' (see menu below).''
====Selection and Travel Report====
These two workgroups are interlinked. Nevertheless they corresponded to three types of workgroups: A general selection group, regional selection groups (as many as possible) and of course a travel group.
==poa2005 and poa2005-viaje==
Two addresses poa2005@babels.org and poa2005-viaje@babels.org behind which 4 people at the most were responding to incoming mails from all the interpreters. We failed to include more people behind these public-email addresses for various reasons but mainly because most of the people were devoting time to localized mobilizations and selection processes.
''Please correct the names if I got them wrong! --YanB.''
-""Poa2005"": initially 3 people were responding to emails sent to this address (Laurent, Mónica, Bruno). Laurent left by mid-October in order to take care of ""poa2005-viaje"". Bruno left in November for personal reasons. Mónica was left alone to respond to all incoming emails in December and January.
-""Poa2005-viaje"": initially 1 person (Laurent). One more person arrived to help by the end of December (Germán). There was never more than 1 person really working on travel at any given time. In January, Laurent and Germán were both working, one was in charge of making the reports and the lists from the database, while the other was concretely working with the travel agency and with the interpreters.
The poa2005@babels.org group was created early September. It initiated the selection process as planned and published on the Babels website. See http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=850#850 (September 13). The people involved in this group created automatic emails sent to the people registered in the database according to what had been chosen collectively.
These decisions were made thanks to an open discussion started on July 22 in the Forum and publicized widely: an e-mail was sent at that time to all people volunteering to the WSF05 and to all people who had volunteered to the WSF04, inviting them to discuss the selection methodology. This discussion was launched a month after the publication of the “Call for volunteers” (official start of the WSF05 project: See Intermediary Report http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=626#626 explaining the stages that lead to the Call).
This discussion generated 135 posts in three different languages, which were read 11 815 times (this number does not correspond to single users).
==Long-distance vs. regional selection processes==
This work collided at a later date with the work of the regional mobilization and selection groups. This long-distance and virtual process (by e-mail) was launched in September but the regional processes did not start before mid-October or even November. The dates were set in order to minimize the risks of having an insufficient number of volunteer interpreters at the end of the process and people started to receive emails according to the planned selection charter.
For instance all people marked as “Professional” or “Experienced” (self-declared through the website registration form) in Brazil, Argentina and Uruguay received an email asking them if they were volunteering. If they replied to this email, then the selection process continued. This remote selection process was mainly based on the information the volunteers had put on their registration file. This lead to misunderstandings when regional groups started to work because their work was mainly based on meetings, trainings and so on, meeting volunteers in person, etc. Of course the regional selection processes were of much better quality and corresponded more closely to reality. This process progressively replaced the long-distance/email-based selection process by mid-November.
Regional groups did not exist at the beginning of the selection process. They appeared in many places thanks to the dynamic of the mobilization and thanks to the “geopolitical choices” made at the beginning of the project. This new concept was mentioned as early as July, when the selection process was launched. It consisted in redefining the geographical the localization of the volunteers. It did not correspond to a budget item ("the closer to POA, the cheaper?") for one good reason: someone coming from Colombia costs as much as someone coming from Paris, for instance. Nor did it correspond to the reality of the network: most of the volunteers, around 3 out of 4 at that time, were located in Europe. But it did correspond to a political choice, and to the very nature of the Babels WSF05 Project, which was not defined solely around languages and the number of booths. It was to be accepted by the WSF itself as part of the project and integrated in the budget as such.
For detailed reports on the regional selection process in Latin America, see below.
==Travel process==
By mid-October the Travel Group started its work since the easiest part of the selection process was over: the selection of people with previous experience with Babels and Social Forums was quickly done. The Travel Group worked like the Selection Group, remotely, thanks to automatic emails to which interpreters were to respond and confirm information already registered in the database and/or give new information. This distant process worked fairly well. Some failed to answer in time the emails, some did not understand the email well (the wording of these emails is essential and should be considered carefully, and it is true that some of these emails were not always well written) but these misunderstandings amount to a maximum of 5% of the people. ''La, je suis pas trop d'accord! je virerais...'' By the beginning of November, 50% of the volunteers were ready to have their plane tickets booked.
We had chosen to organize prepaid tickets issued by a Travel agency selected by the WSF itself. This Travel agency was to receive names and dates by Babels and was financially linked with the WSF. This choice is a wise one, because Babels is not a financial institution and it is not a travel agent. The positive effect is that the “Travel” process was over once volunteers received their ticket, and that the budget is solely a political work to be done with the WSF before and during the project, not afterwards, with hundreds of individual reimbursements (as was done for the ESF03, in which travel reimbursements lasted 6 to 9 months after the ESF itself).
==Problems==
In reality the WSF05 project suffered negative effects essentially due to two factors: the lack of experience of the WSF organizers to have a proper cashflow before the event, and the financial structure of the WSF. Because the WSF did not internalize translation and volunteers as one of the political components of the WSF itself, they were not fully aware, although we had repeatedly written and spoken about this issue, that available cashflow would be necessary. 6 to 4 months **before** the event you need to have cash available to start paying plane tickets (the main expense by far) for volunteer interpreters. This led to many discussions, in November in particular, and intense negociations around the budget problems, although this budget had been collectively accepted in June and confirmed in August by the same people. See http://www.babels.org/article.php3?id_article=45
On top of this, one of the actors of the WSF organizing committee in charge of finances did not take its role as a part of a collective but rather as a financier: in other words, despite the fact that collective decisions had been made and a budget framework accepted by all, in private, everything had to be re-discussed piece by piece with the person responsible for the budget, as though the decisions were his to make. This is linked mostly to the way the WSF organizing committee was working or, more accurately, not working.
This situation lead to weeks of delay in purchasing the tickets. Calculations have shown that this delay cost the WSF approximately $50,000 USD, as the price of the tickets increased for the 50% of the volunteers who were ready to have their tickets booked since early November. This represented a 70% increase on the forecast budget. Although we were planning on following the prices of the tickets, and to re-adjust our selection process if necessary, this was not possible. We estimate that we spent on travel nearly as much as we would have spent if we had carried through our first proposal made in June: this proposal aimed at covering nearly 50% of the rooms in the WSF with volunteer interpretation (instead of the 20% of the rooms in the WSF which we ultimately were able to cover).
This also led to a lot of stress for the volunteers behind poa2005-viaje as hundreds of tickets and people were to be taken care of in 4 weeks or so. The last ticket was bought 3 days before the event.
==Babels database==
For each of the two processes, selection and travel, the Babels database is a central piece.
Each process had 3 fields to check and 3 fields to fill in each of the personal files of the volunteers. Without the central Babels database we cannot exchange information between regional and remote processes, as the two are working in parallel. Without the database the other workgroups -- Budget, accommodation, work and booth planning -- cannot work properly either. Due to the lack of sufficient training of the volunteer organizers in the different workgroups, and due to the fact that we did not take this issue as a central matter, many problems of coordination occurred between all the groups. This lead to mistakes or long hours repeating the same work over and over by different people, nobody really knowing whether the others had done their work properly. This should be strongly emphasized in future projects and people should be aware that committing his/herself to a Babels project involves a rigorous process with an electronic database that is at times unwieldy.
==Ideal timetable==
We estimate that an ideal timetable should be set in order to provide future events with a reference point and to help Social Forum organizers to manage the budget well enough to avoid wasting large amounts of money because they lacked sufficient preparation.
Selection and Travel:
The selection process should start 5 months before the event and last 3 months.
The travel process should start 4 months before the event and last 2 months. Therefore 2 months before the event a minimum of 70-80% of the volunteers should be selected and have their tickets in hand. The remaining 20-30% corresponds to the volunteers coming from the city or the region in which the Forum will take place, meaning that it is possible to organize, later in the process, group-travel like buses.
This leaves two months for the Planning/Training processes and for meetings/exchange of information between volunteers to take place.
====Local coordinations: reports on the selection process====
@@===Argentina (reporte en ES)===@@
xxx INCLUDE HERE xxx
@@===Brasil (report in PT)===@@
==Porto-Alegre==
xxx INCLUDE HERE xxx
==Selection in Rio==
Due to the solid interpretation market in Rio de Janeiro, we were able to mobilize a large number of professional interpreters. From our expected quota of 60 volunteers - which was later raised to 90 - 35 were professional interpreters from Rio de Janeiro, 31 were beginners.
From the 60 quota for Rio, 34 were professionals: PT (22), FR (2), EN (5), ES (2), DE (3), RU (1). Around 15 of the 22 PT professionals were qualified to work in EN booths as well. Their names were forwarded by email to German, Laurent and Yan in the beginning of January. Erica personally verified that German had those names when she arrived in POA on Jan 23rd.
Regarding non-experienced volunteers, we followed a combination of criteria established in the November meeting in POA and some decided locally. We selected people with more than one foreign language (eg.: PT speakers with EN and ES or EN and FR as foreign languages and FR bilinguals), people with specific knowledge on the political debates of the WSF (Political Science, Law, International Relations, History, Economics, Anthropology grad students or masters holders). Due to this city's unique diversity, we were lucky to mobilize many beginners in "non-colonial languages": 6 IT native speakers, 2 DE speakers, 1 HE.
Finally, Rio decided to encourage the participation of 5 volunteers that did not fit the criteria above. Due to their social, ethnic and academic profiles it was important us to give them the opportunity to participate in the WSF. The decision was reached by consensus and presented in preparatory meetings in December.
Regarding training, we encountered some problems. First, unlike Sao Paulo, we could not count on the support of a school or university to offer us their facilities. Only in January were we able to secure a room at IBASE and to offer some training to the beginners.
Second, due to the holidays (Christmas, New Years, Summer vacation, etc.), it was a problem to agree on dates.
Third, the files prepared by Ecos were directed for EN, FR and ES. Since we had many non-PT native speakers, there was no material available from which we could train them.
Finally, around 10 volunteers who had received automatic confirmation as early as October refused to submit themselves to an assessment/training session, arguing that they had nothing to prove, even if they had recognized that their experienced with simultaneous interpretation was very limit. Two of these, I might add, we extremely disrespectfull and offensive in their emails.
Regarding ticketing, Rio experienced a lot of problems. According to a directive from ABONG, national plane tickets were issued only the week before the WSF. The problem is that this period coincided with a municipal holiday in Rio and in SP. Therefore, Erica Resende (coordinator for Rio) was forced to supervise the issuing of 90 plane tickets - and unavoidable changes in departure/arrival dates and times - in less than 72 hours.
As a result, many people only received their plane tickets 24 or 12 hours before departure, 4 people missed their flights, some tickets had to be re-issued, 2 professionals simply decided not to go to POA anymore, and over 40 people were unable to arrive in POA before Jan 25th at the end of the day, therefore missing the activities of that day. Another 10 people only arrived in POA the 26th. The same problem happened at departure from POA, since seats could only be secured as of Feb 1st and 2nd. Therefore, unnecessary money was spent in extra hotel nights.
Our suggestion in this regard is to localize the ticket issuing. If we had been able to secure plane tickets a month in advance, it would have been much less problematic for us, and much cheaper because a group price could have been negotiated.
==Nordeste + Norte==
xxx INCLUDE HERE xxx
@@===Colombia (reporte en ES)===@@
Para el FSM 2005 ,Babels Colombia aceptó las decisiones tomadas en POA en la reunión de Agosto sobre la selección.Allí se definieron varias etapas como consta en INFO ....
Se confirmaron los intérpretes PROFESIONALES ,residentes en Colombia y que habían estado en Quito así como los de Experiencia.Se envió un mail automático a todos los inscritos, y a partir de su respuesta de aceptación(algunos profesionales no respondieron) se fue haciendo la lista de seleccionados.
@@===Ecuador (reporte en ES)===@@
xxx INCLUDE HERE xxx
@@===Perú (reporte en ES/PT/EN)===@@
@@===Uruguay (reporte en ES)===@@
xxx INCLUDE HERE xxx
Deletions:
{{backlinks}}{{lastedit show="3"}}
''NOTE: before editing, please 'login/register' (see menu above)! thanks. To Edit, click on 'Edit' (see menu below).''
====Selection and Travel====
**Published in the Forum**: 24 Feb. http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?t=380
These two workgroups are interlinked. Nevertheless they corresponded to three types of workgroups: A general selection one and localized groups (as many as possible) and of course a travel group.
Two addresses poa2005@babels.org and poa2005-viaje@babels.org behind which 4 persons at the most were responding to incoming mails from all the interpreters. We failed to include more people behind these secretariats for various reasons but mainly because most of the people were devoting time to localized mobilizations and selection processes.
- ""Poa2005"": 3 persons at the start. One of them left this secretariat by mid-October in order to take care of poa2005-viaje. One left the secretariat in November for personal reasons. One was left alone to respond to all incoming emails in December and January.
- ""Poa2005-viaje"": 1 person at the start. One more person arrived to help by the end of December. There was never more than 1 person really working on travel at any given time. In January the 2 were working, 1 was in charge of making the reports and the lists from the database, while the other was concretely and really working on travel with the travel agency and with the interpreters.
poa2005@babels.org was created in beginning of September. It initiated the selection process as planned and published. See http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=850#850 published on September 13. The people involved in this group created automatic emails sent to the people registered in the database according to what was chosen collectively. These decisions were made thanks to an open discussion started on July 22 in the Forum and publicized widely: A mail was sent at that time to all people volunteering to the WSF05 and to all people who volunteered to the WSF04, inviting them to discuss the selection methodology. This discussion was launched a month after the publication of the “Call for volunteers” (official start of the WSF05 project: See Intermediary Report http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=626#626 explaining the phases that lead to the Call). This discussion generated 135 posts in mainly three languages and 11 815 readings (this number does not correspond to single users).
This work collided at a later date with the work of the localized mobilization and selection groups. This distant and electronic process was launched in September while mainly the localized processes did not start before mid-October or even November. The dates were set in order to minimize the risks of having an insufficient number of volunteer interpreters at the end of the process and people were starting to receive mails according to the planned selection charter. For instance all people marked as “Professional” or “Experienced” (self-declared through the website registration form) in Brazil, Argentina and Uruguay received an email asking them if they were volunteering. If they replied to this mail, then the selection process continued. This remote selection process was mainly based on self declarations. This lead to misunderstandings when localized groups started to work because their work was mainly based on meetings, trainings and so on, hence physical presence of the volunteers in a place near where they lived. Of course the localized processes were human-wise and skill-wise of much better quality and corresponded more closely to reality. Hence they tended to replace totally the remote process by mid-November.
Localized groups did not exist at the beginning of the process. They appeared in many places thanks to the dynamic of the mobilization and thanks to the “Geo-Political Choices” made since the beginning of the project. This new concept within a Babels project mentioned as early as the launch of the Selection process in July, redefined the geographical mapping of the localization of the volunteers. It did not correspond to a budget item (the nearer the cheaper, hence mobilise near by in order to match budget requirement) for at least one good reason: someone coming from Colombia is costing as much as someone coming from Paris. It did not correspond to the reality of the network: most of the volunteers, around 3 out of 4 at that time, were located in Europe. It did correspond to political choices, hence to the very nature of the Babels WSF05 Project, that was not defined solely around languages and number of booths. It was to be accepted by the WSF itself as part of the project and integrated in the budget as such.
By mid-October the Travel Group could start its work since the easiest part of the selection process was over: The selection of people with previous Babels and Forum experiences was fast. The Travel Group worked like the Selection Group, remotely, thanks to automatic emails to which interpreters were to respond and confirm information already registered in the database and/or give new information. This distant process worked fairly well. Some failed to answer in time the emails, some did not understand the email well (the wording of these emails is essential and should be considered carefully) but these misunderstandings amount to a maximum of 5% of the people. By the beginning of November we were ready to have 50% of the volunteers with tickets.
The choice made was to organize prepaid tickets issued by a Travel agency selected by the WSF itself. This Travel agency was to receive names and dates by Babels and was financially linked with the WSF. This choice is good as Babels is not a financial institution and is not a travel agent. The positive effect is that “Travel” stopped to work when volunteers received their ticket and that the budget is solely a political work to be done with the WSF before and during the project, not afterward (for the ESF03 the budget issue linked with travel reimbursements lasted 6 to 9 months after the ESF itself).
In reality this project suffered negative effects mainly due to two reasons: the lack of experience of the WSF to generate a cash flow before the event, the financial structure of the WSF. Because WSF before did not internalise translation and volunteers as one of the political components of the WSF itself, they were not fully aware, although we wrote and spoke many times about this issue, of the cash flow issue before it became a reality: the fact that 6 to 4 months before the event you need to have the cash in order to start paying travels (the main expense by far) for volunteer interpreters. This lead in November in particular to many discussions and bargaining linked with the lack of money hence the downsizing of the project, although it had been accepted collectively (reports with pre-budget) in June and confirmed in August by the same people.
See http://www.babels.org/article.php3?id_article=45
On top of this, one of the actors of the WSF organizing committee in charge of finance did not take its role as a part of a collective but rather as a financier: This meant that after collective decisions were made and a budget framework was accepted, all was to be re-discussed piece by piece with the financial responsible as he thought that decisions were his (this is linked mostly to the way the WSF organizing committee was working or, more accurately, disfunctioning). This combined situation lead to a lateness in buying the tickets. We calculated that between the dates when 50% of the tickets were ready to be booked and the first ticket reserved by the travel agents after the agreement of the WSF financial responsible we (the WSF to be exact) lost $50 000 USD, nearly 70% more on the ticket prices. Although we were planning on following the ticket prices, and the Babels budget accepted to re-adjust if necessary the number of tickets, this was not possible. Our estimate is that we spent on travel nearly as much as we would have spent if we'd carried through our first proposal made in June, which involved nearly 50% of the WSF conference rooms with volunteer interpreters (instead of the 20% of the WSF conference room with translation that remained after the downsizing of the project). This lead also to a lot of stress for the volunteers behind poa2005-viaje as hundreds of tickets and people were to be dealt with within 4 weeks or so: The last ticket was bought 3 days before the event.
For each of the two processes, selection and travel, the database is a central piece: Each of the processes had 3 fields to check and 3 fields to fill in each of the personal files of the volunteers. Without the database we cannot exchange information between localized and remote processes and the two are working in parallel. Without the database the other workgroups -- Budget, accommodation, work and language planning -- cannot work properly. Due to the lack of sufficient formation of the volunteer organizers in the different workgroups, due to the lack of taking this issue as a central and most important one, many problems of coordination occurred between all the groups. This lead to mistakes or to long hours of repeating the same work over and over by different people since no one was sure the other ones were doing it properly. This should be really stressed in future projects and people should be aware that committing his/herself to a Babels project involves a rigorous process with an electronic database.
__Ideal Time-table__
We estimate that an ideal time-table should be set in order to provide next events with a reference point and SF organizers to manage the budget well enough to not waste large amounts of money because of lack of preparation.
Selection and Travel: Selection should start 5 months before the event and last 3 months. Travel should start 4 months before the event and last 2 months. Therefore 2 months before the event a minimum of 70-80% of the volunteers should be selected and have their tickets in hand. 20-30% roughly corresponds to the volunteers coming from the city or the region, hence with no travel or organized group-travel like buses.
This leaves two months for the Work Planning/Further Training and meetings/Exchange of information between volunteers to take place.
====Local coordinations: reports on Selection process====
===Argentina (reporte en ES)===
xx
===Brasil (report in PT)===
Porto-Alegre
Selection in Rio
Due to the solid interpretation market in Rio de Janeiro, we were able to
mobilize a large number of professional interpreters. From our expected quota
of 60 volunteers - which was later raised to 90 - 35 were professional
interpreters from Rio de Janeiro, 31 were beginners.
From the 60 quota for Rio, 34 were professionals: PT (22), FR (2), EN (5), ES (2),
DE (3), RU (1). Around 15 of the 22 PT professionals were
qualified to work in EN booths as well. Their names were forwarded by email
to German, Laurent and Yan in the beginning of January. Erica personally
verified that German had those names when she arrived in POA on Jan 23rd.
Regarding non-experienced volunteers, we followed a combination of criteria
established in the November meeting in POA and some decided locally. We
selected people with more than one foreign language (eg.: PT speakers with
EN and ES or EN and FR as foreign languages and FR bilinguals), people with specific knowledge
on the political debates of the WSF (Political Science, Law, International
Relations, History, Economics, Anthropology grad students or masters
holders). Due to this city's unique diversity, we were lucky to mobilize many
beginners in "non-colonial languages": 6 IT native speakers, 2 DE speakers, 1
HE.
Finally, Rio decided to encourage the participation of 5 volunteers that did
not fit the criteria above. Due to their social, ethnic and academic
profiles it was important us to give them the opportunity to participate in
the WSF. The decision was reached by consensus and presented in preparatory
meetings in December.
Regarding training, we encountered some problems. First, unlike Sao Paulo,
we could not count on the support of a school or university to offer us
their facilities. Only in January were we able to secure a room at IBASE and to offer some
training to the beginners.
Second, due to the holidays (Christmas, New Years, Summer
vacation, etc.), it was a problem to agree on dates.
Third, the files prepared by Ecos were directed for EN, FR and
ES. Since we had many non-PT native speakers, there was no material
available from which we could train them.
Finally, around 10 volunteers who had received automatic confirmation as early as October refused to submit themselves to an assessment/training session, arguing that they had nothing to prove, even if they had recognized that their experienced with simultaneous interpretation was very limit. Two of these, I might add, we extremelly disrespectfull and offensive in their emails.
Regarding ticketing, Rio experienced a lot of problems. According to a
directive from ABONG, national plane tickets were issued only the week
before the WSF. The problem is that this period coincided with a municipal
holiday in Rio and in SP. Therefore, Erica Resende (coordinator for Rio) was forced to supervise the
issuing of 90 plane tickets - and unavoidable changes in departure/arrival
dates and times - in less than 72 hours.
As a result, many people only received their plane tickets 24 or 12 hours
before departure, 4 people missed their flights, some tickets had to be
re-issued, 2 professionals simply decided not to go to POA anymore, and over
40 people were unable to arrive in POA before Jan 25th at the end of the
day, therefore missing the activities of that day. Another 10 people only
arrived in POA the 26th. The same problem happened at departure from POA, since seats
could only be secured as of Feb 1st and 2nd. Therefore, unnecessary money
was spent in extra hotel nights.
Our suggestion in this regard is to localize the ticket issuing. If we had been able to secure plane tickets a month in advance, it would have been much less
problematic for us, and much cheaper because a group price could have been
negotiated.
Nordeste + Norte
===Colombia (reporte en ES)===
Para el FSM 2005 ,Babels Colombia aceptó las decisiones tomadas en POA en la reunión de Agosto sobre la selección.Allí se definieron varias etapas como consta en INFO ....
Se confirmaron los intérpretes PROFESIONALES ,residentes en Colombia y que habían estado en Quito así como los de Experiencia.Se envió un mail automático a todos los inscritos, y a partir de su respuesta de aceptación(algunos profesionales no respondieron) se fue haciendo la lista de seleccionados.
===Ecuador (reporte en ES)===
xx
===Perú (reporte en ES/PT/EN)===
===Uruguay (reporte en ES)===
xxx
==Category==


Revision [468]

Edited on 2005-03-03 16:15:26 by LuisRizzo [reworded 1st part of report]
Additions:
I work in BABELS São Paulo and I started working in the written translation group. Then I migrate to the simultaneous interpreting group and helped reading and answering e-mails of newcomers until before the Forum starts. During the Forum I was supposed to work only in interpreting.There were a lot of things to do so I worked two days in the written translation and two days in the International Council Meeting doing the interpretation in the English to Spanish booth. I helped in the Booth Planification group while I was in Gasometro at night. I participated in the Latin America meetings and coordinate the last meeting.
By September we started to raise questions about what were the issues and how we could solve it. We decided to work in 3 teams, the written Translation Group, the Simultaneous Interpreting Group amd the Mobilization Group.
Each of the Groups were responsible for some specific tasks that needed to be done in a certain time.
The Written Translation Group began with Monica Nehr and I doing the translations and mobilising those who wanted to join the team. We established a test for the newcomers and they had to take it in order we could evaluate their work. Monica did the job of coordinating these group and give / pass the translations for the rest of us. She managed to do it and the São Paulo written translation group contributed in the WSF website office during the WSF2005.
The Mobilization Group took the list of people who live in São Paulo registered in the BABELS site and started to call those to the meetings. There were 4 people each one calling to 50 other people. After that we replied the e-mails from people.
We (Henrique, Graziela, Leda, Luis, Monica and Patricia) agreed with some points in order to select those who would go to POA. 1. Everybody had to get in the booth and talk. Even those who were profesionals had to do it. We had to listen to all. So there were some people who thought they would go and didn’t come into the booth in the last minute. We had to listen to everybody and before saying yes or no to the person we talked with each other to see if there would be another chance or not. We specify criterias like shadowing (interpreter follows the person who is speaking), “bring the text” (bring the idea of the speech, the sentence), general knowledge of the topic, (know the specific terms of the WSF debates), pauses, if the person breathed in the microphone or not and the atitude of the person towards others inside and outside the booth.
We worked to schedule all the plane tickets and the trip to the airport.
We think we did a selection proccess that brought people who can deal technically and psychologically (very important) inside the booth. In the first meeting they didn’t know nothing or little about interpreting and/or Social Movements / Social Forums.
We brought to Porto Alegre 47 people of Interpreting Group, 15 people of Written Translation Group and 3 people of Room Coordination Group. Total = 65 people from São Paulo. People should meet the alredy mentioned standards in order to get into the booth / write a good translation to perform a good job.
We had a hard time with annoying people who wanted to jeopardized the entire process.
About the selection process we saw 2 situations.
1.Those people who live in São Paulo and came from these city without training and selecting. Those people are selected by other coordinators in BABELS.
2. Those people who were not selected, who fail to go through one coordinations and went to the WSF by contacting other local coordinations.
We, as BABELS, shall think about the following:
2. Important problems should be given to a group of people located in different countries. Those people should report their work in a certain period of time to all BABELS.
2. Disseminate information
3. Create real evaluations on performance and tackle the problems raised as soon as posible.
An example
The night of the first BABELS party I was helping German in the booth planning. Some guy showed up that night, it was already late and few people were in the office. I went to talk with him, his name was Gabriel Laurent, from Rio de Janeiro. Because it was late the people from the distributing tickets were not there. I asked a few questions to him and he was a first experience with no training, selected by e-mail and no experience inside a booth. He was registered and was going to work in the next days.
We need to establish some few procedures for BABELS. The coordinators are the first ones who must know these procedures and attain to them.
1. We should know personally the people we are bringing.
2. We should see if those people can perfom really well in the booth.
3. We should see if the people we are selecting are committed to their work.
4. We should try to know how the person handles pressure.
Deletions:
I work in BABELS São Paulo. I started working in the written tranlation group. Then I migrate to the simultaneous interpreting group and helped reading and answering e-mails of newcomers. That was before the Forum. During the Forum I went to work only in interpreting. Waht happens is that there ware a lot of things to do. So I worked two days in the written translation. I helped in the Booth Planification group while I was in Gasometro at night. I participated in the Latin America meetings and coordinate the last meeting to come up with a resolution to mobilisation in the continent. I continue to work in BABELS in the simultaneous and mobilization group.
By September we started to raise questions about what were the issues and how we could solve it. We decided to work in 3 teams, the written translation team, the simultaneous interpreting team amd the mobilization team.
Each of the teams were responsible for some specific tasks that needed to be done in a certain time.
The written translation began with Monica Nehr and I doing the translations and mobilising those who wanted to join the team. We established a test for the newcomers and they had to take it in order we could evaluate their work. Monica did the job of coordinating these group and give / pass the translations for the rest of us. She managed to do it and the São Paulo written translation group contributed in the WSF website office during the WSF2005.
The mobilization group took the list of people who live in São Paulo registered in the BABELS site and started to call those to the meetings. We had a problem here because there were 4 people each one calling to 50 other people. (Leda Muniz, Irma Aresi, Maria Jose and Mirian Gianella) We found out later on that two of those didn’t call it at all. (Maria Jose and Mirian Gianella). We could saw this before but we didn’t.
We, the coordinators, agreed with some points in order to select those who would go to POA. 1. Everybody had to get in the booth and talk. Even those who were profesionals had to do it. We (Leda Muniz Monica Nehr, Henrique, Patrícia and I) had to listen to all. So there were some people who thought they would go and didn’t come into the booth in the last minute. (Mirian Gianella was one of them). We had to listen to everybody and before saying yes or no to the person we talked with each other to see if there would be another chance or not. We specify criterias like shadowing (interpreter follows the person who is speaking), “bring the text” (bring the idea of the speech, the sentence), general knowledge of the topic, (know the specific terms of the WSF debates), pauses, if the person breathed in the microphone or not, the atitude of the person towars others inside the booth and outside the booth.
Henrique, Monica and Graziela worked to arrange all the plane tickets and the trip to the airport.
I think we did a selection proccess that brought people who can deal technically and psychologically (very important, if not the most important role and work) inside the booth. In the first meeting they didn’t know nothing or little about interpreting and/or Social Movements / Social Forums. We brought to Porto Alegre 47 people of Interpreting Group, 15 people of Written Translation Group and 3 people of Room Coordination Group. Total = 65 people from São Paulo. We left in São Paulo many good people because we raised the bar. People should meet the alredy mentioned standards in order to get into the booth / write a good translation to perform a good job. Particulartly I feel that the coordinators of São Paulo did a good job.
We had a hard time with annoying people who wanted to jeopardized the entire process (Mirian Gianella) there she goes again!
In BABELS we have a serious problem of hierarchy or chain of command, or whatever the name you want to give it. We, the coordinators of São Paulo, selected those and didn’t selected some people. That leads to...
There are 2 situations.
1.Those people who live in São Paulo and came from these city without training and selecting. Those people are selected by other coordinators in BABELS. I think that’s ok only if the person is in transit, is travelling. If he/she lives in the city, those people should or must participate in the entire process. That could avoid future problems.
2. Those people who were not selected, who fail and went to the WSF, but went anyway by contacting other local coordinations. In one case the person went to POA by her own mean, but took the bag, identification and tickets. She "did" only 2 periods in the first day. This person is from São Paulo and because the whole process had problems she could get the bag with tickets. Not to mention the stressful situations that she caused.
BABELS must create those mechanisms/tools and criteria to be implemented within the work of the coordinators or otherwise the people who are working hard and who are committed will not work any more. That was clear in Porto Alegre. Lack of transparency, lack of responsibility and accountability. That generates a lot of stress. There were mistakes that must to be solved.
We, as BABELS, must:
2. If there are problems (any kind but especially with command and coordinating roles) there are a minimum (1 or 2) more chances to people in order the person or group could keep working. Otherwise other people could come and do a better job.
3. Disseminate information
4. Create real evaluations on performance and tackle the problems raised asap.
I also have some comments to say regarding the selection of other places.
The night of the first BABELS party I was helping German in the booth planning. Some guy show up that night, that was alredy late and few people were in the office. Nobody from distributing the tickets was there. I went to talk with him, his name was Gabriel Laurent, from Rio de Janeiro. He was saying that he didn’t have money so he needed the name tag (crachá) so he could sleep in the Youth Camp without paying. He had an arrogant atitude and was expecting me to arrange a place for him to stay the night or give him a name tag and tickets. I said I couldn´t do that because nobody who was in charge of that was there. So he tried again. I said no. I ask him where he was staying (if was a hotel, motel, family house) and he didn’t know. So I got inside the room and checked in the computer to see if he was registered in BaBoo and if he was where he was staying. He was registered and was going to work in the next days. There was no information in the computers about his housing but as all the people from Rio were in a hotel in Gravataí. I wonder he was there too. I came back and said that to him. I ask him why he came alone. He said he lost the plane. I ask him how. He said he stopped in São Paulo to transfer to another plane. He was hungry and didn’t have money and food inside the airport was expensive so he went outside the airport and when he came back his plane was gone! I said ok you are here now. So I ask him if he met Erica (the coordinator from Rio, at Porto Alegre). His answer was that he never met her! So I ask him how was the training and selection in Rio, how he became an interpreter and was selected. He said he didn’t know any training in Rio. He said he was selected because Erica sent an e-mail to his mom asking for him to go to Porto Alegre (of course by plane and stay in a hotel and free of charge). So I ask him his experience inside a booth since he was a beginner, a first experience (I saw in the computer). Guess what? He never got into a booth. I ask him what kind of job he had done before related to interpretation. He said he did one or two translations.
This is really serious. We need to establish (to start, from scratch) some few procedures for BABELS. The coordinators are the first ones who must know this procedures and attain to them.
1. We must know the people we are bringing.
2. We must see if those people can perfom really well into the booth.
3. We must know how the person handles pressure.
4. We must bring people committed to work.
This happened to me and I wonder how many cases like this one happened in BABELS, not only from Rio but worldwide.


Revision [457]

Edited on 2005-03-02 19:31:54 by LuisRizzo [reworded 1st part of report]
Additions:
I think we did a selection proccess that brought people who can deal technically and psychologically (very important, if not the most important role and work) inside the booth. In the first meeting they didn’t know nothing or little about interpreting and/or Social Movements / Social Forums. We brought to Porto Alegre 47 people of Interpreting Group, 15 people of Written Translation Group and 3 people of Room Coordination Group. Total = 65 people from São Paulo. We left in São Paulo many good people because we raised the bar. People should meet the alredy mentioned standards in order to get into the booth / write a good translation to perform a good job. Particulartly I feel that the coordinators of São Paulo did a good job.
Finally
Deletions:
I think we did a selection proccess that brought people who didn’t know nothing about interpreting to people who can deal the technical and psychological (veryimportant, if not the most important) role and work inside the booth. Particulartly I feel that the coordinators of São Paulo did a good job.


Revision [456]

Edited on 2005-03-02 18:07:53 by EricaResende [reworded 1st part of report]
Additions:
A reply regarding Gabriel Laurent.
Gabriel Laurent only did the final cut after Rio was asked to raised from 60 to 90 volunteers due to the need for FR and EN native speakers. As it happens, his mother is a French interpreter from Rio and she took the responsability for trainning him, since she was originally in charge of French trainning for beginners. If the did not know me personnally (I am not, afterall, the only person involved with Babels coordination in Rio!), he sure knew his own mother! And he did know the place where he was supposed to stay during the WSF. I was at Gasometro until almost 10 pm on Monday making sure everybody who was arriving from Rio the next couple of days had a place to stay. The fact is, he did not like the place he was supposed to go to. Therefore he made up excuses and tried to "milk" Babels for what he thought he was worthy.
Bottonline, he did not possess the adequate profile to fit into the organization. During the the WSF days, we met several times, and he was always asking for things: from extra meal vouchers to T-shirts. He showed lack of iniciative and interest, and ended up making trouble for us instead of becomming an asset to Babels. I mean, if you know that you will be going to be away from your hometown for a couple of days, the least you could do is to make sure that you will have some money with you, regardless of what Babels has commited to deliver to you. The worst part - and the weirdst - was that I talked to his mother regarding his "finnancial" situation and she told me not worry, that her son coud take of himself.
When Babels met again in Rio after the WSF, we discussed cases like his. We agreed upon that some people like him - plus 7 other people from Rio - should be considered as "not Babels material" for future editions of the WSF. Therefore I believe that is essential to write in an extra field on the database files regarding recommendation or not for future editions. If I recall correctly, there is a field like that concerning the ESF. We should put one for POA 2005.
But I would like to stress that he was more of an extreme exception than a rule for Rio.
Erica Resende
At the same time, Marcelo Neves and I scanned the Babels database for all residents from Rio de Janeiro and surround areas (Niteroi, SAo Goncalo, Caxias, S.J. Meriti, Campos, Petropolis, Teresopolis, etc.). WE sent emails to all 210 registered volunteers in order to confirm data and willingness to participate. After a first filter based on professional status and language combination, we invited all selected people for our 3 preparatory meetings (1 in October, 2 in November). In December we called all non-professional for a test/evaluation session. Through the hollidays I held evaluation sessions at my home to assess beginners potential.
Actual training sessions could only be offered in January due to lack of facilities and not enough material available.
From the 60 quota for Rio, 34 were professionals: PT (22), FR (2), EN (5), ES (2),
DE (3), RU (1). Around 15 of the 22 PT professionals were
EN and ES or EN and FR as foreign languages and FR bilinguals), people with specific knowledge
beginners in "non-colonial languages": 6 IT native speakers, 2 DE speakers, 1
their facilities. Only in January were we able to secure a room at IBASE and to offer some
training to the beginners.
Second, due to the holidays (Christmas, New Years, Summer
Third, the files prepared by Ecos were directed for EN, FR and
Finally, around 10 volunteers who had received automatic confirmation as early as October refused to submit themselves to an assessment/training session, arguing that they had nothing to prove, even if they had recognized that their experienced with simultaneous interpretation was very limit. Two of these, I might add, we extremelly disrespectfull and offensive in their emails.
On a final note, we receive many emails from other parts of Brazil. They just did not know to whom they should write to in order to participate. The majority came from Nordeste (Bahia, Ceará, Pernambuco), Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina and Brasilia.
1. Downsize the group of volunteer interpreters taking into account: professional qualification, multiple language combination (at least two foreign languages for PT speakers, with a possible exception for professional interpreters), and solid background in globalization, political and/or social issues (thus facilitating terminology). Priority to quality instead of quantity. Recommend who should be considered for future SF editions and who should not.
2. Increase the workload for interpreters. Since a regular working day for interpreters in Brazil is usually made up of 8 hours per day, professional interpreters agreed to work at least 3 shifts a day. This makes sense when you take into consideration that one of the criteria for housing in hotels was the perception that professionals would have more shifts and thus need good resting. Unfortunately, the general perception was the opposite: not enough work. In a way it is surpring that professional were rather sorry that they did not work enough.
Deletions:
The group of 34 professionals were made of PT (22), FR (2), EN (5), ES (2),
DE (3), RU (1) native speakers. Around 15 of the 22 PT professionals were
EN and ES or EN and FR as foreign languages), people with specific knowledge
beginners in non-colonial languages: 6 IT native speakers, 2 DE speakers, 1
their facilities. Second, due to the holidays (Christmas, New Years, Summer
Only in January were we able to secure a room at IBASE and to offer some
training to the beginners. Once again we had problems, this time regarding
the training DVD. The files prepared by Ecos were directed for EN, FR and
1. Downsize the group of volunteer interpreters taking into account: professional qualification, multiple language combination (at least two foreign languages for PT speakers, with a possible exception for professional interpreters), and solid background in globalization, political and/or social issues (thus facilitating terminology). Priority to quality instead of quantity.
2. Increase the workload for interpreters. Since a regular working day for interpreters in Brazil is usually made up of 8 hours per day, professional interpreters agreed to work at least 3 shifts a day. This makes sense when you take into consideration that one of the criteria for housing in hotels was the perception that professionals would have more shifts and thus need good resting. Unfortunately, the general perception was the opposite: not enough work.


Revision [453]

Edited on 2005-03-02 15:56:23 by LuisRizzo [reworded 1st part of report]
Additions:
==São Paulo (report in EN)==
I work in BABELS São Paulo. I started working in the written tranlation group. Then I migrate to the simultaneous interpreting group and helped reading and answering e-mails of newcomers. That was before the Forum. During the Forum I went to work only in interpreting. Waht happens is that there ware a lot of things to do. So I worked two days in the written translation. I helped in the Booth Planification group while I was in Gasometro at night. I participated in the Latin America meetings and coordinate the last meeting to come up with a resolution to mobilisation in the continent. I continue to work in BABELS in the simultaneous and mobilization group.
Luis Rizzo
BABELS - São Paulo
I also have some comments to say regarding the selection of other places.
The night of the first BABELS party I was helping German in the booth planning. Some guy show up that night, that was alredy late and few people were in the office. Nobody from distributing the tickets was there. I went to talk with him, his name was Gabriel Laurent, from Rio de Janeiro. He was saying that he didn’t have money so he needed the name tag (crachá) so he could sleep in the Youth Camp without paying. He had an arrogant atitude and was expecting me to arrange a place for him to stay the night or give him a name tag and tickets. I said I couldn´t do that because nobody who was in charge of that was there. So he tried again. I said no. I ask him where he was staying (if was a hotel, motel, family house) and he didn’t know. So I got inside the room and checked in the computer to see if he was registered in BaBoo and if he was where he was staying. He was registered and was going to work in the next days. There was no information in the computers about his housing but as all the people from Rio were in a hotel in Gravataí. I wonder he was there too. I came back and said that to him. I ask him why he came alone. He said he lost the plane. I ask him how. He said he stopped in São Paulo to transfer to another plane. He was hungry and didn’t have money and food inside the airport was expensive so he went outside the airport and when he came back his plane was gone! I said ok you are here now. So I ask him if he met Erica (the coordinator from Rio, at Porto Alegre). His answer was that he never met her! So I ask him how was the training and selection in Rio, how he became an interpreter and was selected. He said he didn’t know any training in Rio. He said he was selected because Erica sent an e-mail to his mom asking for him to go to Porto Alegre (of course by plane and stay in a hotel and free of charge). So I ask him his experience inside a booth since he was a beginner, a first experience (I saw in the computer). Guess what? He never got into a booth. I ask him what kind of job he had done before related to interpretation. He said he did one or two translations.
This is really serious. We need to establish (to start, from scratch) some few procedures for BABELS. The coordinators are the first ones who must know this procedures and attain to them.
1. We must know the people we are bringing.
2. We must see if those people can perfom really well into the booth.
3. We must know how the person handles pressure.
4. We must bring people committed to work.
And so on.
This happened to me and I wonder how many cases like this one happened in BABELS, not only from Rio but worldwide.
Luis Rizzo
BABELS - São Paulo
Deletions:
==São Paulo==
I think that's all for São Paulo.


Revision [451]

Edited on 2005-03-01 21:59:37 by BabelsPeru [reworded 1st part of report]
Additions:
Babels-Perú
2- Se responderam as mensagens pedindo uma descrição detalhada da experiência em interpretação.
3- A minha responsabilidade como coordenadora para BabelsPeru pelas pessoas que tinha entrevistado (com relação a esse ponto, por favor é preciso observar que os processos verticais e aqueles que requerem controle de qualidade e vigilância não devem se confundir porque a falta destes últimos poderia pôr as metas da Babels em risco, assim como os conteúdos e finalidades do FSM).
Babels-Peru
Babels-Peru
Deletions:
Coordinadora para Babels-Perú
2- Se responderam as mensagens pedindo uma breve descrição detalhada da experiência em interpretação.
3- A minha responsabilidade como coordenadora para BabelsPeru pelas pessoas que tinha entrevistado (com relação a esse ponto, por favor é preciso observar que os processos verticais e aqueles que requerem controle de qualidade e vigilância não devem se confundir porque a falta destes últimos poderia pôr as metas da Babels em risco, assim como os conteúdos e finalidades do WSF).
Coordenadora para Babels-Peru
Babels-Peru Coordinator


Revision [450]

Edited on 2005-03-01 21:56:37 by BabelsPeru [reworded 1st part of report]
Additions:
**Detalhe do processo de seleção no Peru para Babels no FSM2005.**
4- Consciência sobre o FSM.
5- Principais razões/motivação para se oferecer como intérprete voluntári@ de Babels no FSM.
Os intérpretes não profissionais de primeira-experiência que participaram no grupo peruano para o FSM2005, com a exceção dos intérpretes de quechua, foram eleitos com base no seu domínio de um terceiro ou quarto idioma, além do inglês, e suas capacidades de comunicação. Mesmo assim, isto não deixava de ser um risco devido à falta de infra-estrutura para o treinamento.
Non-professional first-experience interpreters who took part in the Peruvian group for the WSF2005, with the exception of the Quechua interpreters, were chosen based on their command of a third or fourth language -other than English; and communication capabilities. Still, this was risky in quality terms due to the lack of infrastructure for training.
Deletions:
**Detalhe do processo de seleção no Peru para Babels no WSF2005.**
4- Consciência sobre o WSF.
5- Principais razões/motivação para se oferecer como intérprete voluntári@ de Babels no WSF.
Os intérpretes não profissionais de primeira-experiência que participaram no grupo peruano para o WSF2005, com a exceção dos intérpretes de quechua, foram eleitos com base no seu domínio de um terceiro ou quarto idioma, além do inglês, e suas capacidades de comunicação. Mesmo assim, isto não deixava de ser um risco devido à falta de infra-estrutura para o treinamento.
Non-professional first-experience interpreters who took part in the Peruvian group for the WSF2005, with the exception of the Quechua interpreters, were chosen based on their command of a third or fourth language ─other than English─ and communication capabilities. Still, this was risky in quality terms due to the lack of infrastructure for training.


Revision [449]

Edited on 2005-03-01 21:53:59 by BabelsPeru [reworded 1st part of report]
Additions:
===Perú (reporte en ES/PT/EN)===
2– A falta de infra-estrutura para treinamento permanente ou freqüente ou para realizar oficinas em Lima (só duas vezes usaram-se os laboratórios de interpretação de uma das duas Universidades peruanas para Interpretação).
Deletions:
===Perú (reporte en ES/EN/PT)===
2– A falta de infra-estrutura para treinamento permanente ou freqüente ou para realizar oficinas em Lima (só duas vezes usaram-se os laboratórios de interpretação de um das duas Universidades peruanas para Interpretação).


Revision [448]

Edited on 2005-03-01 21:51:11 by BabelsPeru [reworded 1st part of report]
Additions:
===Perú (reporte en ES/EN/PT)===
**Detalle del proceso de selección de Perú para el voluntariado de Babels en el FSM 2005.**
Consistió en dos partes: a) Recolección de información y b) entrevista.
**Recolección de Datos**
1. Se envió una invitación a l@s voluntari@s seleccionad@s a partir de la base de datos de Babels y de otras fuentes (base de datos de Babels, recomendaciones confiables, respuestas al llamado enviado al Colegio Peruano de Traductores y a las dos universidades que ofrecen la carrera de Traducción e Interpretación, así como de correos electrónicos recibidos por medio de la dirección fsm-peru@babels.org).
2. Se respondieron los correos electrónicos y se solicitó una descripción breve y detallada sobre la experiencia en interpretación.
3. Se recibieron y revisaron los résumés y la información sobre la experiencia previa.
4. Se cotejaron los datos con la información incluida en la base de datos de Babels.
5. Se creó una base de datos para el grupo de Perú.
6. Se llamó a l@s voluntari@s seleccionad@s a una entrevista personal en la que se verificó la información proporcionada y se evaluaron las capacidades de comunicación, entre otros factores (disposición, actitud, etc.)
7. Según eso, l@s voluntari@s pasaron por el proceso de confirmación acordado: “shortlist”, “confirmed”, etc.
**La entrevista**
Fue una entrevista informal que duró aproximadamente de 30 a 45 minutos, de acuerdo con la combinación de idiomas.
Se abordaron los siguientes aspectos:
1. Conocimiento del idioma.
2. Experiencia en interpretación (tipo de eventos, temas, referencias, etc.).
3. Actitud.
4. Conocimiento del FSM.
5. Principales razones para hacer voluntariado como intérprete de Babels en el FSM.

**Metodología de la entrevista**
La entrevista se realizó en los idiomas señalados por l@s voluntari@s; los cuales se intercalaban, sin aviso previo, durante la conversación.
Los idiomas utilizados fueron: español, francés, inglés, portugués, italiano y alemán.
No fue posible evaluar el conocimiento lingüístico del idioma Quechua. Por consiguiente, l@s intérpretes de quechua presentaron résumés documentados y fueron intérpretes que habían participado como voluntari@s en el FSA de Quito. Sólo se entrevistó a un@ de ell@s.

Para la selección, se consideraron los siguientes aspectos:
1. Calidad versus cantidad.
2. La falta de infraestructura para realizar talleres de capacitación en Lima (sólo dos veces se pudo usar el laboratorio de interpretación de una de las dos universidades peruanas con la carrera de Interpretación).
3. Mi responsabilidad como coordinadora para BabelsPerú por las personas que había entrevistado (en relación con este punto, es importante observar que los procesos verticales y los procesos que implican y requieren supervisión y control de calidad son dos cosas diferentes y que la falta de estos últimos podría poner los objetivos de Babels en riesgo, así como los contenidos y objetivos del FSM).
**Sobre los talleres**
(Esta información también está relacionada con los parámetros de selección).
Durante el primer taller, los equipos no funcionaron y se distribuyó material informativo sobre Babels. Se abordaron temas como Derechos Humanos y otros relacionados y dos voluntarias ofrecieron hablar sobre su experiencia previa en el FSA de Quito. Se compartieron ideas y experiencias de interpretación.
En el segundo taller tuvimos acceso al laboratorio pero no se pudo usar la computadora ni el DVD para abrir los archivos por lo que se leí y grabé las transcripciones de foros anteriores mientras l@s voluntari@s escuchaban y posteriormente tod@s volvimos a escuchar e interpretar mis grabaciones mientras la profesora Esther nos supervisaba. Al final de ese taller, los equipos no funcionaron bien y no pudimos escuchar nuestras interpretaciones. También se comentó en grupo el tema de la ética de la interpretación y del trabajo voluntario.
La selección de intérpretes no profesionales y de primera experiencia que participaron en el grupo peruano FSM 2005, con excepción de l@s intérpretes de quechua, se basó en el dominio de un tercer o cuarto idioma, además del idioma inglés y de sus habilidades de comunicación. Aún así, también fue arriesgado en términos de calidad debido a la falta de infraestructura para la capacitación.
La comunicación con tod@s l@s voluntari@s de Perú fue permanente y fluida durante todo el proceso.
Gabriela Puente-Arnao G.
Coordinadora para Babels-Perú
PT
**Detalhe do processo de seleção no Peru para Babels no WSF2005.**
(Original: Inglês)
O processo teve duas partes: a) a coleta de dados e b) a entrevista.
**Coleta de dados**
1- O chamado foi enviado aos voluntári@s selecionad@s da base de dados Babels e das outras fontes (recomendações confiáveis, respostas ao chamado enviado à Associação Peruana de Tradutores e às duas Universidades de Interpretação, bem como as mensagens recebidas em: fsm-peru@babels.org).
2- Se responderam as mensagens pedindo uma breve descrição detalhada da experiência em interpretação.
3- Os résumés foram recebidos e examinados, assim como informação sobre a experiência.
4- Os dados foram comprovados com a informação da base de dados da Babels.
5- Criou-se uma base de dados para o grupo peruano.
6- Chamou-se aos voluntári@s selecionados a uma entrevista pessoal onde se comprovou a informação fornecida e as capacidades de comunicação, entre outros fatores (vontade, atitude, etc.).
7- Segundo a informação recebida e comprovada na entrevista, @s voluntári@s passaram pelo processo de confirmação combinado: ‘shortlist’, confirmed’, etc.
**A entrevista**
A entrevista foi informal e amistosa e durou ao redor de 30 a 45 minutos, segundo os idiomas.
Abordaram-se os seguintes pontos:
1- Conhecimento do idioma.
2- Experiência de interpretação (tipo de eventos, temas, referências, etc.).
3- Atitude.
4- Consciência sobre o WSF.
5- Principais razões/motivação para se oferecer como intérprete voluntári@ de Babels no WSF.
**Metodologia da entrevista**
A entrevista foi realizada trocando espontaneamente de um idioma para outro, segundo os idiomas d@ voluntári@.
Idiomas usados: espanhol, francês, inglês, português, italiano, e alemão.
Não havia a possibilidade de avaliar o conhecimento lingüístico do quechua. Portanto, @s intérpretes de quechua apresentaram résumés documentados e foram intérpretes que também tinham participado como voluntári@s no FSA de Quito. Um deles foi entrevistado.
Para a seleção, foram levados em conta os seguintes aspectos:
1– Qualidade versus quantidade.
2– A falta de infra-estrutura para treinamento permanente ou freqüente ou para realizar oficinas em Lima (só duas vezes usaram-se os laboratórios de interpretação de um das duas Universidades peruanas para Interpretação).
3- A minha responsabilidade como coordenadora para BabelsPeru pelas pessoas que tinha entrevistado (com relação a esse ponto, por favor é preciso observar que os processos verticais e aqueles que requerem controle de qualidade e vigilância não devem se confundir porque a falta destes últimos poderia pôr as metas da Babels em risco, assim como os conteúdos e finalidades do WSF).
**Sobre as oficinas**
(Essa informação também está associada aos parâmetros de seleção)
Durante a primeira, o equipamento não funcionou; se entregou material informativo sobre Babels e se abordo o tema dos direitos humanos e outros temas relacionados. Também, duas voluntárias falaram sobre suas experiências anteriores no FSA de Quito. Também se discutiram idéias e experiências de interpretação.
Na segunda oficina, mesmo tendo conseguido usar o laboratório foi impossível usar o computador ou DVD para abrir os arquivos. Contudo, as transcrições dos fóruns anteriores foram lidas e gravadas enquanto @s voluntári@s escutavam e depois todos nós escutamos novamente e interpretamos. Nossas interpretações foram supervisadas pela professora Esther. O equipamento não funcionou bem e não conseguimos ouvir as nossas interpretações. Também se discutiu sobre a interpretação e ética de trabalho voluntário.
Os intérpretes não profissionais de primeira-experiência que participaram no grupo peruano para o WSF2005, com a exceção dos intérpretes de quechua, foram eleitos com base no seu domínio de um terceiro ou quarto idioma, além do inglês, e suas capacidades de comunicação. Mesmo assim, isto não deixava de ser um risco devido à falta de infra-estrutura para o treinamento.
Houve comunicação permanente por correio eletrônico com tod@s @s voluntári@s peruan@s durante todo o processo de seleção.
Gabriela Puente-Arnao G.
Coordenadora para Babels-Peru
EN
**Detailed description of the Peruvian selection process for Babels volunteering in the WSF2005.**
It had two parts: a) data collection and b) interview.
**Data collection**
1- Invitation was sent to volunteers selected from the Babels database and from the other sources (Babels database, reliable recommendations, answers to the call sent to the Peruvian Association of Translators and to the two Universities for Interpretation, and e-mails received through fsm-peru@babels.org).
2- E-mails were answered and a detailed and short description of their interpretation experiences was asked.
3- Résumés were received and reviewed, as well as information on experience.
4- Data were checked against Babels database information.
5- A separate database was created for the Peruvian group.
6- Selected volunteers were called to a personal interview where information provided was verified and communication capabilities tested, among other factors (willingness, attitude, etc.).
7- According to that, volunteers went through the agreed confirmation process: ‘shortlist’, ‘confirmed’, etc.
**The interview**
The interview was an informal and friendly one which lasted around 30 to 45 minutes, according to the languages.
The following points were addressed:
1- Knowledge of language.
2- Interpretation experience (type of events, topics, references, etc.).
3- Attitude.
4- Awareness of the WSF.
5- Main reasons/motivation to volunteer as Babels interpreter in the WSF.
**Methodology of the interview**
The interview was carried out switching from one language into another without giving notice of it beforehand, according to the volunteer’s languages.
Languages used: Spanish, French, English, Portuguese, Italian, and German.
There was not the possibility of assessing linguistic knowledge of Quechua. Therefore, Quechua interpreters submitted documented résumés and were interpreters who had also volunteered in the Quito FSA. One of them was interviewed.
The following aspects were taken into consideration for selection:
1 – Quality versus quantity.
2 – The lack of infrastructure for permanent or frequent training or workshops in Lima (only twice interpretation laboratories of one of the two Peruvian Universities for Interpretation were used for workshops).
3 – My responsibility, as coordinator for BabelsPeru for the people I had interviewed (in relation to this point, please note that vertical processes and surveillance/quality control should not be confused because the lack of the latter could put Babels’ goals at risk, as well as the WSF contents and purposes).
**About the workshops**
(This information is also related to the selection parameters)
During the first one, the equipment didn’t work; informative material on Babels was handed out. Human Rights and related topics were addressed and two volunteers offered to talk about their previous experiences in the Quito FSA. Ideas and interpretation experiences were also shared.
In the second workshop, although we had the laboratory it was impossible to use the computer or DVD to open the files. However, transcripts from previous forums were read and recorded while volunteers listened and then we all listened again and interpreted. Interpretations were supervised by Professor Esther. The equipment didn’t work well and we couldn’t listen to our interpretations. Interpretation and volunteer job ethics were also shared and discussed.
Non-professional first-experience interpreters who took part in the Peruvian group for the WSF2005, with the exception of the Quechua interpreters, were chosen based on their command of a third or fourth language ─other than English─ and communication capabilities. Still, this was risky in quality terms due to the lack of infrastructure for training.
E-mail communication with all the Peruvian volunteers was permanent and fluent during all the process.
Gabriela Puente-Arnao G.
Babels-Peru Coordinator
Deletions:
===Perú (reporte en ES)===


Revision [434]

Edited on 2005-03-01 16:56:57 by EricaResende [reworded 1st part of report]
Additions:
Selection in Rio
Due to the solid interpretation market in Rio de Janeiro, we were able to
mobilize a large number of professional interpreters. From our expected quota
of 60 volunteers - which was later raised to 90 - 35 were professional
interpreters from Rio de Janeiro, 31 were beginners.
The group of 34 professionals were made of PT (22), FR (2), EN (5), ES (2),
DE (3), RU (1) native speakers. Around 15 of the 22 PT professionals were
qualified to work in EN booths as well. Their names were forwarded by email
to German, Laurent and Yan in the beginning of January. Erica personally
verified that German had those names when she arrived in POA on Jan 23rd.
Regarding non-experienced volunteers, we followed a combination of criteria
established in the November meeting in POA and some decided locally. We
selected people with more than one foreign language (eg.: PT speakers with
EN and ES or EN and FR as foreign languages), people with specific knowledge
on the political debates of the WSF (Political Science, Law, International
Relations, History, Economics, Anthropology grad students or masters
holders). Due to this city's unique diversity, we were lucky to mobilize many
beginners in non-colonial languages: 6 IT native speakers, 2 DE speakers, 1
HE.
Finally, Rio decided to encourage the participation of 5 volunteers that did
not fit the criteria above. Due to their social, ethnic and academic
profiles it was important us to give them the opportunity to participate in
the WSF. The decision was reached by consensus and presented in preparatory
meetings in December.
Regarding training, we encountered some problems. First, unlike Sao Paulo,
we could not count on the support of a school or university to offer us
their facilities. Second, due to the holidays (Christmas, New Years, Summer
vacation, etc.), it was a problem to agree on dates.
Only in January were we able to secure a room at IBASE and to offer some
training to the beginners. Once again we had problems, this time regarding
the training DVD. The files prepared by Ecos were directed for EN, FR and
ES. Since we had many non-PT native speakers, there was no material
available from which we could train them.
Regarding ticketing, Rio experienced a lot of problems. According to a
directive from ABONG, national plane tickets were issued only the week
before the WSF. The problem is that this period coincided with a municipal
holiday in Rio and in SP. Therefore, Erica Resende (coordinator for Rio) was forced to supervise the
issuing of 90 plane tickets - and unavoidable changes in departure/arrival
dates and times - in less than 72 hours.
As a result, many people only received their plane tickets 24 or 12 hours
before departure, 4 people missed their flights, some tickets had to be
re-issued, 2 professionals simply decided not to go to POA anymore, and over
40 people were unable to arrive in POA before Jan 25th at the end of the
day, therefore missing the activities of that day. Another 10 people only
arrived in POA the 26th. The same problem happened at departure from POA, since seats
could only be secured as of Feb 1st and 2nd. Therefore, unnecessary money
was spent in extra hotel nights.
Our suggestion in this regard is to localize the ticket issuing. If we had been able to secure plane tickets a month in advance, it would have been much less
problematic for us, and much cheaper because a group price could have been
negotiated.
Finally, we would like to point out that ticket issuing and incoming information regarding housing coincided with two municipal holidays (Jan 20th in Rio and Jan 24th in SP, if I am not mistaken). Therefore, many volunteers went away for the holiday and did not have Internet access to receive and confirm their e-tickets.
Recommendations:
1. Downsize the group of volunteer interpreters taking into account: professional qualification, multiple language combination (at least two foreign languages for PT speakers, with a possible exception for professional interpreters), and solid background in globalization, political and/or social issues (thus facilitating terminology). Priority to quality instead of quantity.
2. Increase the workload for interpreters. Since a regular working day for interpreters in Brazil is usually made up of 8 hours per day, professional interpreters agreed to work at least 3 shifts a day. This makes sense when you take into consideration that one of the criteria for housing in hotels was the perception that professionals would have more shifts and thus need good resting. Unfortunately, the general perception was the opposite: not enough work.
3. Give more autonomy to local coordination regarding tickets issuing, housing, welcome, etc.
4. Instead of training beginners (no facilities, not enough interpreters volunteered to couch beginners, etc.), we would prefer to mobilize more professionals and invite interpretation students from the two existing interpretation schools in Rio.
Erica Resende and Rebecca Atkinson


Revision [404]

Edited on 2005-03-01 05:16:15 by LuisRizzo [reworded 1st part of report]
Additions:
==São Paulo==
LuisRizzo:
Selection Methodology from São Paulo.
BABELS started in São Paulo in August 2004. In the first meetings there were a lot of different people each coming over and the WSF and BABELS history and work had to be explained to the new people over and over again.
By September we started to raise questions about what were the issues and how we could solve it. We decided to work in 3 teams, the written translation team, the simultaneous interpreting team amd the mobilization team.
Each of the teams were responsible for some specific tasks that needed to be done in a certain time.
So we began to work and mobilise.
The written translation began with Monica Nehr and I doing the translations and mobilising those who wanted to join the team. We established a test for the newcomers and they had to take it in order we could evaluate their work. Monica did the job of coordinating these group and give / pass the translations for the rest of us. She managed to do it and the São Paulo written translation group contributed in the WSF website office during the WSF2005.
The mobilization group took the list of people who live in São Paulo registered in the BABELS site and started to call those to the meetings. We had a problem here because there were 4 people each one calling to 50 other people. (Leda Muniz, Irma Aresi, Maria Jose and Mirian Gianella) We found out later on that two of those didn’t call it at all. (Maria Jose and Mirian Gianella). We could saw this before but we didn’t.
Simultaneous translation
Two coordinators of these team (Henrique and Patrícia) are former students of a interpreting college in São Paulo, UNIBERO. They talked with their teachers and the school let us use their “laboratory”, a room with capacity for more or less 60 people seated, a booth with for 3 people and all the necessary equipment. We did a training process wih volunteers and profesionals since September 2004 until 2 weeks before the beginning of the Forum. We asked a lot of people of social movements to come and give speeches or sometimes we had prints of the material of the other WSFs founded in the WSF website.
We, the coordinators, agreed with some points in order to select those who would go to POA. 1. Everybody had to get in the booth and talk. Even those who were profesionals had to do it. We (Leda Muniz Monica Nehr, Henrique, Patrícia and I) had to listen to all. So there were some people who thought they would go and didn’t come into the booth in the last minute. (Mirian Gianella was one of them). We had to listen to everybody and before saying yes or no to the person we talked with each other to see if there would be another chance or not. We specify criterias like shadowing (interpreter follows the person who is speaking), “bring the text” (bring the idea of the speech, the sentence), general knowledge of the topic, (know the specific terms of the WSF debates), pauses, if the person breathed in the microphone or not, the atitude of the person towars others inside the booth and outside the booth.
Those people who were selected went through these training process and had the idea of what an interpreter, its difficulties and issues. Finally they knew how to work in the booth.
Henrique, Monica and Graziela worked to arrange all the plane tickets and the trip to the airport.
I think we did a selection proccess that brought people who didn’t know nothing about interpreting to people who can deal the technical and psychological (veryimportant, if not the most important) role and work inside the booth. Particulartly I feel that the coordinators of São Paulo did a good job.
Of course it’s not only roses here. We had problems, of course we had them.
We had a hard time with annoying people who wanted to jeopardized the entire process (Mirian Gianella) there she goes again!
In BABELS we have a serious problem of hierarchy or chain of command, or whatever the name you want to give it. We, the coordinators of São Paulo, selected those and didn’t selected some people. That leads to...
There are 2 situations.
1.Those people who live in São Paulo and came from these city without training and selecting. Those people are selected by other coordinators in BABELS. I think that’s ok only if the person is in transit, is travelling. If he/she lives in the city, those people should or must participate in the entire process. That could avoid future problems.
2. Those people who were not selected, who fail and went to the WSF, but went anyway by contacting other local coordinations. In one case the person went to POA by her own mean, but took the bag, identification and tickets. She "did" only 2 periods in the first day. This person is from São Paulo and because the whole process had problems she could get the bag with tickets. Not to mention the stressful situations that she caused.
The selection process in a whole could work better if we exchange more information and could see the real demand of languages, people and budgeting before and during the selection process.
BABELS must have mechanisms to select those people who are not performing well. We somehow manage to do that in São Paulo by having specific criteria for the selecting process. It was clear for everybody that there were rules and those who didn’t follow the rules didn’t go. There were procedures and common agreements on the minimum requirements. So no one could talk later that there was something personal.
BABELS must create those mechanisms/tools and criteria to be implemented within the work of the coordinators or otherwise the people who are working hard and who are committed will not work any more. That was clear in Porto Alegre. Lack of transparency, lack of responsibility and accountability. That generates a lot of stress. There were mistakes that must to be solved.
We, as BABELS, must:
1. Create specific criteria on how someone become a coordinator of anything within BABELS. After that create tools to evaluate those people.
2. If there are problems (any kind but especially with command and coordinating roles) there are a minimum (1 or 2) more chances to people in order the person or group could keep working. Otherwise other people could come and do a better job.
3. Disseminate information
4. Create real evaluations on performance and tackle the problems raised asap.
I think that's all for São Paulo.
Deletions:
São Paulo


Revision [357]

Edited on 2005-02-27 14:23:17 by BabelsTech [reworded 1st part of report]
Additions:
{{backlinks}}{{lastedit show="3"}}
Deletions:
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Revision [315]

Edited on 2005-02-25 22:19:37 by YanB [añadí la contribución de MonicaSalom]
Additions:
MonicaSalom:
Babels Colombia
Para el FSM 2005 ,Babels Colombia aceptó las decisiones tomadas en POA en la reunión de Agosto sobre la selección.Allí se definieron varias etapas como consta en INFO ....
Se confirmaron los intérpretes PROFESIONALES ,residentes en Colombia y que habían estado en Quito así como los de Experiencia.Se envió un mail automático a todos los inscritos, y a partir de su respuesta de aceptación(algunos profesionales no respondieron) se fue haciendo la lista de seleccionados.
Se hicieron reuniones de movilización,y se difundió el llamado a través de universidades,escuelas de Lenguas,radios comunitarias,con el fin de que los interesados se inscribieran y comenzaran la preparación.
Los profesionales voluntarios,con disponibilidad de tiempo ,integrantes de Babels que nos habían acompañado en Quito formaron un grupo responsable de la selección para POA y se dividieron por Lenguas:Inglés,Francés y Portugués,para asesorar y guiar a los futuros debutantes ,voluntarios para POA.Se escribieron documentos con ejercicios que cada cual podía realizar por si mismo,reflexiones sobre que es la interpretaciön y que se espera de un traductor y se acordó una fecha para la evaluacion de voluntarios.(Estos documentos fueron enviados a numerosos coordinadores locales o intérpretes aislados que deseaban entrenarse por su cuenta).
Esta fecha fue el día 4 de diciembre,durante el FORO SOCIAL COLOMBIA, ya que las conferencias y el ambiente ofrecían una situación real,con un público vivo aunque no estuviera siguiendo la traducción ,y el voluntario sin experiencia podía evaluar realmente su habilidad para hacerlo,además de entrar en contacto con el vocabulario del proceso Foro.
Allí los profesionales encargados de la evaluación ,despues del feed back correspondiente,hicieron una lista de candidatos hábiles para POA,con sus puntos fuertes y débiles,y algunos de estos fueron llevados a participar en POA, además de los nuevos profesionales Babels que no estaban inscritos para el FSA.
En Colombia carecemos de Escuelas de Interpretación.la única Facultad de interpretación en Bogotá se cerró en el año 1975.Los nuevos profesionales han tenido que estudiar fuera y hay muchos que se han hecho en la práctica y viven de ello.
En su gran mayoría los integrantes de babels Colombia para POA forman parte del grupo de intérpretes profesionales de Colombia y son personas mayores de gran recorrido y calidad reconocida internacionalmente.
Respetando los principios de Babels,se llevaron 3 First experience,avalados por los profesionales,así como a algunos ocasionales,pero seguros de la calidad y responsabilidad de su participación.Hubiera sido muy frustrante que los voluntarios se prepararan y esforzaran parta luego decirles que a POA sólo irían los profesionales.Si Babels promete,debemos cumplir siempre y cuando la calidad esté esegurada.
Este concepto de la calidad es muy importante,y para el futuro mas vale que seamos pocos pero buenos, que muchos y pésimos.Hay que continuar preparándose para los próximos Foros y poder garantizar al público y a las organizaciones del Foro una interpretación de calidad, no solo a través de los intérpretes que estuvimos presentes y firmes donde se nos requirió,sino con un equipo igualmente fiable y de calidad de sonido,para poder hacer un trabajo profasional como lo merecen los que estamos luchando por un mundo mejor.
La gran frustración después de tres foros,Mumbai,Quito y POA es que no hemos podido realizar un trabajo satisfactorio para todos por falta de equipo.Intérpretes sin equipo no podemos trabajar,no todos manejan las técnicas de la consecutiva y el chuchotage es contaproducente desde muchos aspectos.Allí es donde debemos centrar nuestra reflexión, que pasa con el equipo?Nomad es un proyecto fabuloso, pero debemos replantear las relaciones Babels Nomad.Muchos no desean participar mas si no tienen los instrumentos profesionales adecuados para realizar su labor a cabalidad.


Revision [303]

Edited on 2005-02-24 21:52:04 by YanB [local coords reports]
Additions:
====Selection and Travel====
----
====Local coordinations: reports on Selection process====
~&Para modificar la página: 'Edit page' en el menú abajo. Y cuando acabaron: #%Store#%.
===Argentina (reporte en ES)===
xx
===Brasil (report in PT)===
Porto-Alegre
São Paulo
Rio de Janeiro
Nordeste + Norte
===Colombia (reporte en ES)===
xx
===Ecuador (reporte en ES)===
xx
===Perú (reporte en ES)===
xx
===Uruguay (reporte en ES)===
xxx
Deletions:
**Selection and Travel**


Revision [268]

Edited on 2005-02-24 10:32:41 by LaurentJesover [local coords reports]
Additions:
**Published in the Forum**: 24 Feb. http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?t=380
Deletions:
**Published in the Forum: 24 Feb. http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?t=380**


Revision [267]

Edited on 2005-02-24 10:32:14 by LaurentJesover [local coords reports]

No Differences

Revision [266]

Edited on 2005-02-24 10:31:59 by LaurentJesover [local coords reports]
Additions:
**Published in the Forum: 24 Feb. http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?t=380**


Revision [244]

Edited on 2005-02-23 18:57:24 by BabelsTech [local coords reports]
Additions:
{{lastedit show="3"}}


Revision [126]

Edited on 2005-02-19 18:46:56 by BabelsTech [local coords reports]
Additions:
==Category==
CategoryPoa2005


Revision [107]

Edited on 2005-02-15 14:41:48 by GermanG [local coords reports]
Additions:
These two workgroups are interlinked. Nevertheless they corresponded to three types of workgroups: A general selection one and localized groups (as many as possible) and of course a travel group.
Two addresses poa2005@babels.org and poa2005-viaje@babels.org behind which 4 persons at the most were responding to incoming mails from all the interpreters. We failed to include more people behind these secretariats for various reasons but mainly because most of the people were devoting time to localized mobilizations and selection processes.
- ""Poa2005-viaje"": 1 person at the start. One more person arrived to help by the end of December. There was never more than 1 person really working on travel at any given time. In January the 2 were working, 1 was in charge of making the reports and the lists from the database, while the other was concretely and really working on travel with the travel agency and with the interpreters.
poa2005@babels.org was created in beginning of September. It initiated the selection process as planned and published. See http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=850#850 published on September 13. The people involved in this group created automatic emails sent to the people registered in the database according to what was chosen collectively. These decisions were made thanks to an open discussion started on July 22 in the Forum and publicized widely: A mail was sent at that time to all people volunteering to the WSF05 and to all people who volunteered to the WSF04, inviting them to discuss the selection methodology. This discussion was launched a month after the publication of the “Call for volunteers” (official start of the WSF05 project: See Intermediary Report http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=626#626 explaining the phases that lead to the Call). This discussion generated 135 posts in mainly three languages and 11 815 readings (this number does not correspond to single users).
This work collided at a later date with the work of the localized mobilization and selection groups. This distant and electronic process was launched in September while mainly the localized processes did not start before mid-October or even November. The dates were set in order to minimize the risks of having an insufficient number of volunteer interpreters at the end of the process and people were starting to receive mails according to the planned selection charter. For instance all people marked as “Professional” or “Experienced” (self-declared through the website registration form) in Brazil, Argentina and Uruguay received an email asking them if they were volunteering. If they replied to this mail, then the selection process continued. This remote selection process was mainly based on self declarations. This lead to misunderstandings when localized groups started to work because their work was mainly based on meetings, trainings and so on, hence physical presence of the volunteers in a place near where they lived. Of course the localized processes were human-wise and skill-wise of much better quality and corresponded more closely to reality. Hence they tended to replace totally the remote process by mid-November.
Localized groups did not exist at the beginning of the process. They appeared in many places thanks to the dynamic of the mobilization and thanks to the “Geo-Political Choices” made since the beginning of the project. This new concept within a Babels project mentioned as early as the launch of the Selection process in July, redefined the geographical mapping of the localization of the volunteers. It did not correspond to a budget item (the nearer the cheaper, hence mobilise near by in order to match budget requirement) for at least one good reason: someone coming from Colombia is costing as much as someone coming from Paris. It did not correspond to the reality of the network: most of the volunteers, around 3 out of 4 at that time, were located in Europe. It did correspond to political choices, hence to the very nature of the Babels WSF05 Project, that was not defined solely around languages and number of booths. It was to be accepted by the WSF itself as part of the project and integrated in the budget as such.
By mid-October the Travel Group could start its work since the easiest part of the selection process was over: The selection of people with previous Babels and Forum experiences was fast. The Travel Group worked like the Selection Group, remotely, thanks to automatic emails to which interpreters were to respond and confirm information already registered in the database and/or give new information. This distant process worked fairly well. Some failed to answer in time the emails, some did not understand the email well (the wording of these emails is essential and should be considered carefully) but these misunderstandings amount to a maximum of 5% of the people. By the beginning of November we were ready to have 50% of the volunteers with tickets.
The choice made was to organize prepaid tickets issued by a Travel agency selected by the WSF itself. This Travel agency was to receive names and dates by Babels and was financially linked with the WSF. This choice is good as Babels is not a financial institution and is not a travel agent. The positive effect is that “Travel” stopped to work when volunteers received their ticket and that the budget is solely a political work to be done with the WSF before and during the project, not afterward (for the ESF03 the budget issue linked with travel reimbursements lasted 6 to 9 months after the ESF itself).
In reality this project suffered negative effects mainly due to two reasons: the lack of experience of the WSF to generate a cash flow before the event, the financial structure of the WSF. Because WSF before did not internalise translation and volunteers as one of the political components of the WSF itself, they were not fully aware, although we wrote and spoke many times about this issue, of the cash flow issue before it became a reality: the fact that 6 to 4 months before the event you need to have the cash in order to start paying travels (the main expense by far) for volunteer interpreters. This lead in November in particular to many discussions and bargaining linked with the lack of money hence the downsizing of the project, although it had been accepted collectively (reports with pre-budget) in June and confirmed in August by the same people.
On top of this, one of the actors of the WSF organizing committee in charge of finance did not take its role as a part of a collective but rather as a financier: This meant that after collective decisions were made and a budget framework was accepted, all was to be re-discussed piece by piece with the financial responsible as he thought that decisions were his (this is linked mostly to the way the WSF organizing committee was working or, more accurately, disfunctioning). This combined situation lead to a lateness in buying the tickets. We calculated that between the dates when 50% of the tickets were ready to be booked and the first ticket reserved by the travel agents after the agreement of the WSF financial responsible we (the WSF to be exact) lost $50 000 USD, nearly 70% more on the ticket prices. Although we were planning on following the ticket prices, and the Babels budget accepted to re-adjust if necessary the number of tickets, this was not possible. Our estimate is that we spent on travel nearly as much as we would have spent if we'd carried through our first proposal made in June, which involved nearly 50% of the WSF conference rooms with volunteer interpreters (instead of the 20% of the WSF conference room with translation that remained after the downsizing of the project). This lead also to a lot of stress for the volunteers behind poa2005-viaje as hundreds of tickets and people were to be dealt with within 4 weeks or so: The last ticket was bought 3 days before the event.
For each of the two processes, selection and travel, the database is a central piece: Each of the processes had 3 fields to check and 3 fields to fill in each of the personal files of the volunteers. Without the database we cannot exchange information between localized and remote processes and the two are working in parallel. Without the database the other workgroups -- Budget, accommodation, work and language planning -- cannot work properly. Due to the lack of sufficient formation of the volunteer organizers in the different workgroups, due to the lack of taking this issue as a central and most important one, many problems of coordination occurred between all the groups. This lead to mistakes or to long hours of repeating the same work over and over by different people since no one was sure the other ones were doing it properly. This should be really stressed in future projects and people should be aware that committing his/herself to a Babels project involves a rigorous process with an electronic database.
__Ideal Time-table__
We estimate that an ideal time-table should be set in order to provide next events with a reference point and SF organizers to manage the budget well enough to not waste large amounts of money because of lack of preparation.
Selection and Travel: Selection should start 5 months before the event and last 3 months. Travel should start 4 months before the event and last 2 months. Therefore 2 months before the event a minimum of 70-80% of the volunteers should be selected and have their tickets in hand. 20-30% roughly corresponds to the volunteers coming from the city or the region, hence with no travel or organized group-travel like buses.
Deletions:
These two workgroups are interlinked. Nevertheless they corresponded two three types of workgroups: A general selection one and localized groups (as many as possible) and of course a travel group.
Two addresses poa2005@babels.org and poa2005-viaje@babels.org behind which 4 persons at the most were responding to incoming mails from all the interpreters. We failed to include more people behind these secretariats for various reasons but mainly because most of the people were devoted time to localized mobilizations and selection processes.
- ""Poa2005-viaje"": 1 person at the start. One more person arrived to help by the end of December. There was never more than 1 person really working on travel at any given time. In January were the 2 were working, 1 was in charge of making the reports and the lists from the database, while the other was concretely and really working on travel with the travel agency and with the interpreters.
poa2005@babels.org was created in beginning of September. It initiated the selection process as planned and published. See http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=850#850 published on September 13. The people involved in this group created automatic emails sent to the people registered in the database according to what was chosen collectively. These decisions were made thanks to an open discussion started on July 22 in the Forum and publicized widely: A mail was sent at that time to all people volunteering to the WSF05 and to all people who volunteered to the WSF04, inviting them to discuss the selection methodology. This discussion was launched a month after the publication of the “Call for volunteers” (official start of the WSF05 project See Intermediary Report http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=626#626 explaining the phases that lead to the Call). This discussion generated 135 posts in mainly three languages and 11 815 readings (this number does not correspond to single users).
This work collided at a later date with the work of the localized mobilization and selection groups. This distant and electronic process was launched in September while mainly the localized processes did not start before mid-October or even November. The dates were set in order to minimize the risks of having not sufficient volunteer interpreters at the end of the processes and people were starting to receive mails according to the planed selection charter. For instance all people marked as “Professional” or “Experienced” (self declared through the website registration form) in Brazil, Argentina, Uruguay received an email asking them if they were agreeing to be volunteers. If they replied to this mail, then the selection process continued. This remote selection process was mainly based on self declarations. This lead to misunderstandings when localized groups started to work because their work was mainly based on meetings, trainings and so on, hence physical presence of the volunteers in a place near where they lived. Of course the localized process where human wise and skill wise of much better quality and were corresponding more to the reality. Hence they tend to replace totally the remote process by mid-November.
Localized groups did not exist at the beginning of the process. They appeared in many places thanks to the dynamic of the mobilization and thanks to the “Geo-Political Choices” made since the beginning of the project. This new concept within a Babels project mentioned as early as the launch of the Selection process in July, redefined the geographical mapping of the localization of the volunteers. It did not correspond to a budget item (the nearest the cheapest, hence mobilize close in order to match budget requirement) for at least one good reason: someone coming from Colombia is costing as much as some one coming from Paris. It did not correspond to the reality of the network: most of the volunteers like 3 out of 4 at that time were located in Europe. It did correspond to political choices hence to the very nature of the Babels WSF05 Project that was not defined solely around languages and number of booths. It was to be accepted by the WSF itself as part of the project and integrated in the budget as such.
By mid-October the Travel Group could start its work since the easiest part of the selection process was over: The selection of people with previous Babels and Forum experiences to go fast. The Travel Group work as the Selection Group remotely thanks to automatic emails to which interpreters were to respond and confirm information already registered in the database and/or give new information. This distant process worked fairly well. Some failed to answer in time the emails, some did not understand the email well (the wording of these emails is essential and should be well taking care of) but these misunderstandings amount to a maximum of 5% of the people. By the beginning of November we were ready to have 50% of the volunteers with tickets.
The choice made was to organize prepaid tickets issued by a Travel agency selected by the WSF itself. This Travel agency was to receive names and dates by Babels and was financially linked with the WSF. This choice is good as Babels is not a financial institution and is not a travel agent. The positive effects is that “Travel” stopped to work when volunteers received their ticket and that the budget is solely a political work to be done with the WSF before and during the project, not afterward (for the ESF03 the budget issue linked with travel reimbursements lasted 6 to 9 months after the ESF itself).
In reality this project underwent negative effects mainly due to two reasons: the lack of experience of the WSF to generate a cash flow before the event, the financial structure of the WSF. Because WSF before did not internalized translation and volunteers as one of the political components of the WSF itself, they were not fully aware, although we write and told many times about this issue, of the cash flow issue before it became a reality: the fact that 6 to 4 months before the event you need to have the cash in order to start paying travels (the main expense by far) for volunteer interpreters. This lead in November in particular to many discussions and bargaining linked with the lack of money hence the downsizing of the project although it was accepted collectively (reports with pre-budget) in June and confirm in August by the same people.
On top of this, one of the actor of the WSF organizing committee in charge of finance did not take its role as a part of a collective but rather as a financier: This meant that after collective decisions were made and a budget framework was accepted, all was to be re-discussed piece by piece with the financial responsible as he thought that decisions were his (this is linked mostly to the way the WSF organizing committee was working or more realistic disfunctioning). This combined situation lead to a lateness in taking the tickets. We calculated that between the dates were 50% of the tickets were ready to be booked and the first ticket reserved by the travel agent after the agreement of the WSF financial responsible we (the WSF to be exact) lost $50 000 USD nearly 70% more on the ticket prices. Although we were planning on following the ticket prices and the Babels budget accepted to re-adjust if necessary the number of tickets, this was not possible. Our estimates is that we spent on travel nearly as much as we would have spent in our first proposals made in June and involving nearly 50% of the WSF conference rooms with volunteer interpreters (instead of the 20% of the WSF conference room with translation that remained after the downsizing of the project). This lead also to a lot of stress for the volunteers behind poa2005-viaje as hundreds of tickets and people were to be dealt with within 4 weeks or so: The last ticket was taken 3 days before the event.
For each of the two processes, selection and travel, the database is a central piece: Each of the process had 3 fields to check and 3 fields to fill in each of the personal file of the volunteers. Without the database we cannot exchange information between localized and remote processes and the two are working in parallel. Without the database the other workgroups: Budget, accommodation, work and language planning cannot work properly. Due to the lack of sufficient formation of the volunteer organizers in the different workgroups, due to the lack of taking this issue as a central and most important one, many problems occurred of coordination between all the groups. This lead to mistakes or to long hours of repeating the same work over and over by different people since no one was sure the other ones were doing it properly. This should be really stressed in future projects and people should be aware that committing his/herself to a Babels project involved a rigorous process with an electronic database.
__Ideal Time Table__
We estimate that an ideal time-table should be set in order to provide next events with a reference point and SF organizers to manage the budget well enough to not waste large amount of money because of lack of preparation.
Selection and Travel: Selection should start 5 months before the event and last 3 months. Travel should start 4 months before the event and last 2 months. Therefore 2 months before the event a minimum of 70-80% of the volunteers should be selected and have their tickets in their hand. 20-30% roughly corresponds to the volunteers coming from the city or the region, hence with no travel or organized group-travel like buses.


Revision [105]

Edited on 2005-02-15 11:53:43 by YanB [local coords reports]
Additions:
- ""Poa2005"": 3 persons at the start. One of them left this secretariat by mid-October in order to take care of poa2005-viaje. One left the secretariat in November for personal reasons. One was left alone to respond to all incoming emails in December and January.
- ""Poa2005-viaje"": 1 person at the start. One more person arrived to help by the end of December. There was never more than 1 person really working on travel at any given time. In January were the 2 were working, 1 was in charge of making the reports and the lists from the database, while the other was concretely and really working on travel with the travel agency and with the interpreters.
poa2005@babels.org was created in beginning of September. It initiated the selection process as planned and published. See http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=850#850 published on September 13. The people involved in this group created automatic emails sent to the people registered in the database according to what was chosen collectively. These decisions were made thanks to an open discussion started on July 22 in the Forum and publicized widely: A mail was sent at that time to all people volunteering to the WSF05 and to all people who volunteered to the WSF04, inviting them to discuss the selection methodology. This discussion was launched a month after the publication of the “Call for volunteers” (official start of the WSF05 project See Intermediary Report http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=626#626 explaining the phases that lead to the Call). This discussion generated 135 posts in mainly three languages and 11 815 readings (this number does not correspond to single users).
Deletions:
- "Poa2005": 3 persons at the start. One of them left this secretariat by mid-October in order to take care of poa2005-viaje. One left the secretariat in November for personal reasons. One was left alone to respond to all incoming emails in December and January.
- "Poa2005-viaje": 1 person at the start. One more person arrived to help by the end of December. There was never more than 1 person really working on travel at any given time. In January were the 2 were working, 1 was in charge of making the reports and the lists from the database, while the other was concretely and really working on travel with the travel agency and with the interpreters.
poa2005@babels.org was created in beginning of September. It initiated the selection process as planned and published. See http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=850#850 published on September 13. The people involved in this group created automatic emails sent to the people registered in the database according to what was chosen collectively. These decisions were made thanks to an open discussion started on July 22 in the Forum and publicized widely: A mail was sent at that time to all people volunteering to the WSF05 and to all people who volunteered to the WSF04, inviting them to discuss the selection methodology. This discussion was launched a month after the publication of the “Call for volunteers” (official start of the WSF05 project See Intermediary Report http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=626#626 explaining the phases that lead to the Call). This discussion generated 135 posts in mainly three languages and 11 815 readings (this number is not corresponding to single users).


Revision [104]

Edited on 2005-02-15 11:51:27 by YanB [local coords reports]
Additions:
''NOTE: before editing, please 'login/register' (see menu above)! thanks. To Edit, click on 'Edit' (see menu below).''


Revision [103]

Edited on 2005-02-15 11:49:53 by YanB [local coords reports]
Additions:
- "Poa2005": 3 persons at the start. One of them left this secretariat by mid-October in order to take care of poa2005-viaje. One left the secretariat in November for personal reasons. One was left alone to respond to all incoming emails in December and January.
- "Poa2005-viaje": 1 person at the start. One more person arrived to help by the end of December. There was never more than 1 person really working on travel at any given time. In January were the 2 were working, 1 was in charge of making the reports and the lists from the database, while the other was concretely and really working on travel with the travel agency and with the interpreters.
poa2005@babels.org was created in beginning of September. It initiated the selection process as planned and published. See http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=850#850 published on September 13. The people involved in this group created automatic emails sent to the people registered in the database according to what was chosen collectively. These decisions were made thanks to an open discussion started on July 22 in the Forum and publicized widely: A mail was sent at that time to all people volunteering to the WSF05 and to all people who volunteered to the WSF04, inviting them to discuss the selection methodology. This discussion was launched a month after the publication of the “Call for volunteers” (official start of the WSF05 project See Intermediary Report http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=626#626 explaining the phases that lead to the Call). This discussion generated 135 posts in mainly three languages and 11 815 readings (this number is not corresponding to single users).
Localized groups did not exist at the beginning of the process. They appeared in many places thanks to the dynamic of the mobilization and thanks to the “Geo-Political Choices” made since the beginning of the project. This new concept within a Babels project mentioned as early as the launch of the Selection process in July, redefined the geographical mapping of the localization of the volunteers. It did not correspond to a budget item (the nearest the cheapest, hence mobilize close in order to match budget requirement) for at least one good reason: someone coming from Colombia is costing as much as some one coming from Paris. It did not correspond to the reality of the network: most of the volunteers like 3 out of 4 at that time were located in Europe. It did correspond to political choices hence to the very nature of the Babels WSF05 Project that was not defined solely around languages and number of booths. It was to be accepted by the WSF itself as part of the project and integrated in the budget as such.
Deletions:
- Poa2005: 3 persons at the start. One of them left this secretariat by mid-October in order to take care of poa2005-viaje. One left the secretariat in November for personal reasons. One was left alone to respond to all incoming emails in December and January.
- Poa2005-viaje: 1 person at the start. One more person arrived to help by the end of December. There was never more than 1 person really working on travel at any given time. In January were the 2 were working, 1 was in charge of making the reports and the lists from the database, while the other was concretely and really working on travel with the travel agency and with the interpreters.
poa2005@babels.org was created in beginning of September. It initiated the selection process as planed and published. See http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=850#850 published on September 13. The people involved in this group created automatic emails sent to the people registered in the database according to what was chosen collectively. These decisions were made thanks to an open discussion started on July 22 in the Forum and publicized widely: A mail was sent at that time to all people volunteering to the WSF05 and to all people who volunteered to the WSF04, inviting them to discuss the selection methodology. This discussion was launched a month after the publication of the “Call for volunteers” (official start of the WSF05 project See Intermediary Report http://www.babels.org/forum/viewtopic.php?p=626#626 explaining the phases that lead to the Call). This discussion generated 135 posts in mainly three languages and 11 815 readings (this number is not corresponding to single users).
Localized groups did not exist at the beginning of the process. They appeared in many places thanks to the dynamic of the mobilization and thanks to the “GeoPolitical Choices” made since the beginning of the project. This new concept within a Babels project mentioned as early as the launch of the Selection process in July, redefined the geographical mapping of the localization of the volunteers. It did not correspond to a budget item (the nearest the cheapest, hence mobilize close in order to match budget requirement) for at least one good reason: someone coming from Colombia is costing as much as some one coming from Paris. It did not correspond to the reality of the network: most of the volunteers like 3 out of 4 at that time were located in Europe. It did correspond to political choices hence to the very nature of the Babels WSF05 Project that was not defined solely around languages and number of booths. It was to be accepted by the WSF itself as part of the project and integrated in the budget as such.


Revision [102]

Edited on 2005-02-15 11:26:17 by 68.67.119-80.rev.gaoland.net [local coords reports]
Additions:
For each of the two processes, selection and travel, the database is a central piece: Each of the process had 3 fields to check and 3 fields to fill in each of the personal file of the volunteers. Without the database we cannot exchange information between localized and remote processes and the two are working in parallel. Without the database the other workgroups: Budget, accommodation, work and language planning cannot work properly. Due to the lack of sufficient formation of the volunteer organizers in the different workgroups, due to the lack of taking this issue as a central and most important one, many problems occurred of coordination between all the groups. This lead to mistakes or to long hours of repeating the same work over and over by different people since no one was sure the other ones were doing it properly. This should be really stressed in future projects and people should be aware that committing his/herself to a Babels project involved a rigorous process with an electronic database.
Deletions:
For each of the two processes, selection and travel, the database is a central piece: Each of the process had 3 fields to check and 3 fields to fill in each of the personal file of the volunteers. Without the database we cannot exchange information between localized and remote processes and the two are working in parallel. Without the database the other workgroups: Budget, accommodation, work and language planning cannot work properly. Due to the lack of sufficient formation of the volunteer organizers in the different workgroups, due to the lack of taking this issue as a central and most important one, many problems occurred of coordination between all the groups. This lead to mistakes or to long hours of repeating the same work over and over by different people since no one was sure the other ones were doing it properly. This should be really stressed in further projects and people should be aware that committing his/herself to a Babels project involved a rigorous process with an electronic database.


Revision [101]

Edited on 2005-02-15 11:08:56 by 68.67.119-80.rev.gaoland.net [local coords reports]
Additions:
On top of this, one of the actor of the WSF organizing committee in charge of finance did not take its role as a part of a collective but rather as a financier: This meant that after collective decisions were made and a budget framework was accepted, all was to be re-discussed piece by piece with the financial responsible as he thought that decisions were his (this is linked mostly to the way the WSF organizing committee was working or more realistic disfunctioning). This combined situation lead to a lateness in taking the tickets. We calculated that between the dates were 50% of the tickets were ready to be booked and the first ticket reserved by the travel agent after the agreement of the WSF financial responsible we (the WSF to be exact) lost $50 000 USD nearly 70% more on the ticket prices. Although we were planning on following the ticket prices and the Babels budget accepted to re-adjust if necessary the number of tickets, this was not possible. Our estimates is that we spent on travel nearly as much as we would have spent in our first proposals made in June and involving nearly 50% of the WSF conference rooms with volunteer interpreters (instead of the 20% of the WSF conference room with translation that remained after the downsizing of the project). This lead also to a lot of stress for the volunteers behind poa2005-viaje as hundreds of tickets and people were to be dealt with within 4 weeks or so: The last ticket was taken 3 days before the event.
Deletions:
On top of this one of the actor of the WSF organizing committee in charge of finance did not take its role as a part of a collective but rather as a financier: This meant that after collective decisions were made and a budget framework was accepted, all was to be re-discussed piece by piece with the financial responsible as he thought that decisions were is. This combined situation lead to a lateness in taking the tickets. We calculated that between the dates were 50% of the tickets were ready to be booked and the first ticket reserved by the travel agent after the agreement of the WSF financial responsible we (the WSF to be exact) lost $50 000 USD nearly 70% more on the ticket prices. Although we were planning on following the ticket prices and the Babels budget accepted to re-adjust if necessary the number of tickets, this was not possible. Our estimates is that we spent on travel nearly as much as we would have spent in our first proposals made in June and involving nearly 50% of the WSF conference rooms with volunteer interpreters (instead of the 20% of the WSF conference room with translation that remained after the downsizing of the project). This lead also to a lot of stress for the volunteers behind poa2005-viaje as hundreds of tickets and people were to be dealt with within 4 weeks or so: The last ticket was taken 3 days before the event.


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